VOLKSWAGEN CAMINHÕES
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Única operação da Volkswagen no mundo exclusivamente dedicada à produção de caminhões e chassis de ônibus, a empresa foi criada no Brasil em fevereiro de 1981. Originou-se da filial nacional da Chrysler, adquirida em julho de 1979 pela Volkswagenwerk, transação que envolvia a posse de 67% das ações, sua fábrica de Santo André (SP) e o direito de produção dos automóveis e caminhões Dodge no país; em novembro do ano seguinte foram assumidos os restantes 33% ainda em mãos da Chrysler norte-americana. O principal interesse da matriz alemã, ainda que não revelado, era dispor de uma base industrial no Brasil para ensaiar sua entrada no mercado de veículos comerciais, o que de fato conseguiria, com enorme sucesso, finalmente ultrapassando a aparentemente invencível Mercedes-Benz nos segmentos médio e semipesado.
A produção de picapes Dodge foi imediatamente abandonada e a de automóveis encerrada em julho de 1981. Com isto a Volkswagen Caminhões (VWC) pôde se dedicar inteiramente ao seu foco – a construção de veículos comerciais médios e semipesados. Em paralelo com o desenvolvimento de seus próprios modelos, a empresa procedia à atualização dos caminhões Dodge. O potencial do motor V8 da Chrysler foi bem aproveitado pela VW, sendo adaptado para o uso de álcool; dotado de ignição eletrônica, equipou inicialmente o Dodge E-13, tornando-o o primeiro caminhão a álcool fabricado no país. Novas versões seriam lançadas, inclusive 6×4, com relativo sucesso em serviços pesados e operações fora de estrada, em especial nos setores sucro-alcooleiro e florestal. Os últimos caminhões Dodge deixariam a linha de produção no final de 1985. [Para acompanhar os caminhões Dodge produzidos pela VW, procure em Chrysler.]
É brasileiro o primeiro caminhão médio do mundo com a marca Volkswagen
Os primeiros veículos de concepção Volkswagen foram lançados em março de 1981: os médios 11-130 e 13-130, inéditos no mundo, projetados na Alemanha e com protótipos e testes desenvolvidos no Brasil. Com peso bruto total de 11 e 13 t, procuravam atacar frontalmente os best-seller 1113 e 1313 da Mercedes-Benz (era objetivo da empresa até o final da década alcançar 27% do mercado nacional de caminhões com PBT acima de 4 t; chegaria a 18%). Ambos tinham cabine avançada basculante oriunda da alemã MAN, com a qual em 1975 a Volkswagenwerk assinara um acordo de cooperação e, desde 1979, fabricava em conjunto caminhões leves de até 8 t de PBT.
Afora isto, sua concepção era convencional: no 11-130, motor diesel MWM (seis cilindros, 5.883 cm3, injeção direta e 132 cv), caixa sincronizada de cinco marchas, eixo traseiro com uma ou duas velocidades, chassi tipo escada, suspensão por molas semi-elípticas e amortecedores, freios hidráulicos com auxílio a vácuo e direção mecânica. O 13-130, além do chassi e embreagem reforçados e de novas relações na transmissão, trazia rodas raiadas, freios a ar e direção hidráulica. Os dois modelos foram apresentados com três opções de distâncias entre eixos.
A família de modelos próprios foi expandida em agosto de 1982, com o lançamento da linha de 6 t de PBT. Eram dois modelos, 6.80 e 6.90, respectivamente com motor diesel Perkins de 3.860 cm3 e 85 cv e MWM de 3.920 cm3 e 91 cv, ambos com câmbio de cinco marchas, freios hidráulicos assistidos a vácuo, direção mecânica e cabine avançada basculante, inédita no segmento. Os dois foram apresentados na III Feira Brasil Transpo, acompanhados da versão 6.140 a álcool, equipada com o antigo motor V8 de 145 cv da Chrysler e caixa de cinco marchas, com a 1ª não sincronizada; a pequena diferença de preço com relação às versões diesel, porém, não lhe deu chances de sucesso. Também foi desenvolvido um projeto de microônibus, em trabalho conjunto com a Marcopolo, sobre chassi 6.90 diesel com entre-eixos 60 cm maior (4,10 m), molas parabólicas e carroceria para 24 passageiros; a baixíssima demanda por este tipo de equipamento, na época, levou a seu abandono no final do ano seguinte.
Em 1984 a VWC deixou de ter administração autônoma, tornando-se uma divisão da Volkswagen do Brasil. Além de uma série de melhorias introduzidas nos modelos Dodge, as novidades do ano se restringiram a incursões na área de combustíveis alternativos: um microônibus com motor a álcool, o caminhão 6.140 adaptado para o uso de gás metano e testes com 11-130 alimentado com óleo de soja. Ao lado destes, se avaliava a introdução no mercado da linha de utilitários leves LT, da VW-MAN, que acabou por não ocorrer.

Médio 11-130 – um dos dois primeiros modelos de caminhão lançados no Brasil pela Volkswagen.
Em setembro foi apresentada a linha 1985, com mais uma opção a álcool (11-160) e apenas algumas faixas decorativas nos outros modelos com cabine avançada. Em compensação, ainda no segundo semestre a eles se juntaria o pesado 22-160, 6×4 que substituiria os antigos canavieiros Dodge, definitivamente retirados de linha. Estes dois últimos lançamentos vieram equipados com o mesmo motor V8 a álcool, porém com diversos aperfeiçoamentos técnicos (novo desenho da câmara de combustão, taxa de compressão menor, instalação de radiador de óleo, sistema de ignição melhorado e filtro de ar de capacidade 50% maior). Para resistir às solicitações do transporte fora de estrada, a cabine foi toda reforçada e recebeu nova suspensão; também ganhou um para-sol externo, com a função adicional de proteger o para-brisa nas operações de carregamento de cana-de-açúcar.
Foi notável o desempenho da VWC naquele ano: vendas internas 40% superiores a 1984, remessa de mil caminhões 11-130 para a China e negociação com a norte-americana Paccar de um contrato de dez anos, visando a exportação para EUA e Canadá de 4.000 veículos de 11 e 13 t por ano, a serem comercializados com as marcas Peterbilt e Kenworth. Os primeiros embarques estavam previstos para o ano seguinte. Os veículos receberiam grande número de alterações com relação aos modelos vendidos internamente: motor Cummins de 210 cv, caixa de seis marchas, chassi de longarinas retas, duplo eixo traseiro, rodas de disco e pneus radiais sem câmara, além de freios pneumáticos de novo tipo; alguns componentes seriam importados. Preparando-se para vôos mais altos, a empresa transferiu suas linhas de montagem da acanhada fábrica de Santo André para um anexo na planta de automóveis da VW, em São Bernardo do Campo (SP).
Para 1986 todos os modelos trouxeram pequenas melhorias técnicas e mecânicas, entre as quais (dependendo do veículo) alerta eletrônico de irregularidades no motor, redução do eixo traseiro com engate pneumático, embreagem e eixo dianteiro reforçados e caixa de cinco marchas com 1ª não sincronizada. Em maio a empresa colocou à venda o chassi leve 6.90 diesel, fornecido sem cabine, apenas com a parte frontal e quadro do para-brisa. De modo a atender às diferentes aplicações a que se destinava, alguns ajustes foram efetuados na parte dianteira do chassi: componentes periféricos mudaram de posição, a suspensão dianteira foi reforçada e a plataforma do motorista passou a ser fixa. Buscando divulgar o potencial do produto, a Volkswagen contratou projetos de carrocerias especiais junto a vários fabricantes – carros-fortes com a Massari, micro-ônibus com a Caio, Ciferal e Marcopolo e ambulância, consultório médico-dentário e oficina móvel com a Caio. Junto com a versão diesel, também foi lançado o 6.140 a gasolina, para exportação.
A fase Autolatina: o primeiro caminhão pesado e o primeiro chassi de ônibus
A maior novidade do ano, no entanto, foi a união operacional entre Volkswagen e Ford, no Brasil e Argentina, anunciada em junho e concretizada em novembro, dando origem à Autolatina. A nova empresa foi estruturada em três Divisões – VW, Ford e caminhões –, unificando diversos serviços mas mantendo a individualidade na área comercial e na rede de revendas e assistência técnica. Ao contrário do que ocorreu com os automóveis, porém, as duas empresas não chegariam a compartilhar modelos, mantendo linhas de caminhões totalmente distintas. (O mesmo não aconteceria com os chassis de ônibus, que tiveram origem comum, como se verá adiante.)
Em 1987 o motor Perkins do leve 6.80 foi repotenciado para 91 cv, mudando o nome para 6.90 P (a versão com MWM de 3.920 cm3 e 90 cv foi denominada 6.90 S). Logo no início do ano tiveram a capacidade de carga aumentada, graças ao novo câmbio (totalmente sincronizado) e à suspensão reforçada, passando a chamar-se 7.90 (S ou P). Externamente, a diferenciá-los dos modelos antigos, havia novos faróis retangulares e logotipo maior sobre a grade. Os médios a diesel ganharam novo motor (MWM de seis cilindros e 138 cv), reforço mecânico (caixa, eixo traseiro, suspensão) e consequentemente maior capacidade, tendo a nomenclatura alterada para 12-140 e 14-140; a direção hidráulica passou a ser item de série. Para caracterizá-lo como “estradeiro”, à cabine do último foram acrescentado para-sol, defletores laterais na altura das portas e spoiler no para-choque dianteiro.
Novas opções foram oferecidas em outubro, na V Brasil Transpo: o médio 11-140, versão mais barata do 12-140, procurando atender ao caminhoneiro autônomo; o 22-140 6×4 a diesel, como alternativa ao 22-160 a álcool, cuja demanda vinha diminuindo; o chassi 7.90; e o primeiro leve turboalimentado do mercado, o 7.110S. Equipado com o mesmo motor MWM do 7.90, com potência elevada para 115 cv e torque quase 37% superior, o caminhão ganhou novo câmbio, embreagem maior e outra relação de diferencial. O ano foi encerrado com a produção do 50.000º caminhão.
