VOLKSWAGEN
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Por quatro décadas o maior fabricante brasileiro de veículos, o percurso histórico da Volkswagen se confunde com a própria história da nossa indústria automobilística. Embora não tenha sido a primeira a aqui se instalar – e mesmo no âmbito mundial seja uma empresa relativamente recente, fundada em 1937 –, marcou profundamente o processo de motorização do país. Quem, com mais de 40 anos, jamais dirigiu um Volkswagen? Quantos aprenderam a guiar em um Fusca? Quantas centenas de milhares deles ainda circulam pelos mais remotos rincões do país, graças à sua renomada resistência e à aptidão para circular por pisos ruins? Quantos centos de pequenos fabricantes utilizaram-no como base mecânica para a produção de buggies, carros de competição e foras-de-série?
Durante mais de dez anos a Volkswagen (lê-se Folks-va-guen) produziu apenas três modelos de carros, todos com os mesmos componentes mecânicos. Mas que carros! O VW sedã, aqui popularizado como Fusca, concebido na década de 30 pelo genial Ferdinand Porsche, trazendo ousadas e inéditas soluções construtivas para a época, do qual mais de 20 milhões de unidades foram construídas (mais de 3.300.00 só no Brasil), foi eleito pela imprensa especializada internacional um dos três carros mais importantes do século XX. A Kombi, brilhante projeto de utilitário, prático e racional, até recentemente foi, mais de 50 anos depois de lançado, líder inconteste no mercado nacional de vans e furgões, com 1/3 das vendas do segmento em 2010. Finalmente, o Karmann-Ghia, ícone mundial nos anos 50 e 60, desenhado pelo studio Ghia, na Itália, desejo de consumo de todo jovem brasileiro das décadas de 60 e 70.
A Volkswagen teve um crescimento exponencial no país: nos seus primeiros dez anos de vida, entre o ano da inauguração de sua grande fábrica em São Bernardo do Campo (SP) e 1967, a área construída da indústria foi multiplicada por 30, o quadro de empregados por vinte e a produção diária por cem, chegando a 492 unidades/dia. O índice de nacionalização alcançou 99,82% e o número de revendas e oficinas autorizadas 641, ainda hoje quantidade e distribuição espacial não atingidas por nenhum outro fabricante.
A história da marca no Brasil, no entanto, vem de muito antes. A partir de 1951, quando a VW mal iniciava sua avassaladora escalada mundial, o Fusca começava a ser montado no país pela Brasmotor, que aqui também fabricava diversos modelos de automóveis e utilitários do grupo Chrysler. Até 1953, 1.274 Fuscas foram construídos com componentes importados da Alemanha.

Esta fotografia da praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, tomada em meados da década de 70, evidencia a espantosa difusão do VW sedã no mercado brasileiro.
Kombi e sedã 1200: o início de um crescimento vertiginoso
Em março de 1953, em associação ao grupo brasileiro Monteiro Aranha (com 20% do capital), a Volkswagen inaugurou linha de fabricação própria no país, em um galpão alugado no bairro do Ipiranga, em São Paulo (SP), iniciando a montagem de Kombis e Sedans 1200 com componentes importados e apenas 12 operários. Em cinco anos, 2.820 veículos seriam ali construídos, dos quais 552 Kombis, com 25% de conteúdo nacional em peso (20% em valor). Entre os itens de fornecimento local estavam: baterias, pneus, todos os artigos de borracha, vidros, bancos, revestimento interno, material plástico, escapamento e silencioso, frisos decorativos, calotas e toda a fiação elétrica.
Em 1956, antes mesmo da criação do Geia, a empresa alemã iniciou a construção de um complexo industrial junto à via Anchieta, em São Bernardo do Campo – o primeiro fora da Alemanha –, onde seriam instaladas as maiores prensas da América do Sul. De lá sairia, em setembro de 1957, o primeiro Volkswagen de produção nacional, a Kombi de passageiros, já com mais de 50% de nacionalização (motor e câmbio eram ainda importados).
Como todos os modelos que viriam nos anos seguintes, possuía motor traseiro refrigerado a ar (com bloco fundido em liga leve, quatro cilindros contrapostos e radiador de óleo) e suspensão por barras de torção nas quatro rodas, independentes na dianteira e com semi-eixos oscilantes na traseira. A caixa era de quatro marchas (1ª não sincronizada), os freios a tambor e a direção mecânica. O aproveitamento de espaço era total: três bancos, com nove lugares, acessíveis pelas três portas (duas à frente e uma dupla na lateral direita). Os bancos podiam ser facilmente retirados (eram fixados por borboletas), abrindo 4,8 m³ de espaço para carga (810 kg, ou 925 kg no furgão), que também podia ser alcançado pela ampla tampa de abertura vertical localizada na traseira. O pneu de reserva foi magistralmente escondido por detrás do encosto do assento dianteiro. O carro dispunha de larga prateleira porta-objetos sob o painel e sistema de circulação de ar quente e frio.
A PRIMEIRA KOMBI: SUA FICHA TÉCNICA: carroceria monobloco, três portas, nove lugares, compartimento interno (sem bancos) com 4.800 litros; 4,19 m de comprimento; motor longitudinal traseiro refrigerado a ar, com quatro cilindros contrapostos, 1.192 cm3, 30 cv; tração traseira com caixa manual de quatro marchas; direção mecânica; suspensão por barra de torção, independente na frente e semi-independente na traseira; freios a tambor.
Criado o Geia em 1956, a Volkswagen a ele submeteu seus planos, rapidamente aprovados. Com base na programação prevista, em janeiro de 1959 foi lançado o segundo produto nacional da marca, o Sedan 1200, com os mesmos elementos mecânicos da Kombi e produção inicial de 55 unidades/dia. Iniciava-se a era Fusca, por longos anos o carro de uso universal do brasileiro.
Com duas portas e cinco lugares, trazia algumas soluções estranhas para o olhar contemporâneo, porém práticas e baratas, com as setas mecânicas, que se projetavam das colunas centrais, a bisnaga sob o painel para lavagem do para-brisa e a chave (tipo registro hidráulico), também no painel, para dar passagem à reserva de combustível (não havia relógio nem lâmpada indicadora de nível). Sua carroceria era montada sobre uma plataforma de aço estampado com túnel central, que recebia todos os órgãos mecânicos e protegia a parte inferior do carro. O espaço para bagagens era pequeno: sob o capô dianteiro, compartilhado com o tanque de gasolina e o pneu de reserva, e um vão por trás do banco traseiro, sob cujo assento ficava alojada a bateria. Os bancos dianteiros eram reguláveis em distância e inclinação, mas os vidros traseiros eram fixos. O Fusca chegou com 36 cv.
O PRIMEIRO FUSCA: SUA FICHA TÉCNICA: plataforma de aço estampado com túnel central, carroceria de duas portas, cinco lugares, bagageiro com 74 litros, 4,07 m de comprimento; motor longitudinal traseiro refrigerado a ar, com quatro cilindros contrapostos, 1.192 cm3, 36 cv; tração traseira com caixa manual de quatro marchas; direção mecânica; suspensão por barra de torção, independente na frente e semi-independente na traseira; freios a tambor.
Além do Fusca, em 1959 foi apresentada a Kombi Especial (ou Luxo), com pintura em duas cores, calotas cromadas, frisos decorativos de alumínio e reforços nos para-choques; além da versão standard, já estavam então disponíveis os modelos ambulância e furgão. Em 1960, quando seriam fabricados o 10.000º Fusca (em 1967 já seriam quase 92 mil/ano) e a 20.000ª Kombi, a empresa lançou mais duas variantes do seu utilitário: Turismo (equipada para campismo) e seis-portas (para transporte coletivo). Esta, sem similar no resto do mundo, trazia estribos laterais, quatro portas de abertura independente para acesso ao compartimento traseiro, janelas basculantes, além de iluminação, alças de apoio e cinzeiros em todos os bancos. Também havia preparações especiais para transporte de presos, ronda policial, bar e consultório médico.

Kombi standard – o primeiro Volkswagen brasileiro – e, ao fundo, Kombi Especial, lançamento de 1959.
Pequenas melhorias foram sendo agregadas a cada ano à linha de veículos: em 1961, todos receberam caixa totalmente sincronizada, indicador de nível de combustível no painel (eliminando o registro de controle da reserva), lanternas traseiras maiores, com três funções, e pisca-piscas sobre os para-lamas, no Fusca, e acima dos faróis, na Kombi. Também surgiu o primeiro Fusca táxi “de fábrica”. Destituído do banco dianteiro direito e dotado de sinal luminoso no teto e um segundo cinzeiro para os passageiros, o modelos dominaria o mercado brasileiro por anos a fio (seriam cerca de 18 mil, em 1967, apenas na cidade do Rio de Janeiro). Talvez não por coincidência, foi também em 1961 que a VW ultrapassou a Willys como maior fabricante nacional de veículos, posição que manteria por mais de 30 anos, até perdê-la pela primeira vez para a Fiat, em 1993.
Karmann-Ghia, picape Kombi e Fusca Pé-de-boi: diversificando a linha
Em maio de 1962 nasceu o Karmann-Ghia brasileiro, trazendo a mecânica 1200 do restante da família. Elegante e bem acabado cupê de duas portas e dois lugares, sua carroceria era construída pela empresa Karmann-Ghia, sem vinculações societárias com a Volkswagen e ela mesma responsável pela tramitação, junto ao Geia, do processo para a nacionalização do veículo. Comercializado pela rede autorizada VW, teria produção significativa, em 1967 já ultrapassaria 3.000 unidades/ano.
O K-G foi exposto no III Salão do Automóvel, onde também foram mostradas as novidades para o restante da linha: no Fusca, amortecedor de direção, janelas traseiras basculantes e esguicho para limpeza do para-brisa por meio de botão no painel; e na Kombi, mais duas janelas laterais, duas nos cantos e vidro traseiro maior, eliminando todos os pontos cegos antes existentes, e esguicho por bisnaga plástica. Antes do final de 1963 o sedã recebeu mais um melhoramento, há muito reclamado pela imprensa: novo formato do tanque de gasolina (já existente na Europa), permitindo aumento significativo do porta-malas. Os utilitários, por sua vez, ganharam lanternas dianteiras novas e maiores.
No IV Salão do Automóvel, em novembro de 1964, foi disponibilizado teto-solar para o sedã, que também ganhou de série trava de direção acoplada à ignição, lanternas dianteiras e de placa mais largas e encosto do banco traseiro basculante, ampliando enormemente o espaço para bagagens.
Em julho de 1965, atendendo à demanda do governo militar, que desejava incentivar a venda de carros populares financiando-os em quatro anos pela Caixa Econômica Federal, a Volkswagen apresentou o Pé-de-Boi, versão extremamente simplificada do sedã. Nada foi mudado na mecânica, porém a carroceria perdeu todos os frisos, cromados e emblemas; foram eliminados lavador de para-brisa, pisca-piscas dianteiros, proteção dos para-choques e, no interior, marcador de gasolina, tampa do porta-luvas, alças de segurança, iluminação, trava de direção, regulagem dos encostos, ar quente e cinzeiros. Os revestimentos foram simplificados (o das portas substituído por duratex) e abolido o isolamento termo-acústico; os vidros traseiros voltaram a ser fixos. Oferecido somente em duas cores (cinza claro e azul claro), tinha calotas, para-choques e aros dos faróis pintados de branco.
A produção da Volkswagen não cessava de crescer, já respondendo por mais da metade do mercado nacional de automóveis. Em abril de 1966 produziu a Kombi número 100.000 e, quatro meses depois, o 300.000º sedã (que naquele ano deixava de ter o escudo sobre o capô). A linha 1967 trazia muitas novidades: a Kombi picape (lançada no V Salão, no final do ano anterior), com caçamba de madeira totalmente plana e as três laterais rebatíveis, como nos caminhões. Com área útil de 5,2 m² e capacidade para 2,0 m³ (ou uma tonelada), ainda dispunha de volumoso porta-malas sob o piso, com acesso pela lateral direita e capacidade de quase 1,0 m³; para auxiliar a visibilidade, foi incluído um retrovisor do lado direito.

Karmann-Ghia – um Volkswagen em trajes esportivos -, novidade de 1962.
Novidades ainda mais importantes foram os novos motores, lançados no início do ano: 1300 (1.285 cm3, 46 cv) para o sedã e 1500 (1.493 cm3 e 52 cv) para Kombi e Karmann-Ghia. Em paralelo, toda a linha recebeu retoques técnicos e estéticos: logos indicativos do novo motor, limpadores de para-brisa com parada automática, comando de luz alta no comutador de direção. A Kombi, que teve a capacidade de carga aumentada em 200 kg, ganhou estabilizador dianteiro, limpa-brisa de duas velocidades e banco individual e regulável para o motorista. O Fusca passou a ter rodas com dez furos e para-brisa traseiro ampliado em 20%.
1968 começou com o lançamento do Karmann-Ghia conversível, equipado com capota de lona de acionamento manual, lanternas traseiras maiores, limpador de duas velocidades, novos bancos (opcionalmente revestidos de couro), painel revestido de material plástico imitando madeira e sistema elétrico de 12 V (estendido a toda a linha). A linha de utilitários ganhou opção de bloqueio de diferencial (mecânico, por alavanca) e a picape recebeu caçamba revestida de aço.
1600, Variant e TL: nasce uma nova família
Em paralelo com estas atividades “de rotina”, porém, a Volkswagen se encontrava em febril atividade, desenvolvendo nova linha de automóveis, com a intenção de começar a apresentá-la ainda naquele ano. Em completo sigilo, a história teve início dois anos antes, em agosto de 1966, quando VW e Vemag – fabricante brasileira do DKW – firmaram acordo de cooperação visando a fabricação no país de “um veículo especialmente projetado para o Brasil e inédito no mundo“. A associação entre as duas empresas parecia natural, já que no ano anterior, na Alemanha, a Volkswagen assumira o controle integral da Auto Union, proprietária da marca DKW. Em novembro de 1966 a VW passou a deter 40% do capital da Vemag, para no ano seguinte assumir o controle integral dos negócios de veículos do grupo brasileiro. Foi nas instalações da Vemag, que contava com uma das melhores ferramentarias do país, que o novo Volkswagen foi desenvolvido e seus protótipos construídos.
Batizado simplesmente 1600, o carro foi lançado no final do ano, no VI Salão do Automóvel. Sedã três-volumes com quatro portas e motor traseiro, se tratava da reabilitação de antigo protótipo alemão de 1960, de duas portas, que teve o desenho modificado e ao qual foram introduzidas mais duas portas. O resultado foi um automóvel somente 4 cm mais longo do que o Fusca, compacto e simpático, mas de estilo um tanto ultrapassado, que só conseguiu conquistar a simpatia dos taxistas, que o adotaram como veículo “padrão” por toda uma década. Além do novo motor boxer de 1.584 cm3 e 60 cv, dos freios a disco na frente e do estabilizador traseiro, todo o restante seguia a tradicional concepção da marca.
Embora já algo desatualizada, sua carroceria o distanciava fortemente do Fusca, de quem adotara a mecânica. Assim, o novo carro trazia ampla área envidraçada, faróis retangulares, luz de ré, abertura do porta-malas e da tampa do motor pelo interior da cabine, maçanetas internas embutidas, espelho de cortesia no quebra-sol, limpa-brisa de duas velocidades, melhor isolamento acústico e eficiente sistema de ventilação forçada. O tanque de combustível foi deslocado para trás, liberando maior espaço para bagagens. Tinha acabamento bem cuidado, como já era tradição da marca, visível em detalhes como o estofamento em gomos e o acabamento do painel em material macio e película com padrão jacarandá. Dois contra-sensos, porém: não houve previsão de espaço para rádio e a bateria foi mantida sob o banco traseiro, apesar da farta disponibilidade de espaço no compartimento do motor.
O PRIMEIRO 1600: SUA FICHA TÉCNICA: plataforma de aço estampado com túnel central, carroceria de quatro portas, cinco lugares, 4,11 m de comprimento; motor longitudinal traseiro refrigerado a ar, com quatro cilindros contrapostos, 1.584 cm3, 60 cv; tração traseira com caixa manual de quatro marchas; direção mecânica; suspensão por barra de torção, independente na frente e semi-independente na traseira; freios a disco na frente e a tambor atrás.
Em meados de 1969 foi disponibilizado o 1600-L, versão de produção limitada pintada em preto ou em duas cores, com frisos laterais cromados, pneus de banda branca, tanque de gasolina com chave, bancos e portas revestidos em couro, carpete de buclê (inclusive no porta-malas), relógio elétrico, acendedor de cigarros e rádio. No último mês do ano foram lançados o Karmann-Ghia com motor 1600 (e quebra-ventos, por demanda popular) e – a mais importante novidade da nova safra da marca – a Variant, caminhonete derivada do quatro-portas e com suas exatas dimensões, porém com motor “plano” e excepcional espaço para bagagens (951 litros).
Apesar das origens comuns, era um carro distinto do 1600, mecânica e esteticamente novo. Dotado de três portas e cinco lugares, tinha duas grandes janelas traseiras fixas, com defletores junto às colunas centrais; o banco traseiro podia ser totalmente rebatido, com facilidade produzindo enorme superfície plana e desobstruída, capaz de transportar objetos longos e até se transformar em leito. O “milagre” foi possível pelo rebaixamento do motor, que para isto recebeu uma ventoinha de menor diâmetro e dois carburadores, solução que, adicionalmente, permitiu elevar a potência para 65 cv. Outras novidades: bitola traseira mais larga, barras compensadoras verticais e alternador de corrente. O tanque de combustível retornou para a frente, com bocal de enchimento no para-lama esquerdo. De resto, suspensão, câmbio, freios e demais órgãos permaneceram os mesmos. A Variant encontrou imediata acolhida do público comprador, em poucos meses vendendo 200 carros por dia, cinco vezes mais do que o 1600.

1600 TL, de 1970, o terceiro membro da família 1600.
Para 1970, 1600 e Karmann-Ghia receberam para-choques de lâmina única, com garras protegidas por borracha, solução lançada com a Variant; além disso, o 1600 ganhou frisos laterais, aros de guarnição dos faróis mais delgados e os bancos da Variant. Em julho, a Volkswagen completou o primeiro milhão de carros fabricados no Brasil. Para comemorar a data histórica, surpreendeu a concorrência com a apresentação antecipada da sua Linha 71, com alterações em todos os modelos de passeio e três novos lançamentos simultâneos: Fusca 1500, 1600 TL e Karmann-Ghia TC.
O primeiro (chamado Fuscão pela própria fábrica), além de ganhar motor de 1.943 cm3 e 52 cv, mudou externa e internamente: bitola traseira 62 mm mais larga, freios a disco na frente (opcionais), barras compensadoras atrás, novos para-choques de lâmina única com faixa central preta, novas lanternas traseiras com luz de ré, aberturas para ventilação na tampa do motor, calotas da Variant (em lugar das tradicionalíssimas semi-esféricas), cintos de segurança, bancos da Variant e retoques no acabamento interno. Capô e tampa do motor foram levemente alterados, suavizando a curvatura da extremidade inferior e, no segundo, eliminando o filete central em relevo.
O 1600 TL, montado sobre a plataforma Variant (bitola traseira mais larga e motor “plano” de 65 cv), era um dois-volumes de duas portas, com traseira massuda e deselegante, mas que teve receptividade tão boa a ponto de ser escolhido Carro do Ano 1971 pela revista Autoesporte. O visual da dianteira, com faróis circulares duplos e novo capô mais liso, melhorou muito com relação ao 1600 e Variant, sendo imediatamente a eles estendido. Por fim, o Karmann-Ghia TC, projetado no Brasil e inédito no mundo, cupê de 2+2 lugares e três portas, também ele utilizou o motor de dois carburadores da Variant. Seu painel e a instrumentação eram os mesmos do modelo tradicional – discretos; em compensação, dispunha de muito mais espaço para bagagens, no porta-malas e sobre o motor.
SP-2 e Brasília: uma ousadia e um enorme sucesso
Em 1971 a Volkswagen do Brasil inaugurou o primeiro laboratório para testes de colisão da América Latina; o primeiro carro avaliado foi a Variant. Naquele ano mais uma vez a empresa surpreenderia o mercado, já em março apresentando sua Linha 72, na Feira da Indústria Alemã, em São Paulo (os carros seriam comercializados a partir do segundo semestre). Variant e TL receberam nova frente, muito mais atual, com capô mais baixo e novos para-choques integrando as luzes de direção; a mecânica não foi alterada. Também foi lançado o TL quatro portas, com o mesmo motor de 65 cv, que substituiu o antigo 1600. No evento, foi mostrado o protótipo do que seriam os futuros SP-1 e SP-2.
O belo esportivo foi colocado à venda em julho de 1972. Totalmente projetado no Brasil a partir da plataforma da Variant, vinha com duas opções de motor: o tradicional 1600 (1.584 cm3) rebaixado de 65 cv (SP-1) e um 1.678 cm3 de 75 cv (SP-2). Sua carroceria de aço, com três portas, para-brisa bem inclinado e apenas 1,15 m de altura, era protegida em toda a periferia por um grosso friso de material emborrachado; nas laterais, pequenas janelas basculantes, entradas de ar para o motor e largas faixas de material refletivo vermelho. Era bem equipado e de acabamento refinado: limpador de para-brisa pantográfico, painel completo com comandos por teclas, assentos anatômicos reguláveis de desenho exclusivo e forrados com couro, encostos reguláveis para a cabeça, volante esportivo de três raios e aro grosso, limpa-brisa com temporizador e comando na coluna de direção (ainda novidade no Brasil), painel e console central revestidos de material macio, bom sistema de circulação de ar e cintos de segurança de três pontos, pela primeira vez no país como equipamento de série.
À excessão do emblema, externamente as duas versões em nada diferiam. No interior, SP-2 trazia console entre os bancos, amperímetro, termômetro, luzes de leitura, alça de apoio para o passageiro e opção de estofamento em couro, itens não disponíveis no SP-1. A menos dos pneus radiais mais largos e do motor 1700, nada mais foi alterado na mecânica original: o resultado foi um desempenho pífio, decepcionante para um carro com estilo tão bem resolvido. Frustração ainda maior causou o SP-1, com seu interior empobrecido, o que levou à supressão da versão já no ano seguinte, com apenas 88 unidades fabricadas (do SP-2 seriam produzidos 10.205 até 1975 – 681 deles exportados para a Europa).
Também em 1972, uma pequena aventura: o Fuscão Safari, protótipo “fora-de-estrada” desenvolvido pela Volkswagen com base no Fusca 1500. A mecânica permaneceu a original, a menos do diferencial, que recebeu relação mais curta e sistema de bloqueio operado por alavanca posicionada no túnel central. A suspensão foi elevada em 10 cm e as rodas substituídas pelas da Kombi, equipadas com pneus cidade-campo; uma chapa de aço foi instalada para proteção da suspensão dianteira. Embora as pequenas modificações tivessem incrementado bastante os já excelentes dotes do carro para circulação em terrenos difíceis, após alguns meses de teste o projeto foi abandonado.
Em setembro foi posto à venda o TL Personalizado (um precursor das atuais séries especiais, o segundo da Volkswagen, após o 1600-L, três anos antes); trazia faixas decorativas, cor “verde-hippie”, volante esportivo e diversos acessórios, tais como buzina dupla, espelho antiofuscante, relógio de horas e… acendedor de cigarros.
A VW terminou o ano com 56% do mercado brasileiro de veículos. Fabricou 343.000 carros, quase o triplo da Ford, a segunda colocada; mais de 50% da produção ainda se concentrava no Fusca, que em abril alcançara a cifra histórica de um milhão de exemplares fabricados no país. A empresa já ultrapassara a barreira de mil carros produzidos por dia, e projetava para 1975 a meta de 3.000 unidades. Com vistas a se manter na dianteira e cumprir a programação de lançar um novo carro a cada seis meses até 1976, anunciou a construção de nova fábrica em Taubaté (SP), sem citar quais novos produtos seriam ali produzidos (a planta seria inaugurada no início de 1976). Cogitava-se, porém, de um mini-carro, do Audi, ou outro modelo com motor dianteiro refrigerado a água, que acabariam por se materializar no Brasília e Passat.
Com tantos lançamentos nos dois anos anteriores, a linha 1973 foi pouco alterada. A maior preocupação da empresa foi aumentar a oferta de modelos desdobrando cada um em dois, com diferentes padrões de acabamento – “opção 1” (as versões vigentes em 1972) e “opção 2” (mais despojados). Fusca 1300 e 1500 receberam novos faróis selados com lentes verticais, levando à alteração do desenho dos para-lamas; o 1300 – o mais barato automóvel do mercado – foi simplificado: perdeu o friso cromado no capô, manteve as antigas calotas semi-esféricas e as janelas traseiras voltaram a ser fixas; o Fuscão ganhou mais 18 aletas para ventilação do motor.
Na linha 1600, as lanternas traseiras dobraram de tamanho (somente na “opção 1”) e o sistema de renovação de ar da cabine foi reforçado por uma série de rasgos introduzidos nas colunas “C”; com isto, foram eliminados o defletor na janela traseira da Variant e os vidros basculantes no TL de duas portas. Por fim, o modelo inicial do Karmann-Ghia saiu de linha. Em paralelo, a Volkswagen também investia nos serviços de assistência técnica, introduzindo em sua rede de oficinas autorizadas o moderno sistema VW-Diagnose de manutenção preventiva e identificação eletrônica de falhas.

“Um grande carro para meia vaga” era a legenda desta foto, presente em uma das peças publicitárias de lançamento do VW Brasília.
Em junho de 1973 a VW colocou no mercado aquele que seria um dos maiores sucessos de sua história, a pequena caminhonete Brasília, uma mini-Variant, como vinha sendo chamada pela imprensa, 10 cm mais curta, porém mais larga e muito mais espaçoso do que ela. Lançado com o nome 1600 Brasília, o automóvel foi uma “encomenda” do presidente da empresa, no início da década, desejando um carro popular “grande por dentro e pequeno por fora“, como os modelos que começavam a surgir na Europa. Como o SP-2, foi projetado no Brasil pelo Departamento de Estilo da Volkswagen, sob coordenação do designer mineiro Márcio Piancastelli (que já participara do projeto Corcel, na Willys), respeitando a filosofia vigente na marca: plataforma de aço, motor traseiro refrigerado a ar (1.584 cm3, ventoinha alta, um carburador e 60 cv), suspensão por barras de torção, caixa de quatro marchas e freios a disco na frente.
Sua carroceria de linhas puras e funcionais tinha ampla área envidraçada, três portas, espaço folgado para cinco passageiros e frente semelhante à Variant e ao TL, fazendo o necessário link de identidade com o restante da família 1600. O carro já veio com aperfeiçoado sistema de ventilação forçada, com entrada de ar junto ao para-brisa e saídas nas colunas traseiras; o banco de trás era rebatível, aumentando para 970 litros o espaço para carga. O acabamento era ótimo, sem luxos, e o moderno painel de instrumentos (adaptado do DKW Fissore) trazia apenas o necessário para a categoria proposta – um carro urbano de preço médio-inferior.
Nove meses depois de lançado foi concluída a 50.000a unidade. Mais de um milhão deles seriam fabricados (foi o primeiro, depois do Fusca, a alcançar tal meta), além dos mais de 70 mil montados no México com componentes brasileiros. Assim como o Fusca, se popularizou pela robustez e capacidade de trafegar por terrenos difíceis, sendo até hoje facilmente encontrável em pleno uso no interior do país.
O PRIMEIRO BRASÍLIA: SUA FICHA TÉCNICA: plataforma de aço estampado com túnel central, carroceria de três portas, cinco lugares, bagageiros com 135+204 litros, 4,01 m de comprimento; motor longitudinal traseiro refrigerado a ar, com quatro cilindros contrapostos, 1.584 cm3, 60 cv; tração traseira com caixa manual de quatro marchas; direção mecânica; suspensão por barra de torção, independente na frente e semi-independente na traseira; freios a disco na frente e a tambor atrás.
O ano encerrou com mais três marcos: em abril, a ampliação em 40% da fábrica da Anchieta, após a inauguração da Ala V, com 215.500 m2 e maior área industrial coberta da América Latina; a produção da Kombi número 300.000, em julho; e, três meses depois, a entrega do 2.000.000o Volkswagen nacional.
Passat: a Volkswagen brasileira dá um salto para o futuro
A linha 1974 não trouxe maiores novidades: novo volante e eliminação das calotas em todos os modelos e, para Fusca e Fuscão, sistema de ventilação forçada com as grelhas de entrada e saída de ar correspondentes. A empresa estava se guardando para o grande lançamento do ano – e que novamente marcaria época – o Passat, primeiro automóvel Volkswagen brasileiro com carroceria monobloco, tração dianteira e motor refrigerado a água. Lançado na Alemanha no ano anterior, foi o primeiro projeto de uma moderna família de automóveis que elevaria a empresa à condição de referência mundial em tecnologia veicular e empresa-líder de um grupo que hoje congrega ícones do automobilismo como Audi, Bentley, Lamborghini e Bugatti.
Da mesma forma que mudou o rumo da matriz, o Passat (e seus descendentes diretos – com destaque para o futuro Gol) definiria o destino da filial brasileira. Embora até então pouco tivesse sido ameaçada pela concorrência, a curto prazo a empresa teria que se defrontar com a Fiat, que já iniciara a construção de sua fábrica em Minas Gerais e prometia atacar exatamente onde a VW era mais forte – no segmento dos carros “de entrada” (como se diria muitos anos depois). A estratégia dos alemães foi investir na direção oposta, buscando penetrar com o Passat na faixa médio-superior do mercado.
O Passat representava o “estado da arte” do automóvel médio na Europa, desde o desenho da carroceria, obra de Giugiaro, até a concepção mecânica e de segurança ativa e passiva. Seu motor de quatro cilindros, 1,5 l e 78 cv, inclinado para a direita para reduzir a altura do capô, tinha comando de válvulas na cabeça acionado por correia dentada, virabrequim com cinco mancais e sistema de refrigeração selado com ventilador elétrico comandado por termostato. A suspensão era por molas helicoidais (McPherson e auto-estabilizadora na frente), a tração dianteira tinha juntas homocinéticas e os freios dianteiros eram a disco, com duplo circuito em diagonal e servofreio. Notáveis os itens de segurança: carroceria (de três portas) com zonas deformáveis para absorção de impactos, direção retrátil, vidros temperados, cintos de três pontos, painel acolchoado e pneus radiais. O carro foi apresentado em três versões (L, LM e LS), diferenciando-se apenas internamente, pelos revestimentos e acessórios. Todos possuíam controles de luzes e limpador na coluna de direção e moderno sistema de circulação de ar com ventilador, desembaçador e opção de direcionamento do fluxo para várias direções. Dentre os itens exclusivos do LS estavam bancos com encosto totalmente reclinável, limpador com temporizador, esguicho elétrico, rádio e (opcionalmente) ar condicionado.
O PRIMEIRO PASSAT: SUA FICHA TÉCNICA: carroceria monobloco de duas portas, cinco lugares, bagageiro com 362 litros, 4,18 m de comprimento; motor longitudinal dianteiro refrigerado a água, com quatro cilindros em linha, 1.471 cc=m3, 78 cv; um carburador descendente de corpo simples; tração dianteira com caixa manual de quatro marchas; direção mecânica; suspensão dianteira independente McPherson e traseira com eixo rígido, braços longitudinais e molas helicoidais; freios a disco na frente e a tambor atrás.
Submetido nos cinco anos seguintes a grande quantidade de testes comparativos pela imprensa especializada, quase que na totalidade das vezes o Passat se mostrou o melhor automóvel. Tal supremacia ficou patente em reportagem da revista 4 Rodas de março de 1975, na qual o piloto Emerson Fittipaldi julgou dez carros nacionais, do Chevrolet Chevette e Corcel Belina ao Dodge Charger, passando pelo Dodge 1800, Ford Maverick, Alfa Romeo 2300 e Puma GTB, sendo o Passat destacadamente o melhor. Não foi sem razão, pois, que por duas vezes o Passat foi escolhido Carro do Ano pelo júri da revista Autoesporte – em 1975 e 80.
Depois deste super-lançamento, 1974 ainda veria duas outras novidades da Volkswagen: o Fusca 1600 S e, apresentado no IX Salão do Automóvel, o Passat quatro-portas (que seguia todas as características técnicas e de acabamento da versão anterior). O 1600 S, apelidado Super Fuscão pela própria empresa, recebeu motor 1600 com ventoinha alta e dupla carburação, desenvolvendo 65 cv, e alguns detalhes esportivos de acabamento: carenagem de plástico reforçado com fibra de vidro sobre as aletas de refrigeração na tampa do motor, escapamento único, painel de instrumentos completo, pintado de preto, interior acarpetado, volante de três raios e banco totalmente reclinável.
1974 foi também o ano em que deslancharam as exportações da VW – 80.395 veículos, quatro vezes mais do que no ano anterior. Iniciadas experimentalmente em 1970, quando 300 Fusca 1300 foram enviados para o Uruguai, as vendas externas cresceram exponencialmente em consequência do programa Befiex, do governo federal, com o qual foi firmado compromisso de exportação de US$ 100 milhões anuais, pelos dez anos seguintes. Além da América Latina, veículos Volkswagen brasileiros já alcançavam África e Oriente Médio, enquanto que componentes mecânicos importantes, como caixas e motores Passat eram enviados para a própria Alemanha. Os resultados seriam excelentes, e antes do final da década a empresa já teria exportado 350 mil veículos, ultrapassando um bilhão de dólares de receita.
Foram cinco as novidades de 1975: em junho, o Fuscão 1600, em substituição ao 1600 S, com freios a disco na frente mas sem seus acessórios esportivos, e a versão do Brasília com dois carburadores e 65 cv, mais econômica e com melhor desempenho; em agosto, o Fusca 1300 L, com o acabamento do 1500 porém com motor menor; em setembro, a nova geração da Kombi, finalmente alterando o estilo frontal que já durava 18 anos; e nos últimos dias de dezembro, o Passat TS, versão esportiva com motor de 1.588 cm3, carburador de duplo corpo e 96 cv, painel mais completo, console central, bancos esportivos com encosto alto, volante de três raios, quatro faróis e faixas decorativas.