A cada ano a VWC ampliava a linha, avançando um pouco mais em direção às categorias mais pesadas, que começavam a dominar o transporte rodoviário do país. Em 1988 foram quatro lançamentos: 14-210, versão brasileira do modelo exportado para os EUA, com motor Cummins turbo de 210 cv e caixa de seis marchas sincronizadas; suas variantes 16-210 e 16-210H, com PBT de 16 t, esta com diferencial de dupla velocidade e capacidade de tração de 30 t; e 16-170, com a mesma configuração, porém sem turbocompressor. Na VI Transpo, em 1989, a Volkswagen apresentou uma cabine-leito para os caminhões de 210 cv; projetada e fabricada pela Marcopolo em plástico reforçado, eram acopladas à cabine basculante, alongando-a 65 cm; tinham teto inclinado, com função de defletor, e espaço para duas camas-beliche e alguma bagagem. Na oportunidade, foi iniciada a comercialização de alguns modelos fornecidos sem a suspensão traseira. Apelidados transformers, eram preparados para a montagem de terceiros eixos por firmas implementadoras.

O 35.300 (aqui na versão 1994) foi o primeiro caminhão pesado a levar a marca Volkswagen.
Em julho de 1990, por conta da Autolatina, a linha de fabricação da VWC mais uma vez mudou de local, transferindo-se para a planta paulistana da Ford, no Ipiranga. No fim do ano o “canavieiro” 6×4 recebeu motor Cummins, já então com 5 cv a mais de potência, ganhando em capacidade de carga e passando a denominar-se 24-220; o 16-210, em consequência, passou a 16-220.
O lançamento seguinte só ocorreu em 1991: o 35-300, primeiro caminhão pesado da marca, cavalo-mecânico para 35 t tracionadas com motor Cummins turbo pós-arrefecido de 8,3 l e 291 cv, caixa de nove marchas não sincronizadas à frente e duas a ré, embreagem mais macia com elementos cerâmicos e freios a ar de duplo circuito. O veículo vinha com dois tanques de combustível de 280 l cada e 5ª roda original de fábrica. Antes de terminar o ano, na VI Transpo, foram lançados o chassi 7.110 turbo e mais três veículos na faixa dos médios: 14-150, 14-200 e 14-220, respectivamente com motor MWM aspirado de 146 cv, MWM turbo de 195 cv e Cummins de 215 cv. Em abril de 1992 foi oferecida nova opção de canavieiro 6×4 ainda mais potente, o 24-250, com motor diesel Cummins de 254 cv e capacidade de tracionar composições de até 42 t.
Um ano depois, em abril de 1993, a Volkswagen Caminhões entrou no mercado de chassis médios, lançando o Volksbus 16.180 CO, com motor MWM turbo de seis cilindros, 6.450 cm3 e 184 cv, câmbio sincronizado de seis marchas e freios pneumáticos com circuitos independentes. “Projetado em conjunto com o cliente“, como se orgulhava a Autolatina, o resultado não poderia ter sido diferente: um chassi derivado de caminhão, com longarinas retas, altura elevada, motor dianteiro, caixa mecânica e suspensão dura, por feixe de molas, própria para carga – concepção conservadora preferida pela nata dos operadores brasileiro de ônibus urbanos, na contramão do desempenho, conforto e qualidade de serviço esperados por um serviço público de tal importância.
Apresentado com duas distâncias entre eixos (5,17 e 5,94 m), era fornecido com a plataforma do motorista pronta, equipada com banco, coluna de direção, painel de instrumentos e capô com base e vedação termo-acústica, vantagens frente ao quase universal chassi Mercedes-Benz OF. Também trazia algumas facilidades de manutenção e encarroçamento, tais como alimentação do cárter pela frente, entrada de ar mais alta e longarinas com furação disponível. Um outro chassi foi lançado pela Ford, com a denominação B-1618; apesar de idênticos em dimensões e características técnicas, o da VWC vendeu quase três vezes mais.
1994 foi o ano da primeira reestilização da linha de caminhões. Nos médios e pesados as cabines ganharam novo para-choque com faróis retangulares, novos estribos, imponente grade na cor cinza e componentes aerodinâmicos de novo desenho. Os leves tiveram apenas a grade mudada. O interior era o mesmo para todos: painel de instrumentos importado da Alemanha, sistema de ventilação e revestimentos internos melhorados, rádio toca-fitas e ar condicionado como opcionais. As versões mais baratas dos médios e os fora-de-estrada permaneceram com a cabine antiga.
Consórcio Modular: métodos fabris inéditos na nova fábrica de Resende
Dois modelos da gama leve receberam upgrade mecânico: 7.90S e 7.110S foram sucedidos pelo 7.100 e 8.140, com motor MWM (92 cv aspirado ou 135 cv turbo), caixa de cinco marchas sincronizadas, longarinas retas, freios pneumáticos e nova suspensão, com barras estabilizadoras, molas parabólicas e semi-elípticas. Com o último vieram os chassis 8.140 CO e CE, para micro-ônibus e utilizações especiais. No final de 1994 foi desfeita a associação entre Ford e Volkswagen e logo a seguir dissolvida a Autolatina. Na área de veículos comerciais, a separação trouxe dificuldades inesperadas para a VWC: tendo a fábrica do Ipiranga como único centro de produção de caminhões e chassis de ônibus, a empresa se viu obrigada a remunerar a Ford pela fabricação de cada um dos veículos que deixavam a linha de montagem.
A resposta da Volkswagen, porém, seria extremamente rápida – e surpreendente: decidiu imediatamente pela construção de nova fábrica, que serviria de cobaia para a implementação de uma nova e revolucionária estrutura fabril que logo seria batizada de Consórcio Modular. Segundo proposta do vice-presidente de compras e produção da matriz, o polêmico engenheiro basco José Ignacio López de Arriortúa, a nova planta deveria trazer procedimentos e conceitos operacionais capazes de quebrar dogmas e paradigmas. O objetivo era estruturar a fábrica mais “enxuta” do mundo, onde, por um lado, fossem aplicadas todas as técnicas de produção japonesas e, por outro, a maior parte das atividades fabris fosse transferida para os fornecedores, que se instalariam junto à linha de montagem e dela participariam ativamente, responsabilizando-se pelos resultados.
Em junho de 1995, diante do rol de benefícios obtidos (terreno e infra-estrurura grátis, isenção de taxas e impostos estaduais e municipais), o local da fábrica já havia sido escolhido – o município de Resende (RJ). As obras foram iniciadas no início de outubro. O início de operação experimental, no entanto, foi marcado por Arriortúa para 1º de novembro do mesmo ano. Um galpão foi alugado junto ao terreno da fábrica e lá, em ritmo alucinante, instalada uma linha de montagem provisória onde pudessem ser testados os fluxos e processos a serem aplicados na nova unidade. Destinada à montagem de chassis de ônibus, as instalações foram concluídas em 113 dias e inauguradas no dia previsto. O processo de montagem era composto de quatro módulos: chassi, eixos e suspensão, motor e cockpit, envolvendo sistema elétrico, direção e comandos. Dos 70 empregados iniciais, apenas 15 eram da VWC.
Exatamente um ano depois, em 1º de novembro de 1996, a Volkswagen Caminhões inaugurou sua nova fábrica. Com capacidade de produção de 30 mil unidades/ano em dois turnos, a planta seria operada por dez empresas, que montariam os produtos de acordo com projetos da VWC e estariam subordinadas ao seu controle de qualidade e aprovação final. As empresas fornecedoras atuariam em sete módulos: chassi, eixos e suspensão, rodas, motor, cabine, pintura e acabamento interno. Do efetivo de 1.500 pessoas empregado em Resende, cerca de 85% pertencia às empresas consorciadas, todos eles contratados com nível salarial pré-acordado com a Volkswagen. A maioria das partes e componentes chegava pronta ou pré-montada de outras indústrias, o que permitia reduzir a 1/6 o tempo ocupado pelo caminhão na linha de fabricação. Desta forma, o ônus da administração dos estoques, dos gastos diretos e indiretos com pessoal, da manutenção de grande parte das áreas industriais e do cumprimento de prazos e padrões de qualidade ficava transferido para os fornecedores, que só seriam remunerados após o veículo completo ter passado pelo crivo da Volkswagen. Anunciada como marco inicial da “terceira revolução industrial, tão importante quanto a máquina a vapor e a linha de montagem“, a fábrica de Resende se tornou notícia mundial e, assumida como novo paradigma, serviria como inspiração para diversas outras plantas no Brasil e no exterior.

Extrato de propaganda de janeiro de 2001 exaltando o avanço da Volkswagen no mercado brasileiro de caminhões; a foto ilustra seis dos quinze modelos da Série 2000 (a partir da esquerda): 8.150, 13.150, 15.180, 17.220, 24.220 e 40.300.
Ainda em 1995, enquanto tratava da construção da nova fábrica, a VWC efetuava suas primeiras exportações para a Alemanha, lotes da encomenda de 2.000 caminhões leves L80, o mesmo 8.140 nacional, com ajustes no sistema de iluminação e motor para atender às normas ambientais e de circulação europeias. Em 1997, voltando o foco para o transporte urbano de mercadorias, lançou duas novas versões leves e médias: 8.100 e 12.140 T (com novo motor MWM turbo de quatro cilindros e 135 cv). Para transporte rodoviário de curta e média distância saíram o 12.170 BT, 14.170 BT (Cummins de 158 cv) e 16.300 (Cummins de 291 cv, o mais potente da categoria). Em outubro, na 11ª Fenatran, foram lançados o médio 16.200 (Cummins de 208 cv) e o chassi Volksbus 16.210 CO, com motor MWM turbo pós-resfriado de 206 cv, substituindo o modelo anterior. (A partir daí os códigos de todos os modelos seriam grafados com um ponto entre os números, e não mais com traço de união.)
Em 1998 a VWC colheu os frutos dos seus constantes lançamentos, procurando ocupar todos os vãos livres nos segmentos onde tinha presença mais forte. A produção no ano cresceu 5,5% com relação a 1997, enquanto o total nacional caiu 4,4%, chegando a marca em dezembro como segundo maior fabricante nacional de chassis de ônibus e de caminhões leves e médios. O comportamento seria ainda melhor no ano seguinte: crescimento de 6,4%, versus queda de 10,6% no total da indústria. Com isto, atingiu participação global recorde, de 20,4%.
Em 1999, procurando avançar ainda mais no mercado dos leves – que, como os pesados, cada vez mais cresciam em participação no país – lançou o bem-vendido 8.140 na versão longa, com entre-eixos 40 cm maior (4,30 m). No extremo oposto, apresentou seu maior caminhão pesado, 40.300, com motor Cummins turbo de 291 cv, cavalo-mecânico capaz de tracionar até 40 t. Na 12ª Fenatran, por fim, forma lançados os médios 12.180 e 14.180, com motor MWM de 188 cv, e o 16-200 com câmbio de seis marchas.
A passagem do século foi oportunidade para lançar a Série 2000, com motores mais potentes, maior capacidade de carga e cabines redesenhadas. Os leves ganharam nova grade e para-choque plástico. No restante da linha as mudanças foram mais profundas: para-choque tripartido (para facilitar os reparos), para-lamas, grade e difusores laterais com novo desenho, todos em material plástico injetado, além de faróis redondos duplos. No interior, ambas as cabines eram totalmente novas: banco do motorista com maior número de regulagens, novo painel, vidros verdes, portas com ângulo de abertura de 90°, pedais mais leves e novos revestimentos. Eram 15 versões, com PBT de 4 a 40 t: três leves, quatro pesadas e oito médias.
O aumento de potência e capacidade levou à reclassificação de quase todos os modelos; assim, os leves 8.100 e 8.140 passaram a se denominar 8.120 e 8.150, enquanto que as séries 12, 14 e 16 subiram de categoria, transformando-se em 13, 15 e 17; em algumas versões médias foi dada opção de motorização Cummins ou MWM. Com a Série 2000 a Volkswagen reforçava sua política de produção personalizada, oferecendo três centenas de opções de acabamento, liberdade de escolha de motores, caixas de câmbio e eixos traseiros (evidentemente segundo certos limites técnicos impostos à sua combinação) e até possibilidade de configuração de veículos especiais. A Série 2000 trouxe um único modelo inédito, o 26.300, com motor Cummins turbo pós-resfriado de 300 cv e caixa de dez marchas, anteriormente fabricado apenas para exportação para o mercado chileno.
Com sete anos de vida, assumindo a liderança nacional
Para o segmento de passageiros, em agosto foi lançada a versão curta do chassi 8.140 CO (entre-eixos de 3,30 m), especialmente preparada para encarroçamento de mini-ônibus. Em paralelo, a empresa firmou acordo com a Marcopolo para a construção conjunta de um veículo completo na categoria, “irmão” do vitorioso Volare, a ser comercializado pela rede de revendas Volkswagen. A empresa terminou o ano, mais uma vez, com recordes de crescimento (faturamento 51% maior do que em 1999), produção (18.600 unidades, 10% exportada) e participação (24%). Ultrapassou a Ford como segundo maior fabricante do setor e ganhou independência administrativa, agora como Volkswagen Caminhões e Ônibus – Operações América do Sul (VWCO), diretamente subordinada à divisão de veículos comerciais da Volkswagenwerk, de Hannover, e dirigida por um superintendente brasileiro.
Sua excepcional participação de 20,1% no mercado de chassis de ônibus seria fortalecida, a partir de maio de 2001, com o lançamento de seu primeiro modelo com motor traseiro, 17.240 OT, para operações urbanas, de turismo e rodoviárias de curta distância. Bastante mais adequado para o transporte de pessoas do que o OD, possuía motor MWM de 240 cv, caixa de seis marchas com acionamento por cabos, embreagem assistida a ar, suspensão pneumática com controle eletrônico de altura (quatro bolsas de ar atrás e duas na frente, molas parabólicas auxiliares na dianteira) e freios pneumáticos. Opcionalmente, podia receber transmissão automática com retardador de frenagem, rodas de alumínio forjadas e sistema pneumático de rebaixamento da dianteira para facilitar o embarque nos pontos de parada. O posto de direção podia ser movido em altura e para as laterais, em função da necessidade do encarroçador. Oferecido com entre-eixos de 6,0 m, o chassi tinha menor altura do solo e balanço dianteiro suficiente para receber portas largas; também havia opção de balanço menor, para serviços de fretamento.
Todos os outros chassis ganharam potência e nova classificação: 8.150 OD e 9.150 OD (sucessores do 8.140 curto e normal), com potência elevada para 145 cv, suspensões reforçadas, pneus radiais e pontos de manutenção corrente agrupados na dianteira do veículo; e 17.210 OD (antigo 16.210), com 206 cv e alguns ajustes mecânicos.
Oito novos caminhões médios e pesados foram lançados em outubro, na 13ª Fenatran: 13.190 e 15.190 (substituindo 13 e 15-170), com motor Cummins de 192 cv; dois modelos da categoria de 23 t, 23.210 e 23.220 (MWM de 206 cv e Cummins de 214 cv) com 3º eixo de fábrica; e a nova família Titan Tractor, com Cummins de 303 cv, composta do 17.310 (antigo 17-300), 18.310 (4×2), 23.310 (6×2) e 26.310 (6×4), os três últimos com caixa de 16 marchas com acionamento em duplo H, 5ª roda com duas opções de altura e ar condicionado de série. Os antigos 24-220 e 250, por fim, tiveram a capacidade de carga aumentada, sendo sucedidos pelo 26.220 e 26.260.

A Volkswagen Caminhões também se firmou no segmento dos leves; na imagem o modelo 8.120, da Série 2000.
Era objetivo principal da VWCO com estas novidades, penetrar um pouco mais no feudo da Mercedes-Benz. E a empresa já dera provas de ser capaz de ameaçá-la: além de completar 2001 em segundo lugar no ranque dos pesados, ao final do primeiro semestre a Volkswagen pela primeira vez tirou a Mercedes-Benz da liderança em vendas internas, posição por ela mantida havia mais de 30 anos. Como prova da relevância dada pela matriz á unidade brasileira, em fevereiro de 2002 o presidente mundial da empresa anunciou investimentos de R$ um bilhão em cinco anos (meses depois elevado para R$ 1,7 bilhão), na fábrica de Resende, para aquisição de equipamentos e desenvolvimento de novos produtos.
A família Titan teve imediato sucesso, contribuindo para elevar em 71% as vendas da marca no segmento pesado, no primeiro semestre de 2002, versus o recuo de 13% no setor. Em junho o Tractor 18.310, modelo mais vendido, ganhou opção de suspensão pneumática na traseira, tanque de combustível de alumínio com 480 l e novo banco sofá-cama. Em outubro, motivada pelo constante crescimento do segmento dos caminhões leves para entregas urbanas, foi relançado o modelo 7.110 (MWM de 4.300 cm3 e 120 cv), oito anos antes substituído pelo 8.140. Em dezembro a VWCO chegou ao 100.000º caminhão produzido em Resende.
Novo chassi para mini-ônibus foi lançado em 2003, o 8.120 OD, com motor MWM turbo intercooler de 120 cv e cinco marchas. No último trimestre chegaram outras importantes novidades: os primeiros cinco modelos da marca com motores de gerenciamento eletrônico (Cummins Interact com injeção common rail) e seu primeiro chassi rodoviário próprio para a construção de carrocerias monobloco. Os novos motores equipavam o leve 8.150, os médios 13.170 e 15.170 e os pesados 17.250 e 23.250; graças a eles, a família de caminhões (nomeada Electronic) pôde receber piloto automático, sistema eletrônico de controle de falhas e funções mecânicas e, opcionalmente, rastreador e computador de bordo.
Quanto ao ônibus (18.310 OT, comercializado a partir do ano seguinte), tinha estrutura modular, composta por dois sub-chassis independentes, que podiam ser montados com qualquer afastamento, originando ônibus com grandes bagageiros e de diferentes comprimentos e distâncias entre eixos. Tinha motor Cummins de 302 cv montado na traseira, seis marchas, suspensão pneumática, freios pneumáticos e rodas de alumínio. A suspensão foi simplificada, recebendo apenas duas bolsas de ar e molas parabólicas nos dois eixos, esquema estendido ao urbano 17.240 OT. Em 2003, finalmente, sete anos depois de inaugurada a fábrica de Resende, a VWCO conquista a liderança no setor, com 34,3% do mercado. Já com alguma presença no exterior, decide implantar duas novas unidades, no México e África do Sul, a operarem com componentes importados do Brasil.
Em resposta à nova legislação de emissões veiculares, em março de 2004, ao mesmo tempo em que o rodoviário era oficialmente lançado, todo o restante da linha de chassis de ônibus passava a receber motores com gerenciamento eletrônico. Além dos modelos mini, micro, convencional 17.210 OD, do urbano de motor traseiro e do rodoviário, duas outras versões vieram a compor a linha, os convencionais 15.180 EOD (E de Electronic) e 17.260 EOD, com motor MWM de 180 e 260 cv. No setor de caminhões, no final do ano chegaram mais duas versões Titan 6×4: 31.260 e 31.310 (em lugar do 26.210).