Com o Passat (aqui na versão quatro-portas de 1979) a Volkswagen trouxe para o país o que existia de mais atual em matéria de automóvel no mercado europeu.
Simbiose entre o modelo atualizado alemão e a antiga versão nacional, a nova Kombi foi lançada em seis versões (luxo, luxo seis-portas, standard, furgão, picape e ambulância). O carro veio com melhorias mecânicas e na carroceria: motor 1600 (um carburador, 60 cv), nova suspensão traseira, com braços triangulares e semi-eixos bipartidos com juntas homocinéticas, mantendo inalterada a cambagem das rodas, servo-freio, válvula reguladora de pressão atrás, bitolas e pneus mais largos, para-brisa panorâmico, portas maiores, sistema de ventilação forçada, novo painel, janelas dianteiras de abaixar (até então eram deslizantes) e lanternas traseiras maiores, com luz de ré.
Todos estes modelos faziam parte da linha 1976, que já não mais contava com o Fusca 1500, 1600 TL, Karmann-Ghia TC e SP-2, todos retirados de produção. O único lançamento do ano foi o Passat três-portas, com banco traseiro rebatível, podendo gerar um grande compartimento de carga. (Em compensação, foi em 1976, no mês de janeiro, que foi inaugurada sua nova fábrica em Taubaté, SP.)
Em outubro foi mostrada a linha 1977, com pequenas (e importantes) mudanças voltadas para a segurança: a partir daí, Fusca, Brasília e Variant viriam equipados com duplo circuito de freios, coluna de direção retrátil, estrutura dianteira reforçada para maior proteção contra choques frontais e comando do limpador de para-brisa na direção. O Passat recebeu novo mecanismo de engate do câmbio, proporcionando maior precisão na troca de marchas, e console central em todas as versões; na versão TS apenas as faixas decorativas mudaram de posição, descendo para o rodapé. Apenas para o mercado externo, começou a ser fabricado o Brasília quatro portas, sem alterações mecânicas, versão que a partir do ano seguinte também seria comercializada no país.
Não houve muito de novo o que mostrar no Salão do Automóvel de 1976: além da linha 77, um protótipo de jipe militar e dois carros com motor a álcool. A Volkswagen foi pioneira no país na pesquisa de motores com combustíveis de fontes renováveis, convertendo e testando longamente duas Kombis e um Brasília. A empresa também propunha a utilização de motores diesel em automóveis, tendo solicitado autorização ao governo federal para instalá-los em alguns modelos. Instado a se posicionar, o Contran acabou por proibir o combustível para automóveis, mas não para utilitários, abrindo caminho para que a empresa, pouco depois, lançasse a Kombi diesel. Quanto ao jipe, a ideia de construí-lo vinha de dois anos antes, quando se pensou em aqui fabricar o Safari, utilitário feito no México com componentes mecânicos brasileiros; para tal a carroceria mexicana seria importada, aqui recebendo a plataforma Volkswagen.
A proposta não vingou, e no lugar dela, foi projetada uma versão militar para atender à demanda do Exército Brasileiro, que pretendia licitar um “veículo todo-terreno, com tração 4×4, e que tenha capacidade para rebocar 500 kg“. Internamente denominado VEMP (de Veículo Militar Protótipo), possuía carroceria de aço montada sobre um chassi de Kombi, com motor 1600 refrigerado a ar instalado na traseira e suspensão por barras de torção. Tinha tração traseira e caixas de redução nos cubos das rodas; quando necessário, a tração dianteira (uma adaptação do diferencial da Kombi, com montagem invertida da carcaça) podia ser engatada por meio de uma pequena alavanca junto à do câmbio. A carroceria era formada por superfícies planas para simplificar e baratear a construção e facilitar a manutenção. Somente duas unidades foram construídas – a primeira 4×4 e a segunda 4×2, esta com carroceria fornecida pela Karmann-Ghia. Testadas e não aprovadas pelo Exército, o projeto foi abandonado.
A chegada da Fiat: a Volkswagen finalmente ganha um concorrente à sua altura
A grande estrela do Salão foi o recém-lançado Fiat 147, do qual declaradamente os modelos mais populares da Volkswagen eram o principal alvo. Esta, no entanto, se preparava para a ofensiva, não fazendo segredo que desenvolvia um carro mais moderno, com motor dianteiro – que a imprensa chamava “mini-Volks“, imaginando-o um “Brasília com mecânica Passat“. Como parte da estratégia de se manter na liderança (da qual também fazia parte o Passat, invadindo as faixas superiores do mercado), a empresa pensava em ampliar a participação no segmento de veículos comerciais, lançando um caminhão leve para complementar a linha Kombi, e até entrar no setor de duas rodas, fazendo planos de construir motociclos da marca austríaca Puch. Adicionalmente, para marcar diferença frente à neófita Fiat, lançou vasta campanha publicitária institucional com o lema “A marca que conhece o nosso chão“.
Naturalmente a imprensa se apressou em confrontar o novo Fiat com os concorrentes. Os resultado dos testes comparativos não poderiam ser diferentes: de concepção muito mais atualizada, o 147 foi melhor avaliado do que todos os outros, em especial os modelos mais baratos da Volkswagen – Fusca e Brasília –, com seu antigo e pouco eficiente motor boxer traseiro refrigerado a ar. A entrada da Fiat impactou o mercado, porém não chegou a abalar a Volkswagen, ao menos nos primeiros anos. Em 1977, enquanto a Fiat fabricava 65 mil carros, a produção global do país baixava mais ou menos na mesma proporção, com relação a 1976. As mais prejudicadas, contudo, foram a Chevrolet (que caiu 14,7%) e principalmente a Ford (41,7%), contra 10,8% da VW.
O ano de 1977 trouxe um único lançamento: a Variant II, apresentada em novembro, com mecânica atualizada e carroceria totalmente nova, trazendo o estilo simpático e familiar do Brasília, do qual era uma versão mais longa e mais larga. O motor era o mesmo 1600 “plano” com dois carburadores, agora com novo comando de válvulas e 67 cv. Mudaram as suspensões dianteira (McPherson – com raio negativo de rolagem, avanço trazido ao Brasil pelo Passat) e traseira (feixe de molas e semi-eixos bipartidos) e foram adotados pneus radiais; foi mantida a caixa de quatro marchas e os freios a disco dianteiros, porém com duplo circuito em diagonal.
O espaço interno aumentou sensivelmente; tinha novo painel, com instrumentos quadrados (contagiros opcional), bancos dianteiros com encosto alto, cintos de três pontos e limpador e lavador do vidro traseiro; acompanhando o Passat, trazia coluna de direção retrátil. A capacidade de carga, com o banco traseiro rebatido, quase ultrapassava 1 m³ (1.080 l); somado ao porta-malas dianteiro alcançava 1.240 l. Com a Variant II chegaram duas novidade: limpador e lavador do vidro traseiro e, para pior, frágeis ponteiras plásticas nas extremidades dos para-choques, detalhe que logo estaria presente em toda a linha, exceto – por impossibilidade técnica – no Fusca e Kombi.
Importante marco tecnológico no ano foi a inauguração, junto à fábrica de São Bernardo do Campo, de seu laboratório de emissões veiculares, o primeiro do país.

Uma caminhonete Brasília em escala maior, a Variant II foi logo desbancada pela Parati e teve vida curta.
Como de costume, pequenas melhorias eram introduzidas nos modelos mais antigos. Para 1978, foi mudado o bocal de abastecimento do Fusca, saindo do porta-malas para a lateral direita. O Brasília perdeu os dois frisos cromados que ladeavam o logotipo dianteiro e teve o capô mudado (de um vinco central passou para dois laterais); ganhou para-choques com ponteiras de plástico e novas lanternas traseiras com lentes estriadas. À linha Passat foram agregadas duas versões: LSE, com faróis quádruplos e motor de 96 cv, e, no extremo inferior, Surf, sem cromados, com vidros verdes, para-choques pretos, rodas na cor grafite e interior em estilo “jovem”, com revestimentos em padrão tweed; foram suprimidos alguns instrumentos do painel e, pior, o cinto de segurança de três pontos, substituído por abdominal. Mesmo a Variant II foi contemplada: os retrovisores externos ganharam capa de plástico preto e foi deslocada a fixação inferior dos cintos de segurança dianteiros para facilitar o acesso ao banco de trás.
No XI Salão do Automóvel, em outubro, foi mostrado o Passat 1979, com faróis retangulares, lanternas dianteiras envolventes, nova grade e para-choques com ponteiras de plástico. O Brasília ganhou a versão LS, com interior mais bem equipado, frisos laterais, borrachas de proteção nos para-choques e rodas e caixa dos faróis pintados na cor grafite. (Fato importante naquele ano de 1979 foi a aquisição do controle da Chrysler brasileira pela Volkswagen alemã; transformada em Volkswagen Caminhões, a empresa se constituiu na primeira unidade mundial da marca exclusivamente dedicada à produção de equipamentos pesados, anos depois vindo a disputar com a líder histórica Mercedes-Benz o domínio do mercado brasileiro no setor.)
Gol: um novo carro em anos de crise
Com a linha 1980, chegou novo painel para o Brasília e grandes lanternas traseiras para o Fusca. Também foram disponibilizados comercialmente os primeiros Fusca, Brasília e Passat com motor a álcool (cem mil unidades seriam fabricadas até o final do ano). A Variant II mudou em detalhes internos, o mais relevante sendo os encostos de cabeça dianteiros reguláveis.
O grande lançamento do ano aconteceu em junho: o Gol, mais um grande sucesso da marca e por mais de três décadas o modelo mais vendido no país. Projetado no Brasil pela equipe de Márcio Piancastelli, tinha concepção moderna – carroceria monobloco de três portas, suspensão por molas helicoidais, tração dianteira e freios a disco na frente com duplo circuito em diagonal – e um grave defeito, atribuído à conjuntural falta de capacidade produtiva: ainda utilizava o motor 1300 de quatro cilindros opostos refrigerado a ar do Fusca.
É verdade que a empresa investiu no aperfeiçoamento do motor, que ganhou ignição eletrônica, teve reduzido o peso e elevada a potência para 50 cv. Foi dispensado o radiador de óleo e a ventoinha axial trocada por uma radial de sete pás plásticas que absorvia quase três vezes menos potência; eram novos os cabeçotes e quase todos os componentes do controle de válvulas. Por melhores que fossem, tais modificações não conseguiriam transformá-lo em uma unidade eficiente nem melhorar muito seu rendimento; assim, o carro demonstrou ótima estabilidade, mas desempenho modesto.
O antigo motor ameaçou desqualificar o novo carro que, de resto, apresentava qualidades de peso. Espaçoso, tinha perfil aerodinâmico, carroceria com zonas de deformação na frente e atrás, boa ergonomia interna, bom espaço para bagagens com tampa de cobertura (o estepe foi alojado no compartimento do motor, como no Fiat 147), bancos com apoio para cabeça, encostos com regulagem contínua, cintos de três pontos retráteis e assento traseiro rebatível. A transmissão (também herdada do Fusca) tinha lubrificação permanente. Apresentado em duas versões, N (normal) e L (luxo), o Gol seria produzido na fábrica de Taubaté.
O PRIMEIRO GOL: SUA FICHA TÉCNICA: carroceria monobloco de três portas, cinco lugares, bagageiro com 380 litros, 3,79 m de comprimento; motor longitudinal dianteiro refrigerado a ar, com quatro cilindros contrapostos, 1.285 cm3, 50 cv; um carburador descendente de corpo simples; tração dianteira com caixa manual de quatro marchas; direção mecânica; suspensão dianteira independente McPherson e traseira com braços longitudinais e molas helicoidais; freios a disco na frente e a tambor atrás.
Em junho de 1980 o Grupo Monteiro Aranha vendeu ao governo do Kuwait metade de sua participação de 20% na Volkswagen brasileira (os restantes 10% seriam adquiridos em 1987 pela própria VW). Poucos meses depois estourou a guerra entre Irã e Iraque. A economia brasileira começou a desaquecer, dando sinais de que algo como uma recessão se aproximava: esta terminou sendo muitíssimo mais grave do que se esperava, a ponto de obrigar a que se adiasse por um ano o XII Salão do Automóvel. Pela primeira vez a Volkswagen indicou prejuízo em suas operações brasileiras, terminando 1980 com mais de 50 mil carros acumulados no pátio e a ameaça de demissão em massa. Com o sindicato dos metalúrgicos do ABC sob intervenção, a empresa tentou criar um órgão paralelo, seu “Sistema de Representação dos Empregados”; tendo por trás a evidente intenção de enfraquecer a entidade sindical oficial, a proposta foi rechaçada pelos trabalhadores.
O ano de 1981 seria ainda muito pior, porém. A aguardada redução de produção da indústria automobilística, que se imaginava em torno de 200 mil unidades, foi quase o dobro (385 mil, ou 33,05%) – e desta vez a VW respondeu pela maior parte: de um total de bem mais de meio milhão de veículos fabricados em 1980, sua produção despencou para menos de 300 mil em 1981 – queda de 42,5%. Analistas do setor atribuíram resultados tão dramáticos, fundamentalmente, à equivocada decisão de lançamento do Gol com motor Fusca, em um momento de crescimento da Fiat, mesmo já contando a Volkswagen, caso o desejasse, com o moderno motor refrigerado a água do Passat para equipá-lo. Em 1981 a empresa perdeu definitivamente a supremacia quase imperial que detinha frente aos concorrentes: de responsável por 44,1% da produção nacional de veículos em 1980, caiu para 37,8% em 1981, daí baixando, ano a ano, até o mínimo de 24,1%, em 2003, voltando lentamente a se recuperar, porém jamais ultrapassando outra vez a barreira dos 30%. Nesse período, seria por três vezes ultrapassada pela Fiat (1993, 94 e 99) e duas pela GM (2002 e 2003).

Lançado com o inapetente motor boxer, em 1982 o Gol ganho moderno motor refrigerado a água; a imagem mostra uma das peças da campanha de lançamento da nova versão.
Nove mil empregados foram demitidos até abril de 1981. Em fevereiro a Variant II foi retirada de linha, pouco mais de três anos depois de lançada; em julho, também a VW Caminhões interrompeu a produção de automóveis Dodge. A empresa buscou contornar a crise investindo no aumento das exportações, negociando um novo contrato Befiex, de 5 bilhões de dólares em oito anos. Automóveis Volkswagen começaram a ser enviados para a Nova Zelândia, e as exportações para a Argentina cresceram rapidamente, após a empresa ter lá se instalado no ano anterior, adquirindo os ativos da Chrysler também naquele país.
Em fevereiro, procurando minimizar o impacto negativo do lançamento anterior, a VW colocou no mercado o Gol 1.6, nas versões L, S e LS, ainda com motor boxer, mas agora com 1.548 cm3, dois carburadores e 66 cv. O carro veio com pneus radiais, servo-freio e (como opção) vidros verdes, toca-fitas e desembaçador traseiro. Com o novo motor, o Gol pôde finalmente a se posicionar à frente do Fiat nos testes comparativos da imprensa, nos quais vinha sempre sendo pior avaliado. Em maio foi lançada a versão furgão, sem banco e janelas traseiras, com capacidade para 420 kg ou 1,2 m³ de carga e três opções de motor: 1300 a gasolina ou álcool e 1600 a gasolina.
No mês seguinte saiu o sedã Voyage de duas portas, derivado do Gol, porém 27 cm mais longo e trazendo caixa e motor 1.5 do Passat, a gasolina ou álcool, e suspensão traseira levemente alterada. Perdendo a linha ascendente nas laterais, o carro ficou com desenho visivelmente mais convencional. O painel de instrumentos era o mesmo do Gol, assim como a frente, a menos das lanternas, que foram posicionadas na extremidade da grade, ao lado dos faróis. O pneu de reserva migrou do compartimento do motor para o porta-malas, em posição vertical. Vendido nas versões S e LS, seu interior seguia o mesmo padrão dos Gol equivalentes. O Voyage foi escolhido Carro do Ano 82 pela revista Autoesporte.
O PRIMEIRO VOYAGE: SUA FICHA TÉCNICA: carroceria monobloco de duas portas, cinco lugares, bagageiro com 382 litros, 4,06 m de comprimento; motor longitudinal dianteiro refrigerado a água, com quatro cilindros em linha, 1.471 cm3, 78 cv; um carburador de corpo simples; tração dianteira com caixa manual de quatro marchas; direção mecânica; suspensão dianteira independente McPherson e traseira com braços longitudinais e molas helicoidais; freios a disco na frente e a tambor atrás.
Dois outros lançamentos ocorreriam em 1981, ambos na linha comercial: em julho, a Kombi diesel, nas versões furgão e picape, e a Kombi cabine-dupla. A primeira foi equipada com o motor de quatro cilindros em linha, 1.588 cm3 e 60 cv resultante da dieselisação da unidade 1.6 do Passat, desde o ano anterior fabricado para exportação para a Alemanha. O radiador de água foi instalado na dianteira, protegido por uma grade plástica negra. A cabine-dupla, apresentada no XII Salão, tinha três portas, seis lugares, capacidade para 1.075 kg, caçamba com 3 m² de área útil e compartimento adicional para carga sob o banco traseiro; era fornecida com motor diesel ou boxer 1600 refrigerado a ar.
O Salão ainda mostrou a Kombi com motor 1600 a álcool e a picape Gol, ainda sem nome, ambos lançados no ano seguinte. O restante da linha teve poucas alterações em 1982. O Fusca recebeu novo painel, com instrumentos quadrados; o modelo básico 1300 ganhou a versão GL (de Grã-Luxo), que trazia vidros verdes, bancos revestidos de tecido, carpete, buzina dupla, desembaçador no vidro traseiro, janelas traseiras basculantes e barras protetoras de borracha nos para-choques. O Passat LS, por fim, passou a ser equipado com o motor 1.6 do TS.
(Ainda em 1981, um ponto fora da curva: buscando abrir nova frente de negócios, em abril a Volkswagen anunciou a construção de uma fábrica de ciclomotores, em algum local na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, em associação com a firma austríaca Steyr-Daimler-Puch. A curto prazo seria alcançada a produção de 100.000 unidades anuais, com 100% de nacionalização, parte dela exportada para África e América Latina; motores seriam fornecidos para a Europa. A reação contrária da Abraciclo – a associação nacional de fabricantes de motocicletas e afins – foi contundente e imediata. O avanço da crise mundial e da recessão interna foram a pá-de-cal para que o assunto desaparecesse do noticiário antes de terminar o ano.)
Parati: um substituto mais moderno para o querido Brasília
Em março de 1982 o amado Brasília deixou de ser fabricado, ao que parece precocemente, para abrir espaço para a família Gol, já que até pouco mais de uma ano antes era um dos modelos mais vendidos da Volkswagen. Exatamente 1.064.416 unidades foram fabricadas em sua trajetória vitoriosa, 133.212 delas exportadas.
Dois importantes lançamentos ocorreram no meio do ano: a caminhonete Voyage Parati e a picape Saveiro. Com três portas, a Parati apresentava as mesmas dimensões, padrão de acabamento e características mecânicas do Voyage, à exceção da suspensão traseira, que foi redimensionada e recebeu molas de ação progressiva e válvula equalizadora de pressão. A espaço para carga era generoso, variando de 530 a 1.540 litros, com o banco traseiro recolhido. Disponível nas versões S, LS e GLS, tinha duas opções de motor, ambos de quatro cilindros em linha refrigerado a água: 1.471 cm3 e 61 cv, a gasolina, e 1.588 cm3 e 81 cv, a álcool. Especial atenção foi dada ao tratamento anti-corrosivo da carroceria. A Parati serviu como base para a construção da picape, que ganhou o nome Saveiro; tinha capacidade para 570 kg de carga, caçamba com 1,30 x 1,50 m de área livre (o estepe foi para trás dos assentos, na cabine) e motores boxer a álcool (51 cv) ou gasolina (54 cv).
Em agosto foi apresentada a linha 1983. O Fusca (a partir de então assim oficialmente chamado) ficou restrito ao motor 1300, a gasolina ou álcool, mas ganhou ignição eletrônica, novos bancos, tampa do tanque de combustível com chave e, como opcional, aquecimento interno. A circulação de ar no Gol foi melhorada com a instalação de dois difusores nas laterais do painel; rodas de liga leve foram oferecidas como opção. O Voyage ganhou a versão GLS, mais completa. Também a linha Kombi foi modernizada, além de ter a família ampliada. Recebeu bancos dianteiros com apoio para cabeça, novo volante, freio de mão horizontal, sob o painel, cintos de três pontos, freios com duplo circuito, a disco na dianteira, e ganhou mais uma versão – a Kombi Lotação. Vocacionada para o transporte público urbano, tinha quatro portas independentes, três delas à direita, do lado da calçada, janelas com abertura deslizante, teto e laterais revestidos para melhorar o isolamento acústico e nova iluminação interna. O modelo teve vida curta, sobrevivendo até 1987.
Foi o Passat, contudo, que recebeu maior número de mudanças, começando pelo motor 1.6 com novo comando de válvulas, pistões de liga leve e carburador de corpo duplo, gerando 72 cv. Oferecido em quatro versões (LS, GLS, LSE e GTS), teve modificados o spoiler dianteiro e a grade, esta alojando quatro faróis retangulares com lâmpadas halógenas; largas faixas de borracha foram apostas às laterais; o painel de instrumentos foi retocado e utilizados novos materiais de acabamento interno. Uma caixa de câmbio com quarta marcha desmultiplicada foi proposta como opção.
Visando o mercado externo, em janeiro de 1983 foi lançado o Voyage de quatro portas, equipado com motor 1.6 refrigerado a água (gasolina ou álcool), câmbio “longo” ou normal e travas de segurança nas portas traseiras. Em novembro, na 1ª Feira do Automóvel a Álcool, a Volkswagen pela primeira vez apresentou ao público seu sedã de luxo Santana e o esportivo Gol GT, a serem lançados no ano seguinte. Também foi mostrado o Voyage Tecno, carro conceito sem maiores atrativos estéticos, mas com motor 1.8 de 16 válvulas, duplo comando, ignição eletrônica e 139 cv, recheado de recursos eletrônicos que só muitos anos depois se veriam aplicados na produção corrente: painel digital, computador de bordo com sintetizador de voz, piloto automático, abertura e fechamento remoto das portas, bancos elétricos com memória, luz baixa automática ao cruzar com outros veículos, tecla para interrupção do motor nos sinais e funcionamento automático ao engatar a primeira marcha.

Depois do hatch, do Voyage e da Parati, veio a picape Saveiro – o quatro membro da família Gol.
Além destas antecipações, nada de maior relevância acontecera ao longo daquele ano. De mais notável apenas o Fusca 1600 e a maior atenção dedicada ao Passat. O primeiro resultou da substituição do motor 1300 pelo 1600 com dupla carburação, mudança acompanhada de ignição eletrônica, freios a disco na frente, estabilizador traseiro, cintos de três pontos, apoio para a cabeça nos bancos da frente e tampa do motor com aletas de ventilação. O Passat, por sua vez, recebeu nova nomenclatura (Special, Village, Pointer e Paddock) e grande variedade de opcionais, entre os quais bancos esportivos Recaro com regulagem de altura, forração com tecido navalhado, teto solar, retrovisores com controle remoto, instrumentos suplementares, vidros verdes, para-brisa degradê, apoia-braços central no banco traseiro e ar condicionado.
A Parati ganhou limpa-brisa traseiro e, o Voyage de duas portas, vidros basculantes para os passageiros de trás. As versões a álcool receberam novo sistema de partida a frio automática, dispensando a injeção manual de gasolina. Nada mais foi alterado na mecânica. Todos estes carros foram apresentados em agosto, como modelos 1984, simultaneamente à introdução de novo processo de tratamento anticorrosivo por meio de pintura eletroforética e aplicação de material isolante à base de PVC nas superfícies internas e inferiores da carroceria.
No final do ano o Gol ganhou a versão básica BX, que passou por pequenas mudanças: partida a frio automática, para-choques pintados de cinza com ponteiras maiores, nova grade e painel revestido de material macio.
Simultaneamente à sua programação de lançamentos, a Volkswagen vinha trabalhando no desenvolvimento de um minicarro 100% nacional, de código BY, a ser posicionado (em preço) entre o Fusca e o Gol. Com lançamento programado para 1985, utilizaria a plataforma Gol com menor distância entre eixos, podendo ser equipado com motores de 1,3, 1,6 ou 1,8 litros, refrigerados a ar ou a água. Teria tração dianteira, perfil em cunha, traseira truncada e banco traseiro deslizante, podendo transportar cinco passageiros ou duas pessoas e um bom volume de carga. Traria soluções construtivas avançadas, como teto sem calhas e vidros colados. Visava o mercado externo, inclusive os EUA. Quanto ao mercado interno, interessava à empresa encontrar um substituto para o Fusca, que entre 1982 e 85 caiu de primeiro para quinto lugar entre os mais vendidos no país. O projeto do BY se alongou por quase toda a década; protótipos chegaram a ser construídos, mas o carrinho não chegou a ser industrializado.
Voltando a 1984, em março foi agregada à linha Voyage a versão Super, a mais completa de todas, com ar condicionado, vidros verdes, bancos Recaro, rodas de liga e pintura metálica. No final do mês foi lançado o Gol GT, por algum tempo o mais rápido automóvel nacional. Se tratava quase de um novo carro, com motor 1.8, caixa de quatro ou cinco marchas e freios (a disco na frente) que equipariam o Santana, além de muitos acessórios e alterações estéticas. O motor (1.781 cm3, carburador de duplo corpo e duplo estágio, novo comando de válvulas) desenvolvia 87 cv (a gasolina) ou 99 cv (a álcool). Tinha servo-freio, amortecedor de direção e pneus radiais de aço mais largos e de perfil baixo; a suspensão foi revista para atender ao maior desempenho do veículo. Externamente, recebeu grade pintada na cor da carroceria, lanternas junto aos faróis (como no Voyage), faróis suplementares de longa distância, spoiler dianteiro, vidros verdes, faixas laterais de borracha, falsa entrada de ar nas colunas “B” e traseira parcialmente pintada na cor grafite. Recebeu bancos Recaro, instrumentação completa, novos pedais, volante e alavanca de mudanças e detalhes coloridos no painel. Os únicos opcionais previstos eram rádio/toca-fitas e limpador do vidro traseiro.
Santana e Quantum: a Volkswagen ingressa na faixa superior do mercado
Único grande fabricante nacional a não dispor em catálogo de automóvel de categoria superior, em 1º de junho a Volkswagen finalmente lançou seu primeiro carro grande brasileiro, o Santana, já com duas ou quatro portas, motor a álcool ou gasolina, câmbio de quatro ou cinco marchas e três versões de acabamento: CS, CG e CD (respectivamente Comfort Silver, Gold e Diamant). Sinal dos tempos – e demonstração da rapidez com que eram mudadas as estratégias no setor: enquanto a VW investia em um automóvel de luxo, a Fiat lançava o moderníssimo Uno, pequeno carro absolutamente preparado para conquistar o segmento “de entrada”, feudo eterno da empresa alemã. Ironicamente o futuro mostraria a VW se firmando no mercado “superior” (posição jamais alcançada pela Fiat, apesar das continuadas tentativas), mas para ela perdendo a posição de maior fabricante brasileiro de automóveis.
Três-volumes de linhas limpas porém conservadoras, o Santana trazia o que de mais atualizado havia na tecnologia automobilística européia. O motor 1.8, por exemplo, resultante do desenvolvimento das antigas unidades Passat (de cujo modelo alemão o Santana era descendente direto), tinha partes móveis mais leves do que o anterior 1.6, câmaras de combustão no cabeçote, válvula de retenção de óleo na base do filtro (mantendo os órgãos lubrificados mesmo com o motor parado), sensor térmico nos coletores de admissão (proporcionando aquecimento mais rápido do motor) e carburador de duplo corpo e dois estágios fundido em alumínio. A arquitetura do carro seguia os mesmos princípios do Passat, Voyage e Gol, com as evidentes adaptações em função das novas dimensões e maior peso do carro: tração dianteira, suspensão McPherson na frente e semi-independente atrás, freios a disco na frente com duplo circuito em diagonal, direção mecânica; fundamentalmente diferente era a oferta (como opcional) de câmbio de cinco marchas.
Internamente, o Santana trazia quase todas as comodidades e itens de confortos disponíveis no mercado: banco com regulagem de altura, cintos retráteis de três pontos para todos passageiros, apoia-braço central no banco traseiro, acabamento das portas moldado em peça única, painel com leds indicadores, estofamento em veludo cotelê, econômetro (já disponível em outros modelos VW), vidros verdes, para-brisa laminado, lavador de faróis, travamento central de portas e porta-malas, antena elétrica; as janelas tinham acionamento elétrico com bloqueio central, a menos no duas-portas, cujos vidros traseiros eram basculantes. A versão top CD tinha, como opcionais, ar condicionado, câmbio automático e direção hidráulica. No primeiro teste comparativo a que foi submetido pela revista 4 Rodas (jul/84), o Santana suplantou, com boa margem, os concorrentes Chevrolet Diplomata, Monza e Ford Del Rey. Seria eleito Carro do Ano da revista Autoesporte em 1989.
O PRIMEIRO SANTANA: SUA FICHA TÉCNICA: carroceria monobloco de duas ou quatro portas, cinco lugares, bagageiro com 352 litros, 4,54 m de comprimento; motor longitudinal dianteiro refrigerado a água, com quatro cilindros em linha, 1.781 cm3, 92 cv; um carburador de corpo duplo; tração dianteira com caixa manual de quatro ou cinco marchas; direção mecânica; suspensão dianteira independente McPherson e traseira com braços longitudinais e molas helicoidais; freios a disco na frente e a tambor atrás.
O motor 1.8 foi logo estendido ao Passat, já em setembro passando a equipar a versão GTS Pointer. No final do ano, a Volkswagen expôs mais um carro conceito no XIII Salão do Automóvel, o Tecno II, desta vez partindo do Santana duas portas, trazendo todas as curiosidades eletrônicas já mostradas no Voyage Tecno, e mais suspensão totalmente independente, freios a disco nas quatro rodas, ABS, tração 4×4 permanente, telefone, televisão para o banco traseiro e estofamento em couro vermelho. A maior atração do stand da empresa, porém, foi a caminhonete Quantum, que só seria lançada meio ano depois.
No Salão foi também mostrada a linha 1985, que chegou com algumas novidades. No Passat (agora restrito à versão de duas portas), caixa de cinco marchas (Village e Pointer), para-choques envolventes totalmente plásticos, lanternas traseiras estriadas, faixa de borracha na tampa do porta-malas, novo volante e painel adaptado aos instrumentos do Santana. A linha Gol, que finalmente ganhou o direito de utilizar o motor 1.6 refrigerado a água do Voyage e Passat (exceto para o BX e furgão), recebeu grade, faróis e lanternas dianteiras do Voyage.

Ao grande sedã Santana correspondeu a station Quantum.
Em agosto foi posta à venda a Quantum, única caminhonete com cinco portas do mercado. Utilizando a mesma plataforma mecânica do Santana, também acompanhava o sedã nas versões de acabamento; o motor 1.8, porém, foi modernizado, ganhando dois cavalos de potência (agora 94 cv). Eram particularidades do novo carro o bagageiro no teto com hastes removíveis, os compartimentos para pequenos objetos e a cobertura deslizante no porta-malas, o banco traseiro subdividido na proporção 1/3+2/3, o revestimento do teto moldado em uma só peça e o limpador do vidro traseiro com temporizador.
No último mês do ano saiu o Voyage Super 1.8, com motor de 92 cv, cinco marchas e toda a decoração esportiva do Gol GT, um pouco destoante de seu conservador formato sedã. Afora isto, a linha 1986 chegou sem novidades estéticas, mas com toda a linha de motores refrigerados a água atualizada e um pouco mais potente, seguindo as características e denominações vigentes na Alemanha: no (agora) AP-600, o deslocamento subiu de 1.588 para 1.596 cm3 e a potência passou a 85 cv; no AP-800 a potência foi elevada para 94 cv e no AP-800 S (do Gol GT), para 99 cv. Os dotes esportivos do Passat GTS Pointer foram ressaltados, ao ser equipado com o motor de 105 cv do Gol GT. Além disto, a empresa passou a oferecer a possibilidade de venda de carros por encomenda, segundo especificações determinadas pelo próprio comprador.
Naquela altura a Volkswagen já era, havia muito, a maior exportadora privada do país. Só do Passat (que em março de 83 atingiu 750 mil unidades fabricadas), mais de 150 mil foram enviados para o exterior, cem mil deles para o Oriente Médio. A empresa planejava iniciar em breve exportações para Canadá e EUA, pretendendo ali colocar, a partir de 1987, cem mil unidades/ano do Voyage e Parati (com o nome Fox) e, mais adiante, do BY. A versão para exportação envolveu gastos substanciais. Mais de 2.400 componentes foram revisados ou alterados; foi fabricada pré-série de mil carros, que percorreu quatro milhões de quilômetros em testes. O modelo recebeu injeção eletrônica, conversor catalítico para controle dos gases de exaustão, novo painel de instrumentos, melhor acabamento interno e mais equipamentos; perdeu os quebra-ventos e recebeu brake-light e lanternas laterais traseiras; na dianteira, eram novos faróis, grade e lanternas; a parte inferior sos para-choques foi pintada da cor da carroceria.
Em setembro a fábrica de Taubaté, inaugurada sete anos antes, atingiu a marca de meio milhão de carros. Contando exportar a curto prazo o equivalente a 40% da produção, a VW já programava a expansão das suas plantas e começava a identificar a necessidade de construção de nova fábrica no prazo máximo de dois anos.
Os anos sombrios da Autolatina e a primeira morte do Fusca
Todos estes planos seriam abalados, em maior ou menor escala, pela surpreendente notícia da união operacional entre as subsidiárias brasileiras e argentinas da Volkswagen e Ford, comunicada em junho de 1986. Unidas a partir de novembro em torno da Autolatina, as duas empresas tinham como objetivo a “atualização tecnológica, maior eficiência operacional e melhor utilização da capacidade de produção das instalações“. Constituída com 51% de capital da Volkswagen e 49% da Ford, a nova companhia foi estruturada em três Divisões (VW, Ford e caminhões). As duas marcas manteriam a individualidade nas áreas de marketing e comercial e na rede de revendas e assistência técnica. As equipes de engenharia de produto, por sua vez, operariam articuladas entre si, atendendo a planejamento e estratégias únicos.
O primeiro resultado concreto desta “otimização de recursos” foi a retirada de linha do Fusca, após 23 anos de produção e com mais de três milhões de unidades fabricadas. Conforme veiculado pela VW em comunicado à imprensa, em agosto, o carro saia de linha por razões técnicas e de mercado, as razões tendo sido determinantes. Em seus próprios termos, “o Fusca é um produto que, por suas próprias características, não permite procedimentos ágeis e modernos de fabricação. Sua grande quantidade de peças móveis e a montagem manual da carroçaria ao chassis, por exemplo, fizeram dele um carro de elevado custo final“. Era, portanto, um automóvel que exigia mão-de-obra e impedia a automação industrial. Em outras palavras, empregava muito e não dava lucro. E, embora ainda encontrasse mercado e fosse bem vendido (mais de 44 mil, em 1985), em especial no interior, onde era o “jipe moderno do sertão“, a empresa julgava a quantidade insuficiente para mantê-lo em produção. A segunda vítima da nova conjuntura – desta vez sem comunicados oficiais – seria o projeto BY, abandonado logo depois.
Sem nenhum lançamento no ano, as (poucas) novidades ficaram reservadas para a linha 1987, apresentada a partir de outubro. Santana e Quantum passaram a ter quatro versões, sem alterações mecânicas: C (Comfort), CL (Comfort Luxo), GL (Gran Luxo) e GLS (Gran Luxo Super), esta recebendo uma nova frente, com os faróis deslocados para a extremidade da grade e dois faróis retangulares de neblina montados ao lado; as lanternas dianteiras foram reposicionadas no para-choque. A linha BX (Gol, Voyage, Parati e Saveiro) passou a ser equipada exclusivamente com motores refrigerados a água AP-600 e 800 (90 e 96 cv); todos receberam para-choques plásticos envolventes, capô mais baixo com dois vincos longitudinais, nova grade com apenas duas barras horizontais e lanternas dianteiras avançando para as laterais. O Gol, além disto, ganhou lanternas traseiras maiores e câmbio de cinco marchas de série. As quatro versões de acabamento do Santana foram estendidas à família; a elas foi acrescida a GTS (Gran Turismo Sport), caracterizando o Gol esportivo (que, por sua vez, ganhou 99 cv e um discreto aerofólio na tampa traseira). A nova motorização fez bem ao Gol, que em julho assumiria a liderança de mercado, para não mais perdê-la; em março do ano seguinte seria fabricado seu 500.000º exemplar.
Houve apenas mudanças de detalhes nos carros, para 1988. A família BX (Gol, Voyage e derivados) ganhou novo painel, idêntico ao do Fox de exportação. O Gol recebeu banco traseiro bipartido (1/3+2/3) e desembaçador com três velocidades; para Voyage e Parati foram disponibilizados, como opcionais, acionamento elétrico de vidros e retrovisores, trava central de portas e iluminação no porta-malas e compartimento do motor; para o Gol furgão, cintos de três pontos. Em junho foram lançados Quantum e Santana 2000, com o primeiro motor VW de dois litros fabricado no país (mais precisamente, 1.984 cm3 e 112 cv); embreagem e suspensão foram revistas e reforçadas. A empresa aproveitou a oportunidade para adotar a direção hidráulica progressiva como item de série em todas as versões e oferecer teto-solar como opcional.

Produzido na fábrica da Ford, o Pointer foi o único Volkswagen com alguma relevância resultante da união entre as duas empresas.
O novo motor no Santana liberou as unidades de 1,8 litros para os carros menores. No mês seguinte saiu o primeiro deles, a Parati GLS 1.8, totalmente equipada, para marcar diferença com relação aos demais modelos: faróis de neblina, rodas de liga leve, bagageiro no teto, bancos Recaro, vidros e espelhos elétricos, portas com trava central e ar condicionado. No XV Salão do Automóvel o motor 1.8 chegou ao Voyage GLS. A grande novidade, entretanto, foi o Gol GTi 2.0, primeiro automóvel brasileiro equipado com injeção eletrônica; instalada no motor de dois litros do Santana, elevou a potência para 120 cv. O GTi (eleito Carro do Ano de 1990) ganhou freios a disco ventilados na frente, novo aerofólio da cor da carroceria e antena no teto. Uma nota de despedida: com mais de meio milhão de unidades fabricadas, no final do ano o Passat foi retirado de linha.
Aquele foi um período de grande pasmaceira no mundo Autolatina. Apenas no final de 1989 ocorreu algo de novo – porém frustrante e incompreensível para muitos: o encerramento da produção do excelente motor AP-600, substituído a partir daí pelo correspondente CHT 1.6 da Ford (1.555 cm3, renomeado AE 1600), de concepção mais antiga e muito menos eficiente. Com comando de válvulas lateral (ao contrário do AP, no cabeçote), desenvolvia 73 cv (contra 90 cv), tinha menor torque e proporcionava menor velocidade máxima e retomadas piores, ainda apresentando a agravante (comprovada por testes de dinamômetro) de ter quase metade da durabilidade do similar VW. Sua única vantagem estava no menor consumo de combustível. A Autolatina alegou ter promovido grande número de aperfeiçoamentos no motor Ford com vistas a elevar sua vida útil, justificando a troca pela falta de capacidade produtiva de sua fábrica de motores, que passara a suprir a Ford com o (agora) AP 1800. O motor AE foi utilizado no Gol CL e furgão, o restante da linha sendo equipada com o AP 1800.
1990: início do governo Collor; ano de confisco de poupança, desregulamentação, liberalização de importações e planos econômicos de desastrosas consequências. Também foi o ano que marcou o princípio do (felizmente) curto período de despersonalização dos automóveis Volkswagen, iniciada em agosto com o lançamento do Apollo. Clone do Ford Verona, por sua vez versão sedã do Escort, produzido na fábrica da Ford de São Bernardo do Campo, o Apollo era tudo, menos um Volkswagen. Para diferenciá-los, foi adicionado um pequeno aerofólio na tampa da mala, a grade foi mudada, os cromados eliminados e utilizadas lanternas traseiras fumê; volante e painel de instrumentos eram novos. Ambos tinham motor AP 1800 e idêntica constituição mecânica; no Apollo, contudo, a suspensão foi ligeiramente endurecida e o câmbio recebeu novas relações, colocando algo do “espírito Volkswagen” no carro. Lançado em duas versões (GL e GLS), o Verona era mais equipado do o Apollo, e por isso mais caro.
A volta meteórica do Fusca e o fim da Autolatina
O XVI Salão do Automóvel mostrou a reestilização parcial da família BX. Todos os modelos receberam para-brisa laminado e nova frente, com grade e faróis mais estreitos e lanternas dianteiras avançando mais nas laterais. Na traseira as mudanças foram menores, porém melhoraram muito o visual dos carros: no Voyage, lanternas maiores e mais lisas, e no Gol e Parati, eliminação dos entalhes estampados na tampa da mala; Gol GTS e GTi passaram a utilizar o mesmo aerofólio. Na ocasião o Voyage de quatro portas foi reintroduzido em linha; fora de produção desde 1985, retornou com motor 1.8.
Em maio de 1991 foi lançado o novo Santana duas portas, com desenho totalmente novo, por dentro e por fora (o quatro-portas sairia quatro meses mais tarde). Utilizando a plataforma do modelo anterior, tinha carroceria muito mais moderna, com traseira alta e lateral superior lisa, sem calhas, inspirada no Passat alemão. Somente 3 cm mais comprido, tinha porta-malas 50% maior, com capacidade para 530 l. Oferecido nas versões CL, GL e GLS, podia receber motores AP de 1,8 e 2,0 l, este também na opção com ignição eletrônica multiponto (neste caso a letra “i” acompanhando o logo indicativo do modelo). A concepção mecânica não mudou, mas trouxe freios a disco ventilados na frente, amortecedores pressurizados e, a partir do final do ano, ABS e catalisador. A nova Quantum surgiu em março de 1992, com a mesma mecânica e mesmos acabamentos do sedã. Os dois novos carros foram seguidos por seus correspondentes na linha Ford Versailles e Royale.
Em novembro, no XVII Salão, a Volkswagen finalmente lançou seu carro com motor de um litro – o Gol 1000. Seu principal objetivo era combater o bem sucedido Uno Mille, que se aproveitando da redução do IPI para a categoria, já ameaçava a liderança do Gol como automóvel mais vendido do país. Apesar do acabamento necessariamente simplificado (até o termômetro de água foi dispensado), o carro tinha limpador de para-brisa com temporisador e bomba elétrica, bancos reclináveis com apoio para cabeça, bancos traseiros rebatíveis, ventilação forçada com três velocidades e console central. Seu motor de 997 cm3 (criado a partir do AE 1600, de origem Ford) tinha 50 cv e a caixa era de cinco marchas. Externamente, em quase nada se diferenciava das outras versões – apenas pneus estreitos e um discreto friso lateral. Nas demais versões do Gol, só mudou a cor dos para-choques e grade, passando ao tom cinza. No restante da linha, quase nada: para-choques do Santana e Quantum da cor da carroceria e, na Kombi, pneus radiais, catalisador e limpador de para-brisa com temporisador. O Salão também mostrou um Santana executivo, alongado 1,08 m no entre-eixos, equipado com microcomputador, telefone, fax, copiadora e televisão.

A segunda geração do Santana foi apresentada em 1991. O carro foi um sucesso de vendas, sobrevivendo até 2006 (a versão mostrada na foto).
No início de 1993 a Autolatina avançou em sua política de compartilhamento de projetos e componentes lançando o sedã VW Logus, fabricado pela Ford a partir da plataforma e estrutura do novo Escort (do qual herdou suspensão, direção e freios; até seu estilo final foi definido pela Ford, traçado em sua subsidiária italiana Ghia com a participação de desenhistas brasileiros). O carro, que veio substituir o Apollo, trazia motor AE 1600 ou AP 1800 a gasolina, pela primeira vez montado em posição transversal num Volkswagen brasileiro (o 1800 veio com catalisador e carburação eletrônica, solução técnica mais barata do que a injeção eletrônica de um ponto). O Logus tinha suspensão dianteira McPherson, suspensão traseira semi-independente por braços longitudinais e molas helicoidais e freios a disco ventilados na frente. O câmbio de cinco marchas com acionamento por cabo era importado da Argentina. Havia três versões (CL, GL e GLS), que diferiam na motorização e acabamentos.
Em nome da “redução de custos” e “aumento de competitividade”, o carro esbanjava no uso de plásticos de mau aspecto e aparente baixa qualidade. Entre os itens disponíveis (alguns opcionais, em função do modelo) estavam direção hidráulica progressiva, ar condicionado, travas e vidros elétricos, direção ajustável em profundidade e banco do motorista regulável em altura. O painel de instrumentos era semelhante ao do Apollo. Apesar de ser um sedã, tinha o encosto do banco traseiro rebatível, permitindo aumentar substancialmente o bom porta-malas de 416 litros. A carburação eletrônica foi estendida, naquele ano, a toda a família BX.
1993 ainda teve dois outros lançamentos. O primeiro, em agosto, quase uma curiosidade histórica, foi o renascimento do Fusca. Ressuscitado por solicitação do Presidente da República, Itamar Franco, desejoso de incentivar a venda de modelos populares, o carro voltou já contando com uma fila de espera de 13 mil compradores. O “novo” Fusca foi relançado com motor 1600 com dupla carburação e catalisador, pneus radiais, para-brisa laminado, para-choques na cor do carro e fitas adesivas coloridas nas laterais, em lugar de frisos cromados. Tinha bancos dianteiros reclináveis com apoio para cabeça e encosto traseiro dobrável.
A segunda novidade, em novembro (mas que só seria colocada à venda oito meses depois), foi o Pointer, versão hatch de cinco portas derivada do Logus e muito mais interessante do que ele. Em estilo, diferia profundamente do conservador modelo do qual se originou; somente portas e para-lamas dianteiros, para-brisa e capô eram comuns. No Pointer a grade era mais estreita e pintada na cor da carroceria e o conjunto ótico (que incluía faróis de longo alcance) proporcionalmente maior; também as lanternas traseiras traziam formato diferente. Eram três as versões: CL e GL, com motor AP 1800 ou 2000, e a veloz GTi, com o motor de dois litros com injeção eletrônica multiponto e 116 cv. A suspensão ficou mais rígida e o câmbio de cinco marchas ganhou relações mais curtas, agilizando as arrancadas; os freios eram a disco nas quatro rodas (ventilados na frente).
Apesar das novidades apresentadas, 1993 foi um dos piores anos da história da companhia no Brasil. Com pouco mais de 350 mil veículos fabricados, representando apenas 25,3% do total produzido no país (jamais atingiria nível tão baixo outra vez), voltou a perder a liderança para a Fiat. Estes resultados, aliados à aparente reticência da Ford em aumentar seus investimentos na Autolatina, acelerou o fim da associação entre as duas empresas que, sem maiores justificativas, seria extinta em 1º de setembro de 1994 – ano em que a Volkswagen fabricaria seu 10.000.000º veículo no país.
Família Gol chega à segunda geração
Foram poucas as modificações apresentadas na linha 94: no Santana e Quantum, brake-lights, estofamento de couro e toca-CDs; no Logus, injeção eletrônica e opção de motor AP 2000; e para algumas versões da família BX, direção hidráulica de série. Em compensação, em outubro, pouco depois do anunciado o fim da Autolatina, foi lançada a nova geração do Gol, totalmente renovada, com legítimo DNA Volkswagen.
Por sete anos o mais vendido modelos do país, o carro foi modificado de ponta a ponta, ganhando o family-face dos últimos Volkswagen alemães (a dianteira era quase uma réplica do Golf, que a empresa recém começara a importar). Com a nova plataforma (mesmo comprimento e entre-eixos 11 cm mais longo do que o primeiro Gol) o volume do porta-malas aumentou em 50%, assim como cresceram largura e altura interna. Eram quatro os motores (AE 1000 e AP 1600, 1800 e 2000), todos com injeção eletrônica. Sua arquitetura não mudou: tração dianteira, suspensão McPherson na frente e com braços longitudinais e molas helicoidais atrás, freios dianteiros a disco, direção mecânica (opcionalmente hidráulica). Contrariando a tendência já então vigente de montar transversalmente o motor, a VW optou por mantê-lo longitudinal. O novo Gol podia ser equipado com todos os itens usuais de conveniência, a maior parte opcionais. Para sua construção, a fábrica de Taubaté foi modernizada e teve automatizadas as operações de soldagem da estrutura e montagem de vidros. Todos os plásticos utilizados podiam ser 100% recicláveis.
Apos o divórcio com a Ford, a Volkswagen redefiniu sua política de investimentos, destinando US$ 2,5 bilhões para o Brasil: os recursos seriam aplicados no desenvolvimento de novos produtos – motores, automóveis, caminhões e ônibus – e na construção de três novas fábricas. O novo Gol seria decisivo para o fortalecimento da empresa e a recuperação pela marca, já em 1995, do primeiro lugar como maior fabricante brasileiro. E foi a ampliação da sua família que a VW priorizou. No segundo semestre apresentou mais uma versão do Gol, o GTI 16v, trazendo nova motorização 2.0 com 16 válvulas, duplo comando por correia dentada, nova injeção multipoint digital e 141 cv, construída com alguns componentes importados (bloco Audi e cabeçote Golf). Também importada da Alemanha era a caixa de cinco marchas (do Audi A4). O berço do motor e a suspensão foram reforçados, recebendo coxins hidráulicos e barra estabilizadora na traseira; os freios eram a disco nas quatro rodas. Completamente equipado de série, tinha como únicos opcionais ABS, ar condicionado, revestimento de couro bicolor, toca-CDs e bloqueio remoto das portas. Externamente trazia aerofólio, spoiler dianteiro, saias aerodinâmicas laterais e um pequeno ressalto no capô, necessário para alojar o trem de força mais volumoso.
O segundo lançamento do ano foi a nova Parati, que chegou para substituir um modelo havia doze anos líder brasileiro no segmento. Assim como aquele, tinha três portas, porém as janelas traseiras, antes inteiriças, foram subdivididas em duas, a primeira delas basculante. O banco do motorista e os cintos de segurança dianteiro ganharam regulagem em altura. Tinha bagageiro no teto e pneu de reserva (como no Gol hatch) localizado sob o piso do porta-malas.

Gol e Parati de segunda geração.
Ainda em 1995 a Volkswagen procedeu a um discreto facelift da dupla Santana/Quantum, procurando aproximá-la do estilo do Passat alemão; as mudanças praticamente se restringiram à grade. Enquanto isso, os investimentos da empresa iam se definindo: graças à doação de terrenos e a benefícios fiscais obtidos, o município de São Carlos (SP) foi escolhido para sediar a nova fábrica de motores e Resende (RJ) para a de caminhões e chassis de ônibus. Também foi anunciada a decisão de nacionalizar o Golf, que desde o ano anterior vinha sendo importado do México.
O ano seguinte, 1996, foi dedicado às instalações industriais da empresa: modernização de São Bernardo do Campo, construção e inauguração (em outubro) da fábrica de motores de São Carlos e escolha de local para a nova planta onde seria produzido o Golf. Considerando que o modelo compartilhava a plataforma com o Audi A3, a Volkswagen resolveu montar os dois na nova fábrica, na proporção 80-20; o local escolhido foi São José dos Pinhais (PR).
Houve poucas novidades no ano. Em maio foi agregada a versão TSi à linha Gol, que já incluía o 1000, 1000 Plus, CLi, GSi e GTI. Inserindo-se entre os dois últimos, equipado com motor 1.8, spoiler e aerofólio, o novo modelo pretendia ser, sem conseguir, a alternativa esportiva de baixo custo da gama; foi abolida dois anos depois. Com o advento da nova família Gol, o Voyage foi retirado de linha (e também Logus e Pointer). Sem previsão de produzir um novo sedã, a empresa tentaria substituí-los pelo Polo Classic, um modelo Seat fabricado na Argentina com a marca VW; o importado, contudo, não despertaria qualquer interesse no mercado, deixando a marca sem um representante na categoria até o início da década seguinte. Em 1996 foi fabricado o segundo milionésimo automóvel Gol; como corolário desse sucesso, pela segunda – e última – vez o Fusca abandonou a linha de montagem. Pouco mais de 45 mil unidades foram fabricadas em três anos, desde que a produção foi retomada.
Em abril de 1997, depois de 40 anos de produção ininterrupta, foi lançada a versão modernizada da veterana Kombi. Apresentada meses antes no XIX Salão do Automóvel, o carro recebeu mudanças substanciais: porta lateral deslizante, janelas maiores com vidros de correr, teto elevado em 128 mm, porta traseira mais larga, bancos dianteiros separados permitindo passagem para o compartimento traseiro, pneu de reserva transferido para cima do motor, novo volante, tomadas de ar elevadas para o motor, para-choques na cor da carroceria e logotipo dianteiro cromado. Foi agregada à linha uma versão mais bem acabada para oito passageiros, chamada Carat, que recebeu bancos anatômicos com apoio de cabeça revestidos em tecido, carpete e vidros verdes. Nada mudou na mecânica. Líder inconteste no segmento, a Kombi passou incólume pela invasão de vans orientais do início da década de 90, continuando dona de muito mais da metade do mercado.
Naquele mês também saíram da fábrica de São Carlos os primeiros motores 1000 com 16 válvulas fabricados no país. Equipado com ignição eletrônica multiponto e cabeçote com fluxo cruzado de gases, desenvolvia 70 cv (contra 50 cv do EA 1000), com torque máximo obtido a rotações mais baixas. Denominado 1000 Mi Hitork, foi instalado no Gol Mi Plus; com ele seria progressivamente abandonando o antigo “mil” de origem Ford. Antes do final do ano foram lançadas a Parati de cinco portas (também na versão 1.0 16V), a inesperada Parati GTI, com 145 cv, e a nova Saveiro. Equipada com motores AP 1600 ou 1800 com injeção eletrônica e 32 cm mais longa do que o modelo antigo, a picape ganhou cabine estendida, caçamba maior (com volume útil de 860 l, para 700 kg) e grade de proteção no vidro traseiro. Em janeiro seguinte chegou o Gol cinco-portas, o três-portas ficando limitado ao 1000. 1997 foi um ótimo ano para a indústria automobilística, que pela primeira vez na história ultrapassou dois milhões de veículos fabricados; com 642 mil unidades, a Volkswagen foi responsável por pouco menos de 1/3 (31%) do total.
Gol Geração III, o atualíssimo Golf e uma nova fábrica no Paraná
Apesar deste poderio, a empresa estava mergulhada num processo de “racionalização” e corte de custos a qualquer preço – palavras de ordem da globalização – que por pouco não deixou sequelas. Segundo a tendência mundial, era natural que, ainda que se mantivesse líder, sua participação relativa no mercado continuasse a cair, situação agravada no Brasil pela concorrência esperada dos novos “entrantes” no mercado. Contudo, a VW se sentia especialmente ameaçada pela forma como eles chegavam ao país, a maior parte com reduzido índice de nacionalização, elevado conteúdo de componentes importados e com instalações novas e “enxutas”, várias delas organizadas como “consórcio industrial”, compartilhando custos com os fornecedores.
Incapaz de rapidamente alterar a gigantesca estrutura fabril de São Bernardo do Campo, a VW apelou para o caminho mais curto: uma truculenta política de corte de pessoal, “oferecendo” redução de 20% do salário e eliminação de benefícios, ou a demissão sumária de 10 mil trabalhadores, quase um terço do efetivo da unidade. Uma campanha de demissão voluntária foi o meio termo encontrado nas negociações com os empregados para reduzir em 20% os custos da unidade. O tempo concluiria o trabalho, com a adoção de paradas programadas, semanas de quatro dias e acordos de diminuição temporária de salários. As negociações com o sindicato dos metalúrgicos finalmente conduziram ao compromisso de redução de 5.000 postos de trabalho em cinco anos, por “vias naturais” – aposentadoria, não reposição de vagas e demissão voluntária.
Quanto à linha de modelos, mais uma vez foram poucas as mudanças introduzidas para o novo ano. Santana e Quantum 1998 perderam o quebra-vento e receberam novos para-choques na cor da carroceria (o dianteiro integrando a grade, que manteve o formato antigo), faróis de neblina deslocados para as extremidades e lanternas traseiras inteiriças. Gol 1.6 e Santana 1.8 passaram também a ser oferecidos com motor adaptado de fábrica para o uso de gás natural; com o novo combustível a potência caía para 68 e 78 cv, respectivamente. A Kombi, para atender à legislação ambiental, veio com injeção eletrônica e potência aumentada para 58 cv. Precocemente, em maio de 98 a Volkswagen anunciou a família Gol 1999, trazendo motores com mais torque e “até 4,5% a mais” de potência. Todos os modelos vinham com para-choques da cor da carroceria e vidros verdes; alguns tinham brake-light e airbag de série (a VW foi a última a oferecer o equipamento no país). Em agosto foi lançado o Gol Special, versão básica do 1000, sem opcionais e sequer com fechadura ou retrovisor na direita; estava disponível apenas com carroceria de três portas e para-choques sem pintura.
1999 começou com a economia mundial balançada pela chamada Crise Asiática; o Brasil reagiu com mudança cambial e desvalorização do Real, encarecendo subitamente as importações. No dia 18 de janeiro, nesse ambiente conturbado, a Volkswagen inaugurou sua nova fábrica do Paraná. Projetada para ser uma das mais modernas e produtivas do Grupo, foi construída exclusivamente com recursos financeiros gerados pela filial brasileira. Concebida segundo o modelo “consórcio industrial”, tinha 13 de seus fornecedores instalados junto à fábrica, cabendo à VW as atividades de estamparia, fechamento da carroceria, pintura e montagem final; os motores viriam de São Carlos e parte dos elementos mecânicos e elétricos seriam importados. Com capacidade máxima de 150 mil carros/ano (com somente 3.200 empregados), era altamente automatizada e dotada de modernos recursos de proteção ambiental, como o sistema de pintura à base de água. Mil trabalhadores foram inicialmente contratados, todos com 2º grau completo, 1/3 deles tendo passado por treinamento na Alemanha. Após a inauguração, a planta passou os primeiros meses em operação experimental, montando carros com componentes importados em CKD.

Golf: mais automóvel estado-da-arte nacionalizado pela Volkswagen.
Em maio foi colocado no mercado o Gol Geração III (hatch e Parati), com frente e (bonito) painel de instrumentos totalmente novos; o para-choque e a porta traseira, agora com maçaneta, também foram redesenhados. Anunciado como modelo 2000, não apresentou modificações mecânicas – fora o motor 1.0 de 8 válvulas, que ganhou mais 2,6 cv (passou para 57 cv). A carroceria antiga ficou reservada para o Gol Special. Os opcionais passaram a ser oferecidos sob a forma de pacotes (Conforto, Luxo e Estilo), que podiam incluir até ABS e computador de bordo. A nomenclatura anterior das versões foi abolida (a menos nos extremos Special e GTI), passando os carros a serem identificados pelo deslocamento do motor. Não foi oferecida versão furgão.
Em julho foi finalmente lançado o Golf brasileiro, belo hatch de cinco portas com linhas limpas e harmônicas, no mais puro design alemão (o Audi chegaria dois meses depois). A produção foi iniciada ainda com reduzido índice de nacionalização de 48%, pretendendo-se em curto prazo alcançar 80% (transmissão, equipamentos eletrônicos e partes estampadas ainda eram importados). O carro apresentava acabamento impecável, nada devendo aos exemplares trazidos da Europa. A carroceria monobloco era fabricada de chapas de aço zincadas, tendo direito a 12 anos de garantia contra a corrosão. Eram três as versões, praticamente iguais visualmente: 1.6, com motor de oito válvulas e 101 cv; 2.0 8v e 115 cv; e o esportivo GTI, com motor 1.8 turbo, com cinco válvulas por cilindro e 150 cv – o mesmo a ser aplicado no Audi A3 (o motor turbo era integralmente importado da Hungria; os outros dois eram nacionais, porém com bloco e alguns componentes trazidos da Europa e México). O Golf chegou com câmbio acionado por cabos, controle de tração, freios a disco nas quatro rodas, ABS, airbag duplo, direção hidráulica, banco do motorista e cintos de segurança dianteiros reguláveis em altura, volante regulável em altura e profundidade, banco traseiro bipartido, faróis com regulagem elétrica, ar condicionado digital, teto solar, computador de bordo, trava elétrica e sensor de chuva. Nem todos estes itens eram de série em todas as versões; exclusivamente fornecidos como opcionais havia câmbio automático e bancos de couro.
O PRIMEIRO GOLF: SUA FICHA TÉCNICA: carroceria monobloco de cinco portas, cinco lugares, bagageiro com 336 litros, 4,15 m de comprimento; motor transversal dianteiro refrigerado a água, com quatro cilindros em linha, 1.599, 1.984 ou 1.781 cm3 (turbo), 101, 115 ou 150 cv; injeção eletrônica multiponto; tração dianteira com caixa manual de cinco marchas; direção hidráulica; suspensão dianteira independente McPherson e traseira com eixo de torção, braços longitudinais e molas helicoidais; freios a disco nas quatro rodas, ventilados na frente.
Teste comparativo realizado pela revista Motor Show em novembro, cotejando o Passat a cinco modelos nacionais e importados (Chevrolet Astra, Citroën Xsara, Fiat Brava, Ford Escort GLX e Renault Mégane), apontou-o como o melhor, com destaque para os itens motor, câmbio, prazer ao dirigir, estilo e custo-benefício. Por lamentável coincidência, o excelente automóvel foi lançado no auge da crise econômica mundial, obrigando a que a produção se iniciasse em baixíssima escala.
Logo depois, em setembro, houve alta de juros e aceleração na queda de vendas, afetando especialmente a Volkswagen, que mais uma vez perderia (para a Fiat) o posto de maior fabricante nacional. Da produção total de 1.366 mil veículos, em 1999, a VW respondeu por 377 mil – ou 27,8% –, quantidade 41% menor do que o recorde por ela estabelecido dois anos antes. Como salvaguarda, a Volkswagenwerk determinou transformar a filial brasileira em uma das bases de exportação da companhia, responsabilizando-a por 20% do fornecimento mundial da marca. Impaciente e grosseira nas relações trabalhistas, a empresa voltou a focar no corte de custos de pessoal, ameaçando fechar a fábrica de São Carlos caso seus empregados não aceitassem os termos por ela propostos.
Polo e a radical modernização da planta de São Bernardo do Campo
Em março de 2000 chegou a Saveiro Geração III, com nova frente, tampa traseira mais “limpa”, com maçaneta na parte inferior, a mesma mecânica, três alternativas de motor (1.6, 1.8 e 2.0) e opção de ar condicionado. Três meses depois foi a vez do Gol e Parati com motor 1.0 16v Turbo de 112 cv, mais potente do que o 2.0 (111 cv) e mais barato do que o 1.6. Projetado no Brasil, além do turbocompressor recebeu comando de válvulas de abertura variável e intercooler. Para resistir às maiores temperaturas geradas pelo sistema, foram adotados refrigeração a jato de óleo para os pistões, válvulas com sódio e coletor de escape de liga especial. Externamente, o Gol Turbo ganhou um pequeno aerofólio sobre o vidro traseiro. O novo motor levou à quase imediata eliminação do 1.6 na linha Gol.
A Kombi também teve direito a retoques: imobilizador eletrônico, melhor iluminação interna, alça no teto para o passageiro e janelas laterais sem moldura de alumínio. Ao final do ano, auxiliada pela exportação de 110 mil unidades, a VW recuperou a liderança em quantidade industrializada, com produção 30% maior do que no ano anterior, acima da média do setor (24,7%); o grosso das vendas externas foi para América do Norte, principalmente o México; 50% da produção do Golf foi destinada ao exterior.
O motor 1.6 do Golf, com bloco de alumínio importado da Alemanha, foi substituído em 2001 por uma unidade nacional, com bloco de ferro fundido e 73% de nacionalização. Derivado do 1.0 com capacidade cúbica aumentada em 60%, tinha os mesmos 101 cv da unidade anterior; recebeu comando de válvulas roletado e cárter de menor altura, permitindo aumentar em 4 cm o vão livre do solo. O carro ganhou ainda acelerador eletrônico (sem cabo) e caixa de câmbio mais leve, com carcaça em liga de magnésio e novo sistema de sincronização, melhorando sua já excelente precisão de engates. Em paralelo com o desenvolvimento do 1.6, a Volkswagen atualizou o projeto do 1.0 16v, dotando-o de cabeçote de alumínio e do mesmo sistema de comando de válvulas e do acelerador eletrônico do 1.6. Aplicado ao Gol a partir de agosto (que recebeu o nome Gol Power), tinha a maior taxa de compressão entre os motores VW nacionais (11.5:1), desenvolvendo 76 cv, sete a mais do que a versão anterior. Em 2001 o Gol básico (Special 1.0 8v) passou a ser oferecido também na versão quatro-portas.
A Volkswagen, contudo, parecia viver seu inferno astral. Sob o impacto do “11 de setembro”, nos EUA, vendas internas e exportações mais uma vez encolheram. Apesar do contínuo sucesso de mercado da linha Gol (que já ultrapassara o recordista Fusca como carro brasileiro mais vendido da história) e do crescimento constante da produção de caminhões, que já começava a ameaçar a imbatível Mercedes-Benz, a empresa se viu “obrigada a reagir“, demitindo mais 3.057 trabalhadores. Segundo seu Presidente, “houve falta de flexibilidade dos empregados em aceitar acordo para reduzir em 15% os salários e a jornada de trabalho“. Depois de greve de 12 mi empregados, no ABC, a decisão foi revertida por intervenção da matriz.

O moderno compacto Polo, posicionado entre Gol e Golf.
À espera do lançamento do Polo, que ocorreria em maio de 2002, a Volkswagen não preparou maiores mudanças para o restante da linha. Apenas o Golf ganhou travamento automático das portas a 20 km/h, piloto automático e descansa-braço dianteiro. O Polo, recém-apresentado no Salão de Frankfurt, era um bonito hatch de cinco portas, quase um mini-Golf, com traseira semelhante e controles internos e qualidade de acabamento idênticos. A empresa pretendeu posicioná-lo entre Golf e Gol, inclusive no preço, considerado elevado demais para o porte do carro. De qualquer forma, o novo carro se situava em categoria visivelmente superior ao Gol, quer por sua concepção muito mais moderna, pelo padrão de segurança e pelo acabamento de maior qualidade, quer pelos procedimentos industriais utilizados em sua fabricação. Era intenção da empresa também oferecer opção de motor 1.0 de 16 válvulas, ideiainviabilizada pela inesperada elevação do IPI para carros de sua categoria.
O carro seria produzido na planta de São Bernardo do Campo, que acabava de passar por profundo reordenamento para recebê-lo. No processo, a caminhonete Quantum foi retirada de catálogo e os modelos da linha Gol que ali ainda eram fabricados, transferidos para Taubaté. A produção da fábrica foi “desverticalizada”: a área da planta foi reduzida em quase 1/3 e automatizados os serviços de estamparia, solda, pintura e montagem de vidros, tal como já ocorria no Paraná; uma dezena de fornecedores foi trazida para dentro da fábrica. Graças a esses investimentos – e, certamente, às milhares de demissões – a produtividade aumentou de 35 para 50 veículos/ano-trabalhador. Ainda permaneceriam em São Bernardo, porém em linha independente, a montagem da Kombi e do Santana, duas antiguidades que o mercado não deixava morrer: a primeira, ainda líder na categoria; o Santana, terceiro mais vendido entre os sedãs grandes e o preferido dos taxistas.
O Polo foi lançado com duas versões de motor (1.6 e 2.0) e três de acabamento (básica, Comfortline e Sportline), como o Golf. Todo o esquema construtivo, aliás, seguia o Golf, a menos dos freios, que tinham discos só na dianteira. Quase que do mesmo comprimento do Gol (era exatamente 7 mm mais longo), tinha porta-malas semelhante (cinco litros a mais) e espaço no banco traseiro um pouco menor. De série trazia direção eletro-hidráulica com coluna regulável em inclinação e profundidade, acelerador eletrônico, ar condicionado com saídas para o compartimento traseiro, banco traseiro bipartido e rebatível, vidros elétricos e diversos porta-objetos, inclusive uma gaveta sob o assento do motorista. Dependendo da versão, entre dezenas de itens podia vir equipado com freios a disco nas quatro rodas, ABS, ar condicionado digital, airbag duplo, computador de bordo e revestimento em couro.
O PRIMEIRO POLO: SUA FICHA TÉCNICA: carroceria monobloco de cinco portas, cinco lugares, bagageiro com 270 litros, 3,89 m de comprimento; motor transversal dianteiro refrigerado a água, com quatro cilindros em linha, 1.599 ou 1.984 cm3, 101 ou 116 cv; injeção eletrônica multiponto; tração dianteira com caixa manual de cinco marchas; direção hidráulica; suspensão dianteira independente McPherson e traseira com eixo de torção, braços longitudinais e molas helicoidais; freios a disco ventilados na frente e a tambor atrás.
Duas novas versões chegaram no segundo semestre. A primeira delas, em agosto, por exigência do mercado e contra a vontade da presidência da empresa, foi o Polo 1.0. No entanto, coerentemente com a decisão da VW de enquadrá-lo na categoria “compacto premium”, ao ser equipado com o motor 1.0 de 16 válvulas e (agora) 79 cv, nada mais mudou nem foi retirado do carro, em equipamentos ou acabamentos. A segunda versão, pouco depois, no XXII Salão do Automóvel, foi o Polo Sedan. Disponível apenas com quatro portas e motores 1.6 e 2.0, o carro era 28 cm mais comprido e tinha porta-malas 60% maior do que o hatch, podendo ainda ser ampliado com o rebatimento do encosto do banco. Mecânica e acabamentos não foram alterados. Apresentado em première mundial em São Paulo, era um lançamento importante para a Volkswagen brasileira, que desde o fim do Voyage não dispunha de um sedã de menor porte em sua linha de produtos.
Ao longo do ano o restante da linha também passou por mudanças. Logo depois da chegada do Polo, a VW colocou à venda o Golf 1.8 Turbo, com potência elevada para 180 cv e câmbio automatizado Tiptronic, até então fabricado apenas para exportação. A linha Gol, ainda líder de mercado (mas sempre ameaçada pela Fiat) foi objeto de mais atenção. Foram lançados o City, mais uma versão de base, com a carroceria antiga e opção de motor 1.0 e 1.6, e a Parati Crossover, sua contrapartida aos falsos fora-de-estrada da concorrência. Além da suspensão 27 mm mais alta, tinha frisos cromados na frente e laterais, retrovisores também cromados, faróis de neblina, bagageiro no teto e – prova de sua não disposição para terrenos ruins – rodas de liga com pneus de perfil baixo.
No XXII Salão do Automóvel, por fim, foi apresentada mais uma atualização estética da linha. Internamente, volante e instrumentos foram trocados. Na frente de todos os modelos eram novos o formado das aberturas no para-choque, a grade com três filetes e a barra em material plástico negro abaixo da grade e dos faróis. A traseira do hatch recebeu apenas novo para-choque e perdeu a maçaneta da porta, introduzida três anos antes, enquanto que a da Parati foi totalmente transformada, ganhando lanternas e vidro de corte quadrado, nova porta, aerofólio integrando bake-light e novo para-choque, mudanças que deram nova vida ao carro. A picape recebeu a mesma reestilização dianteira e ganhou mais itens de conforto e opção de fixação do estepe na caçamba ou no interior da cabine.
Fox: um novo carro, a perda da liderança e o primeiro motor flex do país
Tantas e tão boas novidades não foram suficientes para manter a Volkswagen na liderança: em 2002, mais uma vez perdeu o posto de maior fabricante do país, desta vez para a GM; em vendas internas, passou para o terceiro lugar. O quadro se repetiria no ano seguinte, mas em 2004 voltaria a se reverter. A partir de então a empresa passaria a crescer ininterruptamente, abrindo grande vantagem sobre toda a concorrência.
Em março de 2003 a VW foi o primeiro fabricante do país a lançar um automóvel bicombustível, alimentado a gasolina, álcool ou qualquer proporção da mistura – o Gol Total Flex. A tecnologia, a partir daí popularizada com o nome flex (de flexível), utiliza um módulo eletrônico que avalia a condição termodinâmica da mistura de combustíveis disponível no tanque e instantaneamente regula o sistema de combustão, ajustando automaticamente a injeção e o ponto de ignição necessários. Foi utilizado como base o motor 1.6 a álcool, com taxa de compressão 10:1, que na versão flex atingia entre 97 cv (quando exclusivamente alimentado a gasolina) e 99 cv (a álcool). Ainda na linha Gol: em julho, o Special duas portas enfim recebeu o estilo da Geração III; e em outubro saiu de produção o 1.0 Turbo, inclusive para o Polo. A Kombi ganhou versão a gás natural.
Desde o início de 2002 a Volkswagen do Brasil tinha novo Presidente; a falta de tato nas relações trabalhistas, no entanto, permanecia. Nova crise estourou em julho. Com a visível intenção de “contornar” (leia-se burlar) a legislação vigente que, por acordos anteriores, garantia estabilidade aos empregados de São Bernardo do Campo até 2006, a VW criou a empresa Autovisão do Brasil, para a qual seriam transferidos 3.933 trabalhadores “excedentes”, de lá podendo ser transferidos para qualquer atividade em outra unidade do Grupo ou fora dele. Utilizando-se da mesma tática de sempre a administração ameaçava cancelar investimentos se o “acordo” não fosse aceito. A intimidação desembocou em paralisações, ameaças de demissão de grevistas e intervenção do Ministério Público. A crise só foi encerrada três meses depois, com o recuo da empresa e a aceitação da interferência da Autovisão pelos empregados, sob condições.