A nova família Constellation
Respeitando suas estratégias para ganhar participação no mercado, a Volkswagen promoveu dois importantes lançamentos em 2005, avançando nas franjas inferior e superior do setor. Inicialmente, em junho, no segmento interior, a nova família Delivery, dois modelos semi-leves (5.140 e 8.150, acompanhados dos chassis correspondentes) para competir com a grande variedade de vans de carga e passageiros que a concorrência colocava no mercado. Havia décadas que a empresa cogitava nacionalizar a linha leve alemã LT (picapes, chassis nus e vans); sempre adiados, os planos acabaram se materializando no Delivery, projeto nacional muito simplificado e sem versão van. O 5.140, com rodado simples na traseira e duas opções de entre-eixos, trazia motor “eletrônico” MWM turbo intercooler de 137 cv e freios a disco na frente. O 8.150 tinha rodado duplo, quatro diferentes entre-eixos (entre 2,85 e 4,3 m), MWM de 143 cv e freios a tambor. Em ambos, caixa de cinco marchas, direção hidráulica e suspensão dianteira por molas parabólicas e traseira por molas semi-elípticas. Para eles, foi aproveitada a cabine antiga, com nova grade, para-choque plástico e faróis redondos singelos. Um ano depois seriam disponibilizados os chassis 5.140 e 8.150 EOD, para mini-ônibus; ambos apresentavam as mesmas características técnicas dos caminhões leves, apenas o 5.140 EOD se diferenciando pelo eixo dianteiro mais avançado e alavanca de mudanças no painel.
A segunda grande novidade, apresentada em setembro, foi a família de caminhões pesados Constellation, com PBT entre 43 e 57 toneladas. Concebido, segundo a empresa, “para mercados emergentes“, com ela a Volkswagen respeitava sua política – que tão bons resultados vinha dando – de produzir veículos tecnologicamente modernos mas pouco sofisticados e de baixo custo, quase espartanos (o lema da VWCO expressava com perfeição esta postura: “menos você não quer, mais você não precisa“).
Pela primeira vez a marca utilizaria uma cabine basculante de desenho exclusivo: projetada em Wolfsburg, tinha leito, teto alto e diversos elementos criativos e funcionais, tais como os faróis montados na vertical, o para-brisa menor, protegido por um grande para-sol, próprio para “regiões tropicais”, as dobradiças da grade que permitiam apoiar as mãos para a limpeza dos vidros e os itens de manutenção corrente concentrados sob a grade. No interior apresentava diversos porta-objetos e itens de conforto, embora os materiais utilizados denotassem baixo custo e pobreza de acabamento. Qualquer elemento julgado mais “requintado”, tais como coluna de direção regulável, faróis de neblina, vidros elétricos, ar condicionado e tampa de cobertura dos degraus (como proteção contra assaltos), só estava disponível como opcional. A linha, que seria ampliada nos meses seguintes, foi iniciada com três versões: 17.250 e 24.250, com Motor Cummins Interact de 250 cv e caixa de seis marchas, e Titan Tractor 19.320 (para 45 t de carga máxima tracionada, substituindo o antigo Titan 18.310), com Cummins ISC de 315 cv e nove marchas. De resto, a mecânica nada mais trazia de novo.
Com o lançamento das famílias Delivery e Constellation, o restante da linha Volkswagen – 17 modelos entre o 8.120 e o 31.260 (nove deles com motores “eletrônicos”) também recebeu um nome próprio: Worker. A VWCO terminou o ano como maior fabricante brasileiro de caminhões, exportando quase 21% do total produzido.

Caminhão Volkswagen Constellation Tractor 2011.
Em 2006 os caminhões Constellation foram apresentados na IAA, exposição internacional de veículos comerciais de Hannover, Alemanha. Em setembro, quase um ano depois de seu lançamento, a linha ganharia versão com teto baixo e cabine normal (apesar de chamada “estendida“), três bancos individuais e possibilidade de instalação de cama dobrável. Eram cinco modelos – dois deles médios –, todos com gerenciamento eletrônico: 13 e 15.180 (MWM), 17 e 24.250 e 19.320 (Cummins). O lançamento coincidiu com a inauguração das instalações da BMB Mode Center, a 150 m da planta de Resende; empresa terceirizada, subsidiária da Tuttotrasporti, se dedicaria exclusivamente ao atendimento de encomendas especiais, transformação de chassis e instalação de 3º eixo e tração múltipla em veículos VWCO.
No início de 2007 parte da linha de chassis de ônibus foi repotenciada, gerando os modelos 15.190 EOD (MWM de 185 cv), 17.230 EOD e 18.230 EOT (MWM de 225 cv), e 18.320 EOT (Cummins ISC de 315 cv). O 17.260 EOT, por seu lado, passou a ser oferecido na configuração buggy, com longarinas bipartidas. Em fevereiro a empresa lançou seu primeiro Constellation para operações fora de estrada, o 31.320 (6×4, Cummins de 320 cv, 16 marchas) e, em agosto, três outros para transporte de longa distância com PBTC de até 64 t: os cavalos-mecânicos 19.370 e 25.370 (4×2 e 6×2) e o rígido 31.370 (6×4). Estes utilizavam o moderno motor MWM de 9.354 cm3 e 367 cv, desenvolvido para a VWCO, com camisas removíveis, quatro válvulas por cilindro, turbocompressor de geometria variável e freio-motor conjugado ao cabeçote e atuado eletronicamente pela turbina. O câmbio, de 16 marchas sincronizadas para frente e duas à ré, tinha carcaça de alumínio, resfriador de óleo e assistência pneumática.
Na gama dos leves, colocou em linha o Worker 9.150, com motor Cummins de 150 cv e a cabine do Delivery, até então fabricado sob medida para uma grande empresa transportadora. Para as Forças Armadas preparou o Worker 15.210 4×4 e, por fim, com foco na prestação de serviços de limpeza urbana, lançou o médio 17.250 E, com caixa automática de série. Acoplada eletronicamente ao motor Cummins de 250 cv, a caixa podia operar em dois modos (“econômico” e “desempenho“) e acionar a tomada de força em compactadores de lixo.
A Volkswagen chegou a fim de 2007 com a produção recorde de 47.200 veículos, fechando o exercício com receita bruta 30% superior a 2006; também as exportações foram recorde: 10.813 unidades. Já detinha quase 28% do mercado de chassis de ônibus e voltava a ter dois de seus caminhões como campeões de venda na categoria – o leve Delivery 8.150 e o pesado Constellation 19.320. Assim, logrou mais uma vez ultrapassar a Mercedes-Benz no segmento de caminhões (39.328 vs 37.195), feito que viria a repetir nos anos seguintes. Isto motivou a matriz a novos investimentos no Brasil, anunciados em dezembro ao Presidente da República: mais R$ um bilhão, até 2012, 30% dos quais destinados à duplicação da capacidade produtiva da fábrica de Resende, que já então se situava em 50 mil unidades/ano.
Em dezembro de 2008 a MAN, adquiriu o controle integral da divisão de veículos comerciais da Volkswagenwerk e, por extensão, da filial de Resende. Em março do ano seguinte, em clara demonstração da importância dos negócios brasileiros para a estratégia global da empresa, criou a MAN Latin America, com sede no Brasil e a função de gerenciar os negócios da marca em toda a América Latina. Caminhões MAN seriam produzidos no país, assumindo as faixas superiores do mercado, ao nível da Scania, Volvo e de alguns produtos Mercedes-Benz, dos quais os caminhões Volkswagen ainda estavam distantes em desempenho, sofisticação e acabamento. A união com a MAN prenunciava um futuro ainda mais brilhante para esta empresa em tantos sentidos pioneira. [Para conhecer os veículos com a marca MAN, procure em MAN.]
<man-la.com>
O que houve de novo a partir de 2008
- Constellation 25.320 6×2 (03/08)
- abertura do 3º turno na fábrica de Resende (09/08)
- chassi 9.150 ECE, especialmente preparado para receber carrocerias blindadas para transporte de valores: bitola dianteira mais larga, suspensão reforçada e posto de comando reposicionado (03/08)
- 300.000º veículo produzido em Resende (03/08)
- câmbio automatizado V-Tronic em dois modelos de chassis de ônibus: 17.230 EOD e 17.260 EOT (09/08)
- toda a produção capaz de receber combustível B5, com até 5% de biodiesel (06/08)
- chassi 17.260 EOT com opção entrada baixa (11/08)
- alemã MAN adquire o controle da VWCO (12/08)
- acordo com oito importantes clubes de futebol para fornecimento de ônibus para suas delegações (12/08)
- encerra o ano como líder de vendas em leves, médios e semipesados (12/08)
2009
- oferta de ABS como opcional para quatro modelos de cavalo-mecânico Constellation (01/09)
- Constellation 17.320 e 24.320 rígido em versões 6×2 e 8×2 (06/09)
- lançamento do chassi 17.260 EOD, com opção de câmbio V-Tronic (06/09)
- adaptação do chassi 15.190 para atender ao programa federal “Caminho da escola”: bloqueio de diferencial, balanços reduzidos e suspensão reforçada e elevada (06/09)
- seis lançamentos na 17ª Fenatran: Delivery 8.150 Plus e 9.150 com novo motor Cummins ICS de 150 cv; Constellation 19.320 com transmissão automatizada; e três versões especializadas do Worker – 17.180 Distributor (permitindo carrocerias com piso lateral rebaixado), 17.250 E Compactor (para coleta de lixo) e 26.260 E Constructor (com tomada de força e preparação para betoneira) (10/09)
- líder nacional em venda de caminhões (12/09)
2010
- VWCO vence licitação de 4.000 ônibus escolares para o programa “Caminho da Escola”; mais 8.000 se agregarão nos dois anos seguintes (04/10)
- apresentado protótipo de chassi de piso baixo com perfis tubulares, motor traseiro de 320 cv e suspensão pneumática (o projeto daria origem aos chassis 26.330, 15.230 e 18.280 OT LE, de 2012, 2014 e 2015) (07/10)
- BMB Mode Center anuncia construção de nova fábrica em Resende, exclusivamente para transformação de chassis de ônibus em articulados e piso baixo e para instalação de suspensão pneumática (10/10)
- apresentado protótipo de chassi articulado com piso alto, motor traseiro de 320 cv e suspensão pneumática (11/10)
2011
- Constellation 26.370 6×4, com capacidade de tração de 57 t (03/11)
- meio milhão de caminhões produzidos na fábrica de Resende (07/11)
- para atender às normas ambientais de 2012, toda a linha de chassis de ônibus (oito modelos) ganhou maior potência; chassis médios pela primeira vez recebem motores MAN (fabricados pela MWM) (08/11)
- linha de caminhões recebe tecnologias EGR ou SCR de controle de emissões e ganha potência; leve reestilização do modelo Delivery (09/11)
- anunciados investimentos de R$ 1 bilhão, até 2016, para desenvolvimento de motores, pesquisa de tecnologias sustentáveis e criação de nova família de veículos (10/11)
- 100.000º chassi de ônibus fabricado pela Volkswagen (12/11)
2012
- apresentação do chassi de ônibus 15.190 EOD 4×4, com entre-eixos e balanços reduzidos e suspensão elevada, equipado com eixo dianteiro e caixa de transferência Marmon-Herrington e bloqueio de diferenciais (02/12)
- usos vocacionais Distributor, Constructor e Compactor estendidos à linha Constellation (09/12)
- na 9a FetransRio, apresentação do chassi 17.260 OD, com motor dianteiro MWM de 260 cv e câmbio automatizado, e lançamento do articulado 26.330 OTA, com motor Cummins de 330 cv, caixa automática e suspensão pneumática (09/12)
- 100.000o veículo exportado pela VWC (12/12)
2013
- VWC vende 860 caminhões Worker 15.210 4×4 para o Exército Brasileiro (09/13)
- lançamentos da 19a Fenatran: Delivery 10.160 Plus (Cummins 160 cv, 13 t PBT), Constellation 24.330 8×2 (dois eixos direcionais, Cummins 330 cv, 29 t PBT) e cavalos-mecânicos Constellation 19, 25 e 26.420 (Cummins 420 cv e câmbio automatizado V-Tronic) (10/13)
2014
- pela primeira vez VWC fornece chassis para fabricação de trólebus – 10 unidades do modelo 17.280 de piso baixo, transformados pela Eletra e colocados em operação na cidade de São Paulo (01/14)
- Grupo Volkswagen adquire 90,5% do controle da Scania sueca (05/14)
- dois lançamentos na 10a FetransRio: chassi de piso baixo 15.230 OT LE (fornecido sob a forma de buggy), com 225 cv, câmbio semi-automático e suspensão pneumática, próprio para carrocerias de até 11,5 m; e o primeiro chassi de micro-ônibus com piso baixo do país, variante do 9.160 OD com 5,0 m de entre-eixos, suspensão pneumática, câmbio automatizado e motor Cummins de 3,8 l e 160 cv, podendo receber carrocerias de até 9,00 m (11/14)
2015
- Constellation 24.280 na versão 8×2, com dois eixos direcionais (05/15)
- criada na Alemanha a Volkswagen Truck & Bus AG, Divisão do Grupo Volkswagen congregando VWC, MAN e Scania (07/15)
- na Transpúblico 2015, chassi 18.280 OT LE, piso baixo com 277 cv, transmissão automática e suspensão pneumática com abaixamento nos pontos de parada; o veículo teria sido desenvolvido “em sinergia com um projeto europeu da MAN” (09/15)
- diversas novas configurações na linha de caminhões: Delivery 13.160 (6×2, PBT 13,2 t, em substituição ao 10.160 Plus); modelos vocacionais Compactor para Worker 17.230 (225 cv, câmbio manual de seis marchas), Constellation 17.260 (4×2) e 24.260 (6×2, os dois últimos com 256 cv e câmbio manual ou automático); vocacionais Distributor Constellation 17.230 (4×2) e 23.230 (6×2); vocacional Constructor Costellation 26.280 com caixa automática; Constellation 19.330 (relançamento do modelo Titan, menos sofisticado, com nova cabine, PBT 19,0 t, 330 cv, câmbio manual e suspensão por feixe de molas); opção de câmbio V-Tronic automatizado de 12 marchas para Constellation 24.330 6×2; Constellation 30.330 8×2 (PBT 29,0 t), 19.360 (4×2, PBTC 43,0 t), 25.360 (6×2, PBTC 53,0 t) e 25.420 8×2 (PBTC 54,5 t); ao conjunto de versões mais simples e de menor custo foi dado o nome Linha Trend (09/15)
- novos chassis para 2016: 9.160 ECE (entre-eixos de 3,15 m e bitola dianteira mais larga), para carros-fortes e ônibus urbanos e rodoviários de curta distância e, na Transpúblico, convencional 17.230 OD com suspensão pneumática nos dois eixos (09/15)
2016
- câmbio automático de seis marchas como opcional para Constellation 26.280 6×4 e 8×4, vocacionado para construção civil (06/16)
- Grupo Volkswagen, através da divisão Volkswagen Truck & Bus, assume 16,6% do capital da norte-americana Navistar (09/16)
- Volkswagen Truck & Bus anuncia investimentos de R$ 1,5 bilhão na fábrica brasileira de Resende, entre 2017 e 2021, destinados ao desenvolvimento de novos produtos, ações de internacionalização da marca e modernização da produção (12/16)
- com 57% do mercado no segmento, modelo 8.160 foi o caminhão leve mais vendido no país em 2016; entre os semipesados, o líder no ano foi o modelo 24.280 (12/16)
2017
- lançamento da linha de peças Economy, de menor custo, para MAN e Volkswagen (caminhões e ônibus) (05/17)
- após 15 anos e 15.000 unidades fabricadas, sai de linha o modelo best-seller 18-310 Titan Tractor (06/17)
- protótipo de teste do caminhão leve Delivery 13.160 com câmbio automatizado – o primeiro da categoria a dispor do equipamento – e 13.160 6×2, com 3o eixo de fábrica, entre-eixos 15% mais longo e 13,2 t de PBT (o6/17)
- inaugurada pista de testes na fábrica de Resende (06/17)
- reforços no chassi para carros-fortes 9.160 CE elevam PBT de 8,5 para 9,3 t (07/18)
- reestilização da linha de comerciais leves Delivery, com cabine totalmente nova, interna e externamente, e três opções de acabamento e conteúdo (City, Trend e Prime); a nova linha chegou com seis versões, todas com motor Cummins e câmbio de seis marchas: 6.160 (PBT 5,8 t, 155 cv), 9.170 (8,5 t, 175 cv), 11.180 e 13.180 (10,7 e 13,2 t, 175 cv, o último com três eixos), e as inéditas 4.150 (4,0 t, 150 cv) e Express (3,5 t, 150 cv), caracterizada como VUC, ambos com rodado simples traseiro; a linha antiga permanece no mercado (09/17) [para maiores detalhes sobre o lançamento, clique aqui: Novidades]
- lançamento do chassi escolar 10.160 ODR para 44 alunos (10/17)
- na Alemanha, apresentação do e-Delivery, caminhão leve elétrico desenvolvido no Brasil, em conjunto com WEG, Eletra e Enel Energia; equipado com motor de 300 kW (408 cv equivalentes), banco de baterias de lítio com autonomia de 200 km, câmbio automático de seis marchas e freio regenerativo, o veículo passará por dois anos de teste no país, após o qual deverá entrar em produção na fábrica de Resende em versões de 9 e 11 toneladas; cabine e os demais elementos de chassi são os mesmos aplicados nos modelos diesel (10/17)
- muitos lançamentos na Fenatran; apesar do máximo destaque dado à nova geração Delivery, apresentada em setembro [para maiores informações sobre o lançamento, clique aqui], a VWC mostrou muitas novidades para a família Constellation: protótipo 33.440 Tractor (chassi e conjunto mecânico MAN equipado com cabine Volkswagen para operações nas indústrias florestal e canavieira), pré-lançamento do 25.420 6×2 Pusher (cavalo-mecânico com suspensão traseira a ar e suspensor pneumático do eixo auxiliar intermediário), 15.230 4×4 (modelo projetado para as Forças Armadas agora disponível para uso civil), 30.280 8×2, 24.330 e 30.330 com transmissão automatizada, Compactor 17.260 4×2 e 8×2 e 24.260 6×2 com suspensão pneumática traseira, Constructor 24.260 Basculante e 32.360 com câmbio automatizado, Canavieiro 31.330 com caixa manual de dez marchas e nova linha Robust (embora apresentada como um “pacote” de conteúdo, a rigor ocupará o lugar da antiga série Worker; equipada com a cabine estendida do Constellation e para-choque metálico com maior ângulo de ataque, estará disponível nas versões 13.190 , 15.190, 17.190, 17.230 e 23.230 e nos vocacionais Compactor, Distributor e Constructor 17.260, 24.260 e 26.260) (10/17)