Um Volkswagen Fox brasileiro emplacado na Alemanha.
Em agosto foi feito o primeiro embarque de um VW brasileiro para a Alemanha, um lote de 600 Polo Sedan, de um total esperado de 3.000/ano. No mês seguinte foi lançado o Fox, projetado no Brasil sobre a plataforma do Polo e posicionado em posição intermediária entre este e o Gol. Durante toda a fase de desenvolvimento chamado de Tupi, o carro seria fabricado somente no Brasil (na planta do Paraná), que se tornaria o centro de exportação mundial do modelo, inclusive para a Europa. Com estilo hatch de teto alto, o carro chegou apenas na versão de três portas, de vocação utilitária, graças aos 17 porta-objetos e ao banco traseiro dobrável e deslizante, podendo assim ampliar o compartimento de bagagens de 260 para 353 litros (este sistema deslizante, considerado inseguro, meses depois seria objeto de um rumoroso recall). O painel era simples, mas harmônico e bem acabado.
Havia duas opções de motor, ambos flex de oito válvulas: 1.0 de 71/72 cv (gasolina ou álcool) e 1.6 de 101/103 cv. A caixa de cinco marchas vinha do Polo, com relações mais longas, assim como suspensão e freios. As versões de acabamento eram três: a básica City, identificada pelos para-choques sem pintura, Plus e Sportline, estas com direção hidráulica; todos os outros equipamentos, tais como ABS, controle de áudio no volante, ar condicionado, cintos reguláveis em altura, volante regulável em profundidade, “trio elétrico” e alarme eram opcionais. Airbag não estava disponível para nenhum modelo. Com o Fox, a Volkswagen estranhamente ficou com três carros de categorias muito próximas, com estilos, idades e concepções completamente diferentes e, a menos do logo VW, quase que sem identidade familiar entre eles.
O PRIMEIRO FOX: SUA FICHA TÉCNICA: carroceria monobloco de três portas, cinco lugares, bagageiro de volume variável, entre 260 e 353 litros, 3,80 m de comprimento; motor transversal dianteiro refrigerado a água, com quatro cilindros em linha, flexível, 999 ou 1.599 cm3, 71/72 ou 101/103 cv; injeção eletrônica multiponto; tração dianteira com caixa manual de cinco marchas; direção mecânica ou hidráulica; suspensão dianteira independente McPherson e traseira com eixo de torção, braços longitudinais e molas helicoidais; freios a disco ventilados na frente e a tambor atrás.
O Fox recebeu nota máxima (em conjunto com o Polo) nos testes de impacto frontal e traseiro efetuados em 44 veículos nacionais pelo CesviBrasil – Centro de Experimentação e Segurança Viária. Submetido a provas idênticas na Europa, foi considerado o melhor na sua classe (repetidos no Brasil em 2007, com o modelo vendido no mercado interno, teriam resultados bem diferentes). Testes comparativos do Fox com todos os concorrentes brasileiros da categoria apontaram para sua superioridade, prenunciando a acolhida que o mercado lhe daria. O sucesso do carro não passou despercebido na matriz, que em 2005 transferiria para a Alemanha Luiz Alberto Veiga, chefe do departamento responsável pelo projeto, nomeando-o responsável pelo design para países “emergentes”.
A Linha 2004 não trouxe qualquer mudança significativa; externamente, apenas o Golf foi retocado, recebendo lanternas traseiras transparentes. O ano apresentou duas novidades: em abril, o Fox de cinco portas, também com banco deslizante, e em outubro, no XXIII Salão do Automóvel, o CrossFox. Apresentado como carro-conceito quando do lançamento do Fox, causou tanto interesse que a decisão por sua entrada em linha foi imediata. Embarcando na moda dos carros falsamente “aventureiros”, teve a suspensão elevada em 6,3 cm, conseguindo produzir um vão livre de 19,9 cm, igual ao do fora-de-estrada “verdadeiro” Ford EcoSport 4WD. Tinha os adereços usuais, como para-choques pretos, estribos, (discreto) quebra-mato, arremates plásticos nos arcos das rodas, protetor de cárter, faróis auxiliares, bagageiro no teto e montagem externa do pneu de reserva. Veio apenas em versão de cinco portas com motor 1.6 flex. O Salão também trouxe o Polo flex, com motor 1.6 de 101/103 cv, e a Saveiro Crossover (seguindo as características da Parati equivalente). No evento foi mostrado ainda o Polo Tri Fuel, carro de teste equipado com motor 1.6 Turbo e sistema tri-combustível da Bosch (gasolina, álcool e gás natural).
2004 foi um ano particularmente feliz nas exportações, que ultrapassaram 200 mil veículos completos, equivalente a quase 1/3 da produção total. Foram embarcados para mais de 40 países em todos os continentes principalmente modelos Gol, mas também Golf e Polo sedã, além de 106 mil conjuntos CKD para África e China. México e Argentina foram os principais compradores; também foi efetuada a primeira remessa da marca para a Rússia. No último mês do ano parte da planta de São Bernardo foi adaptada para a produção do Fox destinado ao mercado europeu, onde seria lançado em abril, em grande festa na cidade de Copenhagen. Lá a VW pretendia “vendê-lo” como modelo de entrada para o público jovem; o carro teria 50 itens diferentes com relação ao modelo aqui vendido, desde acabamento interno mais sofisticado até motor diesel, também produzido no Brasil.
Convivendo com a concorrência: sempre no pódio dos maiores fabricantes nacionais
O motor flex de um litro chegou ao Gol City em março de 2005; foi o primeiro do país. A principal novidade do ano, porém, foi a nova reestilização da família Gol, apresentada em agosto como Geração IV. Toda a frente foi renovada: faróis, grade, para-choque e capô. A traseira do hatch, que na atualização estética anterior ficou praticamente inalterada, dessa vez foi completamente mudada, das lanternas ao para-brisa. O painel também era novo, com quadro de instrumentos semelhante ao do Fox. O Gol Special, que usualmente utilizava a carroceria da geração anterior, foi eliminado. Restaram as versões City, Plus e Power, todas elas com motorização flex de 1,0, 1,6 e 1,8 litros. A única mudança na traseira da Parati estava nas lanternas, que ganharam um ressalto circular. A partir de novembro toda a linha também passou a ser oferecida na versão tricombustível (gasolina, álcool e GNV); mais uma opção da Volkswagen foi a blindagem original, realizada pela Inbra em modelos importados e nos nacionais Golf, Polo e Saveiro.
O ano foi encerrado com o abandono do motor boxer da Kombi – único carro de série do planeta a ainda utilizá-lo. Por exigência da legislação ambiental, o antigo (e poluente) motor foi substituído pelo moderno 1.4 flex refrigerado a água (quatro cilindros em linha, oito válvulas, 1.390 cm3, 78/80 cv) fabricado para exportação. Como na antiga versão diesel, um radiador coberto por uma grade preta foi instalado na dianteira. Além da relação mais longa no diferencial, nada mais mudou na mecânica (mesmo o câmbio veio da versão “a ar”). Internamente, ganhou novo quadro de instrumentos, inspirado no Fox, e uma tampa horizontal de visita para o motor no compartimento de carga.
Em 2005 a Volkswagen comemorou 15 milhões de veículos produzidos no Brasil, 500.000 Gol exportados e o 500.000º automóvel fabricado na planta de São José dos Pinhais. A produção do ano alcançou quase 700 mil unidades, porém a desvalorização do dólar e a correspondente valorização do real começaram a dificultar a exportação de alguns modelos, em especial do Golf para EUA e Canadá e Fox para a Europa. Pressionada pela matriz, em maio do ano seguinte a empresa mais uma vez elevou a voz, ameaçou cortar 3.016 empregos nos três exercícios próximos e fechar pelo menos uma fábrica – a maior e mais simbólica delas, de São Bernardo do Campo. Como em todas as “negociações” anteriores, o fechamento dependia “apenas” da aceitação pelos trabalhadores das condições impostas pela empresa. A crise se arrastou por quatro meses, durante os quais houve demissão compulsória de 1.800 empregados, suspensão de financiamento do BNDES e greves, até que em setembro, com a intervenção de Brasília, a empresa recuou, cancelou as demissões e ofereceu novo acordo, incluindo novo PDV e compromisso de produção de dois novos modelos na planta do ABC.
Quanto à linha de produtos, o primeiro lançamento de 2006 foi um importado: o SpaceFox, minivan derivada do Fox fabricada na Argentina segundo projeto brasileiro e com componentes importados daqui. Tinha cinco portas e balanço traseiro 38 cm maior do que o hatch; com isto o compartimento de bagagem cresceu quase 70%, passando de 260 para 440 litros. Também dispunha de banco traseiro dobrável e deslizante. A parte dianteira, levemente diferente do hatch, acompanhava a linha do Fox exportado para a Europa, assim como os acabamentos internos: o aspecto da traseira, e principalmente das grandes lanternas, procurou acompanhar o estilo das caminhonetes alemães da marca. O único motor disponível era o 1.6 flex, com 101/103 cv.
Em setembro, foi lançado o Polo com nova frente. Seguindo o modelo alemão apresentado no ano anterior, trazia novos conjuntos óticos e o visual que caracterizava mundialmente os modelos da marca: linhas que formavam um trapézio invertido envolvendo grade, placa de licença e a abertura central de refrigeração no para-choque. Na traseira, apenas mudaram os refletores internos das lanternas, agora de formato circular. O sedã ganhou um pequeno aerofólio na tampa da mala. Duas baixas foram registradas em 2006: em maio, depois de 22 anos de produção, o Santana foi retirado de linha; meio ano depois, na fábrica paranaense, também a produção do Audi A3 foi interrompida.

Volkswagen speed up! TSI, série especial de 2015 comemorativa do lançamento do motor 1.0 turbo.
A partir de março de 2007, todos os modelos da marca passaram a sair de fábrica equipados com rastreador eletrônico, permitindo grande redução no preço das apólices de seguro, tradicionalmente maiores para os carros da marca; a oferta, contudo, durou somente três meses. No mesmo mês foi apresentado o novo Golf, com frente e traseira reestilizadas, aproximando-o da nova identidade visual da marca mas perdendo muito em harmonia e delicadeza (como já acontecera, aliás, com a Geração 4 do Gol). Desenhado no Brasil, eram novos os para-choques, tampa e vidro traseiros, grade e grupos óticos, o dianteiro semelhante ao do Polo e o de trás, excessivamente grande, lembrando o do SpaceFox. Procurando melhorar a penetração do modelo no mercado interno, já que as exportações haviam sido drasticamente reduzidas, a VW aumentou a oferta de versões (básica, Sportline, Comfortline e GTI), de motores (2.0, 1.8 turbo, 1.6 a gasolina e, pela primeira vez, 1.6 flex), transmissões (duas manuais de cinco marchas, automática e automatizada Tiptronic) e equipamentos. Entre os itens de série estavam ar condicionado, computador de bordo, sensor de estacionamento, pisca-pisca nos retrovisores; entre os opcionais, toca-CD com entradas USB e para MP3, viva-voz para telefone celular e GPS. No GTI, a injeção eletrônica do motor 1.8 foi remapeada e a pressão do turbo aumentada, permitindo-o gerar 193 cv, o que o tornava o mais potente automóvel nacional.
Em junho, já compondo a linha 2008, Fox e CrossFox tiveram a frente levemente retocada, para acentuar o desenho em V com trapézio invertido já adotado no SpaceFox e no modelo europeu; as lanternas traseiras receberam uma barra horizontal translúcida e o CrossFox perdeu o quebra-mato, teve melhorado o sistema de destravamento do suporte do estepe e ganhou novos adesivos laterais. Na primeira metade de 2008 também seria lançada a (realmente) nova geração do Gol, muito mais atualizada, construída sobre a plataforma Polo de motor transversal. Com ela, a VW fortaleceu sua posição no mercado e começo de novo a se distanciar da concorrência.
Tanto a Volkswagen do Brasil como a matriz alemã iniciaram o ano de 2007 com nova presidência; em ambas as esferas foi sensível a mudança no estilo de trabalho e na política de lançamentos. No país, o período de confrontos trabalhistas ficou para trás e logo a empresa demonstraria uma agilidade de decisões que poucas vezes apresentara nas cinco décadas anteriores. A excepcional recuperação do mercado interno, puxada pela redução do IPI determinada pelo Governo Federal, compensou com vantagem a queda nas exportações. Embora ainda não liderasse as vendas internas, a Volkswagen consolidou sua posição como maior fabricante nacional, atingindo o recorde de 797 mil veículos produzidos em 2007, correspondentes a 26,7% do total nacional. Já esquecida dos programas de demissões e desligamento de operários, a empresa comunicou ao Presidente da República, em junho, a aplicação de R$ 2,5 bilhões em novos investimentos nos seis anos seguintes, destinados ao desenvolvimento de dois modelos inéditos. Um ano depois o total aumentou para R$ 6,2 bilhões, sendo mesmo levantada a hipótese da eventual necessidade de construção de nova fábrica.
Em 2010, pela primeira vez a Volkswagen brasileira ultrapassaria a barreira do milhão de veículos fabricados em um só exercício, muito acima da Fiat (757 mil) e GM (651 mil), suas grandes rivais na briga pelo primeiro lugar em vendas internas. O Gol permanecia pelo 24º ano consecutivo o modelo mais vendido do país; a Kombi, primeiro veículo brasileiro da marca, com mais de meio século de produção ininterrupta, continuava líder na categoria; o Fox, seu mais recente lançamento, já alcançara um milhão de unidades fabricadas. Este desempenho levou o Brasil a superar a Alemanha, naquele ano, como segundo mercado mundial em vendas da marca, depois da China. (A Fiat, todavia, ainda mantinha a liderança conquistada em 2002 em unidades comercializadas no mercado interno.)
A vasta linha de produtos da VW desde 2008 é complementa com alguns modelos importados; sua importância no faturamento, no entanto, é marginal, diferentemente da Ford e GM, que veio crescentemente substituindo a produção local por automóveis trazidos do exterior. A VW, ao contrário, continua se destacando pelo papel dado à engenharia e design nacionais no desenvolvimento de seus produtos – tradição, aliás, vinda dos heroicos anos dos projetos Brasília, Variant e SP-2. Hoje, a quase totalidade de sua variada gama é composta de modelos projetados no país, política reafirmada em 2008 com a inauguração, em São Bernardo do Campo, de novo centro de design, considerado dos mais modernos do grupo no mundo.
<vw.com.br>
O que houve de novo a partir de 2008
- maior potência nos motores 1.0 e 1.6 flex (04/08)
- recall do Fox para troca do sistema de deslizamento do banco traseiro (06/08)
- lançamento do Golf GT, com motor 2.0 flex de 116/120 cv (06/08)
- lançamento do Gol Geração V, totalmente novo, na versão hatch de quatro portas com motor flex transversal de 1,0 e 1,6 litro (07/08)
- no XXV Salão do Automóvel, lançamento do novo Voyage, 33 cm mais comprido do que o hatch e com porta-malas de 480 litros, e do Polo GT, com motor 2.0 flex (10/08)
- novo Gol eleito Carro do Ano 2009 por Autoesporte (11/08)
2009
- Golf GTI retirado de linha (02/09)
- lançamento do Polo Bluemotion, versão com pequenas alterações mecânicas e aerodinâmicas visando reduzir consumo e emissão de poluentes em até 15% (03/09)
- Polo E-Flex sem necessidade de reservatório adicional de gasolina para partida a frio (04/09)
- Polo I-Motion, com câmbio automatizado (07/09)
- nova picape Saveiro, para 715 kg, com cabine normal ou estendida e motor 1.6 flex (08/09)
- Fox com nova frente, traseira levemente retocada, novo painel de instrumentos e melhor acabamento interno (10/09)
- Gol e Voyage I-Motion (10/09)
- reestilização do CrossFox, acompanhada de novo suporte de fixação do pneu de reserva (12/09)
- Fox I-Motion (12/09)
2010
- Saveiro Cross, apenas na versão com cabine estendida (02/10)
- lançamento do Gol EcoMotion, com carroceria de duas portas da Geração 4, motor 1.0 flex, acabamento básico e acertos mecânicos para minimizar consumo (05/10)
- SpaceFox com frente e lanternas traseiras novas (06/10)
- Fox Bluemotion e picape-conceito Rocket apresentados no XXVI Salão (10/10)
2011
- 500.000 Golf fabricados no país (02/11)
- facelift do Polo, que recebeu grade, faróis e para-choques redesenhados, seguindo o novo estilo mundial da marca (07/11)
- fabricada a 1.500.00ª Kombi brasileira (11/11)
2012
- Fox 1.6 BlueMotion (05/12)
- Golf 2013 com grade e caixa de faróis na cor preta (05/12)
- Gol e Voyage com grade e faróis adaptados à nova estética da marca, já adotada no Fox e Polo; também lanternas traseiras e painel foram renovados (07/12)
- Parati retirada de linha (09/12)
- no XXVII Salão, lançamento do Gol duas portas (1.0 e 1.6) e apresentação do conceito Taigun (10/12)
- inauguradas novas instalações de pintura na planta de Taubaté, proporcionando redução de de 20% no consumo de água, 20% de gás e 18% de energia elétrica (10/12)
- Gol, pelo 26° ano consecutivo o modelo de automóvel mais vendido no Brasil (12/12)
2013
- picape Saveiro assume o visual da linha Gol (04/13)
- duas versões “aventureiras” do Gol: Track, com motor 1.0 e 72/76 cv, e Rallye, com 1.6 e 101/104 cv (05/13)
- Fox BlueMotion com moderno motor de três cilindros (bloco e cabeçote de alumínio, duplo comando de válvulas por correia dentada, 999 cm3 e 75/82 cv), o mais potente da categoria (06/13)
- fábrica de São Carlos produz o 8.000.000o motor (06/13)
- anunciados investimentos de R$ 520 milhões em São José dos Pinhais para ampliação de capacidade (20%) e nacionalização da nova geração do Golf (10/13)
- encerrada a produção da Kombi: lançada em 1957 e automóvel mais longevo da indústria brasileira, foi o derradeiro modelo Volkswagen do mundo a ainda manter o conceito construtivo original projetado por Ferdinand Porsche na década de 30; 99 unidades foram importadas pela Grã-Bretanha, à última hora, para serem transformadas em motor-homes (12/13)
- Golf eleito o Carro do Ano 2014 pelo júri da revista Autoesporte (12/13)
2014
- lançamento do up! (grafado em minúsculas), com quatro portas e 3,60 m de comprimento, apresentado em sete versões (take up!, white up!, red up!, black up!, move up!, high up! e cross up!): pequeno automóvel de moderno projeto, com motor flex de três cilindros (999 cm3, 12 válvulas, 75/82 cv), caixa manual de cinco velocidades, tração dianteira, suspensão McPherson à frente e por eixo de torção atrás, freios a disco na dianteira, ABS e direção com assistência elétrica; principais diferenças do up! nacional em relação ao europeu: 6,6 cm mais longo, portas traseiras com vidros de subir (em vez de basculantes), tampa traseira de aço (em vez de vidro), suspensão 2,6 cm mais alta, três lugares no banco traseiro (em vez de dois) e porta-malas maior (285 l, ou 976 l, com o encosto rebatido); primeiro veículo brasileiro a atingir nota máxima nos testes de segurança para adultos e crianças pelo Latin NCAP (01/14)
- VW introduz novo motor 1.6 de quatro cilindros com bloco de alumínio, duplo comando, 16 válvulas e 110/120 cv; pesando 90 kg, foi inicialmente disponibilizado para Gol Rallye e Saveiro Cross (o 1.6 anterior, com 8 válvulas, pesando 15 kg a mais, desenvolvia 101/104 cv) (04/14)
- picape Saveiro ganha freios a disco nas quatro rodas e controle eletrônicos de estabilidade e tração (04/14)
- Evidence – nova versão top do Voyage (04/14)
- lançamento do up! duas portas, com janelas laterais traseiras fixas, de formato diferente e maiores do que no original europeu; câmbio automatizado de acionamento elétrico I-Motion em toda linha Up! (04/14)
- apresentação da picape Saveiro cabine-dupla, em três versões (Trendline, Highline e Cross), com duas portas (mais largas, do Gol duas-portas), cinco lugares e caçamba (para 580 l) com tampa traseira amortecida por mola a gás; a motorização é 1.6 (novo motor de 110/120 cv apenas para a versão Cross) (08/14)
- Voyage 2015 (sem alterações técnicas ou estéticas) em quatro versões, seguindo a nomenclatura da matriz alemã: Trendline, Comfortline, Highline e Evidende (08/14)
- Fox 2015 com capô mais baixo, grade mais delgada, novas lanternas traseiras; versão top Highline com motor 1.6 de 16 válvulas e câmbio de seis marchas; direção com assistência elétrica em todas as versões (08/14)
- discreta participação no 28o Salão do Automóvel; dentre os modelos nacionais, somente três novidades: novo CrossFox (1.6 16v e câmbio de sies marchas), cross up! e conceito Fox Pepper (10/14)
- Saveiro cabine-dupla escolhida Picape do Ano 2015 pelo júri da revista Autoesporte (12/14)
2015
- iniciada no Paraná a montagem do novo Golf (Geração VII), com componentes importados do México (01/15)
- apresentado como conceito no Salão, o Fox Pepper é introduzido na linha regular; equipado com motor 1.6 16v de 120 cv e câmbio manual de seis marchas, possui teto preto brilhante, grade em padrão colmeia, faróis com máscara negra e rodas aro 15″ (03/15)
- depois de dez anos, Polo é retirado de linha para abrir espaço fabril para o Jetta nacional (05/15)
- lançamento do Jetta nacionalizado (parcialmente importado sob regime SKD); sedã de quatro portas (4,65 m de comprimento, porta-malas com 510 l), veio com motor flex aspirado de 1.984 cm3 e 120 cv (116 cv com gasolina), câmbio automático Tiptronic de seis marchas, suspensão totalmente independente (dianteira McPherson e traseira multilink) e freios a disco nas quatro rodas (ventilados na frente) com ABS, EBD e sistema de controle de tração ASR; será fabricado somente na versão intermediária Comfortline, as demais (Trendline e Highline) continuando a ser importadas do México; como itens de série traz direção hidráulica, ar condicionado, volante multifuncional com teclas para troca sequencial de marchas, piloto automático, sensores de estacionamento na frente e atrás, sistema multimídia, quatro airbags e bancos e volante revestidos de couro sintético; são opcionais teto solar, ar condicionado digital com duas zonas de climatização, partida do motor por botão, GPS, sensor de chuva, e rodas de 17″ (07/15)
- up! com motor TSI (turboalimentado, com injeção direta e flex), aliado a câmbio manual de cinco marchas (o grande aumento no torque impediu o uso do I-motion) e discos de freio 8,5% maiores; desenvolvido a partir do MPI aspirado de três cilindros e 999 cm3, o motor teve todos os órgãos internos redimensionados, atingindo 105/101 cv de potência e torque 61,5% mais elevado; foram adotados eixos duplos de comando variável e um terceiro circuito de refrigeração; TSI não caracteriza um novo modelo, e sim uma nova opção de motorização que poderá equipar opcionalmente todas as versões da linha up!, exceto a take up!; externamente, apenas dois detalhes diferenciarão as versões TSI das demais: extremidade dianteira 4 cm mais longa e parte inferior da tampa traseira pintada de preto com inscrição TSI fixada à direita (07/15)
- Fox 2016, sem alterações estéticas porém com novo sistema multimídia App-Connect, que permite conexão com celular e seu “espelhamento” no painel do carro; na versão de entrada, motor 1.0 de quatro cilindros substituído pelo três cilindros de 82 cv do up! (07/15)
- comparado pela revista 4 Rodas com outros sete hatches 1.0 nacionais (Renault Sandero, VW Fox e Gol, Chevrolet Onix, Fiat Palio, Ford Ka e Hyundai HB20), o Up! Take foi considerado o de menor custo operacional (10/15)
- desmontado após o tradicional teste de 60.000 km de 4 Rodas, o Up! foi considerado “o melhor 1.0 já avaliado pelo teste de Longa Duração” da revista; seu desempenho ao final do período foi melhor do que quando novo, destacando-se em aceleração, retomada e consumo urbano e rodoviário (10/15)
- Fox na versão “aventureira” Track: 1.0 trazendo rack no teto, faróis com lentes escurecidas, faróis de neblina no para-choque e molduras plásticas nos arcos das rodas (10/15)
- up! TSI escolhido O Lançamento do Ano por júri composto por 12 jornalistas especializados em avaliação promovida pela revista Carro (12/15)
2016
- ajustes na linha Jetta: nacionalização da versão “de entrada” Trendline, que chega com motor (a gasolina) 1.4 TSI (injeção direta, turbo, 1.395 cm3 e 150 cv) e câmbio manual ou automático Tiptronic de seis marchas; a versão intermediária Confortline, agora fornecida somente com câmbio automático de seis marchas, teve o motor aspirado substituído pelo novo 1.4 TSI; direção elétrica, controle eletrônico de estabilidade e bloqueio de diferencial são itens de série em ambas versões (02/16)
- Gol e Voyage 2017 com retoques de estilo, alterações mecânicas e painel totalmente novo; ambos tiveram a dianteira levemente modificada (faróis e para-choque); o Gol, por sua vez, também teve a tampa do porta-malas e lanterna, para-brisa e para-choque traseiros alterados; o motor 1.0 de quatro cilindros foi substituído pelo 1.0 MPI de três cilindros, vindo do up!; o novo painel veio com mais e melhores sistemas de conectividade (02/16)
- nacionalização do Golf Geração VII, acompanhando a linha européia; três versões disponíveis – Comfortline, Highline e GTI -, todas com suspensão dianteira McPherson, freios a disco nas quatro rodas e direção com assistência elétrica; versão Comfortline equipada com motor 1.6 flex aspirado (1.598 cm3, 16 válvulas, 120 cv, oriundo do Fox) e câmbio manual de cinco marchas ou automático Tiptronic de seis; versão intermediária Highline com motor 1.4 turbo flex (injeção direta, 150 cv) e caixa manual de seis marchas (do Fox) ou Tiptronic, também de seis marchas; ambos tiveram a suspensão traseira original, do tipo multibraço, substituída por eixo de torção; GTI (motor 2.0 turbo a gasolina de 220 cv, importado), o modelo mais caro, teve preservada a suspensão traseira multilink, assim como a caixa automatizada de dupla embreagem DSG, itens que constavam de todas as versões trazidas de fora (02/16)
- comparado pela revista Car and Driver com o Chevrotet Prisma LTZ, o sedã Voyage Highline foi considerado melhor, com destaque para os itens custo de manutenção, ergonomia, acabamento, porta-malas, câmbio, direção, aceleração, frenagem e “diversão ao volante”; na mesma edição, Golf TSI venceu Ford Focus Titanium hatch por 445×426, em 460 pontos possíveis, e Jetta chegou muito à frente dos sedãs Toyota Corolla XEI, Citroën C4 Lounge e Ford Focus Titanium, respectivamente com 433, 423, 405 e 404 pontos (03/16)
- apresentação da picape Saveiro 2017, pela primeira vez desvinculada, em estilo, do restante da linha; a frente ganhou corpo, com grade, faróis e para-choques novos; a distância para o solo foi aumentada em 2 cm, antes só disponível na versão Cross; esta, por sua vez, foi substancialmente modificada com relação ao restante da linha, ganhando grade e para-choques diferentes, apliques plásticos da traseira e laterais renovados e novo motor 1.6 de duplo comado, 16 válvulas e 110/120 cv; a gama passa a compreender as versões Robust cabine simples (“para trabalho“, substituindo a Starline), Trendline (cabine simples, estendida ou dupla), Highline cabine dupla e Cross (cabine estendida e dupla); exceto a básica Robust, todas receberam novo painel, com atualizados recursos de conectividade (03/16)
- em avaliação comparativa com o novo Audi A3 nacional, a revista 4 Rodas escolheu o Jetta como melhor opção; o carro da Volkswagen venceu em todos os itens, menos no acabamento, superior no A3 (03/16)
- Banco Volkswagen cria a modalidade de financiamento Plano Sempre Novo, para Gol, Saveiro e Voyage, segundo o qual, após três anos (entrada de 30% e 40% em 35 parcelas), o comprador pode receber um carro novo mediante o pagamento dos 30% restantes (03/16)
- 2.500.000o veículo produzido na fábrica de São José dos Pinhais (04/16)
- teste comparativo entre as picapes Saveiro Cross CD, a nova Fiat Toro Freedom, Renault Oroch Dynamique e Fiat Strada Adventure Extreme CD, realizado pela revista Autoesporte, levou à vitória do carro da Volkswagen por larga margem de pontos; a Saveiro foi a melhor em acabamento, motor, frenagem, câmbio e preço; comparativo de 4 Rodas entre Saveiro Cross e Fiat Strada Adventure levou à mesma conclusão (04/16)
- lançamento da versão três-portas do Gol 2017, com opção única de motor (3 cilindros e 83 cv) e acabamento (Trendline) (05/16)
- revista Car and Driver opta pelo take up! em teste comparativo com o novo Fiat Mobi; o carro da Volkswagen foi melhor avaliado na maioria dos itens relativos a qualidade, acabamento, conjunto mecânico e desempenho (05/16)
- testes oficiais do Inmetro indicam a Saveiro Robust como a mais econômica picape do país (06/16)
- comparado pela revista Autoesporte com o Hyundai HB20 turbo e o novo Ford Fiesta EcoBoost (disponível somente na versão top), o up! TSI foi escolhido como a melhor opção, destacando-se em economia, desempenho e preço (07/16)
- teste promovido pela revista Carro, comparando o consumo de combustível do híbrido Toyota Prius com up! TSI, Peugeot 208 1.2 e o novo Ford Fiesta EcoBoost, classificou o carro da Volkswagen em segundo lugar, quase em empate com o primeiro – o híbrido da Toyota (07/16)
- teste comparativo da revista Carro entre Gol Trendline 1.0 e Chevrolet Onix Joy 1.0 (atual líder brasileiro de mercado) deu vitória ao primeiro, que se destacou em dirigibilidade, acabamento, espaço interno e custos de manutenção; como principal ponto negativo, o alto custo do seguro (09/16)
- apresentação do Golf 1.0 TSI, equipado com motor de três cilindros turbo do up! (com novas válvulas, turbo mais potente e radiador adicional), gerando potência e torque cerca de 20% maiores (agora 116/125 cv e 20,4 kgf.m); o câmbio é manual de seis marchas (09/16)
- planta de São Carlos completa 20 anos, com a produção de 10 milhões de motores (10/16)
- unidade fabril de Taubaté completa 40 anos, com a produção de 6.500.000 carros no período (11/16)
- na Alemanha, administração central da Volkswagen anuncia a redução de 30 mil postos de trabalho em todas suas filiais, até 2025, no âmbito da reformulação mundial do Grupo; prevê-se corte de 5.000 vagas nas unidades brasileiras até 2021 (11/16)
- no 29o Salão do Automóvel, lançamento das versões “aventureiras” Gol Track (nova grade – a mesma da Saveiro -, motor 1.0 TDI de 75/82 cv, suspensão elevada, rodas de 15″, direção assistida e ar condicionado) e up! Track (trazendo os usuais apliques em plástico preto nas saias e arcos de rodas) e apresentação do surpreendente modelo conceitual Gol GT, com três portas e características mecânicas não divulgadas (11/16)
2017
- comparado por Car and Driver com Fiat Mobi Drive, VW up! Track chegou à frente, destacando-se nos quesitos itens de série, custo de manutenção, conforto, qualidade, porta-malas, conjunto mecânico e “diversão ao volante” (01/17)
- produção 200.000o up! nacional (02/17)
- comparado com Fiat Mobi Drive equipado com o novo motor 1.0 de três cilindros, VW take up! foi considerado o melhor pela revista Motor Show; apesar de inferior nos quesitos Equipamentos e Multimídia, destacou-se em Câmbio, Segurança, Porta-Malas e Prazer ao Dirigir (02/17)
- apresentação da segunda geração do up!, com realinhamento de preços e versões, deslocando-o do posto de modelo “de entrada” (que passa a ser do Gol) para “compacto premium”; saem de linha a opção de três portas e as versões black, red, white, speed e track up!, enquanto que as versões cross e high up! passam a estar disponíveis somente com motor turbo TSI (take e move up! permanecem com motor aspirado, o último também com opção TSI); o estilo segue o modelo europeu, lançado em 2016: novos para-choques, faróis mais afilados, novo padrão das lentes das lanternas traseiras e vão correspondente à grade com maior largura; internamente, novo volante, painel parcialmente redesenhado, quadro de instrumentos iluminado a leds e com conta-giros maior e mais legível e substituição dos computador de bordo e sistema de navegação Maps & More por aplicativo de celular; visualmente, as versões se diferenciam pela parte central do para-choque dianteiro (na cor da carroceria para take up! e move up! com motor aspirado, prata para cross up! e preto para versões TSI, inclusive move up!), pela tampa traseira (preta para TSI, inclusive cross up!) e pelo friso vermelho na grade (no high up!); devido à adoção dos novos para-choques, o comprimento total do carro aumentou 84 mm (72 no balanço dianteiro); a mecânica não foi alterada (04/17)
- Volkswagen atinge 3.500.000 veículos exportados por suas fábricas brasileiras (04/17)
- Saveiro Robust 2018 ganha versão cabine-estendida; abolida a opção Trendline (05/17)
- revisão da linha Fox para 2018: versão de entrada Trendline ganha alarme, vidros e retrovisores elétricos, sensor traseiro de estacionamento; Trendline e Track passam a ter opção de motor 1.6; Confortline recebe rodas de liga, sensores de estacionamento na frente e atrás, áudio com tela de 6,5″, volante com comados, opção de câmbio automatizado, mas deixa de oferecer motor 1.0; nas versões superiores Highline, Pepper e Crossfox, controles eletrônicos de estabilidade e tração, assistente de saída em rampa e monitor de pressão dos pneus; nada foi mudado externamente (05/17)
- suspensa a montagem do Jetta, que volta a ser importado do México (06/17)
- fabricado o Gol número 8.000.000: líder nacional de vendas entre 1987 e 2013, foi o automóvel brasileiro até hoje mais produzido e exportado, com 1.600.000 unidades enviadas para 60 países (07/17)
- anunciado investimento de R$ 2,6 bilhões na fábrica de São Bernardo do Campo para produção de novos modelos (07/17)
- up! 1.0 TDI e Saveiro 1.6 na versão Pepper, com toques estéticos esportivos e detalhes em vermelho, porém sem alterações mecânicas (07/17) [para maiores detalhes sobre o lançamento, clique aqui: Novidades]
- iniciada a produção do novo Polo hatch em São Bernardo do Campo (08/17)
- Fox Comfortline disponível somente na versão 1.6; high up! sai de linha para dar lugar à versão Pepper (08/17)
- abrindo espaço para a chegada do novo Polo, VW conclui o remanejamento da gama Fox, eliminando a versão Crossfox e os pacotes de acabamento Trendline, Comfortline, Highline e Track, substituindo-os pelos inéditos e bem equipados Connect e Xtreme, este com apelo “aventureiro”; ambos estão disponíveis apenas com motor 1.6 de oito válvulas e 101/104 cv (09/17)
- novo Polo atinge pontuação máxima nos itens “proteção de adultos” e “proteção de crianças” do teste de segurança Latin NCAP (09/17)
- lançamento do novo Polo, hatch de cinco portas construído em aços de alta e ultra-alta resistência, com tração dianteira, suspensão McPherson na frente e com braços longitudinais atrás, direção com assistência elétrica e porta-malas com 351 litros; foi apresentado em quatro versões: 1.0 e 1.6 MSI (câmbio manual de cinco marchas, freios a disco na frente e a tambor atrás e, respectivamente, motor 1.0 aspirado de 75/84 cv e 1.6 aspirado de quatro cilindros e 110/117 cv) e as superiores 200 TSI Comfortline e Highline (1.0 TSI de três cilindros turbo com injeção direta e 116/128 cv, câmbio automático de seis marchas e freios a disco nas quatro rodas) (09/17) [para maiores detalhes sobre o lançamento, clique aqui: Novidades]
- em teste comparativo com o Fiat Argo Precision, a revista Carro apontou o novo Polo Highline como o melhor, chegando à frente em quatro dos cinco conjuntos de critérios de avaliação: Carroceria, Segurança, Conforto de rodagem e Propulsão (10/17)
- VW Polo escolhido como Melhor Carro da América Latina pela Americar – Associação América Latina de Imprensa de Carros (11/17)
- na avaliação anual do Selo Maior Valor de Revenda (Autoinforme, 2017) o up! foi reconhecido como o hatch de entrada com menor depreciação após um ano de uso (9,3 %) (11/17)
- Polo e Virtus levam a Volkswagen a reabrir o terceiro turno na fábrica de São Bernardo do Campo (11/17)
- apresentação mundial do sedã Virtus, em São Paulo, com informações incompletas quanto a versões, conteúdo e motorização; a comercialização terá início em janeiro de 2018 (11/17)
- iniciadas as exportações do Novo Polo; Argentina, Paraguai e Chile são os primeiros países a recebe-lo (11/17)
- Polo eleito Carro do Ano 2018 por avaliação coletiva promovida pela revista Autoesporte (12/17)
- em teste comparatico entre Polo TSI e Ford Fiesta 1.6, a revista 4 Rodas apontou o carro da VW como a proposta mais moderna – técnica e de estilo (12/17)
- o início de renovação da linha de modelos começa a dar frutos para a VW: em 2017 as vendas cresceram 19,1% e a participação no mercado 1,02 pontos percentuais, elevando-a para 12,53%; em terceiro lugar entre os fabricantes, o total comercializado (272.079) foi 6,6% inferior ao da Fiat, a segunda colocada; o total exportado foi 52% maior do que o do ano anterior; o Gol foi o quarto modelo mais vendido no país (12/17)
2018
- lançamento oficial do sedã Virtus, projetado no Brasil a partir do novo Polo; 42,5 cm mais longo e com entre-eixos 8,6 cm maior, o Virtus tem amplo espaço interno e porta-malas com 521 l; a maior parte da estrutura utiliza aços especiais de alta e ultra-alta resistência; são dois os conjuntos mecânicos oferecidos: 200 TSI (1.0 de três cilindros turbo, 115/128 cv) associado a câmbio automático de seis marchas e 1.6 aspirado (16 válvulas e 110/117 cv) com caixa manual de cinco marchas; são três as versões: MSI (1.6), Comfortline e Highline (ambas TSI); todas possuem suspensão independente (McPherson na dianteira, eixo de torção na traseira) e direção elétrica; freios a disco ventilados nas quatro rodas somente para as duas versões turbo; painel e padrão de acabamento interno seguem, no geral, o que se encontra no Polo; Virtus recebeu nota máxima nos testes de segurança Latin NCAP: cinco estrelas para proteção de adultos e de crianças (01/18) [para maiores detalhes sobre o lançamento, clique aqui: Novidades]
- comparando o Polo 1.0 MPI a dois outros modelos de entrada (Fiat Argo Drive 1.0 e Renault Sandero Expression 1.0), a revista Autoesporte escolheu o carro da Volkswagen, que se mostrou superior em equipamentos de segurança, freios, câmbio e “sensação ao volante” (01/18)
- fábrica de motores de São Carlos inicia a exportação de virabrequins para a Alemanha, para onde já são enviados blocos (03/18)
- Volkswagen brasileira festeja o 65o aniversário, atingindo 23 milhões de veículos fabricados, 3,7 milhões dos quais exportados para 147 países (03/18)
- teste comparativo da revista Carro confrontando quatro sedãs compactos automáticos apontou o VW Virtus Comfortline 1.0 TSI como o melhor (234,5 pontos), à frente do Honda City EXL 1.5 CVT (em 2o lugar, com 220 pontos), do Fiat Cronos Precision 1.8 e do Chevrolet Cobalt Elite 1.8 (03/18)
- VW anuncia oficialmente a decisão de fabricar no Paraná o novo SUV compacto T-Cross, envolvendo investimentos de R$ 2 bilhões na planta industrial (04/18)
- comparado pela revista Carro com Fiat Cronos Drive 1.3 e Chevrolet Prisma LTZ, Virtus MSI foi escolhido como indiscutivelmente o melhor, superando os demais em 12 dos 32 itens considerados, com destaque para projeto, espaço interno, bancos, segurança ativa e passiva, suspensão, velocidade máxima e dirigibilidade (04/18)
- Gol e Voyage 2019 recebem o estilo dianteiro da picape Saveiro e do Gol Track (que sai de linha); apresentados em somente uma versão (sem nome), trazem de série direção hidráulica, ar condicionado, banco do motorista com ajuste de altura, vidros e travas elétricos e rodas de alumínio de 14 ou 15″ (respectivamente para 1.0 e 1.6); o motor 1.0 de três cilindros agora vem com 84/75 cv – 2 cv a mais com álcool (05/18)
- atualização da linha Golf, que passou por alterações técnicas e estéticas; disponível em três versões (Comfortline, Highline e GTI), recebeu novos para-choques, faróis com projetores retangulares e lanternas traseiras de leds; a versão Comfortline recebeu câmbio automático em lugar da caixa manual de seis marchas e teve a potência do motor 1.0 TSI aumentada para 116/128 cv; a versão GTI 2.0 ganhou 10 cv, passando a 230 cv (06/18) [para maiores detalhes sobre o lançamento, clique aqui: Novidades]
- na fábrica de São Bernardo do Campo, inauguração de laboratório de realidade virtual, possibilitando simular a produção de um novo veículo em linha de montagem ainda inexistente (06/18)
- dois conjuntos de avaliações efetuados pela revista Car and Driver comparando o novo Toyota Yaris com os concorrentes equivalentes da Honda e Volkswagen apontaram para os modelos da última como os melhores; foram comparados os hatches Yaris, Fit e Polo e os sedãs Yaris, City e Virtus (06/18)
- revista 4 Rodas escolhe Virtus Comfortline como o melhor, ao compará-lo com os sedãs Honda City LX, Fiat Cronos Precision e o novo Toyota Yaris XL Plus Tech; no mesmo mês, Golf GTI se mostrou superior ao esportivo Honda Civic Si (07/18)
- testado pela revista Autoesporte em conjunto com o esportivo Honda Civic Si, o VW Golf GTI foi avaliado superior em onze dos 19 quesitos considerados (07/18)
- a superioridade do Golf foi confirmada em teste equivalente da revista Carro, onde o VW foi escolhido como o melhor em todos os grandes itens técnicos avaliados (Carroceria, Segurança, Conforto de Rodagem, Propulsão e Comportamento) (07/18)
- linha 2019 chega com todos modelos mais equipados (exceto Fox) e eliminação de algumas versões (take up!, de entrada; Saveiro Trendline e Highline Cabine Dupla e Cross Cabine Estendida); up! recebe luzes diurnas de led em toda a linha e controlador de velocidade nas versões cross Up! e Pepper; Gol e Voyage (em versão única) ganham opção de motor 1.6 MSI de 16 válvulas e 120 cv e – pela primeira vez – câmbio automático (seis marchas com comando manual no volante); Polo e Virtus 1.6 MSI vem com volante multifuncional de série e passam a ter opção de câmbio automático de seis marchas (07/18)
- Polo 1.0 TSI foi o vencedor de teste comparativo efetuado pela revista 4 Rodas com seis outros hatches (Toyota Yaris 1.3, Fiat Argo 1.8, Hyundai HB20 1.6, Chevrolet Onix 1.4, Citroën C3 1.6 e Peugeot 208 1.6) (08/16)
- iniciada a importação do novo sedã Jetta, montado no México com motores TSI fabricados no Brasil (09/18)
- apresentação oficial do T-Cross, primeiro utilitário esportivo nacional da VW; desenvolvido a partir da plataforma do Virtus, é mais longo e mais alto do que a versão europeia, dela diferindo também na grade e para-choques; o carro chega com duas opções de motor flex turbo TSI (1.0 de 116/128 cv e 1.4 de 150 cv), câmbio manual ou automático de seis marchas, suspensão dianteira McPherson e traseira por eixo de torção, freios a disco nas quatro rodas e direção com assistência elétrica; não haverá opção 4×4, apenas tração dianteira; sua carroceria de cinco portas construída com aços de ultra-alta resistência possui porta-malas com capacidade entre 373 e 420 l, dependendo da inclinação do encosto traseiro; o carro terá farta a dotação de itens de segurança, acabamento e conteúdo, a maior parte de série em todas as versões; com índice de nacionalização de 70%, terá a produção regular iniciada em janeiro em São José dos Pinhais (10/18) [para mais informações sobre o lançamento, clique aqui: Novidades]
- Virtus eleito Carro do Ano 2019 por júri constituído pela revista Autoesporte (11/18)
- Fox alcança 2.000.000 de unidades fabricadas (11/18)
- espelhando a dinâmica fase de modernização e expansão que vive no Brasil, a VW ocupou o maior stand do 30o Salão do Automóvel, onde expôs diversos importados, incluindo vários elétricos e híbridos, de série ou conceituais; especial destaque foi dado à gama nacional, com quatro novidades: Polo e Virtus na versão conceitual GTS (motor 1.4 TSI de 150 cv, câmbio automático de seis marchas, rodas de 18″, grade em colmeia com filete vermelho), a ser posta no mercado em 2019; utilitário esportivo T-Cross, primeiro nacional da marca, exposto em local de honra em sua primeira exibição pública; apresentação mundial do conceito Tarok, picape média com quatro portas, teto solar panorâmico, área de carga variável mediante o rebatimento da parte inferior traseira da cabine e opção de tração 4×4, modelo projetado no país e com lançamento previsto para 2020; também a picape argentina Amarok V6 ganhou uma versão especial para o Salão, na cor laranja, desenvolvida no Brasil, com molduras plásticas nos para-lamas, rodas de 17″, pneus de uso misto e snorkel (11/18)
- Volkswagen programa implantar suas primeiras concessionárias digitais no Brasil, atingindo cerca de cem pontos de venda até o fim de 2019; nelas, os clientes poderão conhecer todos os produtos VW por meio de recursos digitais (óculos de Realidade Virtual permitirão conhecer o interior de todos os veículos, enquanto que tótens com tablets e telas sensíveis ao toque fornecerão detalhes dos carros, condições de compra e financiamento e darão acesso ao configurador dos modelos); o objetivo do projeto é viabilizar a existência de concessionárias menores e com menor quantidade de carros em exposição (11/18)
- Polo e Virtus na versão Sense, para clientes com deficiência e comercialização prevista para fevereiro de 2019 (12/18)
- fábrica de Taubaté atinge a produção de 7.000.000 de veículos (12/18)
- com crescimento de 28,6% sobre o ano anterior, VW retoma o segundo lugar em vendas no país, largamente ultrapassando a Fiat (13,2 vs 9,2% de participação); Gol permanece o quarto carro mais vendido e Polo ascende ao sexto lugar; lançamento do sedã Virtus alavanca em 57% as vendas para taxistas (12/18)
2019
- Volkswagen argentina anuncia para o primeiro trimestre do ano o encerramento da produção do modelo Suran (SpaceFox, no Brasil); em seu lugar, será fabricado o novo utilitário esportivo Tarek (01/19)
- VW e Ford anunciam acordo de cooperação internacional para o desenvolvimento de picapes médias, furgões e veículos elétricos e de condução autônoma (01/19)
- iniciada a pré-venda do T-Cross, em três versões: 200 TSI e Comfortline 200 TSI (turbo 1.0 de 128 cv, câmbio manual ou automático de seis marchas) e Highline 250 TSI (turbo 1.4 de 150 cv e câmbio automático de seis marchas) (02/19)
- Polo 1.0 ultrapassa Fiat Argo 1.0 em avaliação comparativa realizada pelo portal Best Cars (02/19)
- negociação trabalhista com o Sindicato dos Metalúrgicos de Taubaté inclui a produção futura de um utilitário esportivo de porte menor do que o T-Cross (02/19)
- novos testes do Latin NCap pioram nota do Fox na avaliação da proteção para passageiros adultos (3 vs 4 no teste anterior, de 2015), ao mesmo tempo que melhoram na proteção para crianças (4 vs 2); T-Cross recebe nota máxima nos testes para passageiros adulto e criança (03/19)
- poucas mudanças na gama VW para 2020: linha up! é renomeada e simplificada, ficando reduzida às versões MPI, Connect e Xtreme (em lugar da move up!, cross up! e Pepper), a primeira com motor 1.0 aspirado e as duas outras 1.0 turbo, todas com quatro portas, caixa manual de cinco marchas (câmbio automatizado deixa de ser fornecido) e sem opcionais; entre as picapes, sai de linha a Saveiro cabine estendida e Robust ganha o mesmo painel das outras versões (04/19)
- T-Cross 250 TSI Highline vence avaliação de 4 Rodas ao ser comparado com os quatro utilitários esportivos mais vendidos do país (Jeep Renegade 1.8 Limited, Honda HR-V 1.8 EXL, Hyundai Creta 2.0 Prestige e Nissan Kicks 1.6 SL Pack Tech; o carro foi o melhor em desempenho, conteúdo e custos (04/19)
- Polo e Virtus chegam, em conjunto, a 200.000 carros fabricadas no país; up! atinge 300.000 unidades (04/19)
- fábrica do Paraná contrata e reabre segundo turno para aumentar produção do T-Cross (04/19)
- T-Cross Comfortline 200 TSI vence por pontos Jeep Renegade Limited 1.8 Flex e Honda HR-V EXL em teste comparativo realizado pela revista Motor Show (04/19)
- Golf 1.0 e 1.4 Comfortline e Highline saem de linha; resta somente a versão GTI (05/19)