- Presidente da Volkswagen Truck&Bus declara sua expectativa de internacionalização da marca Volkswagen Caminhões; a expansão da presença externa se daria em três etapas: consolidação do mercado latino-americano, expansão para África e Oriente Médio e busca de penetração na Europa e EUA (11/17)
- no México, lançamento do chassi Volksbus 14.190 SCD, especialmente desenvolvido para aquele país; atendendo à tradição local, o veículo trazia posto de comando recuado (11/17)
- com crescimento de 3,77% nas vendas de caminhões em 2017 (ficou em primeiro lugar nos segmentos de leves e semipesados), a Volkswagen se aproxima um pouco mais da líder Mercedes-Benz (27,30 e 29,05% de participação, respectivamente); em segundo lugar também no segmento de chassis de ônibus, as vendas da VW observaram crescimento de 21,02%, frente ao ligeiro recuo da Mercedes-Benz, em distante primeiro lugar (18,51 versus 51,10% de participação no mercado) (12/17)
2018
- 900.000o veículo fabricado pela Volkswagen Caminhões, 750.000 deles na fábrica de Resende; 136.000 unidades foram exportadas para 30 países (01/18)
- cinco meses após ser apresentada na Fenatran, a família Robust chega às concessionárias (03/18)
- lançado Constellation 31.330 em versão especial para o setor canavieiro, com motor Cummins de 8,9 l e 334 cv, câmbio manual de dez marchas à frente e três a ré (duas delas reduzidas), quebra-mato, grades de proteção frontal e das lanternas, chapa inferior de proteção, protetor do tanque de combustível, pré-filtro, climatizador agrícola e tomada de força (03/18)
- a nível mundial, Conselho de Administração do Grupo VW autoriza que a Volkswagen Truck & Bus, divisão criada em 2015 congregando as marcas VW, MAN e Scania, se torne unidade independente com ações na Bolsa (04/18)
- VWCO vence licitação do programa federal “Caminho da Escola” para fornecimento de 3.400 ônibus escolares para 29 e 59 alunos; serão chassis 8.160 e 15.190 encarroçados pela Marcopolo e Neobus (05/18)
- por encomenda, Volkswagen desenvolve caminhão 8×2 para coleta de lixo, permitindo a instalação de compactadores de resíduos de 19 m3 (em lugar dos 15 m3 usuais); para a adaptação foi utilizado o modelo Constellation 17.260, que também recebeu transmissão automática, eixos e suspensões reforçados e escapamento vertical (05/18)
- Grupo Volkswagen decide tornar independente sua Divisão Volkswagen Truck & Bus, a partir de agosto denominada Traton AG; as empresas a ela subordinadas – VWC, Scania e MAN – manterão as próprias identidades (06/18)
- na feira Transpúblico, pré-apresentação do chassi 18.330 OT 6×2, primeiro rodoviário de três eixos da marca; desenvolvido em conjunto com a BMB, possui motor Cummins de 360 cv e câmbio automático com retarder (07/18)
- Volkswagen lança opção de venda de caminhões Delivery Express e 4.150 equipados de fábrica com baús e carrocerias para carga seca da marca Randon (08/18)
- Ambev negocia com VWC a aquisição de 1.600 caminhões elétricos e-Delivery até 2023, correspondendo a 35% da frota atual da empresa (08/18)
- VWC atinge 100.000 caminhões personalizados, serviço prestado pela BMB (09/18)
- na IAA Nutzfahrzeug 2018 – o Salão Internacional de Veículos Comerciais de Hannover, Alemanha, – apresentação de protótipo do chassi híbrido para ônibus Volksbus e-Flex; o veículo exposto, que recebeu carroceria Marcopolo de 10,1 m, com ar-condicionado e 65 lugares, é equipado com motor elétrico WEG de 260 kW (354 cv), que recebe energia de banco de baterias de lítio de 100 kW/h (importadas da China), por sua vez alimentado por um motor a combustão Volkswagen 1.4 TSI flex turbo de 150 cv – o mesmo utilizado no Golf e Audi A3 (o motor a combustão começa a funcionar automaticamente quando a carga das baterias cai a 20% e desliga quando atinge 80%; o chassi conta ainda com sistema de recuperação de energia nas frenagens e desacelerações); a recarga completa das baterias, quando ligadas à rede elétrica comercial, dura de duas a três horas; estima-se autonomia de 100 e 150 km (09/18)
- VWC cria a marca Volks Greenline para venda de peças remanufaturadas, vendidas à base de troca (10/18)
- VWC firma convênio de cooperação com a Eletra visando o desenvolvimento conjunto de “soluções elétricas para o transporte de passageiros e carga” (10/18)
- VWC lança serviço de locação para caminhão leve urbano Delivery Express (10/18)
- VWC vence licitação para fornecimento de 500 chassis de micro-ônibus 8.160 ODR para o Ministério do Desenvolvimento Social; trata-se do mesmo modelo utilizado no programa Caminho da Escola, com suspensão elevada, pneus de uso misto e bloqueio no diferencial (11/18)
- chega ao mercado o caminhão Delivery 13.180 (com três eixos e PBT de 13,0 t é o modelo mais pesado da linha); caracterizado como VUC, vem com motor Cummins de 175 cv e câmbio manual de seis marchas (11/18)
- segundo caminhão elétrico entregue à Ambev para testes, agora um e-Delivery 6×2 com PBT de 13 t, em substituição ao anterior 4×2 de 11 t (11/18)
- contratação de 350 empregados e abertura do segundo turno na fábrica de Resende com o objetivo de ampliar a produção de chassis de ônibus e de caminhões MAN (12/18)
- segunda marca de caminhões mais vendida em 2018 (24,73% de participação), a VW teve três modelos entre os mais emplacados: Delivery 9.170 e 11.180 e Constellation 24.280, respectivamente em 8o, 6o e 5o lugar; Constellation 17.280 4×2 foi o caminhão mais vendido na Argentina no ano (12/18)
2019
- Delivery (modelo 11.180) ganha configuração para coleta de lixo (01/19)
- entregues os primeiros 90 micro-ônibus de uma encomenda de 500, resultado de concorrência lançada pelo Ministério do Desenvolvimento Social, vencida pela VWC e Neobus; destinados aos três Estados da Região Sul, os veículos trazem chassi 8.160 ODR (02/19)
- para o Equador, exportação de 52 ônibus 17.260 com carroceria urbana Neobus (02/19)
- lançado Constellation 30.280 8×2 com segundo eixo direcional de fábrica como alternativa à versão mais cara 33.330 8×2, ao mesmo tempo que substitui o modelo 24.280 8×2 com quarto eixo montado pela BMB (03/19)
- Constellation 15.190 com tração 4×4 para uso civil; o novo para-choque permite ângulo de entrada de 25o (03/19)
- VWCO estende contratos de manutenção Volkstotal a operadoras de ônibus; desde 2003 oferecidos para frotistas de caminhões, estão disponíveis em quatro modalidades: Prev (manutenções preventivas com mão-de-obra e óleo), Power Train (Prev, mais manutenção corretiva com mão-de-obra e peças para motor e transmissão), Prime Serv (Power Train, mais itens de desgaste natural de uso, tais como freios, suspensão, direção e sistema elétrico) e Plus (Prime Serv, mais itens que falham por final de vida útil) (03/19)
- na feira agrícola Agrishow, apresentação do protótipo do caminhão Constellation 31.280 8×4, especialmente desenvolvido para a agroindústria canavieira; equipado com motor de 277 cv e transmissão automática, o veículo teve a bitola alargada para 3,0 m, mudança proporcionada pelos novos eixos tubulares, com capacidade de oito toneladas cada, intercambiáveis com os eixos originais; traz pneus agrícolas de alta flutuação o eixo traseiro com redução no cubo das rodas; a transformação foi executada pela subsidiária BNB (04/19)
- inicialmente destinados com exclusividade a usos vocacionais Compactor e Constructor, caminhões Constellation 17.260 e 24.260 Robust são disponibilizados para qualquer aplicação; Constellation 25.360 passa a contar, de série, com cabine-leito com teto alto, transmissão automatizada de 16 marchas, para-choque na cor da cabine, faróis auxiliares, retrovisores, vidros e trava elétricos e rádio com toca-CDs e entrada USB (05/19)
- Constellation chega a 230.000 unidades fabricadas; o modelo é exportado para 20 países (06/19)
- VWC conquista o Prêmio REI 2019, do órgão especializado Automotive Business, em duas categorias: Veículos Pesados (Delivery 9.170) e Inovação Tecnológica (chassi híbrido e-Flex) (06/19)
- VW apresenta novo chassi vocacionado para carros-fortes – 9.160 CE, com motor Cummins 3.8 de 162 cv, transmissão automática e PBT de 9,5 t; 140 unidades foram vendidas para a empresa de transporte de valores Protege (07/19)
- apresentado novo modelo de chassi de ônibus, com 15 metros de comprimento, motor dianteiro, suspensão pneumática e três eixos, os dois primeiros direcionais; mostrado com carroceria Caio de três portas, o veículo tem capacidade para 115 passageiros e balanço traseiro excepcionalmente longo, o que certamente dificultará sua operação em centros urbanos adensados (08/19)
- Ambev completa um ano de testes do caminhão e-Delivery, durante o qual foram percorridos 15.000 km, deixando-se de consumir 3.300 litros de diesel (08/19)
- VWC encerra a produção dos caminhões Worker e antigo Delivery, respectivamente substituídos pela linha Robust e pela nova geração da família de leves (08/19)
- VWCO otimiza projeto do chassi 26.260 8×4 para betoneiras, obtendo o modelo de menor peso do mercado; equipado com motor MAN de 256 cv, diversas intervenções reduziram em 1,2 t o peso do chassi (câmbio manual com carcaça de alumínio e nove marchas, em lugar de 16; redução do volume do tanque de combustível em 45%; suspensão pneumática, a traseira parabólica, em lugar de tandem; balanço traseiro reduzido em 1,2 m; materiais mais leves na cabine; rodas de alumínio); o caminhão recebeu um balão de 8 m3 com menor espessura, fabricado em aço inoxidável, reduzindo a tara total do veículo em mais 1,2 t; o veículo foi apresentado na feira Concrete Show (08/19)