- T-Cross (na versão 200 TSI) também foi o melhor no teste seguinte de 4 Rodas, ao ser comparado com outros nove SUVs nacionais (Chery Tiggo 5X T, Citroën Cactus Feel Pack, Ford EcoSport Freestyle, Honda HR-V LX, Hyundai Creta Pulse Plus, Jeep Renegade Sport, Nissan Kicks SV Pack, Peugeot 2008 Griffe e Renault Captur Intense) e dois importados; apesar de ser o mais caro de todos, a revista conclui que “compensa cada centavo investido” (05/19)
- Polo e Virtus 2020 recebem assistente de partida em rampa e controle eletrônico de estabilidade e tração em todas as versões (05/19)
- na fábrica de São Bernardo do Campo, inauguração de laboratório de protótipo virtual para o desenvolvimento de novos produtos (05/19)
- picape Saveiro atinge 1.300.000 de unidades fabricadas (06/19)
- Volkswagen comunica que, a partir de julho, passará a acompanhar a sustentabilidade de seus fornecedores, avaliando condutas sociais, éticas e ambientais (06/19)
- T-Cross vence mais um teste comparativo, este promovido pelo portal Best Cars, ao cotejar a versão Comfortline 200 TSI com Ford EcoSport Titanium Plus e Honda HR-V EXL (06/19)
- Volkswagen conquista o Prêmio REI 2019, do órgão especializado Automotive Business, em cinco categorias: Montadora (pelo maior ciclo de lançamento da indústria), Veículos Premium (Tiguan Allspace, importado), Veículos Comerciais Leves (Amarok V6, importado), Inovação em Distribuição (pelo lançamento da concessionária digital) e Inovação em Gestão (criação de aplicativo para comunicação com os funcionários); do mesmo Grupo, a Volkswagen Caminhões venceu em duas outras categorias (06/19)
- novos opcionais para T-Cross: painel digital para versão Comfortline (antes apenas para Highline) e pintura bicolor, com teto preta ou cinza, para Highline (quando do lançamento, disponível apenas na série especial First Edition) (07/19)
- fábrica de São Carlos exporta cabeçotes de motor 1.0 TSI para a VW alemã (08/19)
- T-Cross Comfortline 1.0 T automático foi o Grande Vencedor da edição 2029 da seleção Melhor Compra, promovida pela revista 4 Rodas (08/19)
- confirmados investimentos de R$ 2,4 bilhões nas unidades paulistas, visando aumento de capacidade e lançamento de novo modelo – um SUV derivado do Polo, identificado como New Urban Coupé; as principais aplicações industriais envolvem aquisição de novas prensas para São Bernardo do Campo, com produtividade quatro vezes maior, e duplicação da linha de usinagem de virabrequins de São Carlos; em paralelo, 100 novos profissionais de engenharia e design foram contratados para a área de desenvolvimento de produtos (08/19)
- lançado no início de 2018, sedã Virtus atinge 100.000 unidades fabricadas (09/19)
- ao mesmo tempo em que mostra as primeiras imagens do Polo e Virtus GTI, a serem lançados em 2020, VW retira Golf GTI de linha (09/19)
- Audi, Volkswagen e Porsche se associam em projeto de implantação de 64 estações de recarga de baterias para carros elétricos nas regiões Sul e Sudeste, a partir de 2020; as 30 primeiras serão instaladas no estado de São Paulo – uma delas para recarga rápida (10/19)
- redução das exportações para a Argentina levam a VW a dar férias coletivas de 20 dias a 1.200 trabalhadores da fábrica de Taubaté (10/19)
- simplificação da gama de picapes Saveiro, que passa a ser oferecida apenas com cabine simples (Robust) e dupla (Robust, Trendline e Cross); saem de linha as versões Highline e cabine estendida (11/19)
- T-Cross 200 TSI Sense, para pessoas com deficiência (11/19)
- fábrica de São Bernardo do Campo chega aos 60 anos: 14 milhões de veículos foram fabricados desde a inauguração da planta, em 1959 (11/19)
- VW mantém o segundo lugar em vendas no país, com crescimento de 10,4% no total comercializado e aumento de participação para 14,6%; também a produção cresceu em 10,5% (12/19)
2020
- lançamento do Polo GTS, com motor turbo flex 1.4 de quatro cilindros com injeção direta e duplo comando de válvulas (1.395 cm3 e 150 cv) e transmissão automática de seis marchas (não há caixa manual); a suspensão foi revista (barra estabilizadora reforçada e eixo traseiro com maior resistência à torção) e reprogramados o controle eletrônico de estabilidade e tração e a assistência elétrica da direção; externamente são novos para-choque dianteiro, grade tipo colmeia, faróis full-led, faróis de neblina, lanternas traseiras escurecidas (também de leds), pequenas saias laterais, defletor traseiro em preto brilhante (assim como as capas dos retrovisores), falsa grade na base do para-choque traseiro, dupla saída de escapamento e rodas de liga de 17″; característico do modelo é o filete vermelho, que cruza a grade e avança pelos faróis; no bem equipado interior, revestimentos em preto, bancos e volante de couro e muitos detalhes em vermelho; há bloqueio eletrônico do diferencial e quatro modos de condução (Normal, Ecológico, Esportivo e Individual), além de um dispositivo que amplifica o som do motor, transmitindo-o por um alto-falante no painel; como opcional, somente sistema especial de áudio (01/20)
- Volkswagen atinge 20 milhões de motores fabricados no Brasil (02/20)
- Virtus conclui teste de 60.000 km da revista 4 Rodas em perfeito estado mecânico e de carroceria, porém com ressalva para falhas de atendimento da rede de concessionárias e para frequente infiltração de água no porta-malas, sem razão lógica aparente (02/20)
- lançamento do Virtus GTS, com as mesmas características mecânicas, estilísticas e de conteúdo do Polo GTS, a menos do discreto spoiler em preto brilhante na tampa da mala e dos filetes inferiores no para-choque traseiro, agora também em preto (02/20)
- ao comparar as novas versões do Chevrolet Onix Plus e Hyundai HB20S ao Fiat Cronos, Toyota Yaris e Volkswagen Virtus, o portal Best Cars escolheu o carro da VW como o melhor, conferindo-lhe a maior nota (isoladamente ou não) em sete dos dez quesitos avaliados (ao Yaris coube a última posição) (03/20)
- devido à entrada em vigor, em janeiro, da nova legislação de segurança veicular que exige a instalação apoios reguláveis para a cabeça e de cintos de segurança de três pontos para todos os passageiros, o modelo up! passa a ser classificado como automóvel para quatro passageiros; Gol e Voyage 2020 já trazem os itens obrigatórios (03/20)
- em decorrência da pandemia do coronavírus, VW concede férias coletivas em suas quatro fábricas brasileiras no período de 23 de março a 13 de abril; ainda em março a paralização foi estendida até o final de abril (03/20)
- para amenizar os efeitos da quarentena, Banco VW prorroga por até 60 dias prazo de pagamento dos financiamentos de carros novos (03/20)
- VW adere a rede nacional, coordenada pelo Senai, para manutenção de ventiladores pulmonares para a rede hospitalar do país; os aparelhos serão reparados na fábrica de São Bernardo do Campo por empregados voluntários da empresa (04/20)
- dificuldade em obter componentes importados em função da pandemia leva a Volkswagen a decidir voltar a elevar o índice de conteúdo nacional em seus veículos (04/20)
- 40o aniversário do Gol – até hoje o automóvel nacional líder de produção e vendas internas e externas, ultrapassando 8.500.000 unidades fabricadas e exportado para 69 países (04/20)
- fábrica de São José dos Pinhais retoma a produção gradual em 18 de maio; as demais permanecem paradas (05/20)
- dia 28 de maio, première virtual mundial do utilitário-cupê Nivus: projetado no Brasil a partir da plataforma MQB (a mesma do Polo, Virtus e T-Cross) e totalmente desenvolvido de forma digital, sem protótipo físico em nenhuma das fases, será produzido em São Bernardo do Campo e na Espanha; além do conjunto motor (1.0 TSI e câmbio automático de seis marchas), pouco foi divulgado sobre suas especificações técnicas; grande relevo foi dado à nova central multimídia VW Play, com tela de 10,1″, totalmente desenvolvida no país (05/20)
- iniciada a produção do Nivus – primeiro utilitário hatch compacto do país – e divulgados os detalhes técnicos e de conteúdo que faltaram quando do lançamento virtual; com dimensões semelhantes ao T-Cross e ao Polo, tem porta-malas de 415 l, respectivamente 11 e 18,5% maior do que nos dois; fornecido nas versões Comfortline e Highline, vem com motor TSI 1.0 turbo flex de três cilindros e 116/128 cv, câmbio automático de seis marchas, suspensão McPherson na frente e por eixo de torção atrás, freios a disco nas quatro rodas e direção com assistência elétrica; a campanha de pré-venda do novo carro foi um sucesso, o primeiro lote de 1.200 unidades esgotando em 24 horas (07/20) [para obter mais informações sobre o lançamento, clique aqui: Novidades]
- atendendo à legislação de segurança, Fox 2021 passa a trazer, de série, cinto de segurança e apoio para cabeça para os três passageiros do banco traseiro e engate para cadeira infantil; Polo Sense, para pessoas com deficiência, é retirado de linha (07/20)
- T-Cross 2021 vem, de série, com monitor de pressão dos pneus, regulagem de altura do facho dos faróis, frenagem automática pós-colisão e a nova central de áudio VW Play com tela de 10,1″, lançada com o Nivus; Polo 1.0 ganha volante com comandos e sistema de áudio com tela de 6,5″, Polo e Virtus Highline retrovisores rebatíveis e Polo e Virtus GTS opção de rodas de 18″ (08/20)
- avaliação comparativa entre Nivus e Chevrolet Tracker, realizada pela revista 4 Rodas, apontou o primeiro como o melhor em seis dos sete itens considerados (Motor e Câmbio, Dirigibilidade, Segurança, Seu Bolso, Conteúdo e Qualidade); graças ao maior espaço interno, o Tracker chegou na frente no quesito Vida a Bordo (08/20)
- T-Cross Sense 2021 perde central multimídia, rodas de 16″ e itens de acabamento para se manter no teto estabelecido para veículos PcD (09/20)
- líder no segmento, T-Cross chega a 100.000 unidades fabricadas no Brasil (10/20)
- up! 2021 perde a versão Xtreme, ficando restrito a duas opções: MPI (motor aspirado de 82 cv) e Connect 170 TSI (turbo de 105 cv); o modelo deixa de ser comercializado na Argentina (10/20)
- VW implanta no Brasil o serviço Sign&Drive de aluguel de longo prazo, com opção de 12 meses (inicialmente para T-Cross 200 TSI) ou 24 meses (Tiguan Comfortline 250 TSI); o valor do contrato inclui documentação, seguro, manutenção preventiva e franquia de 1.800 km/mês; na prática, o contratante passa a ser “proprietário” do veículo por um ou dois anos, sem a burocracia e os custos de propriedade, ao final do contrato podendo renová-lo ou simplesmente devolver o carro, sem ônus (11/20)
- Nivus escolhido Carro do Ano 2021 por júri de 24 jornalistas, coordenado pela revista Autoesporte (11/20)
- retirada de linha a versão de entrada do up!, com motor 1.0 aspirado; Xtreme 170 TSI (1.0 turbo com 101/105 cv) será a única versão disponível em 2021 (11/20)
- Virtus Highline e T-Cross Comfortline e Highline incluídos no programa por assinatura Sign&Drive (12/20)
- Volkswagen mantém trajetória ascendente em vendas internas, aproximando-se ainda mais da líder nacional Chevrolet: enquanto esta manteve a participação inalterada, na casa dos 17,3%, a VW cresceu de 14,6 %, em 2019, para 16,8%; com o T-Cross, a VW chegou ao final do ano liderando na categoria SUV Compacto, com 16%, um ponto percentual à frente do Jeep Renegade (12/20)
2021
- Nivus incluído no programa Sign&Drive (02/21)
- avaliação comparativa do portal Best Cars, analisando quatro “hatches de aventura” nacionais (Fiat Argo Trekking, Honda WR-V EXL, Hyundai HB20X Diamond Plus e VW Nivus Comfortline) revelou empate entre os carros da Volkswagen e Honda; Nivus recebeu a maior nota em seis dos dez itens considerados (isoladamente ou não), perdendo para WR-V somente em Espaço Interno e Consumo (02/21)
- agravamento da pandemia da Covid leva Volkswagen a suspender produção de suas quatro fábricas por 14 dias, de 24 de março a 4 de abril (03/21)
- comparação entre T-Cross Comfortline e o novo Nissan Kicks Exclusive, realizada por Autoesporte, apontou o carro da Volkswagen como o melhor em 10 dos 19 itens considerados (espaço interno, ergonomia, motor, frenagem, desempenho, câmbio, sensação ao volante, seguro, revisões e preço das peças), com empate em quatro (03/21)
- up! sai de linha: o mais atualizado compacto do país, com linhas modernas e funcionais, motor 1.0 turbo com injeção direta e duplo comando produzindo excepcional desempenho e o menor consumo do mercado e primeiro carro da categoria a obter cinco estrelas no teste de segurança Latin NCAP, o modelo não encontrou espaço num mercado avesso à racionalidade e ansioso por modismos (04/21)
- em disputa equilibrada o utilitário T-Cross Highline chegou à frente na avaliação do portal bestcars, ao compará-lo com Jeep Renegade Limited e Peugeot 2008 THP; o carro da VW chegou em primeiro em sete dos dez quesitos considerados, porém somente em um – Consumo – isoladamente (04/21)
- Polo e Virtus 2022 ganham novos opcionais, além de central de áudio VW Play com tela de 10,1″ como item de série nas versões Comfortline, Highline e GTS; também de série, chave presencial para Polo Comfortine e volante ajustável para Virtus MSI (04/21)
- suspensa a produção das fábricas de São Bernardo do Campo, São Carlos e São José dos Pinhais por falta de chips no mercado; os trabalhadores entrarão em férias coletivas por dez dias, a partir de 21 de junho (06/21)
- VW anuncia decisão de criar no Brasil um centro de pesquisa e desenvolvimento de motores a etanol e outros biocombustíveis para uso em veículos híbridos; independente das outras unidades do Grupo, o centro será voltado para a América Latina e mercados emergentes (07/21)
- novas paradas em Taubaté e São Bernardo do Campo por falta de semicondutores; em ambos os casos os operários entrarão entrarão em férias coletivas de 20 dias (2.000 em Taubaté e 1.500 em São Bernardo), com possibilidade de extensão por mais 10 e 20 dias, respectivamente (07/21)
- Taubaté retoma a produção em um turno, continuando o segundo turno suspenso por mais dez dias; permanência da falta de chips mantém São Bernardo do Campo paralisada por mais 20 dias (08/21)
- motivada pela carência de chips no mercado, Volkswagen elimina sistema multimídia com tela de 6,5″ sensível ao toque do modelo Fox, reduzindo seu preço e tornando-o o carro mais barato da marca no país; Nivus 2022 Comfortline ganha quadro instrumentos digital com tela de 8″ como item de série, porém kit multimídia se torna opcional; carregamento de celular por indução passa a ser de série na versão Highline (08/21)
- unidade de Taubaté para pela terceira vez seguida, por mais dez dias a partir de 30 de agosto, desta vez pelo recrudescimento da pandemia da covid-19 na Malásia, de onde são importados os semicondutores; a data de retorno ao trabalho seria prorrogada por mais duas vezes, até 20 de setembro (08/21)
- por falta de procura, VW elimina opção de câmbio manual para T-Cross 200 TSI (09/21)
- em resultado da falta de semicondutores no mercado, sistema multimídia deixa de ser item de série no Fox e nas versões de entrada do Polo, Nivus e Virtus (09/21)
- por falta de barras de direção, a partir de 27 de setembro VW concede férias coletivas de dez dias a três mil empregados de São Bernardo do Campo (09/21)
- a persistência de falta de semicondutores leva a mais uma parada de um turno em Taubaté, onde 800 empregados entraram em férias por dez dias a partir de 27 de setembro (09/21)
- assinatura de carta de intenções com a Unicamp para o desenvolvimento de pesquisas para o uso de etanol em sistemas de propulsão elétrica ou híbrida (09/21)
- Taubaté e São Bernardo do Campo voltam à atividade plena em 13 de outubro, nos dois casos por uma semana a mais do que o planejado (10/21)
- após 18 anos, Fox sai de linha no Brasil; primeiro automóvel brasileiro exportado para a Europa, teve mais de 1,8 milhão de unidades produzidas, cerca de 500.000 delas vendidas no exterior (10/21)
- no mesmo dia em que o último Fox saía de linha, era fabricado o 200.000o T-Cross (10/21)
- em avaliação comparativa entre três dos SUVs 1.0 mais vendidos do país – Chevrolet Tracker Premier, Hyundai Creta Platinum e T-Cross Comfortline -, a revista 4 Rodas escolheu o último como o melhor, com destaque para desempenho e espaço interno (10/21)
- por falta de componentes, VW suspende contrato de trabalho de 1.500 empregados de São Bernardo do Campo e passa a operar em apenas um turno; segundo a legislação a medida poderá durar até cinco meses (11/21)
- VW anuncia novo ciclo de investimentos de R$ 7 bilhões, até 2026, nas fábricas brasileiras e argentinas, destinados ao lançamento de nova família de carros de entrada, ao projeto de nova geração de sistemas multimídia e à busca de alternativas nacionais aos combustíveis fósseis, com o desenvolvimento de motorizações flex e híbridas com base em biocombustíveis (11/21)
- Suspensa por duas semanas a produção em São José dos Pinhais (11/21)
- com mais de três mil carros incompletos por falta de componentes, Taubaté para por mais uma semana em novembro (11/21)
- comparando Nivus Highline ao recém chegado Fiat Pulse Impetus, a revista 4 Rodas escolheu o carro da Volkswagen pelo espaço interno e para bagagens, quantidade de itens de segurança, economia do motor e custo das revisões (11/21)
- Polo, Virtus, Nivus e T-Cross chegam mais equipados a 2022; de série (dependendo do modelo) passam a receber controle de cruzeiro adaptativo, frenagem autônoma de emergência, desligamento automático do motor, ar-condicionado digital e carregador de celular sem fio (11/21)
- Taos (fabricado na Argentina) foi o primeiro carro a obter cinco estrelas segundo as regras mais rígidas dos testes Latin NCAP; o carro atingiu 90% de proteção a ocupantes adultos e infantis e 60,6% a pedestres (12/21)
- VW decide conceder férias coletivas a todas suas quatro fábricas brasileiras, entre dezembro e janeiro, por períodos variando entre 18 a 26 dias (12/21)
- as constantes paralizações por falta de componentes nas unidades brasileiras da VW afetaram fortemente o total produzido e as vendas internas no ano, que recuaram 5,3% com relação a 2020 – ainda assim assegurando o segundo lugar em vendas, com 15,31% de participação (12/21)
2022
- visando reduzir o quadro em 450 trabalhadores, empresa abre Plano de Demissão Voluntária em São Bernardo do Campo (01/22)
- após 45 dias de paralização a produção em Taubaté é retomada em apenas um turno; o segundo turno será reiniciado em abril (02/22)
- por força da entrada em vigor da nova fase do programa de controle de emissões, VW elimina o motor 1.6 (com 8 ou 16 válvulas) de toda a linha Gol, Voyage, Polo e Virtus, substituindo-o pelo 1.0 de três cilindros e 12 válvulas (02/22)
- retomado o segundo turno em São Bernardo do Campo (03/22)
- segundo levantamento realizado pela startup Mobiauto, T-Cross foi o utilitário esportivo que mais valorizou em 2021 (28,41%) (03/22)
- VW e USP assinam memorando de entendimento visando o trabalho conjunto em projetos ligados a semicondutores, hard e software para aplicações automotivas diversas e redução de emissões pelo uso de etanol em motores de injeção direta (03/22)
- Volkswagen lança canal Peças.VW para venda online de peças e acessórios (03/22)
- retomado o segundo turno em Taubaté (04/22)
- dispensa de 25% dos empregados de São Bernardo do Campo, por cinco dias, por falta de semicondutores (04/22)
- Saveiro 2023 com motor 1.6 de duplo-comando e 16 válvulas em todas as versões; para atender às novas normas do Proconve, a potência foi levemente reduzida (106/116 cv); a versão de entrada Robust passa a ter ar-condicionado e vidros e travas elétricas de série; não houve mudanças visuais (04/22)
- suspensão temporária dos contratos de trabalho, por cinco meses, dos trabalhadores do segundo turno de São José dos Pinhais (05/22)
- férias coletivas de 20 dias para 1/3 do quadro de trabalhadores de São Bernardo do Campo por falta de componentes (05/22)
- em avaliação patrocinada pela Volkswagen AG de 14 de suas unidades produtivas no mundo, as três brasileiras foram classificadas entre os seis primeiros lugares; observando questões como qualidade, produtividade, logística e eficiência, as fábricas de Taubaté, São Bernardo do Campo e São José dos Pinhais obtiveram, respectivamente, segundo, terceiro e sexto lugares (05/22)
- VW se propõe a substituir 65% do consumo de gás natural de suas fábricas de Taubaté e São Bernardo do Campo, até 2025, por biogás produzido a partir de resíduos agroindustriais (06/22)
- nova paralização e férias coletivas de dez dias a 3.000 empregados de São Bernardo do Campo por falta de componentes eletrônicos (06/22)
- persistência na falta de peças leva à redução em 24% da jornada de trabalho de 4.500 trabalhadores de São Bernardo do Campo (07/22)
- após quase cinco anos de forte presença na VW brasileira, Pablo Di Si deixa a Diretoria Executiva da VW na América Latina e assume a mesma posição simultaneamente para o Grupo VW nos EUA e a marca Volkswagen na América do Norte (07/22)
- Volkswagen e mais dez empresas alemãs com operações no Brasil (dentre as quais Mercedes-Benz, BMW, Bosch, Siemens e ZF) criam a joint-venture Catena-X para troca de informações sistematizadas sobre a cadeia de suprimentos (07/22)
- por falta de componentes são concedidas férias de 18 dias a 800 empregados e suspenso um dos turnos em Taubaté (08/22)
- VW e Universidade Estadual Paulista (Unesp) formalizam programa de cooperação de 18 meses visando pesquisas e transferência de tecnologia para o uso de fibras naturais no acabamento interno de veículos; o objetivo é obter componentes mais leves e recicláveis no final da vida útil (08/22)
- VW inicia venda de carros elétricos na América do Sul, começando pelo Uruguai, com o modelo 100% elétrico e-up! (08/22)
- Nivus alcança 100.000 unidades fabricadas (09/22)
- após dois meses de jornadas e salários reduzidos, a fábrica de São Bernardo do Campo volta ao regime regular de funcionamento; em Taubaté as restrições permanecem e novo grupo de 800 trabalhadores entra em férias compulsórias de dois meses (09/22)
- Pablo Di Si, Diretor Executivo da VW América Latina e VW América do Norte, recebe o Prêmio Automotive Business 2022 na categoria Liderança/Montadora (09/22)
- em conjunto com Bosch, locadora Localiza e setor sucroalcooleiro, VW participa da criação do programa Abasteça Consciente de incentivo ao uso de etanol (09/22)
- no Rio de Janeiro (RJ), inauguração da primeira concessionária compacta City Store, com área reduzida e maior utilização de recursos digitais (09/22)
- avaliação comparativa da revista Autoesporte entre T-Cross Highline e Honda HR-V EXL aponta o primeiro como o melhor em dez dos 16 quesitos, com destaque para Porta-malas, Motor, Desempenho e Câmbio; Honda foi superior em seis itens, em especial em Acabamento, Consumo e Preço (09/22)
- Nivus ganha cinco estrelas no teste de segurança Latin NCAP, obtendo 92% de proteção para adultos, 92% para crianças, 49% para pedestres e 85% em sistemas de segurança (09/22)
- VW confirma plano de 15 lançamentos na América Latina até 2025, incluindo elétricos e híbridos (09/22)
- apresentação do Polo 2023, com alterações estéticas nos para-choques, grade, faróis e lanternas traseiras e novos bancos e acabamentos internos; o carro perdeu potência e os freios traseiros a disco, agora a tambor; mais barato e menos equipado, terá como missão ser o substituto do Gol; são quatro as versões: MPI (motor 1.0 aspirado de 77/84 cv e câmbio manual de cinco marchas, faróis de leds, quatro airbags, ar-condicionado, controle de estabilidade e tração, frenagem automática, bloqueio eletrônico do diferencial, assistente de partida em rampa, monitor de pressão dos pneus, vidros dianteiros e travas elétricos, volante multifuncional com regulagem de altura e profundidade, central multimídia e rodas de aço de 15″ com calotas), TSI (motor 1.0 turbo de 109/116 cv, mais painel digital com tela de 8″, vidros traseiros e retrovisores elétricos, sensor de ré e rodas de liga de 15″), Comfortline (câmbio automático de seis marchas, mais piloto automático, borboletas no volante, chave presencial com partida por botão e volante de couro) e Highline (incluindo sensor de chuva, acendimento automático dos faróis, ar-condicionado digital, painel digital com tela de 10,25″, sensor de estacionamento dianteiro, câmera de ré, bancos e portas revestidos de couro e rodas de liga de 16″; o Polo 2023 estreia no Brasil o novo visual do logotipo VW (09/22)
- inauguração de Centro de Pesquisa & Desenvolvimento de Biocombustíveis para a América Latina Way to Zero Center, junto à fábrica de São Bernardo do Campo; além de melhor explorar o etanol como solução de descarbonização, o centro se dedicará a outros temas ligados ao produto, como reciclagem, eficiência energética e de pneus (09/22)
- lançamento do Polo Track, a ser comercializado pelo mesmo preço do Gol (40 cm mais curto e 20 cm mais estreito); proposto como versão “de entrada” da linha, chega com motor 1.0 MPI (aspirado) de 75/84 cv, câmbio manual de cinco marchas e somente o conteúdo essencial: quatro airbags, controle eletrônico de estabilidade e tração, assistente de partida em rampa, ar-condicionado, vidros elétricos na dianteira e travamento remoto das portas; esteticamente difere das demais versões pela grade, faróis e para-choques (com ângulos de entrada e saída maiores), pelas calotas das rodas de aço de 15″ e pelos acabamentos em preto fosco nos retrovisores, maçanetas e arcos plásticos das rodas; ao contrário do novo Polo, produzido em São José dos Campos, o Polo Track sairá da fábrica de Taubaté (11/22)
- novo Polo obtém apenas três estrelas no teste de segurança Latin NCAP, com 73,21% de proteção para ocupante adulto, 71,33% para criança, 51,41% para pedestres e 58,14% em assistência à segurança (11/22)
- VW informa estar desenvolvendo projeto de carro compacto híbrido por equipes de engenharia da VW do Brasil, Argentina e Índia e da tcheca Škoda, que lidera o desenho de plataforma própria (11/22)
- por duas décadas e meia o automóvel mais vendido no país, com quase sete milhões de unidades produzidas desde o lançamento em 1980, o Gol deixa a linha de montagem de Taubaté; também o sedã Voyage tem a produção encerrada (12/22)
- VW volta a perder para a GM o segundo posto entre os maiores fabricantes; em termos quantitativos foi a marca que mais perdeu mercado em 2022, com queda de 11% nos emplacamentos e recuo de 15,3 para 13,7% na participação; dois modelos encerraram o ano entre os dez mais vendidos (Gol e T-Cross, em 6o e 8o lugar) e outros quatro constaram dos “50 mais” (Nivus, Voyage, Saveiro e o argentino Taos, em 20a, 22a, 27a e 41a posição) (12/22)
2023
- após 20 dias de férias coletivas, VW volta a produzir em dois turnos na fábrica do ABC (01/23)
- apresentação do Polo GTS, cm motor 1.4 turbo de 150 cv e câmbio automático de seis marchas; levemente diferente no exterior (padrão da grelha das grades dianteiras, filete vermelho característico do modelo em paralelo a um filete de leds ligando os faróis, luzes de neblina em leds no para-choque dianteiro, arremate na parte inferior do para-choque traseiro na cor da carroceria, novo aerofólio traseiro, rodas de 18″), tem novos faróis IQ Light (estreados no argentino Taos), interior escurecido com detalhes em vermelho, detalhes de couro no painel e costuras vermelhas nos bancos e volante; sem itens opcionais, traz ar-condicionado automático com saídas para o banco traseiro, quadro de instrumentos digital, central multimídia com tela de 10,1″ e carregador de celular por indução (01/23)
- revisão visual do Virtus, que chega com para-choques, grade, faróis, capô, lente das lanternas traseiras e rodas com novo desenho; internamente são novos revestimento e bancos, volante (do Nivus) e carregador de celular por indução; foi eliminada a versão GTS e introduzidas duas com motor 1.0; são cinco as opções: 170 TSI (109/116 cv) com câmbio manual ou automático e freios traseiros a tambor, 200 TSI Comfortline e Highline (116/128 cv) e 250 TSI Exclusive (150 cv); com a gama ampliada, a VW espera atrair tanto o interesse de locadoras e taxistas, como de parcelas superiores do mercado, que buscam sedãs de maior porte (02/23) [Maiores detalhes sobre o lançamento você encontra aqui: Novidades.]
- por falta de semicondutores, fábricas de São Bernardo do Campo, São José dos Pinhais e São Carlos entram em férias coletivas por dez dias (02/23)
- VW informa ter obtido lucro nas operações brasileiras pelo terceiro ano consecutivo (02/23)
- VW moderniza a fábrica de Taubaté, preparando-a para receber toda a linha Polo e liberando São Bernardo do Campo para novos modelos (02/23)
- VW produzirá em São Bernardo do Campo matrizes e peças estampadas para a Scania (02/23)
- Taubaté paralisa produção por mais dez dias por falta de chips (03/23)
- Volkswagen brasileira chega aos 70 anos com 478 concessionárias, quatro unidades fabris, 12.900 empregados e mais de 25 milhões de carros produzidos – quase 4,2 milhões exportados para mais de 40 países (03/23)
- por falta de componentes, concessão de férias coletivas na fábrica paranaense por mais 23 dias; para ajustar o fornecimento às outras unidades, o terceiro turno da fábrica de motores de São Carlos também entra em férias coletivas de 20 dias (04/23)
- VW programa suspensão do segundo turno em São José dos Pinhais, por cinco meses a partir de junho (04/23)
- aumento da demanda pela picape Saveiro gera contratação de cem empregados temporários em São Bernardo do Campo (04/23)
- chefe de design da VW para a América do Sul, José Carlos Pavone passa a também a ser responsável pela América do Norte, assumindo os escritórios da empresa nos EUA e México (05/23)
- VW cria fintech Vou, com o objetivo de dar acesso a crédito para seus cerca de 2.200 fornecedores e 478 concessionárias (05/23)
- ao avaliar os modelos nacionais e importados disponíveis no país e classificá-los em oito categorias, a revista Autoesporte apontou Saveiro como o a picape mais barata do mercado (05/23)
- poucas horas após a publicação da Medida Provisória federal visando incentivos temporários para aquisição de carros populares, a Volkswagen divulgou sua tabela de descontos: onze versões dos modelos Polo, Virtus, Saveiro e T-Cross tiveram o preço reduzido entre R$ 3.790 e R$ 9.000, frente aos de R$ 8.000 definidos pelo governo (06/23)
- visando tornar “mais robustas as finanças do grupo“, a administração central da Volkswagen propõe corte de três bilhões de Euros nas operações das marcas Audi, Seat, Škoda e Volkswagen; a filial brasileira não seria atingida (06/23)
- Volkswagen comemora a produção de 25 milhões de veículos no Brasil, 4,1 milhões dos quais exportados (06/23)
- embora ainda sem prazo para lançamento de seu híbrido flex brasileiro, VW informa já estar em andamento prospecção do mercado de componentes para maximizar a nacionalização do veículo (06/23)
- alegando fraca demanda VW anuncia suspensão da produção na última semana do mês em três fábricas: nos dois turnos de São Bernardo e Taubaté e em São José dos Pinhais; no Paraná, o segundo turno foi suspenso no início do mês, devendo prolongar por até mais cinco (06/23)
- ao fim do programa federal de descontos na compra de veículos populares, a VW foi a segunda em resultados, com 18.452 automóveis e comerciais leves vendidos, bastante atrás da Fiat (30.887) e antes da Chevrolet (15.831); Polo Track foi o terceiro modelo mais vendido (4.690 unidades), depois do Fiat Mobi Like (5.604) e Chevrolet Onix LT (4.741) (07/23)
- VW lança seus dois primeiros modelos elétricos no Brasil, ambos importados da Alemanha: o utilitário esportivo ID.4 na versão intermediária Pro Performance (disponível somente através do programa de assinaturas Sign&Drive) e a Kombi ID.Buzz (70 unidades para teste de mercado) (07/23)
- novas paradas de uma semana no primeiro turno de São José dos Pinhais e São Bernardo do Campo (07/23)
- ao mesmo tempo em que retoma a produção no Paraná, VW concede férias coletivas de dez dias para os dois turnos de Taubaté (07/23)
- teste comparativo da revista 4 Rodas entre Virtus Highline e Honda City Touring escolhe o primeiro, por apresentar economia de combustível e desempenho levemente superiores, melhor conectividade, maior conteúdo tecnológico e custo de compra e de uso mais baixos (07/23)
- Virtus 2023 conquista cinco estrelas nos testes de colisão Latin NCap, com proteção de 92% para crianças e adultos, 52% para pedestres e índice de 66% em sistemas de segurança (07/23)
- obtenção de empréstimo pela Finep, destinado a projetos de descarbonização, indústria 4.0 e transformação digital e eletrônica dos veículos produzidos no País (08/23)
- Polo Track recebe apenas três estrelas nos testes de colisão Latin NCap, com proteção de 73% para adultos, 71% para crianças, 51% para pedestres e índice de 58% em sistemas de segurança (07/23)
- alterações na linha Saveiro 2024, apresentada nas versões Robust (cabine simples e dupla), Trendline (cabine simples) e na nova Extreme (cabine dupla, em lugar da Cross): mantendo as mesmas arquitetura e mecânica, foram inseridas mudanças no capô, para-choques, grade e lanternas traseiras, além de, dependendo da versão, faixas pretas nas laterais e na tampa traseira; a suspensão dianteira foi elevada em 10 mm e todas as versões passam a vir com freios a disco nas quatro rodas, controle eletrônico de estabilidade, assistente de partida em rampa e sensor de estacionamento traseiro (08/23)
- GM, Toyota e Volkswagen publicam carta contra a prorrogação dos Regimes Automotivos [de benefício fiscal] do Nordeste e Centro-Oeste, em análise pelo Senado Federal (11/23)
- retomado o segundo turno em São José dos Pinhais, com 430 empregados com contratos suspensos desde junho retornando ao trabalho (11/23)
- importantes decisões resultam de ciclo de negociações entre a Volkswagen e os respectivos Sindicatos dos Metalúrgicos em torno da manutenção do emprego: aporte de R$ 1 bilhão adicional ao programa de investimentos em curso, a ser aplicado nas quatro fábricas brasileiras da marca; produção de dois modelos híbridos flex em São Bernardo, um SUV compacto em Taubaté, nova picape no Paraná e motor 1.5 híbrido-flex em São Carlos; em São Bernardo, Taubaté e São Carlos, aprovação da extensão do acordo coletivo de trabalho por mais cinco anos, assegurando estabilidade dos empregos até 2028; em São Bernardo, contratação de 111 profissionais de engenharia para desenvolvimento dos híbridos e efetivação e 150 operários com contrato temporário a vencerem em dezembro próximo; em Taubaté, contratação de mais 137 funcionários para a produção do novo modelo (11/23)
- Volkswagen é eleita Empresa do Ano pelos participantes do Congresso AutoData Perspectivas 2024 (11/23)
- Volkswagen é a primeira empresa do setor a obter o Certificado Lixo Zero em todas suas operações brasileiras; também conquistou o Selo Ouro em emissões de gases – nível mais alto do programa (11/23)
- lançamento do Certificado de Veículos Clássicos, documento que reconhece as características originais de fabricação e identifica a data em que o automóvel saiu da linha de fabricação; já disponível na Europa, Canadá e EUA, inicialmente estará disponível para as primeiras Kombis nacionais, para TL e Gol 1300; nas primeiras 48 horas após o lançamento, mil pedidos de emissão do Certificado foram recebidos pelo fabricante (12/23)
- contratos de assinaturas de carros VW pelo serviço Sign&Drive crescem acima de 250% em 2023 (12/23)
- com 344.996 unidades vendidas em 2023 e a marca que mais cresceu no ano (75.885 veículos, ou 28,2%), VW reconquista o segundo lugar entre os maiores fabricante de automóveis do país, com 15,8% de participação; teve dois modelos em primeiro lugar em suas categorias (Polo e T-Cross) e sete na lista dos 50 mais vendidos do país: Polo, T-Cross, Nivus, Saveiro e Virtus (respectivamente em segundo, sétimo, 13o, 18o e 27o lugares), além dos importados da Argentina Taos e Amarok (em 38o e 50o lugares) (12/23)
2024
- anúncio de novo ciclo de investimentos no Brasil, totalizando R$ 9 bilhões para o período 2024-2028, destinados ao lançamento de nova plataforma híbrida e novo motor flex híbrido, à produção de quatro modelos inéditos (dois em São Bernardo do Campo, um em Taubaté e um em São José dos Pinhais) e à modernização fabril; as quatro plantas brasileiras receberão recursos (02/24)
- especialmente para a visita do Presidente Lula à fábrica de São Bernardo do Campo, a 2 de fevereiro, Departamento de Produto da VW desenvolve o projeto conceitual Virtus Cabrio; 30 profissionais estiveram envolvidos no processo, concluído em seis semanas; com motor 1.4 de 150 cv e câmbio automático de seis marchas, além de ter teto e colunas B e C retiradas e a estrutura reforçada, o carro teve o espaço em torno dos assentos traseiros ampliado, o piso rebaixado e ganhou bancos com novo desenho e uma barra horizontal de apoio para ocupantes de pé (02/24)
- baixa demanda pelo modelo elétrico ID.4 por assinatura leva VW a reduzir em 30% a mensalidade do serviço Sign&Drive (02/24)
- na feira Expodireto Cotrijal, lançamento da versão Polo Robust, para vendas diretas e clientes do agronegócio; baseado na versão Track, teve a suspensão elevada e os acabamentos interno e externo simplificados; conta com dois pacotes de acessórios: um com capas para os bancos em vinil, tapetes de borracha para o assoalho e protetor de grade; o segundo adiciona tapete de borracha no porta-malas e engate para reboque; o modelo não dispõe de rádio, antena, volante multifuncional e porta-objetos (03/24)
- Volkswagen argentina volta a produzir após três meses parada (03/24)
- retomada a produção em São José dos Pinhais, após férias coletivas de 20 dias para os dois turnos (03/24)
- Volkswagen se inscreve no programa federal Mover – Mobilidade Verde e Inovação, e é uma das primeiras 23 empresas habilitadas (04/24)
- problemas logísticos decorrentes das inundações e chuvas persistentes no Rio Grande do Sul levaram a VW a conceder férias coletivas e suspender preventivamente, por dez dias, as operações em suas três fábricas paulistas (05/24)
- apresentação do T-Cross 2025, que passa por seu primeiro facelift, com alterações estéticas definidas no Brasil; mudaram para-choques, grade, rodas e a distribuição interna dos elementos dos faróis e lanternas traseiras, agora unidas por um filete iluminado; no interior mudaram a central multimídia e detalhes do revestimento de portas e painel; o conteúdo foi incrementado, a pintura bicolor permanecendo item opcional; a mecânica continua a mesma (motores 1.0 turbo de 128 cv ou 1.4 turbo de 150 cv e câmbio automático de seis marchas), bem como as versões (200 TSI, Comfortline 200 TSI e Highline 250 TSI) (05/24) [Mais detalhes obre o lançamento você encontra aqui: Novidades]
- com o fornecimento de peças limitado pela catástrofe climática no Rio Grande do Sul e para evitar cortes na produção, Volkswagen se volta para a importações de alguns componentes a partir da Alemanha, México, EUA e China (05/24)
- R$ 3 bilhões de investimentos na fábrica de São José dos Pinhais, visando o lançamento de uma picape média inédita e a implantação de linha de montagem do sedã Nivus, que passará a ter produção compartilhada com São Bernardo do Campo, que fornecerá ao Paraná as carrocerias armadas do modelo; com as inversões a Volkswagen também tem a intenção de transformar a planta paranaense (onde também são produzidos T-Cross e Audi) em hub de exportação (06/24)
- Volkswagen alemã investirá cinco bilhão de dólares na empresa norte-americana fabricante de carros elétricos Rivian (um bilhão dos quais gastos em participação acionária) com o objetivo de desenvolvimento conjunto de softwares e sistemas (06/24)
- na Argentina, iniciada a produção da terceira geração da picape Amarok (07/24)
- VW encerra primeiro semestre com T-Cross reafirmando sua liderança em utilitários esportivos e Polo no primeiro lugar em vendas diretas no atacado; no mesmo período as exportações cresceram 36% com relação aos seis primeiros meses de 2023, na contramão do mercado, que recuou 21,7% (07/24)
- VW alemã condiciona novos investimentos na Argentina à melhora da situação econômica do país (08/24)
- VW informa que R$ 13 bilhões serão aplicados até 2028 em suas três fábricas paulistas (São Bernardo do Campo, Taubaté e São Carlos); o valor compreende recursos de dois programas de investimentos, anunciados em 2021 e 2024 (08/24)
- criação da página @garagem.volkswagen no Instagram, dedicada aos modelos clássicos brasileiros da marca (09/24)
- VW aproveita festival Rock in Rio para divulgar as primeiras imagens do futuro utilitário esportivo compacto a ser produzido em Taubaté em 2025 (09/24)
- T-Cross recebe nota máxima no teste de segurança Latin NCAP: cinco estrelas nos quesitos proteção de adultos, crianças e pedestres e em segurança ativa (09/24)
- VW obtém R$ 304 milhões de financiamento do BNDES para aplicação em digitalização desde a fase de projeto de veículos até as atividades industriais e o pós-venda, abrangendo conectividade, automação, inteligência artificial e tecnologias da Indústria 4.0 (09/24)
- Nivus 2025 chega com mudanças de estilo (acompanhando a identidade visual dos modelos alemães) e de conteúdo; externamente são totalmente novos para-choques, grade, faróis, rodas e lanternas, além dos filetes luminosos de leds unindo faróis e lanternas traseiras; o carro recebeu novos materiais de acabamento de bancos e painéis das portas e teve incrementadas conectividade da central multimídia e interatividade com o veículo; enquanto que a versão Comfortline ganhou ar-condicionado digital, chave presencial e partida do motor por botão, Highline passou a vir com novos itens de assistência à condução, como piloto automático adaptativo, alerta de colisão frontal, frenagem autônoma de emergência, assistente de permanência em faixa, sensor de pontos cegos e assistentes de saída de vagas e de estacionamento automático; nada mudou na mecânica; nova versão GTS 1.4 turbo (da qual foram fornecidas as primeiras imagens) foi anunciada para 2025 (10/24)
- confrontado pela revista 4 Rodas com quatro concorrentes com motor 1.0 turbo (Citroën Aircross Shine, Fiat Fastback Audace, Peugeot 2008 GT [argentino] e Renault Kardian Première Edition), T-Cross 200 TSI foi escolhido como a melhor opção; embora não sendo superior em todo os quesitos, “vence por direcionar seus esforços em pontos mais relevantes e, assim, ter o melhor conjunto em termos racionais” (bom espaço, bom consumo, melhor multimídia e pacote de segurança) (10/24)
- na contramão do setor, cujas exportações recuaram 7,6% nos dez primeiros meses do ano, VW cresceu 48,7% no período, respondendo por mais de 1/4 (25,3%) das vendas externas totais dos fabricantes; estes foram os melhores resultados desde 2018 (11/24)
- revelado o nome do novo utilitário esportivo a ser lançado em 2025: Tera (11/24)
- lançamento de novas versões de entrada para Virtus e T-Cross: com motor 1.0 turbo de 116 cv e câmbio manual de cinco marchas, sedã Virtus Sense vem, de série, com seis airbags, painel digital com tela de 8″, volante multifuncional, faróis e lanternas de leds, assistente de partida em rampas, alerta de frenagem de emergência, frenagem automática pós-colisão e bloqueio eletrônico do diferencial; equipado com motor 1.0 turbo de 128 cv e câmbio automático de seis marchas, T-Cross Sense traz, adicionalmente, coluna de direção com regulagens de profundidade e altura, central multimídia com tela de 10,1″, sensor de fadiga, frenagem autônoma de emergência com detecção de pedestres e sensor de estacionamento traseiro (11/24)
- VW comemorar os 65 anos da fábrica de São Bernardo do Campo, de onde já saíram 14,7 milhões de veículos – 57% do total até hoje produzido pela empresa no Brasil (11/24)
- ao contrário da matriz alemã, pelo quarto ano consecutivo a VW brasileira chega com lucro ao final do exercício financeiro (11/24)
- VW inaugura escritório de relações governamentais em Brasília, representando todas as marcas do grupo no Brasil (Audi, Ducati, Porsche, Volkswagen, VWCO e VW Finacial Services) (12/24)
- VW disponibiliza serviço de blindagem de fábrica Vale+, tanto para venda de veículos novos como para locação (12/24)
Séries especiais
Passat 4M (10/77), Fusca Série Prata (10/79), Passat Série Especial 1.6 (09/81), Gol Copa (06/82, 06/94, 04/02, 03/06), Passat Sport (08/83), Fusca 25 Anos (01/84), Voyage e Parati Plus (01/84), Voyage Los Angeles (07/84), Fusca Série Especial (10/84), Passat Plus (11/84), Gol Plus (11/85), Santana Evidence (09/87, 09/89), Gol Star (10/89), Parati Plus e Quantum Sport (12/89), Santana Executivo (02/90), Apollo Vip (09/91), Santana Sport (07/93), Gol Rolling Stones (01/95), Logus Wolfsburg Edition (08/95), Saveiro Summer (12/95, 12/00, 02/01, 10/01), Gol e Parati Atlanta (04/96), Fusca Série Ouro (06/96), Parati Club (06/97), Gol Série Ouro (06/00, 04/01), Parati Summer (12/00, 02/01), Gol, Parati e Saveiro Fun (04/01), Gol Trend (10/01), Parati Tour (11/01), Gol Highway (01/02), Gol Sport (03/02), Golf 337 (04/02), Golf Black and Silver (04/02), Saveiro City (04/02), Saveiro Super Surf (09/02, 04/06), Gol Generation (09/02, 04/04), Gol Jubileu (10/02, para exportação), Golf Trip (12/02), Golf VR6 (03/03), Gol Highway II (03/03), Polo Next (05/03), Golf Sport (06/03, 08/04), Parati Track & Field (01/04, 03/06), Gol Rallye (09/04, 10/07, 09/10), Polo Ouro (08/04), Polo Sedan Evidence (04/05), Kombi Série Prata (12/05), Golf Flash (02/06), Saveiro Titan (10/07), Kombi Edição 50 Anos (12/07), Parati e Saveiro Surf (12/07), Fox Route (06/07), Golf Tech e Fox Extreme (04/08), SpaceFox Route (04/09), Fox Sunrise (05/09), Golf Black Edition (12/09), Gol Seleção (04/10), Golf Limited Edition (11/10), Gol Vintage (02/11), Fox e Gol Rock in Rio (09/11), Fox Rock in Rio (08/13), Kombi Last Edition (09/13), Gol, Fox e Voyage Seleção (12/13), Saveiro Surf (10/14), Gol, Fox e Saveiro cabine-dupla Rock in Rio (05/15); up! speed up! (07/15); up! e Fox Run (09/16); Cross Fox Urban White (11/16); up! Connect (04/17); Polo e Virtus Beats (08/18); T-Cross First Edition (04/19); Nivus Launching Edition (06/20); Gol Last Edition (11/22); Polo Track 1st Edition (02/23); T-Cross The Town (07/23); Polo Rock in Rio (06/24)
Importados
Golf (do México, desde 02/94), Passat (Alemanha, 01/95), Polo Classic (Argentina, 01/97), New Beetle (México, 12/99), Van (Argentina, 02/99), Bora (México, 10/00), Touareg (Alemanha, 10/05), SpaceFox (Argentina, 03/06), Polo GTI (Alemanha, 12/06), Jetta (México, 12/06, 06/17), Eos (Portugal, 03/09), Tiguan (Alemanha, 06/09), picape média Amarok cabine-dupla (Argentina, 06/10), Space Cross (Argentina, 10/11), Amarok cabine-simples (Argentina, 12/11), novo Fusca (México, 10/12), CC (Alemanha, 02/13), Golf GTI (Alemanha, 10/13), Tiguan Allspace (México, o3/18), Golf Variant (México, 06/18), novo Jetta (México, 09/18), Jetta GLI (México, 06/19), Golf GTE híbrido (Alemanha, 11/19), Taos (Argentina, 05/21), elétrico ID.4 (Alemanha, 07/23), elétrico ID.Buzz (Alemanha, 07/23)
Outras premiações e distinções (modelos nacionais)
Volkswagen (seleção “O Melhor em Nossos Carros”, categorias Motor, Câmbio, Direção, Partida a Frio, Bancos Dianteiros, Valor de Revenda e Comandos Manuais; 4 Rodas fev/88); Santana GLS 2000i (Eleito do Ano de Quatro Rodas; 4 Rodas fev/92); Herbert Demel (Presidente; Personalidade do Ano; Prêmio AutoData 2000); Gol 1.0 16v Turbo (O Melhor Carro do Brasil 2001, Categoria Popular; revista Carro); Golf 1.6 (Melhor Compra 2001, categoria carros até 30.000 reais; 4 Rodas); Polo Sedan 1.6 (Melhor Compra 2003, categoria carros de 30.000 a 35.000 reais; 4 Rodas); Polo Sedan 1.6 (Melhor Compra 2004, categoria carros de 35.000 a 40.000 reais; 4 Rodas); Fox City Total Flex e Fox 1.6 Total Flex (Qual Comprar 2005, categorias Hatches 1.0 Top, Hatches Compactos Top e A Escolha do Ano; Autoesporte); Fox Plus 1.6 Total Flex (Melhor Compra 2005, categoria carros de 30.000 a 35.000 reais; 4 Rodas); Fusca, Gol, Passat e Brasília (20 Carros que Marcaram Nossa História, categoria Top 10 Nacionais; 4 Rodas, set/05); Fox Plus e Fox 1.6 Total Flex (Qual Comprar 2006, categorias Hatches 1.0 Top, Hatches Compactos Top e A Escolha do Ano; Autoesporte); Crossfox (O Melhor Carro do Brasil 2006, categoria Compacto; Carro); Crossfox 1.6 (Melhor Compra 2006, categoria Utilitários e Fora-de-Estrada Leves; 4 Rodas); SpaceFox e Fox (As 10 Escolhas de Autoesporte 2006, categorias Família e Urbano; Autoesporte); Fox (Best Cars 2007, categoria Compacto; Carro); Fox City, Fox 1.6 Total Flex e Polo 1.6 Total Flex (Qual Comprar 2007, categorias Hatches 1.0 Top, Hatches Compactos Top e Compactos Top; Autoesporte); Polo 1.6, Crossfox 1.6, Polo Sedan 1.6 Total Flex e SpaceFox 1.6 Comfortline (Melhor Compra 2007, categorias 35.000 a 40.000 Reais, 40.000 a 50.000 Reais e Peruas Pequenas; 4 Rodas); Polo Sedan (Os Eleitos 2007, categoria Sedã Compacto; 4 Rodas); Volkswagen (Prêmio AutoData 2007, categoria Responsabilidade Ambiental; AutoData); Gol Power 1.6 (Melhor Compra 2008, categorias 35.000 a 40.000 Reais e geral; 4 Rodas); Polo Sedan e SpaceFox (Destaques Motor Show 2007, categorias Sedã Compacto e Station Compacta; Motor Show); Volkswagen (Empresa do Ano 2008; IstoÉ Dinheiro; Novo Gol (Prêmio AutoData 2008, categorias Estratégia de Marketing e Veículo Automóvel; AutoData); Gol (O Carro da Década; Abiauto); Novo Gol (Destaques Motor Show 2008, categoria Hatch Pequeno; Motor Show); Gol 1.0 e 1.6, Voyage 1.0 e 1.6 (Qual Comprar 2009, categorias Hatches 1.0, Hatches Compactos, Sedãs Compactos, Sedãs Compactos Top e geral [Voyage 1.6]; Autoesporte); Novo Fox, Voyage I-Motion e Polo Bluemotion (Destaques Motor Show 2009, categorias Hatch Pequeno, Sedã Pequeno e Carro Verde; Motor Show); Gol I-Motion e Voyage I-Motion (Os 10 Melhores Lançamentos de 2009, categorias Popular e Sedã Pequeno; Carro); Voyage e Golf (Os Eleitos 2009, categorias Sedãs Compactos e Hatches Médios; 4 Rodas); Gol EcoMotion (Carro Verde do Ano 2011; Autoesporte); Volkswagen (Best Cars 2010, categoria Melhor Negócio; Carro); Saveiro (Os Eleitos 2010, categoria Picapes Leves; 4 Rodas); Volkswagen (Best Cars 2011, categoria Melhor Negócio; Carro); Saveiro Cross (“A Melhor Picape”, 10 Best 2010; Car and Driver); Saveiro (Os Eleitos 2011, categoria Picapes Leves ; 4 Rodas); Gol (Melhor Compra 2013, categoria Hatch de Entrada; Autoesporte); Motor 1.0 de 3 cilindros (“Motor do Ano de 2014”; Autoesporte); Move up! 1.0 (Melhor Compra 2014, categoria Carros até R$ 30.000; 4 Rodas); Golf (Os Eleitos 2014, categorias Hatches Médios e geral; 4 Rodas); up! (Qual Comprar 2014, categoria Hatch de Entrada; Autoesporte); up! (Melhor Compra da Categoria 2015; Autoesporte); Take up! 1.0 (Melhor Compra 2014, categoria Carro até R$ 35.000; 4 Rodas); up! e Saveiro (Os Eleitos 2015, categorias Hatches de Entrada e Picapes Leves; 4 Rodas); Golf 1.4 TSI Highline (Qual Comprar 2015, categoria Hatch Médio; Autoesporte); take up! 4 portas (Compra Certa 2015, categoria Até 35.000 Mil; Car and Driver); take up! 4 portas e Golf Comfortline 1.4 (Maior Valor de Revenda 2015, categorias Entrada e Hatch Médio; Auto Fácil); up! 1.0 TSI (Motor do Ano 2016; Autoesporte); Golf (Best Cars 2016, categoria Hatch Médio; Carro); up! 1.0 TSI, Golf 1.4 e Jetta 2.0 TSI (Compra do Ano 2016, categorias Hatch Compacto, Hatch Médio e Sedã Premium; Motorshow); up! 1.0 TSI (Qual Comprar 2016, categoria Hatch Compacto; Autoesporte); take up! 1.0 4 portas, Saveiro Trendline CD 1.6 e Golf GTI 2.0 turbo (Melhor Compra 2016, categorias Carro até R$ 37.000, Picape Média e Intermediária até R$ 60.000 e Esportivo até 300 cv; 4 Rodas); up! TSI (Melhor Carro Compacto; Car Awards Brasil 2016, Car Magazine); Golf (Os Eleitos 2016, categorias Hatches Médios e Grande Campeão; 4 Rodas); Up! e Golf (19a Eleição dos Melhores Carros [2016], categorias Melhor Hatch Pequeno – Classe 1 e Melhor Hatch Médio; Best Cars); up! TSI (Compra do Ano 2017, categoria Subcompacto; Motor Show); Golf (Best Cars 2017, categoria Hatch Médio; Carro); take up! 1.0 (Menor Custo de Uso 2017, categoria Hatch Compacto; 4 Rodas); Saveiro Trendline CS 1.6 (Melhor Compra 2017, categoria Picape Leve e Intermediária; 4 Rodas); up!, Polo e Golf (20a Eleição dos Melhores Carros [2017], categorias Melhor Hatch Pequeno – Classe 1, Melhor Hatch Pequeno – Classe 2 e Melhor Hatch Médio; site Best Cars); Polo (Veículo Abiauto 2017); up! TSI e Polo (Best Cars 2018, categorias Compacto e Compacto Premium; Carro); Polo e Virtus (Qual Comprar 2018, categorias Melhor Hatch Compacto e Melhor Sedã Compacto; Autoesporte); VW e Virtus (Prêmio REI – Reconhecimento à Excelência e Inovação 2018, categorias Montadora do Ano e Veículo de Passageiros; Automotive Business); Polo 1.0, Virtus Comfortline 1.0 TSI automático, Saveiro Robust CS 1.6 e Saveiro Robust 1.6 (Melhor Compra 2018, categorias Carros até R$ 50.000, Carros até R$ 80.000, Picapes Médias e Intermediárias até R$ 60.000 e Utilitários – Picapes Leves; 4 Rodas); up!, Polo e Virtus (Os Eleitos 2018, categorias Hatches Pequenos, Hatches Premium e Sedãs Compactos + Grande Campeão; 4 Rodas); Polo e Virtus (Qual Comprar 2019, categorias Melhor Hatch Compacto e Melhor Sedã Compacto; Autoesporte); T-Cross e Virtus Comfortline 1.0 T automático (Melhor Compra 2019, categorias SUVs até R$ 100.000 e Grande Vencedor, e Carros até R$ 100.000; 4 Rodas); Virtus (Os Eleitos 2019, categoria Sedãs Compactos; 4 Rodas); Up!, Fox, Voyage, Saveiro cabine estendida e Saveiro cabine simples (Melhor Valor de Revenda 2020, categorias Hatch Subcompacto de Acesso, Hatch Compacto de Acesso, Sedã Compacto de Acesso, Picape Compacta e Picape Compacta Comercial; 4 Rodas); Nivus, Nivus Highline 200 TSI e Polo GTS 250 TSI automático (Melhor Compra 2020, categorias Geral, SUVs até R$ 100.000 e Esportivos até 250 cv; 4 Rodas); up!, Polo e Virtus (Os Eleitos 2020, categorias Hatches Compactos, Hatches Compactos Premium e Sedãs Compactos; 4 Rodas); Nivus Highline 200 TSI (Qual Comprar 2020, categoria SUV Compacto; Autoesporte); Gol (Melhor Revenda 2021, categoria Hatch Compacto de Acesso; 4 Rodas); Nivus (Qual Comprar 2021, categoria SUV; Autoesporte); Virtus 200 TSI Comfortline, Nivus 200 TSI Comfortline e T-Cross 200 TSI Comfortline (Melhor Compra 2021, categorias Carros até R$ 100.000, SUVs até R$ 100.000 e SUVs até R$ 130.000; 4 Rodas); Volkswagen (Prêmio REI 2021, categoria Empresa do Ano – Automóveis e Comerciais Leves; Automotive Business); Virtus (Selo Maior Valor de Revenda, categoria SUV Entrada; Autoinforme); Polo e T-Cross (Os Eleitos 2021, categorias Hatches e SUVs Compactos; 4 Rodas); Nivus (Melhor Revenda 2022, categoria SUV Compacto de Acesso; 4 Rodas); T-Cross 200 TSI automático (Menor Custo de Uso 2022, categoria SUV Compacto; 4 Rodas); T-Cross Highline e Taos Highline (Qual Comprar 2022, categorias Melhor SUV e Melhor SUV Premium; Autoesporte); Taos Comfortline 250 TSI (Melhor Compra 2022, categoria SUVs até R$ 220.000; 4 Rodas); Volkswagen (Prêmio AutoData 2022, categoria Sustentabilidade/Montadoras; AutoData); Virtus e Nivus (Prêmio Maior Valor de Revenda – Autos 2022, categorias Sedã Compacto e SUV de Entrada; Agência AutoInforme); novo Polo, Nivus e T-Cross (Os Eleitos 2022, categorias Hatches e SUVs Compactos [empatados]; 4 Rodas); Virtus e Nivus (Melhor Revenda 2023, categorias Sedã Compacto de Referência e SUV Compacto de Acesso; 4 Rodas); T-Cross Comfortline (Menor Custo de Uso, categoria SUVs Compactos; 4 Rodas); Virtus (Qual Comprar 2023, categoria Melhor Sedã Compacto; Autoesporte); Volkswagen (Prêmio Automotive Business 2023, categoria Cultura e Educação; Automotive Business); Volkswagen (Prêmio AutoData 2023 – Melhores do Setor Automotivo, categorias Empresa do Ano e Exportador – Montadora; AutoData); Nivus (Os Eleitos 2023, categoria SUVs Cupês; 4 Rodas); Polo, Nivus e Saveiro (Melhor Revenda 2024, categorias Hatch Compacto de Referência, SUV Compacto de Acesso e Picape Compacta ou Leve; 4 Rodas); Polo (Prêmio Mobilidade Limpa 2024 [eficiência energética], categoria Hatch Compacto 1.0; Agência AutoInforme); Robust Cabine Simples (Menor Custo de Uso 2024, categoria Picapes; 4 Rodas); Volkswagen (Prêmio Automotive Business 2024, categoria Cultura e Educação; Automotive Business); T-Cross (Prêmio Lançamento do Ano 2025, categoria Carro Familiar abaixo de R$ 199.999; Automotive Business); Virtus e Nivus (Selo Maior Valor de Revenda 2024, categorias Sedã Compacto e SUV de Entrada; Agência AutoInforme)
- Fachada da primitiva planta de montagem da VW, no bairro do Ipiranga.
- A fábrica primitiva do Ipiranga.
- Linha de montagem VW do Ipiranga: note o formato oval do para-brisa traseiro do Fusca, diferente do modelo nacionalizado.
- Fuscas, na fábrica do Ipiranga, recebendo os órgãos mecânicos.
- Mais uma cena da linha de montagem do Ipiranga; note, à esquerda, uma Kombi picape.
- O presidente Juscelino Kubitschek inaugura a fábrica de São Bernardo do Campo.
- Capa da revista Automóveis & Acessórios de dezembro de 1957, editada por ocasião do lançamento da Kombi nacional; em segundo plano, a prensa de 1.100 t da VW, a maior da América Latina.
- Montagem da plataforma da Kombi, em 1959, na recém-inaugurada fábrica de São Bernardo do Campo (fonte: Automóvel-Club).
- Complementação da soldagem da plataforma, já fora do gabarito (fonte: Fábio de Oliveira).
- Recém inaugurada e com produção de apenas dez Kombis por dia, a nova fábrica necessitava de pouca automação (fonte: Fábio de Oliveira).
- Estação de instalação de motores na Kombi (foto: Automóveis & Acessórios).
- Linha de acabamentos da Kombi; em ambos os lados vê-se Fuscas de modelo antigo, ainda importados, em processo de montagem (o sedã só seria nacionalizado em 1959) (foto: Automóveis & Acessórios).
- Na entrada das cabines de pintura.
- Linha de montagem final do Fusca, em 1959: logo a produção alcançaria 200 carros/dia (fonte: Automóvel-Club).
- A mesma seção da fábrica sob outro ângulo (fonte: Manchete).
- Folheto publicitário da Kombi, do final dos anos 50.
- A facilidade de conversão da Kombi entre veículo de carga ou de passageiros é o tema desta ilustração, retirada do mesmo folheto (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Propaganda de janeiro de 1959 veiculando a chegada do Volkswagen sedã brasileiro.
- Tão inusitada era a concepção dos carros Volkswagen que sua propaganda se preocupava em explicá-la em detalhe; a publicidade é de 1960.
- Ainda como parte da campanha publicitária de 1960, nesta e na próxima propaganda a VW mostra os dotes do Fusca na estrada e fora da estrada.
- O tempo comprovou: a capacidade de trafegar por caminhos rústicos transformou o Fusca quase num jipe no interior do Brasil.
- Anúncio de 3/4 de página de jornal, veiculada em abril de 1960.
- Plataforma VW sedã, base mecânica para inúmeros veículos criados no Brasil nas décadas seguintes.
- Ilustração extraída de publicidade de setembro de 1960 mostrando a Kombi standard e (ao fundo) a Especial, lançada um ano antes.
- Kombi Luxo 1960.
- A publicidade de junho de 1960 da qual foi retirada a imagem anterior.
- Propaganda de revista de setembro de 1960.
- As múltiplas funções da Kombi sempre foram muito bem exploradas pela VW, como nesta publicidade pioneira, de outubro de 1960.
- Participação heróica de duas Kombis na Caravana de Integração Nacional, em janeiro de 1960, percorrendo a recém aberta rodovia Belém-Brasília; ao fundo, a ponte sobre o rio Tocantins, ainda em construção (fonte: O Cruzeiro).
- Uma Kombi foi o veículo número 50.000 produzido pela fábrica brasileira de São Bernardo do Campo.
- Detalhe do stand da Volkswagen no I Salão do Automóvel, em 1960 (fonte: Paulo Roberto Steindoff).
- Desde o I Salão a VW buscou divulgar a Kombi como opção para o campismo (fonte: Ayrton Camargo e Silva / Dana).
- Fotografia oficial da VW, de 1959, divulgando o uso da Kombi em piqueniques e "excursões longas" (fonte: Manchete).
- Kombi seis-portas quando do seu lançamento no I Salão do Automóvel.
- Kombi seis-portas 1961.
- Propaganda de dezembro de 1961 para a Kombi de seis portas.
- Publicidade do mesmo ano destacando a capacidade de carga da Kombi furgão e a facilidade de acesso ao espaço interno, pela lateral e traseira.
- As quatro provas citadas nesta publicidade de 1961: "Teste do vão livre", "Teste de espaço", "Teste de carregamento" e "Teste de economia".
- Kombi Especial com os novos pisca-pisca sobre os faróis, introduzidos em 1961.
- Sedã 1200 táxi: apresentado pela VW em 1961, o carrinho seria adotado em massa por todo o país.
- Kombi furgão 1961.
- Em 1961, seguindo o exemplo norte-americano, a VW renovou suas campanhas publicitárias, lançando mão de propagandas em preto e branco, modernas, minimalistas, objetivas e bem humoradas, como esta, ressaltando a menor desvalorização do Fusca.
- Publicidade Fusca de junho sintetizando o que o diferenciava da concorrência: motor traseiro refrigerado a ar, chassi "blindado", suspensão por barras de torção e menor consumo.
- Propaganda de julho, mais uma vez destacando a "personalidade" única do Fusca.
- Motores "fervendo" e mangueiras estourando não podiam acontecer nos Fuscas, assegurava a VW nesta outra peça de julho.
- Segundo esta propaganda de outubro, a rapidez e agilidade no tráfego urbano teriam sido as principais razões pela aquisição de uma frota de "rádio-patrulhas" Fusca pela Polícia de São Paulo.
- Na contra-mão do modismo, esta publicidade de dezembro lembra o quanto "o VW mudou e continua mudando, mas as inovações não podem ser vistas facilmente (...), são feitas para valorizar o carro e não para desvalorizá-lo artificialmente, pela criação de novos modelos".
- Publicidade de fevereiro de 1962 no mesmo espírito, mostrando, dentre os "aperfeiçoamentos" introduzidos no ano, o único visível: a mudança das lanternas traseiras, maiores e com separação para a luz de direção.
- Stand da VW no II Salão do Automóvel, em 1961; o relógio registrava: "a cada 5 minutos nasce 1 Volkswagen no Brasil" (fonte: Jorge A. Ferreira Jr. / Anfavea).
- O Fusca ainda era uma grande atração no Salão de 1961 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr. / Anfavea).
- Considerado por muitos um dos mais belos automóveis da época, o Karmann-Ghia cupê foi nacionalizado em 1962.
- Karmann-Ghia 1964.
- Em novembro de 1962, no III Salão do Automóvel, a Kombi ganhou quatro novas janelas; esta propaganda é do mesmo mês do lançamento.
- Propaganda de junho de 1962 se referindo ao domínio de mercado conquistado pela VW do Brasil: "mais de 50% da produção brasileira de carros de passageiros de todos os tipos e marcas".
- Esta foto contemporânea deixa evidente a presença marcante da Volkswagen nas ruas e praças do país: mais de 60% dos carros presentes na imagem são Fuscas (fonte: Manchete).
- Em 1963 as janelas traseiras do Fusca passaram a ter abertura basculante.
- O grande espaço ocupado pela Volkswagen no III Salão, em 1962 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr. / Anfavea).
- No III Salão, o stand da VW trazia até mesmo uma esteira suspensa, transportando carrocerias durante toda a feira (fonte: Jorge A. Ferreira Jr. / Anfavea).
- Kombi standard 1964; as novas lanternas dianteiras foram introduzidas para aquele ano-modelo.
- A Volkswagen sempre soube explorar a grande capacidade de carga e a ótima acessibilidade oferecidas pela Kombi; a imagem é de material publicitário de 1964.
- Duas outras publicidades de 1964 explorando o mesmo tema, ...
- ... esta adicionando economia de combustível e capacidade de transporte.
- Kombi Luxo 1965 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Publicidade de 1966 para a Kombi Luxo (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Em 1961 a Volkswagen tornou-se o maior fabricante brasileiro de automóveis; a imagem, da segunda metade da década, mostra a montagem das carrocerias do Fusca e seu encaminhamento para a pintura.
- Fuscas e Kombis a caminhao da seção de pintura.
- Em meados dos anos 60, Fuscas e Kombis saem da seção de pintura em direção à montagem final das carrocerias (fonte: O Globo).
- Linha de acabamento interno do sedã 1200, em 1961 (fonte: 4 Rodas).
- Depois de receberem o acabamento interno (abaixo), transportadores aéreos conduziam as carrocerias para a esteira de montagem dos órgãos mecânicos.
- Na grande planta de São Bernardo do Campo, carrocerias prontas do Fusca chegam por via aérea ao encontro das plataformas, já com os órgãos mecânicos montados.
- O enorme pavilhão da fábrica de São Bernardo do Campo dedicado à montagem de Fuscas e Kombis, no final dos anos 60.
- Outra tomada do mesmo pavilhão (fonte: Jorge A. Ferreira Jr. / Arquivo Nacional).
- Propaganda de lançamento do Fusca com teto-solar.
- VW sedã com teto-solar: idiossincrasias do consumidor brasileiro levaram ao abandono da opção em pouco tempo (foto: 4 Rodas).
- Volkswagen sedã com teto solar em propaganda de 1965 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Volkswagen Pé-de-Boi, lançado em 1965.
- A VW sugeria vocação rural para o Pé-de-Boi no material de divulgação do modelo (fonte: Alexandre Gromow / autoentusiastas).
- Volkswagen Pé-de-Boi (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Pé-de-Boi: capa de folheto de propaganda de 1965 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- No século XXI, um Pé-de-Boi de coleção, lindamente conservado (foto: Lucas Vane / autoentusiastas).
- Pé-de-Boi em publicidade contemporânea.
- Um Pé-de-Boi na linha de montagem de São Bernardo do Campo.
- No catálogo "Modelos Especiais Volkswagen", de 1965, a empresa procurou destacar os diversos usos possíveis para seus carros; todos os modelos eram fornecidos já equipados (fonte: Alexander Gromow / autoentusiastas).
- Um dos muitos Fuscas alocados à Polícia paulista nos anos 60 (fonte: portal carrosantigos-automodelli).
- Fusca na versão policial, equipado com sirene e "luz intermitente"; esta e as duas imagens seguintes foram obtidas em publicação de 1967, específica para aplicações em Serviços Públicos; o texto registrava que "a troca fácil dos para-lamas e a rapidez com que o Sedan se insinua no trânsito mais carregado são vantagens importantes para a Radiopatrulha" (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Versão para a Polícia Rodoviária, também dotada de sirene e "espaço próprio para a instalação de radiocomunicações" (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Versão "Pronto-Socorro"; o texto ressaltava a utilidade do encosto reclinável ao lado do motorista, "para o atendimento urgente de pessoas feridas" (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Um Fusca alemão do final dos anos 40 ilustra esta propaganda de 1966 exaltando a durabilidade dos carros Volkswagen.
- Autoirônico como todos os anúncios VW da época, ao falar da suspensão do Fusca esta peça de 1966 cita: "quando chegou a nossa vez de fazer um carro, achamos que ele poderia ser engraçado... mas não sacolejante" (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- "Adivinhar a posição social do dono de um Volkswagen é difícil. Mas é fácil conhecer alguns traços muito importantes de seu caráter" - conclui esta publicidade de 1967.
- Anúncio de abril de 1967, mais uma vez enaltecendo a resistência e durabilidade da construção dos carros Volkswagen.
- Propaganda de 1967 lembra que água, no Fusca, somente para o limpador de para-brisa (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Também de 1967, nesta publicidade a VW cita as vantagens da "estranha concepção mecânica" de seu carro (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Kombi Luxo 1966.
- Kombi Luxo 1966 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- A seguir, três versões especiais da Kombi; os veículos eram equipados por terceiros - normalmente Carbruno e Karmann-Ghia (fonte: Alexander Gromow / autoentusiastas).
- Kombi como carro funerário (fonte: Alexander Gromow / autoentusiastas).
- Carro para presos; note a entrada de ar no teto, para ventilação do compartimento traseiro (fonte: Alexander Gromow / autoentusiastas).
- Kombi "Modelo Radiopatrulha" (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Veículo "de 1001 utilidades", no início do movimento campista no Brasil a Kombi foi muito explorada como motor-home; o desenho é uma proposta do arquiteto Ricardo Menescal, criador do Camping Clube do Brasil (fonte: O Globo).
- Por muitos anos também a VW explorou a vocação da Kombi como motor-home.
- Picape VW, lançada no V Salão do Automóvel.
- Picape VW em sua primeira versão, lançada em 1966 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Funcionalidade: além de contar com um grande compartimento sob o piso, as três laterais da caçamba da picape eram rebaixáveis.
- Stand VW no V Salão, em 1966, replicando a fachada de sua grande fábrica de São Bernardo do Campo (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Publicidade de 1966 para o Karmann-Ghia (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Outra propaganda K-G da mesma série (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- "V. perderia": perderia a competição mas ganharia na mecânica e no estilo, diz esta publicidade de 1967 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Aqui a VW lista algumas "coisinhas" que conseguiu incluir no Fusca 1967 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Mostrada no Salão com caçamba de madeira, um ano depois a picape VW foi reapresentada com dobradiças embutidas e revestimento de chapa de aço estampada.
- Publicidade de janeiro de 1968 evidenciando a extrema racionalidade do projeto da picape VW (fonte: João Luiz Knihs).
- Propaganda de março de 1967, uma das muitas peças criativas e inteligentes preparadas pela Volkswagen para a Kombi.
- Kombi furgão 1967, equipada com o novo motor 1500 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Kombi ambulância.
- A confiabilidade da mecânica Volkswagen é enaltecida nestas duas propagandas de 1967, para a Kombi... (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- ... e para a picape (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Diz esta propaganda de 1969: "A Kombi é um convite para v. ter dinheiro na vida. Primeiro, ganhando com ela. Depois, não gastando com ela" (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Publicidade de abril de 1969.
- Outra propaganda Kombi de 1969: note que as peças dedicadas ao modelo Luxo eram sempre apresentadas a cores (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Karmann-Ghia conversível, primeiro lançamento de 1968.
- Propaganda K-G de fevereiro de 1968.
- Volkswagen 1600 de quatro portas, o grande lançamento da marca no VI Salão do Automóvel.
- VW 1600 (foto: Jason Vogel / motor1).
- VW 1600 (foto: Jason Vogel / motor1).
- Volkswagen 1600 de quatro portas.
- EA97, de 1960, o protótipo da Volkswagen alemã que deu origem ao nosso 1600; o carro encontra-se exposto no museu do Grupo, em Wolfsburg (foto: LEXICAR).
- Protótipo EA97 (foto: LEXICAR).
- Uma das primeiras propagandas preparadas para o novo VW 1600 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Por muitos anos o onipresente Fusca foi inspiração e exemplo para a publicidade de outros modelos da marca, como nesta, de junho de 1969.
- A coincidência dos lançamentos do 1600 e do Ford Corcel acabou por originar a maior e mais ampla campanha de propaganda até então patrocinada pela Volkswagen; na imagem, um anúncio de página inteira de jornal, de março de 1969.
- Ao projetar o novo 1600 a Volkswagen utilizou o mesmo conceito de plataforma utilizado no Fusca (fonte: portal bestcars).
- 1600-L, primeira série especial lançada pela Volkswagen do Brasil (fonte: Alexander Gromow / autoentusiastas).
- O 1600 foi fartamente utilizado como táxi por todo o país; de propriedade de Edson Monteiro de Araújo, o veículo da imagem ainda se encontrava em operação em Niterói (RJ) em 2020 (fonte: portal diariodorio).
- Carrocerias do novo Volkswagen na linha de fabricação de São Bernardo do Campo, em 1969 (fonte: Manchete).
- No mesmo ano, aspecto da linha de transporte de carrocerias Fusca (fonte: Manchete)
- Depois do VW 1600, em 1969 chegou a Variant.
- Uma das peças publicitárias para o lançamento da Variant (fonte: portal bestcars).
- O motor "plano" utilizado pela Variant permitiu ampliar enormemente o espaço para carga, como mostra este desenho, divulgado na série de propagandas de lançamento do modelo.
- Variant em mais uma de suas publicidades de lançamento, sempre explorando a inesperada capacidade de carga do modelo.
- Outra publicidade contemporânea com a mesma motivação.
- Chassi-plataforma da Variant: ilustração do Manual do Proprietário indicando os pontos de lubrificação do veículo.
- Variant 1970, com a frente de faróis duplos introduzida naquele ano.
- O amplo espaço para bagagens era tema frequente das propagandas da Variant.
- Capa do Manual do Proprietário da Variant 1970 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Fuscão - um dos três lançamentos Volkswagen de agosto de 1970.
- Publicidade de 1970 para o VW 1500 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- VW 1300 1970: note que para-choques e tampa do motor eram novos.
- Propaganda de setembro de 1970 para o novo Fusca 1300; note acima, à direita da legenda, o selo comemorativo da produção do milionésimo VW brasileiro.
- Volkswagen 1600 TL, outra novidade de 1970.
- Publicada em 1970, esta foi das primeiras publicidades preparadas para o 1600 TL.
- Outra publicidade de 1970 para o TL.
- Uma terceira propaganda TL da mesma série.
- Propaganda 1600 TL de 1971.
- Outra publicidade de 1971 para o Volkswagen 1600 TL (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Variant e TL 1970 na linha de montagem de São Bernardo do Campo.
- VW Variant 1970 (fonte: portal motortudo).
- Variant em publicidade de 1971.
- Inusitada proposta de utilização da Variant como ambulância (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Karmann-Ghia TC 1970 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Karmann-Ghia TC em publicidade de 1971.
- Karmann-Ghia TC 1971 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Karmann-Ghia TC; a propaganda é de 1972.
- TC em seu melhor ângulo, mostrado em mais uma publicidade da Volkswagen, esta de 1973 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- O novo capô e os faróis redondos deram uma curta sobrevida ao 1600, que em menos de um ano seria retirado de linha.
- Em folheto de propaganda de 1970 a Volkswagen divulga as muitas possibilidades de aplicação da Kombi.
- Kombi em versão sem caçamba, própria para receber baús e outros implementos.
- VW TL de quatro portas, lançado em 1971 com novo estilo dianteiro.
- 1600 TL quatro-portas 1971 (foto: 4 Rodas).
- TL quatro-portas 1971.
- As quatro portas e a nova frente "bonita e elegante" do novo TL são os temas desta propaganda de 1971 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- VW 1600 TL de duas portas com a nova frente de 1971.
- "Se quer sair do Fusca, vá para o TL duas-portas", é a mensagem inteligente desta propaganda.
- Capa do Manual do Proprietário do TL 1971 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Propaganda enunciando características técnicas e de conteúdo do TL de duas portas 1972 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- As duas versões do TL (aqui chamado Sedan) na capa do Manuel do Proprietário de 1972 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Material publicitário para o 1600 TL de duas e quatro portas (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- TL duas-portas de 1972 à venda, em 2020, em Porto Alegre (RS) (fonte: portal ateliedocarro).
- TL de duas portas ilustra a capa do Manual do Proprietário do modelo 1973 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Karmann-Ghia 1600 1971.
- Volkswagen Variant 1971.
- Variant 1971.
- Publicidade para a Variant 1971 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Capa do Manual do Proprietário do mesmo ano (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- A Kombi de seis portas permanecia em produção em 1971; na foto a versão Luxo.
- Kombi Standard de seis portas 1971.
- Kombi e picape VW em propaganda de dezembro de 1971 (fonte: João Luiz Knihs).
- Também o furgão participou desta publicidade de março do mesmo ano.
- Capa do Manual do Proprietário do Fusca 1973, mostrando o carro em suas duas opções de acabamento - a "econômica" atrás, sem friso no capô e com as calotas antigas (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- O belo esportivo SP-2, projetado no país e lançado em 1972.