- VWC entrega ao Ministério da Educação o 20.000o ônibus da marca fornecido para o programa Caminho da Escola; criado em 2007 com objetivo de ampliar a frota de veículos escolares, o programa atinge todos os 5.226 municípios do país (09/19)
- em reunião do Grupo Traton, na Suécia, VWC anuncia a criação do consórcio para produção de veículos elétricos e criação de infraestrutura de recarga no Brasil; denominado e-Consórcio, será composto por oito empresas: Siemens (projetos de energia e carregadores), CATL (chinesa, fornecendo células para baterias), Moura (montagem, distribuição e manutenção de baterias), Bosch (componentes e sistemas elétricos), WEG (motores elétricos), Semcon (sueca, engenharia e projetos), Meritor (eixos) e Eletra (engenharia); segundo a VWC, o modelo de arquitetura flexível concebido para os veículos elétricos da marca permitirá fácil e rápida integração de componentes projetados por outras empresas do Grupo (MAN, Scania) ou por parceiros internacionais (International/Navistar, Hino) (10/19)
- muitas novidades na Fenatran: (i) lançamento do Delivery 11.180 4×4 (motor Cummins de 175 cv, câmbio manual de seis marchas, caixa de transferência Marmon-Herrington com dupla redução, bloqueio no diferencial), com vistas no mercado do Ford F-4000 4×4, que dominava o segmento e saiu de linha; (ii) câmbio automatizado de seis marchas para Delivery 9.170 e 11.180 4×2; (iii) opção de caixa automatizada de dez marchas para Constellation 17.280, 24.280 e 30.280; (iv) câmbio automatizado de 16 marchas e cabine-leito com teto alto, de série, para cavalo-mecânico 25.360; (v) novo vocacional Robust Constructor 26.260 8×4, 1,2 tonelada mais leve do que a versão anterior; e (vi) versão Robust estendida aos modelos 14.190, 17.190, 17.260 e 24. 260; a VWC aproveitou a oportunidade para lançar a plataforma de conectividade multimarca RIO, criada em 2017 e uma das quatro empresas globais do Grupo Traton (10/19)
- VWC investe RS 110,8 milhões na produção em série do caminhão elétrico e-Delivery; as primeiras entregas deverão ocorrer no segundo semestre de 2010 (12/19)
- substancial aumento nas vendas internas de chassis, em 2019 (61,2%), leva a VWC a ganhar 3,7 pontos percentuais em participação (de 22,6 para 26,3%); em caminhões, apesar do avanço de 32,1% nas vendas, a participação no mercado permaneceu na casa dos 27% (12/19)
2020
- Grupo VW, através da subsidiária Traton, faz oferta de US$ 2,9 bilhões para a aquisição do controle da Navistar, fabricante dos caminhões International; a empresa norte-americana prometeu avaliar a “oferta não solicitada“; desde 2016 a companhia alemã detém 16,8% das ações da IH (01/20)
- em decorrência da pandemia do coronavírus, VWC suspende a produção em 25 de março; programada para 20 de abril, a operação gradual foi reiniciada no dia 27; foi a primeira empresa do setor, no país, a retomar o funcionamento (04/20)
- flexibilização das datas de realização das revisões obrigatórias dos veículos VWC, definindo-se, como prazo limite, 30 dias decorridos da decretação oficial do fim da pandemia; a medida vale para todos os trinta países onde comercializa seus produtos; no mês seguinte também o prazo de garantia foi estendido, para os mesmos países, pelo tempo em que durar a epidemia (04/20)
- fabricação de protetores faciais para doação para as prefeituras dos municípios do Vale do Paraíba (05/20)
- Suspensys, empresa do Grupo Rondon, ingressa no Consórcio Modular da VWC, em Resende, como responsável pela pré-montagem de suspensões pneumáticas para os caminhões e chassis de ônibus da marca (07/20)
- locadora de máquinas e caminhões Vamos, sediada em Mogi das Cruzes (SP), adquire 1.350 caminhões Volkswagen, de diversos modelos, com entregas programadas até o final do ano (08/20)
- atendendo à estratégia de conquistar o nicho “de entrada” da categoria dos extrapesados e ampliar a limitada participação da marca no segmento, a VWCO lança a nova linha Meteor, composta pelos cavalos-mecânicos 28.460 6×2 e 29.520 6×4 (respectivamente PBTC de 53 e 74 t); desenvolvidos no Brasil a partir do MAN TGX (porém trazendo “visual” Volkswagen) e disponíveis em três distâncias entre eixos, são equipados com motor MAN de 13 litros e 460 ou 520 cv (agora fabricado no Brasil pela MWM), câmbio automatizado de 12 ou 16 marchas, suspensão mecânica ou pneumática, dois tanques de combustível (plásticos ou de alumínio) e rodas de aço ou alumínio; juntamente com o Meteor chegou o Constellation 33.460 6×4 (PBTC 74 t e capacidade máxima de tração 125 t), para aplicações fora de estrada e uso misto, como mineração, agroindústria e exploração florestal; dotado do mesmo trem de força do Meteor 6×2, traz diversos controles eletrônicos específicas para operação em terrenos difíceis; os três lançamentos passam a ser os maiores e mais potentes caminhões da gama Volkswagen (09/20)
- após dez meses de negociações, Navistar aceita proposta da Volkswagen, vende o restante de suas ações e repassa o controle da empresa para o grupo alemão; o negócio alcançou montante de cerca de US$ 3,7 bilhões (10/20)
- fábrica de Resende alcança um milhão de caminhões fabricados (10/20)
- reapresentação do protótipo do chassi rodoviário com três eixos 18.330 OT 6×2, equipado com motor Cummins de 360 cv, câmbio automático com retarder e carroceria Irizar i6s; o conjunto foi pela primeira vez mostrado em julho de 2018, na feira Transpúblico (10/20)
- VWCO anuncia programa de investimentos para o período 2021-2025; os R$ 2 bilhões previstos serão destinados ao desenvolvimento de novas tecnologias, à industrialização de caminhões elétricos e à internacionalização da marca; 550 novos empregados serão contratados, 290 deles para a linha de produção no novo modelo Meteor (11/20)
- embora com queda na produção e vendas internas, os resultados da empresa foram superiores aos da concorrência: enquanto as vendas totais de caminhões e ônibus recuaram 13,9 e 33%, respectivamente, em 2020, a queda na Volkswagen foi bastante mais reduzida – 7 e 23% (12/20)
2021
- VWCO suspende a produção entre 29 de março e 4 de abril para conter o avanço da pandemia e enfrentar o desabastecimento de componentes (03/21)
- em Resende iniciada a fabricação em série de caminhões elétricos, estreia mundial da marca; são dois modelos (dois eixos e PBT de 11 t e três eixos e 14 t), com autonomia de até 250 km e produção inicial entre 50 e 100 unidades/mês (06/21)
- VW vende 146 ônibus para o sistema de transporte metropolitano de Vitória (ES), todos com motor dianteiro (103 do modelo 17.230 OD e 43 17.260 OD) (08/21)
- VWCO premiada como a melhor empresa para trabalhar no Rio de Janeiro, em 2021, na categoria Grandes Empresas, segundo avaliação anual da consultora global Great Place to Work (08/21)
- VWCO firma contrato com a Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração – CBMM para o desenvolvimento conjunto de bateria de recarga ultrarrápida com utilização de nióbio para aplicação em seus veículos elétricos; há expectativa de se obter 80% de carga em somente dez minutos, em contraste com as mais de três horas hoje necessárias; pioneirismo mundial, será a primeira vez que o nióbio terá tal aplicação (09/12)
- VWCO vence licitação para o fornecimento de 2.500 chassis 15.190 ODR para o programa Caminho da Escola; Marcopolo e Neobus fornecerão as carrocerias (09/21)
- na feira LatBus 2021, lançamento dos chassis com suspensão pneumática 15.190 ODS e 22.280 ODS, este com 277 cv, três eixos e capaz de receber carrocerias de 15,0 m, modelo mostrado como protótipo em agosto de 2019 (09/21)
- VWCO alcança a marca de 160.000 veículos exportados em 40 anos, desde que as primeiras unidades foram enviadas para o exterior; mais de trinta países da América Latina, África e Oriente Médio receberam caminhões e chassis de ônibus da fábrica brasileira (09/21)
- criado em 2017, o projeto Bus ZP9 de avaliação de conformidade da montagem de carrocerias de ônibus sobre seus chassis atinge 10.ooo veículos, inspecionados em ação conjunta com os fabricantes (09/21)
- com mais de 3.000 unidades vendidas em um ano, Meteor ganha opção de suspensão pneumática com sistema inteligente de distribuição de peso para as versões 28.460 e 29.520 (10/21)
- criação de consórcio para caminhões e-Delivery (10/21)
- VWCO recebe o troféu Empresa do Ano do Prêmio AutoData 2021, os Melhores do Setor Automotivo; no mesmo evento a marca foi escolhida a melhor na categoria Montadora de Veículos Comerciais (11/21)
- assinatura de convênio com a Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ para compartilhar conhecimentos sobre economia circular (reciclagem, reutilização e reaproveitamento de recursos), visando a sustentabilidade de suas operações fabris de Resende (11/21)
- iniciados os testes do elétrico e-Delivery no México, Argentina e Uruguai, a partir dos quais serão realizadas as adaptações necessárias para o atendimento do mercado externo (11/21)
- lançamento dos dois primeiros Constellation com motor MAN de 12,4 litros e 460 cv: 25.460, 6×2 com PBT de 70 t e caixa automatizada de 12 marchas e 41.460, 8×4 com capacidade máxima de tração de 125 t e câmbio automatizado de 12 ou 16 marchas regulado para operações fora de estrada (12/21)
- Volkswagen encerra 2021 com mais de 41.000 unidades comercializadas, crescimento de 46% nas vendas internas e 30% de participação no mercado (líder em caminhões, com 46,4% de participação, e segunda em chassis de ônibus, com 26,4%); a empresa chega a dezembro com dois turnos de trabalho, grande quantidade de horas extras e quadro de empregados 25% superior ao de antes da pandemia, graças às mil contratações efetuadas no período (12/21)