- Outra das propagandas de lançamento do VW SP.
- Apresentado como "modelo de estudo", o SP-2 foi atração na Exposição da Indústria Alemã, aberta entre março e abril de 1971 em São Paulo (SP) (fonte: portal bestcars).
- Rodas, canos de descarga e grade de arremate traseira, aqui vistos no "modelo de estudo", seriam alterados no modelo definitivo.
- O esportivo SP-2.
- VW SP-2 (fonte: portal noticiasautomotivas).
- Um SP-2 1976, restaurado e rapidamente revendido em 2023 (fonte: portal classicospremium).
- Volkswagen SP-2.
- Estudo de Márcio Piancastelli de 1969: traços inspiradores para o ousado SP-2 (fonte: Alexander Gromow / autoentusiastas).
- O perfil de uma das primeiras propostas para o SP confrontado com o da Variant (fonte: portal oglobo.oglobo).
- A equipe do departamento de estilo da Volkswagen detalha o projeto de seu novo esportivo (fonte: Shimo Kawa).
- Piancastelli dá os retoques finais na maquete do SP-2, no início dos anos 70 (fonte: portal oexplorador).
- As dimensões da carroceria do SP-2 são conferidas na mesa de desempeno da ferramentaria da Vemag (fonte: Carlos Meccia / autoentusiastas).
- A maquete do SP-2 posa ao lado de um modelo de série (fonte: portal autoentusiastas).
- Seis SP-2 de colecionadores alemães expostos em Braunschweig em 2014 (fonte: Fernando Barenco / maxicar).
- Um SP-2 matriculado na Alemanha se apresenta para participação no Kitzbüeheler Alpen-Rallye 2011 - competição para carros clássicos nos Alpes austríacos.
- SP-2 com placa de Wolfsburg, pertencente à coleção da Volkswagen mundial (fonte: portal noticias automotivas).
- SP-2 no Museu da Volkswagen, em Wolfsburg (fonte: portal bestcars).
- O SP-2 praticamente não mudou em sua curta carreira; na foto a versão 1974 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- SP-2 1974 (Jorge A. Ferreira Jr.).
- Uma carroceria de SP-2 em fase de desbaste de soldas na linha de produção da fábrica Karmann-Ghia (fonte: portal saopauloinfoco).
- Uma das peças de propaganda da segunda campanha publicitária para o esportivo SP-2 (fonte: Fabrício Samahá).
- Protótipo Fuscão Safari, de 1972 (foto: O Globo).
- Fuscão Safari (fonte: Jason Vogel / autoentusiastas).
- TL Personalizado, de 1972 - segunda série especial criada pela Volkswagen (fonte: Alexander Gromow / autoentusiastas).
- Fuscão 73, com os novos faróis com lente vertical.
- Capa de folheto publicitário da versão simplificada do Fusca 1973, caracterizada dela ausência de friso e do logotipo VW no capô (fonte: Alexander Gromow / autoentusiastas).
- TL duas-portas 1973 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- TL de duas portas 1973.
- TL quatro-portas 1973 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- TM de quatro portas 1973.
- Variant 73: note a nova lanterna, as saídas de ar da cabine e a ausência de defletor nas janelas traseiras.
- Pau-para-toda-obra: talvez com um pouco de exagero, esta propaganda de março de 1973 reflete a grande adaptabilidade do Fusca a condições difíceis de terreno.
- Simpático, funcional e resistente, o Brasília foi um dos carros mais marcantes da história da indústria automobilística brasileira.
- O primeiro Volkswagen Brasília.
- VW Brasília 1973.
- O excepcional projeto do Brasília é exaltado nesta propaganda de junho de 1973, preparada para o lançamento do carro.
- Raios X do Brasília.
- Antecipando o futuro: segundo um dos primeiros esboços concebidos para o Brasília, o novo carro poderia ter sido um dos primeiros monovolume do mundo (fonte: Alexander Gromow / autoentusiastas).
- Neste desenho de José Vicente Martins, o modelo já quase no formato definitivo (fonte: Alexander Gromow / autoentusiastas).
- Uma das maquetes preparadas para o Brasília, já na versão final (fonte: Alexander Gromow / autoentusiastas).
- Mário Piancastelli posa junto de sua brilhante criação, pouco antes de seu falecimento em 2015 (fonte: Alexander Gromow / autoentusiastas).
- Volkswagen Brasília (foto: Jason Vogel / O Globo).
- Uma carroceria Brasília em fase de soldagem em 1973 (fonte: Alexander Gromow / autoentusiastas).
- A caminhonete Brasília foi um sucesso de vendas no país e no exterior: do mais de um milhão fabricado, 13% foi destinado à exportação; nesta foto de 1977, uma partida do modelo quatro-portas aguarda embarque (fonte: Alexander Gromow / autoentusiastas).
- Sucesso imediato, em outubro de 1974 era fabricado o Brasília número 100.000 (fonte: Jornal do Brasil).
- Kombi furgão 1973: quinze anos depois de lançados, os utilitários Volkswagen permaneciam imutáveis.
- Propaganda de dezembro de 1973 para a Kombi Volkswagen.
- Com frequência as três vesões eram agregadas em uma só peça publicitária da Kombi, como nesta, de abril de 1974.
- O moderníssimo Passat, lançado em junho de 1974: depois da Volkswagen alemã, novos rumos também para a filial brasileira.
- No final do ano foi lançada a versão de quatro portas do Passat.
- Passat quatro-portas (aqui na versão LS) - Carro do Ano de 1975; a imagem é de uma propaganda da Volkswagen.
- 1600 S – o Super Fuscão, fabricado por pouco mais de um ano.
- A simpática propaganda de lançamento do Super Fusca.
- Fusca 1300 1975: mesmo após o lançamento do Brasília e Passat, ainda muito vendido.
- Propaganda para o Fusca 1976: "Fusca hoje, menor preço de compra. Fusca sempre, maior valor de revenda" (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Perfeitamente restaurada, esta picape VW 1975 encontrava-se à venda em 2017 (fonte: Ateliê do Carro).
- VW Passat TS 1976.
- Passat três-portas 1976.
- Publicidade de 1976 para o novo Passat de três portas.
- Passat LS três-portas 1977.
- Passat TS 1977 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Passat TS.
- Passat 1978.
- O primeiro Brasília de quatro portas, novidade de 1977.
- Brasília de quatro portas.
- Igala L - a denominação dada ao Brasília exportado para a Nigéria.
- Depois de quase vinte anos, a família Kombi foi modernizada em 1975.
- Propaganda de novembro de 1975 para o lançamento da nova Kombi.
- A nova Kombi, na versão Standard (fonte: Alexander Gromow / autoentusiastas).
- Kombi de seis portas 1976 em fotografia de 2011 (fonte: site fuscaclubeaurea).
- Kombi furgão 1976; extremamente bem cuidado, o carro da foto, de Brasília (DF), foi posto à venda em 2015 (fonte: site carro.mercadolivre).
- Kombi picape 1976.
- Embora disponível de fábrica com caçamba metálica, a picape Kombi teve muito maior difusão quando equipada com carroceria de madeira; o carro da foto prestava serviços de frete no Rio de Janeiro e Baixada Fluminense em 2015 (fonte: site br.vazlon).
- VAMP - protótipo de jipe militar Volkswagen, apresentado no X Salão do Automóvel.
- Protótipo do jipe Volkswagen sendo testada pelo Exército (fonte: Expedito Carlos Stephani Bastos).
- VAMP em teste de rampa tracionando 500 kg (fonte: portal autoentusiastas).
- Protótipo VAMP (foto: 4 Rodas).
- Um dos dois únicos protótipos de jipe fabricados, restaurado e preservado na coleção da Volkswagen.
- O protótipo da coleção VW em vista posterior.
- Em novembro de 1976 a Volkswagen completava a Variant número 250.000 (fonte: Alexander Gromow / autoentusiastas).
- Variant II: de vida curta, lançamento de novembro de 1977.
- Volkswagen Variant II (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Variant II.
- Variant II.
- Apesar de ser apenas 8 mm mais longa do que o modelo anteiror, o desenho mais moderno e os 5 cm a mais na largura faziam a Variant II parecer muito maior do que era.
- VW Variant II.
- Variant II.
- Publicidade Variant II de 1978.
- Variant II 1980 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Brasília de quatro portas com as novas lanternas e para-choques de 1978.
- Brasília quatro-portas 1978 (fonte: Alexander Gromow / autoentusistas).
- Brasília duas-portas: com os novos para-choques também chegaram os dois vincos no capô.
- A linha de montagem final do Brasília em 1979 (fonte: Alexander Gromow / autoentusiastas).
- Fusca 1977; naquela altura, o mais tradicional modelo da VW já ganhara diversos itens de segurança ativa e passiva: freios de duplo circuito, coluna de direção deformável, estrutura dianteira reforçada e painel mais completo.
- Publicidade da Kombi 1978 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Fusca da série especial Prata, lançada em outubro de 1979.
- Passat Surf, um modelo quase espartano visando o público jovem.
- O Passat chegou a 1979 com nova dianteira.
- Propaganda de lançamento do Passat 1979.
- Passat TS 1979.
- Fusca 1500 1980; note três das novidades, com relação ao Fuscão 1970: maior número de aberturas de ventilação na tampa do motor (modificação introduzida em 1973), novas saídas de ar viciado na coluna traseira (1974) e bocal do tanque de combustível na lateral direita (1978).
- O Fusca foi amplamente utilizado como veículo de serviço; na foto, um carro a álcool da Companhia Telefônica de São Paulo (fonte: Pepi Scharinger).
- Propaganda para a linha Volkswagen 1980.
- Modelo 1:1 em clay da primeira proposta de estilo para o futuro Gol, então ainda com notável semelhança com o Brasília (fonte: site flatout).
- O Gol foi lançado em 1980, ainda utilizando o tradicional motor boxer Volkswagen, agora instalado na dianteira; na foto um dos estudos de grade, com a carroceria moldada em argila em escala 1:1 já no estilo definitivo (fonte: Carlos Meccia / autoentusistas).
- Volkswagen Gol 1980.
- Um Gol 1500 L 1980, hoje na coleção da Volkswagen do Brasil.
- Gol 1.6 LS 1981.
- Gol furgão, lançamento de 1981.
- Voyage 1981.
- Voyage 1981.
- VW Passat três-portas 1981.
- Picape diesel, uma das duas versões Kombi lançadas em 1981.
- Kombi cabine-dupla diesel.
- Kombi cabine-dupla a gasolina, também novidade de 1981.
- A Kombi cabine-dupla trazia três portas.
- Kombi cabine-dupla.
- Páginas internas do folheto publicitário de lançamento da Kombi Lotação, em 1983 (fonte: Paulo Roberto Steindoff).
- Fusca GL 1982 mostrando as grandes lanternas traseiras introduzidas dois anos antes.
- Irônica publicidade de dezembro de 1981 confrontando a universalidade do Fusca com o novo conceito de "carro mundial".
- Em meados da década de 80 a Volkswagen brasileira chega aos cinco milhões de carros fabricados.
- Parati, lançada em 1982 como "Voyage Parati".
- Parati 1982.
- Montagem da carroçaria da Parati, já utilizando robôs nas operações de soldagem.
- Saveiro - "O pick-up que veio do Gol", conforme propagandas da Volkswagen.
- Picape Saveiro, lançamento de 1982.
- Saveiro e Gol furgão mantiveram a frente do modelo anterior, com as lanternas dianteiras localizadas no para-choque (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Fusca 1.6 1983.
- Gol 1983.
- Voyage 1983.
- Voyage 1984.
- Pointer – o Passat esportivo lançado para 1984; a dianteira fora alterada um ano antes.
- Voyage de quatro portas.
- Voyage Tecno, carro-conceito projetado e construído no Brasil, exposto pela VW em 1983 (fonte: site carroantigo).
- BX, lançado no final de 1983 como versão "de entrada" do Gol.
- Gol S 1986; no canto superior direito o modelo BX da imagem anterior (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- O rápido Gol GT, de 1984.
- Gol GT 1984.
- Protótipo do mini-carro BY, desenvolvido na década de 80 pela Volkswagen brasileira (fonte: Autoesporte).
- Protótipo BY (fonte: 4 Rodas).
- Protótipo BY (fonte: Luiz Alberto Veiga / autoentusiastas).
- Protótipo BY, hoje preservado na coleção da Volkswagen.
- Volkswagen BY.
- Propaganda de página dupla para o Fusca 1984.
- Linha Passat 1984 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Santana de duas e quatro portas, em imagens retiradas do material de propaganda de seu lançamento, em 1984.
- Santana duas-portas 1984.
- Santana duas-portas.
- Santana quatro-portas 1984.
- Santana quatro-portas.
- Uma das publicidades para o primeiro Santana nacional.
- Santana Tecno II, carro-conceito da Volkswagen do Brasil apresentado em 1984.
- Santana Tecno II.
- Tecno II exposto no XIII Salão do Automóvel (foto: 4 Rodas).
- Techno II sendo testado pela revista 4 Rodas (foto: 4 Rodas).
- "Meu outro carro é um Rolls-Royce" - publicidade Fusca de 1985.
- Santana Quantum, pela primeira vez mostrado no Salão do Automóvel de 1984 e lançado em agosto do ano seguinte.
- Volkswagen Santana Quantum 1984.
- Santana Quantum (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Propaganda de lançamento da linha Gol 1985.
- Voyage duas-portas 1985.
- Parati 1985.
- Picape Saveiro 1985 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Passat 1985, com novos para-choques envolventes e lanternas traseiras com frisos negros.
- Passat GTS 1.8 1985 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Com o Passat se aproximando do final da vida, a Volkswagen passa a anunciá-lo na versão táxi (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- VW Fusca 1986, poucos meses antes de sair de linha (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- 31 de outubro de 1986: deixa a linha de montagem o último Fusca fabricado no Brasil (fonte: Alexandre Gromow / MIAU).
- Peça publicitária de agosto de 1986 procurando explicar as razões para o encerramento da produção do Fusca.
- Simpática homenagem da General Motors à despedida do Fusca, seu "pequeno grande concorrente" (fonte: Alexandre Gromow / autoentusiastas).
- Gol GTS 1987.
- Gol GTS 1987 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Publicidade para o lançamento do Gol GTS.
- O novo estilo da família BX no Voyage CL duas-portas 1987.
- Voyage GLS 1.8 1987.
- Em 1987 o Gol conquistou a liderança do mercado brasileiro, feito que repetiria pelo quarto de século seguinte.
- Volkswagen Fox - o Voyage brasileiro exportado para os EUA;note, de diferente, os faróis, lanternas, para-choque e grade (fonte: portal car.blog).
- Pela traseira, além da parte inferior do para-choque na cor do carro, o Fox trazia luzes de direção adicionais na extremidade dos para-lamas (fonte: portal car.blog).
- Publicidade de 1987 para o Voyage, lembrando as exportações do Fox para os EUA como argumento.
- Parati 1987.
- Propaganda para Parat1 1987.
- Fox Wagon - uma Parati para os EUA (fonte: portal car.blog).
- Gol 1987 na versão furgão.
- Gol furgão 1987.
- Márcio Piancastelli e uma proposta de Parati para a família BX que acabou por não acontecer (fonte: Alexander Gromow / autoentusiastas).
- A participação vencedora do Passat em provas esportivas é o tema desta propaganda de 1987.
- Santana duas-portas GLS 1987 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Santana GLS de quatro portas 1987.
- Quantum GLS (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Santana Quantum 2.0 1988.
- Golf GTS Pointer 1988 - último ano de fabricação do modelo (foto: 4 Rodas).
- Publicidade para o Gol 1.8 1988.
- Volkswagen Voyage GL 1988.
- Kombi em propaganda de outubro de 1988.
- Saveiro GL 1988, tema de reportagem da revista Autoesporte (foto: Autoesporte).
- Gol GTi 1989 (fonte: Douglas Mendonça / autoentusiastas).
- Voyage GL 1989 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Voyage GLS 1989 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Publicidade para o Gol 1990.
- Parati GLS 1.8 1990 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Capa de folder publicitário do modelo anterior (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Apollo - o primeiro produto híbrido Volkswagen-Ford.
- Apollo em teste pela revista 4 Rodas (foto: 4 Rodas).
- Sedã Volkswagen Apollo.
- Raio X do Apollo GLS (fonte: Oficina Mecânica).
- Um sedã Apollo na coleção da VW (fonte: portal autoentusiastas).
- Primeira proposta de sedã VW derivado do Escort: preparado nos EUA sob direção brasileira, foi abandonado por utilizar a plataforma antiga do carro da Ford (fonte: Luiz Alberto Veiga / autoentusiastas).
- Santana Executivo, série especial de 1990.
- Santana Executivo em propaganda de 1990.
- Quantum GLS 1991 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- A família BX – Voyage, Gol GTi e Parati – reestilizada em 1991.
- Voyage duas-portas 1991.
- Voyage GL de duas portas 1991 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Em 1991 o Voyage voltou a dispor de versão com quatro portas.
- Gol GTI 1991 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- VW Parati GLS 1991 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- VW Saveiro 1991.
- Em 1992 a picape Saveiro recebeu para-choques de plástico, como o restante da linha (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Gol 1000, lançado em 1991.
- Gol furgão 1991 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Linha Kombi 1992 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Picape Kombi 1992 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Uma das propagandas de lançamento do Santana 1993; na imagem a versão de duas portas.
- Santana CL de duas portas 1992 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Santana quatro-portas 1993.
- Santana GLSi quatro-portas 1993.
- Quantum 1993.
- Os dois carros na mesma propaganda de 1993.
- Gol 1000 1992 (foto: 4 Rodas).
- Gol 1000.
- Com o novo Gol 1000 também chegou nova frente para o furgão.
- Gol GTi 1993.
- Propaganda para a linha Gol 1993.
- Logus, segundo VW derivado de um produto Ford; na foto a versão GLS.
- Logus GL.
- Logus GL.
- VW Logus.
- Modelo em escala 1:4 do sedã Logus: assim como com o Pointer, por motivo de segredo industrial (utilizava plataforma Escort ainda não lançada), o protótipo foi desenvolvido em território neutro - o estúdio Ghia, na Itália (fonte: Luiz Alberto Veiga / autoentusistas).
- Sedã Logus ilustrando folder de propaganda da Volkswagen (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Volkswagen Logus (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Capa de folder para o sedã Logus 1993 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Fusca 1993, ressuscitado por desejo do Presidente da República Itamar Franco.
- Fusca 1993, populatizado como "Fusca-Itamar".
- Fusca 1993.
- Capa de panfleto publicitário para o Fusca 1994.
- VW Pointer: terceiro, último e melhor produto VW de origem Ford.
- Capa de folheto publicitário para o hatch Pointer.
- Logus e Pointer, modelados em argila no Studio Ghia, na Itália (fonte: Oficina Mecânica).
- No estúdio Ghia, um dos modelos em clay do Pointer (fonte: Luiz Alberto Veiga / autoentusiastas).
- Pointer, o que de melhor produziu para a Volkswagen a união com a Ford (foto: Autoesporte).
- Pointer, uma das peças da coleção da Volkswagen do Brasil (foto: Alexander Gromow / autoentusiastas).
- Com a chegada do Pointer, o Logus acompanhou o irmão mais novo e teve a dianteira renovada.
- Wolfsburg - série especial de 1995, a única preparada para o Logus (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Propaganda para a linha Santana 1994.
- Kombi ambulância (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Kombi Standard 1994 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Kombi Standard 1995: note o rebaixo nas portas dianteiras, inexistente nas versões anteriores.
- Gol de segunda geração, lançado em 1995, após a dissolução da Autolatina.
- O Gol da segunda geração.
- Gol GLi duas-portas de 1995.
- Gol GTI 16 válvulas 1995.
- Gol GTI.
- Parati Geração II, de 1995.
- A nova Parati 1995, fotografada na cidade fluminense que lhe deu o nome.
- Parati 1995.
- Com a chegada da nova geração do Gol, o sedã Voyage foi descontinuado; esta foi a proposta do Departamento de Estilo da VW para a versão de duas portas; note as duas alternativas sugeridas para a dianteira (fonte: Luiz Alberto Veiga / noticiasautomotivas).
- À esquerda, uma das alternativas de estilo para a versão quatro-portas do substituto do Voyage; nenhuma das propostas foi acatada pela matriz (fonte: Luiz Alberto Veiga / noticiasautomotivas).
- O designer (e futuro chefe de estilo da VW) Luiz Alberto Veiga e uma de suas propostas de substituição do Voyage (fonte: Luiz Alberto Veiga / autoentusiastas).
- VW Santana 1995 (foto: Alexandre Battibugli / 4 Rodas).
- Quantum 1995.
- Último Fusca brasileiro, fabricado em junho de 1996; 20 anos depois o automóvel, então com pouco mais de 12 mil km, foi adquirido por André Hak Joo Chun (fonte: Alexandre Gromow / autoentusiastas)
- Conceito EDP 200, desenvolvido a partir da Parati; com 200 cv, foi exposto no Salão do Automóvel de 1996 (fonte: portal blogdocarelli).
- Conceito EDP 200 (fonte: portal bestcars).
- Em 1997, depois de 40 anos de lançada, a Kombi recebe sua mais profunda transformação; na imagem, capa do folder de lançamento do modelo "de luxo" Carat.
- Reprodução da capa de ficha técnica para a Kombi Carat (fonte: Paulo Roberto Steindoff).
- Kombi furgão 1997.
- Gol 1000 Mi de 1997, com o novo motor de um litro Hi-Tork.
- Volkswagen Parati GTI 1997 (fonte: portal bestcars).
- Sugestiva publicidade para a veloz Parati GTI.
- Capa de folheto de divulgação da Parati GTI (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- A nova Saveiro, também apresentada em 1997.
- Conceito Parati EDP II, exposto no Salão de 1998 (fonte: portal bigbearurso).
- Conceito EDP II (fonte: portal bestcars).
- Gol de cinco portas, lançamento de janeiro de 1998.
- Gol cinco-portas 1998.
- Santana quatro-portas 1999.
- Ficha técnica para o sedã Santana a gás, preparado para o mercado taxista.
- Santana quatro-portas 1999.
- Quantum 1999.
- Quantum 1999.
- Gol GTI 2.0 16V da Geração III.
- Gol 1.8 Geração III; note a inédita maçaneta na tampa traseira.
- Gol 16V Turbo de 1999.
- O Gol Special 1999 manteve a carroceria antiga.
- Gol Special 1999.
- Publicado no último mês do século XX, esta publicidade lembra os 12 anos de liderança de mercado do Gol.
- Parati cinco-portas Geração III na rara versão 1.0 16v Turbo (fonte: Marco Antônio Oliveira / autoentusiastas).
- O primeiro automóvel Golf nacional.
- Volkswagen Golf 2000.
- Capa de folheto publicitário para o Golf 2000.
- A modernidade tecnológica da nova fábrica VW de São José dos Pinhais foi o cenário da campanha publicitária de lançamento do Golf nacional.
- Saveiro Geração III.
- Propaganda institucional de abril de 2000 registrando os 500 anos da "descoberta" do Brasil.
- Gol cinco-portas 2001.
- Parati na versão especial Tour, do final de 2001.
- O pequeno Polo se destacava pela concepção moderna e qualidade de acabamento, porém foi considerado excessivamente caro.
- Volkswagen Polo.
- Sedã Polo, lançado no XXII Salão do Automóvel.
- Gol Plus 1.0 16v, após a reestilização de 2002.
- Parati Plus 1.8 2005.
- Parati Crossover 2005.
- Apresentado em 2002, o Gol City manteve a carroceria da Geração II.
- Gol City cinco-portas 1.0 8v.
- Gol Special 1.0 8V 2005.
- Gol Sport - série especial de 2002.
- Gol GTI Turbo 2003.
- Fox de três portas: construído sobre plataforma Polo, foi lançado em 2003, em plena crise da Volkswagen.
- Projetada e modelada no Brasil, esta foi a primeira proposta de estilo para o Fox apresentada à administração central da VW, na Alemanha (fonte: Luiz Alberto Veiga / autoentusiastas).
- Modelo 1:1 da versão final do Fox, aprovada pela matriz alemã (fonte: Luiz Alberto Veiga / autoentusiastas).
- Volkswagen CrossFox.
- Volkswagen CrossFox.
- Fox MicroVan, protótico não comercializado, mostrado quando da apresentação oficial do CrossFox (fonte: Luiz Alberto Veiga / autoentusiastas).
- Golf 2.0 Comfortline 2005.
- Golf GTI Turbo 2005.
- Saveiro 2005 na série especial SuperSurf.
- Saveiro City 1.6 Total Flex 2005.
- Parati Plus Geração IV, lançada em agosto de 2005.
- Gol 1.0 de duas portas Geração IV, em foto retirada de material publicitário de 2008.
- Parati da série especial Surf, de 2007, ainda em 2023 na frota da Polícia Militar de Rondônia (foto: Marcos Cabral Filho).
- Gol quatro-portas 2005.
- Gol Power Geração IV.
- Gol Power Geração IV.
- Gol Rallye, série especial de 2007 (na foto) e 2010.
- Gol Plus 2007.
- Saveiro Geração IV.
- Saveiro SuperSurf 1.6 Total Flex.
- Kombi 2005.
- Com o abandono do motor refrigerado a ar, em 2005, a Kombi recuperou o radiador dianteiro da antiga versão diesel.
- Série Prata - edição especial de 182 unidades da Kombi em comemoração ao final da utilização dos motores boxer no Brasil (e no mundo) (fonte: portal serieespecialbr).
- SpaceFox, fabricado na Argentina segundo projeto brasileiro.
- Em sua proposta inicial, não aprovada, o teto do SpaceFox apresentava acentuada caída na traseira (fonte: Luiz Alberto Veiga / autoentusiastas).
- Protótipo do SpaceFox em sua versão final (fonte: Luiz Alberto Veiga).
- Última versão do Santana, sedã fabricado por 22 anos seguidos.
- Polo 1.6, já com a frente no estilo 2006.
- Polo Sedan 2006.
- Novo Golf, de 2007.
- Golf 1.6 flex 2007.
- Gol GT 2.0 2008.
- VW Fox 2005, exportado para a Alemanha apenas na versão duas-portas; em 2007 o modelo para o mercado interno assumiu o visual das unidades exportadas (fonte: auto motor & sport).
- De 2007 foi a revisão estética do Fox (na foto) e CrossFox.
- Fox Extreme 1.6 2008.
- CrossFox 2007.
- CrossFox 2007.
- Golf GT 2.0, novidade de 2008.
- Gisele Bündchen e Sylvester Stallone na campanha de lançamento do Gol Geração V.
- Gol hatch Geração V.
- Voyage 2008.
- Voyage 1.6 Comfortline 2010.
- Gol EcoMotion 2010, mantendo o estilo da geração anterior.
- Gol City 2010.
- Gol Rallye 2011.
- Polo GT, com motor 2.0, lançado no XXV Salão do Automóvel.
- O VW ecológico Polo Bluemotion, exposto no XXVI Salão (foto: LEXICAR).
- A picape Saveiro de cabine normal da Geração V.
- Saveiro cabine simples.
- Capa de ficha técnica para a Saveiro cabine-estendida.
- Saveiro Cross 2010.
- Em 2009 a frente do Fox foi redesenhada, seguindo o estilo recém apresentado pela VW alemã.
- Fox I-motion 2010.
- CrossFox 2009.
- SpaceFox, projetado no Brasil e importado da Argentina a partir de março de 2006.
- Saveiro Cross, mais um dos muitos lançamentos VW do final da primeira década do século (fonte: Luiz Alberto Veiga / autoentusiastas).
- Saveiro Cross.
- Saveiro Rocket, conceito apresentado no XXVI Salão do Automóvel, com motor 1.4 Turbo, caixa de seis marchas e suspensão rebaixada (foto: LEXICAR).
- Polo com o novo visual mundial da Volkswagen, introduzido em 2011.
- Volkswagen Polo 2012.
- Polo Sedan 2012.
- Golf Sportline Limited Edition 2013.
- Golf 2013.
- Gol (na foto) e Voyage tiveram as linhas externas mais uma vez atualizadas em 2013.
- Novo Gol 2012-2013.
- Voyage 2012-2013.
- Voyage 2015.
- Saveiro Cross cabine-dupla.
- Gol de duas portas, apresentado no Salão de 2012.
- Conceito Taigun, também mostrado no Salão de 2012.
- Conceito VW Taigun.
- Gol Track, nova versão de 2013.
- Gol Rallye 2013.
- Fox 2013.
- Fox BlueMotion 2013-2014.
- Novo SpaceCross, renovação de 2013.
- Nova Saveiro, de 2013.
- Folder da Kombi 2013, pouco antes do modelo ser retirado de linha (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Após 56 anos de produção contínua, o fim da Kombi, em dezembro de 3013, mereceu até campanha publicitária.
- Kombi Last Edition, série especial de 2013 para comemorar a despedida do histórico modelo.
- Kombi Last Edition.
- Muitas Kombis brasileiras "zero km" foram importadas pela Inglaterra para serem transformadas em motor-homes; este anúncio é de novembro de 2012.
- A partir de 2015 kombis brasileiras usadas passaram a se exportadas às dezenas para colecionadores europeus; na imagem, de 2016, 20 bem conservados exemplares aguardam o embarque no porto de Santos (fonte: O Globo).
- Cartões postais de divulgação do up!, automóvel radicalmente novo lançado pela VW em 2014; as imagens mostram as versões white up! e black up!.
- De março de 2014, esta foi uma das propagandas de lançamento do revolucionário up!.
- Quatro meses depois do up! de quatro portas foi lançada a versão duas-portas (fonte: site autoentusiastas).
- Em agosto de 2014, cinco anos depois da concorrente Fiat, a VW lança sua picape Saveiro com cabine dupla.
- Saveiro cabine-dupla 2014.
- Saveiro com cabine estendida.
- Saveiro cabine-simples.
- Saveiro cabine-dupla 2014 na versão Cross.
- Saveiro Cross cabine-dupla.
- Publicidade para a picape Cross de 2014.
- Uma das primeiras propostas de estilo para a picape Saveiro cabine-dupla (fonte: Luiz Alberto Veiga / noticiasautomotivas).
- Mais conservadora, esta foi a proposta aprovada (fonte: Luiz Alberto Veiga / autoentusiastas).
- Com estilo mais uma vez revisto em 2014, o Fox se aproximou ainda mais do face look dos modelos da matriz alemã.
- Fox Highline 2015.
- Fox BlueMotion 2014.
- CrossFox 2015, apresentado no XXVIII Salão do Automóvel (foto: LEXICAR).
- CrossFox 2015.
- CrossFox 2015.
- Space Cross 2015 (o modelo era importado da Argentina desde outubro de 2011).
- Up! Pepper.
- Lançado em Genebra em março de 2014 o modelo cross up! foi oficialmente apresentado no Brasil em outubro, no Salão do Automóvel; o carrinho trazia discretos retoques externos (complementos plásticos nos arcos das rodas, nova grade, rack no teto e rodas de 15") mas nenhuma alteração mecânica.
- cross up!
- speed up!, com motor de 105 cv.
- Apresentado na cor vermelha, com detalhes externos em negro (teto, molduras nos arcos das rodas e para-choques, grade em colmeia), o Fox Pepper foi o único conceito nacional preparado pela VW para o Salão de 2014; com apelo esportivo, o carro recebeu motor 1.6 de 120 cv e câmbio manual de seis marchas; o interesse despertado pelo modelo levou a empresa a comercializá-lo no ano seguinte (foto: LEXICAR).
- Sedã Jetta, nacionalizado em 2015.
- Jetta sedã 2015.
- Up! TSI: é quase imperceptível, pela dianteira, diferenciar os modelos TSI dos demais.
- White up! TSI
- Fox Track, versão disponibilizada em 2015.
- O Gol 2017 (lançado em fevereiro do ano anterior) trouxe mudanças estéticas, mecânicas e de conectividade.
- Gol Highline 2017.
- Externamente, o Voyage 2017 mudou apenas na dianteira.
- Voyage 2017.
- Em 2015 o Brasil volta a fabricar um hatch Golf de última geração; na imagem a versão Highline.
- Golf Highline.
- A linha Golf foi mais uma vez atualizada em junho de 2018; na imagem a versão Comfortline.
- Volkswagen Saveiro cabine-dupla Highline 2017.
- Cabine-dupla Saveiro Highline 2017.
- Saveiro Trendline com cabine estendida 2017.
- Saveiro Trendline cabine-simples 2017.
- Picape Saveiro Cross 2017.
- Saveiro Cross 2017.
- Saveiro Cross 2017.
- Na linha 2017 a picape Robust tomou o lugar da antiga Starline.
- Picape Volkswagen Robust com cabine simples.
- Em 2018 foi lançada a versão cabine-dupla.
- Picape Robust com cabine dupla.
- Gol três-portas 2017.
- Gol Track, novidade de 2016.
- Linha de montagem de carrocerias Gol na fábrica de Taubaté.
- Final da linha de fabricação da linha Gol em Taubaté.
- Gol Track no Salão do Automóvel, quando de seu lançamento (foto: LEXICAR).
- Up! Pepper, novidade de 2017.
- up! Track, também lançado no Salão.
- O belo Gol GT conceitual, surpresa Volkswagen no Salão de 2016.
- Conceito Gol GT (foto: LEXICAR).
- Volkswagen take up! 2018, lançado em abril do ano anterior.
- move up! 2018 com motor aspirado.
- cross up! TSI 2018.
- cross up! TSI 2018.
- high up! TSI 2018.
- Saveiro cabine-estendida na versão Pepper.
- Ao receber pintura vermelha, Saveiro e up! Pepper passam a ter os detalhes "esportivos" na cor preta.
- Saveiro Pepper.
- Preparando-se para a chegada do novo Polo, a VW reduziu drasticamente o número de opções para o Fox; na imagem a nova Xtreme - uma das duas únicas oferecidas.
- Fox Xtreme.
- A plataforma MQB A0, utilizada pelo novo Polo.
- Novo Polo: de frente, um mini-Golf.
- Novo Polo: pela traseira, um Gol modernizado.
- Virtus - o Polo sedã, apresentado à imprensa em novembro de 2017 e oficialmente lançado dois meses depois.
- Virtus em sua versão básica MSI.
- Volkswagen Virtus Highline.
- Gol 2019, com nova frente.
- Sedã Voyage 2019.
- Golf GTI 2019.
- Golf GTI 2019.
- Polo 2018: os retrovisores vermelhos (assim como detalhes internos) indicam a instalação de sistema de áudio Beats - pela primeira vez num carro nacional -; também disponível para o sedã Virtus, o sistema tinha 300 W de potência, amplificador digital de oito canais e alto-falante de subgraves.
- Primeiro SUV nacional da VW, o T-Cross teve apresentação mundial em outubro de 2018.
- Volkswagen T-Cross.
- Revisão final do T-Cross nas linhas de montagem de São José dos Pinhais.
- O novo T-Cross ocupou lugar de honra no Salão do Automóvel de 2018 (foto: LEXICAR).
- Polo GTS, conceito mostrado no Salão com lançamento previsto para 2019 (foto: LEXICAR).
- Virtus GTS (foto: LEXICAR).
- Tanto Virtus (na imagem) como Polo não tiveram a traseira alterada na versão GTS (foto: LEXICAR).
- Picape média Tarok, show-car que dará origem a carro de série em 2020 (foto: LEXICAR).
- Conceito Tarok.
- Amarok V6 Concept, projetada no Brasil para a VW argentina.
- T-Cross na versão básica 200 TSI (foto: Jason Vogel / O Globo).
- VW T-Cross 200 TSI (foto: Jason Vogel / O Globo).
- Up! MPI - nova denominação do move up!, adotada em 2019.
- Em 2019 cross up! passou a chamar-se Connect.
- Up! Xtreme - novo nome do antigo Pepper.
- Mostrada nos T-Cross do Salão e na série especial de lançamento, somente em julho de 2019 a pintura bicolor foi disponibilizada para a versão top Highline.
- Polo GTS, oficialmente lançado em janeiro de 2020 (foto: portal autoentusiastas).
- Polo GTS (foto: portal bestcars).
- Polo GTS.
- O sedã Virtus GTS foi lançado no mês seguinte.
- Pela traseira o Virtus GTS pouco difere das outras versões: somente um discretíssimo spoiler na tampa da mala e a moldura no para-choque, agora em preto brilhante.
- Pablo Di Si, Presidente da Volkswagen para a América do Sul (à esquerda) e José Carlos Pavone, chefe de design da empresa, na apresentação mundial virtual do Nivus, em 28 de maio de 2020.
- Utilitário-cupê Nivus, projetado no Brasil, também com produção na Europa.
- Lançado em plena pandemia, o Nivus entrará em produção em junho.
- Volkswagen Nivus Highline.
- VW Nivus.
- Nivus Comfortline.
- No início de 2021 também o Nivus foi incluído no programa de aluguel por assinatura Sign&Drive.
- Xtreme 170 TSI, única versão up! mantida em produção em 2021.
- Volkswagen up! Xtreme 170 TSI 2021.
- Cena histórica na fábrica de São José dos Pinhais: no mesmo dia em que o último Fox saía da linha de montagem, o jovem T-Cross chegava a 200.000 unidades produzidas.
- Este Xtreme 2021 foi o último Fox a ser produzido no país.
- T-Cross, Taos e Nivus: os três utilitários esportivos da Volkswagen em publicidade de janeiro de 2022.
- Polo Highline 2023, reestilizado para ocupar o lugar do Gol (foto: 4 Rodas).
- VW Polo Highline 2023.
- VW Polo TSI 2023.
- Polo TSI 2023.
- VW Polo MPI 2023.
- Polo MPI 2023.
- Publicidade de novembro de 2022 parao lançamento do novo Polo; a imagem mostra o modelo superior Highline.
- Polo Track MPI, concebido como versão de entrada e vendido pelo mesmo preço do Gol.
- Polo Track MPI, apresentado no final de 2022.
- Polo Track.
- Polo Track.
- Polo Track.
- O novo Polo no início da linha de montagem.
- Instagram da GM, postado em novembro de 2022, despedindo-se do Gol, seu concorrente histórico.
- Automóvel mais vendido do país em todos os tempos, após 42 anos de carreira e 26 como líder de mercado, o hatch Gol sai de linha com a série especial Last Edition.
- Gol Last Edition - série de mil unidades lançada em novembro de 2022.
- 1st Edition - série especial comemorativa do lançamento do Polo Track.
- Polo GTS, lançado em janeiro de 2023.
- VW Polo GTS.
- 170 TSI, com câmbio manual ou automático - versão de entrada da nova linha Virtus, também apresentada no início de 2023.
- Virtus 170 TSI.
- Novo Virtus na versão Comfortline.
- VW Virtus Comfortline.
- Virtus Highline - externamente diferenciando-se do Comfortline pelas rodas.
- VW Virtus Highline.
- Virtus na versão superior Exclusive, com motor 1.4 turbo de 150 cv.
- Com o novo Virtus Exclusive a Volkswagen se propõe conquistar faixas superiores do mercado.
- Cabine-dupla Saveiro Robust 2024 (fonte: portal motor1).
- Picape Robust 2024 (fonte: portal motor1).
- Saveiro Trendline 2024, aqui equipada com o pacote "Conforto", que inclui faróis de neblina, rodas pretas e faixas decorativas nas laterais (fonte: portal webmotors).
- A versão Trendline 2024 só foi oferecida como cabine simples.
- Lançada em agosto de 2023, a Saveiro Extreme assumiu o posto da versão Cross como topo de linha.
- Saveiro Extreme 2024, disponível somente com cabine dupla.
- Picape Saveiro Extreme 2024.
- Carta Aberta publicada em 8 de dezembro de 2023, em conjunto com GM e Toyota, manifestando-se contra a prorrogação dos benefícios do Regime Automotivo para NE e C-O.
- 2 de fevereiro de 2024: Presidente da República e seu Vice visitam as linhas de fabricação da Volkswagen, em São Bernardo do Campo, após a cerimônia de apresentação do plano de investimentos da empresa para 2024-28.
- Virtus Cabrio - o conversível especialmente desenvolvido para a cerimônia.
- Conceito Virtus Cabrio.
- Polo Robust, nova versão de entrada introduzida em 2024.
- Volkswagen Polo Robust.
- T-Cross 200 TSI com o visual atualizado para 2025.
- T-Cross 200 TSI 2025.
- T-Cross Comfortline 2025.
- T-Cross Comfortline 2025.
- T-Cross Highline 2025 equipado com o pacote "Bi-color".
- A mesma versão Highline em vista traseira, mostranso a nova faixa luminosa ligando as duas lanternas.
- Em São José dos Pinhais, em maio de 2024 os primeiros T-Cross 2025 deixam a linha de montagem.
- Primeira imagem do futuro SUV compacto Tera, divulgada em setembro de 2024 no festival Rock in Rio.
- No mesmo mês chegou o hatch Nivus 2025, seguindo o visual da linha europeia; na imagem a versão superior Highline.
- Nivus Highline 2025.
- Característica marcante do Nivus 2025 foi a assinatura luminosa na dianteira ...
- ... e na traseira, com filetes de leds unindo faróis e lanternas.
- No lançamento do novo Nivus foi anunciada, para 2025, a chegada da versão esportiva GTS, da qual foram divulgadas estas duas imagens.
- Esta seria a traseira do futuro Nivus GTS.
- Virtus Sense, nova versão de entrada para taxistas, frotas corporativas e pessoas com deficiência lançada no final de 2024.
- Sedã Virtus Sense.
- Em conjunto com Virtus Sense foi lançado o T-Cross equivalente.
- T-Cross Sense.