2022
- Delivery Express+ adequado à nova legislação ambiental e motor Cummins de 150 cv é substituído pelo FPT 3.0 de 156 cv, 5% mais econômico (01/22)
- lançamento oficial do Delivery 11.180 4×4, pela primeira vez mostrado na Fenatran 2019 (01/22)
- exportação de 41 Constellation 13.190 para a engarrafadora Coca-Cola do Peru (02/22)
- VWC cria plataforma e rede de lojas Volks Confia, dedicadas à compra e venda de veículos usados de qualquer marca (02/22)
- exportação de 200 Delivery 11.170 4×4 para Angola (03/22)
- VWC lança plano internacional de assistência Volks|Assistance; primeiro país a ser atendido será Argentina (03/22)
- VWC lança Agendamento Digital para serviços (05/22)
- exportação de 13 Constellation 17.250 para engarrafadora Pepsi de Honduras (05/22)
- VWC realiza a primeira exportação para a Ásia, passando a operar nos cinco continentes; como parte da estratégia de penetração no mercado do Sudeste Asiático, 43 veículos foram enviados para as Filipinas (entre caminhões Delivery e Constellation e chassis de ônibus); a empresa planeja abrir escritórios regionais em quatro continentes, incluindo América do Sul, América Central, África, Oriente Médio e Sudeste Asiático (05/22)
- com foco na internacionalização da marca e na ampliação do mercado externo, Volkswagen Caminhões e Ônibus altera a razão social para Volkswagen Truck & Bus Indústria e Comércio de Veículos Ltda. (05/22)
- Grupo Traton estabelece princípio de compartilhamento de componentes entre suas diversas marcas; segundo o cronograma previsto, a plataforma comum CBE, já utilizada em novo motor Scania de 13 litros, em 2023 será aplicada à Navistar, em 2024 à MAN e em 2028 à VWCO; também cogita-se o compartilhamento da rede de concessionárias, do qual a filial brasileira pretende se valer para ampliar seus mercados na América Latina, Ásia e África (05/22)
- fornecimento do 150o caminhão elétrico e-Delivery (06/22)
- inaugurada (em São José dos Pinhais, PR) primeira concessionária já concebida com instalações para assistência a veículos elétricos; VWCO informa que toda a rede de 150 estabelecimentos já dispõe de estoque de peças e equipe treinada para o atendimento (06/22)
- VWCO lança seu primeiro consórcio para compra de veículos (07/22)
- dobram as exportações de chassis no primeiro semestre, alcançando 756 unidades, na maioria enviadas para México, Angola e Colômbia (07/22)
- na feira LatBus, lançamento dos chassis 11.180 S e 17.230 S, com motor dianteiro e suspensão pneumática, os primeiros da marca aptos a atenderem às novas normas de emissão de poluentes Proconve P8; a alavanca de câmbio foi deslocada para o painel e, além de receberem ajustes na direção (que ficou mais leve) e na suspensão, os veículos ganharam novo volante, assistente de partida em rampa e novo sistema de controle de estabilidade; o modelo 17.230 S passa a ter opção de câmbio automático (08/22)
- VWCO vence concorrência para fornecimento de 2.300 chassis para o programa Caminho da Escola; com a encomenda, a ser concluída no primeiro trimestre de 2023, a empresa terá ultrapassado 27.000 unidades entregues nos 15 anos de existência do programa (08/22)
- lançamento do programa de assinatura VW Truck Rental, acessível para toda a linha de modelos, inclusive o elétrico e-Delivery, com planos de 36 ou 60 meses (08/22)
- fornecimento de 35 chassis 22.280 ODS (6×2 com motor dianteiro e câmbio manual) para as linhas troncalizadas BRT do Rio de Janeiro (RJ) (08/22)
- com os modelos Delivery 9.170 e Constellation 15.180 e 17.250 VWCO inicia as exportações para a Nicarágua (08/22)
- mediante a nomeação de importador na Jordânia, VWCO ingressa oficialmente no mercado do Oriente Médio (09/22)
- VWCO instala linha de montagem de caminhões e ônibus nas Filipinas; os veículos são fabricados a partir de kits CKD exportados do Brasil (09/22)
- apresentação da linha de caminhões preparada para as normas Euro 6, com 30 novos modelos; a família Delivery (que chega com mais 625 kg de capacidade de carga nas versões 9.180 e 11.180), ganhou lanternas de leds, itens de segurança ativa e dois novos motores FPT de 3,0 l (com 160 cv para Express e 170 cv para a versão de 6,0 t), além do atual Cummins de 4,0 l mais potente, com 180 cv (para as versões de 9,0 a 13,0 t); a linha Constellation traz quatro motores (um novo de 7,0 l e 210 cv, além dos atuais de 260, 320 e 480 cv), duas novas opções de transmissão (manual de oito marchas e automatizada de 12) e até 1,0 t a mais de capacidade de carga; formada por 14 modelos (inclusive quatro novos 6×4: 27.260, 31.320, 32.380 e 33.480), recebeu nova identidade visual, suspensão dianteira parabólica revista e diversas melhorias na cabine (suspensão com quatro pontos de amortecimento, volante e painel novos, bancos com ajustes elétricos e revestimento de couro sintético); o extrapesado Meteor, que teve seus propulsores de 13,0 com a potência elevada para 480 e 530 cv, recebeu mais itens de tecnologia e conectividade e novos acabamentos internos na cabine (09/22)
- divulgação do primeiro caminhão autônomo da marca, ainda em fase de testes e com lançamento previsto para 2023; desenvolvido a partir do Constellation 31.280 8×4 para apoio à colheita de cana-de-açúcar e construído pela transformadora BMB, teve a bitola alargada para 3,0 m e foi equipado com direção com assistência elétrica, transmissão automatizada de 12 marchas, controle de velocidade de cruzeiro, assistente de partida em rampas, pneus balão, câmeras com visão de 3600 em lugar de retrovisores, inclusive para operação noturna, grade de proteção frontal, quebra-mato, chapa protetora do cárter e tomada de força; o veículo é controlado por um sistema de geoposicionamento em tempo real que identifica sua localização em rota pré-programada, com precisão de 2,5 cm (09/22)
- VWCO é mais uma vez premiada como a melhor empresa para trabalhar no Rio de Janeiro, na categoria Grandes Empresas, pela consultora global Great Place to Work(09/21)
- primeiras exportações do e-Delivery, com a venda de cinco unidades para o grupo mexicano de cervejarias Modelo, associado à InBev, e uma para o Paraguai (10/22)
- VWC vende seus primeiros caminhões autônomos – 20 Constellation adquiridos pela locadora Vamos (11/22)
- na Fenatran, apresentação do Meteor 29.530 na versão conceitual Optimus, com motor regulado para utilizar HVO (combustível a partir de óleo vegetal hidrogenado), pneus de baixa resistência ao rolamento, quadro de instrumentos e retrovisores digitais, sistema multimídia com tela de 10″, pintura especial, faróis com “máscara negra”, calotas com turbinas para auxiliar no arrefecimento dos freios, banco do motorista com massageador e ajuste elétrico e acabamento interno mais requintado (11/22)
- venda de 99 cavalos-mecânicos 6×2 para a operadora marítima Maesrk – 87 Constellation 25.460 (recorde para um mesmo cliente) e 12 Meteor 29.520 (11/22)
- elétrico e-Delivery completa primeiro ano de produção com 500 unidades entregues no mercado interno (11/22)
- protótipo e-Delivery 17 (6×2 com 17,3 t de capacidade) inicia fase de testes de rua; o modelo transporta 2.800 kg a mais do que a versão imediatamente inferior 14 (12/22)
- Volkswagen produzirá três modelos de caminhões e um de chassi de ônibus em suas instalações argentinas em Córdoba (Delivery 9.170 e 11.180, Constellation 17.280 nas versões rígido e cavalo-mecânico e chassi 15.190 OD (12/22)
- VWC recua 7,9% em vendas internas, em 2022, porém mantém a liderança no mercado de caminhões, com 27,3% de participação (versus 29,1% em 2021); a marca também foi líder nos segmentos dos médios e semipesados, respectivamente com 73,56 e 43,95% do mercado; em chassis de ônibus, foi o segundo maior fornecedor do país, com crescimento de 26,22% em licenciamentos e domínio de 27,04% do mercado; a empresa foi também a maior supridora de chassis escolares do país em 2022, com 72,60% de participação e crescimento de 91,85% sobre 2021 (12/22)
- recorde de vendas no México em 2022, com 2.778 unidades – 1.997 das quais caminhões, cuja demanda cresceu 82% no ano (12/22)
2023
- VWC exporta mais dois modelos de chassis de ônibus para a África do Sul – 17.230 e 17.260, ambos na versão OD, em sistema SKD; os componentes são montados localmente na fábrica MAN, servindo de base para o modelo Volksbus Yabantu – ônibus com carroceria exclusiva projetada na Alemanha (02/23)
- aquisição de 290 caminhões pelo Grupo Imediato, de Ribeirão Preto (SP), destinados à distribuição urbana de bebidas na Região Sudeste; são 193 Delivery 13.180, 15 Constellation 17.230, quatro Constellation 30.280, cinco Metor 28.460, além de 42 e-Delivery alugados (02/23)
- exportação de dois e-Delivery para a Coca-Cola da Guatemala (03/23)
- para adequar-se à demanda, VWC anuncia suspensão do contratos de parte dos trabalhadores de Resende, a partir de maio, por até 90 dias (04/23)
- primeira exportação do modelo Meteor para a Argentina (04/23)
- VWC chega a 27.000 chassis fornecidos para o programa Caminho da Escola (04/23)
- desenvolvido em conjunto com a BMB, o caminhão autônomo Constellation 31.280 8×4 é oficialmente lançado na feira Agrishow; com nível 2 de automação, as primeiras 20 unidades foram vendidas para o Grupo Vamos (05/23)
- em menos de três anos, caminhão Meteor chega a 10.000 unidades produzidas (05/23)
- apresentação de protótipo de chassi elétrico híbrido (provisoriamente chamado e-Volksbus) para ônibus padron de 12 m, com motor 1.4 turbo flex, motor elétrico WEG, suspensão a ar, capacidade para 81 passageiros e autonomia entre 259 e 350 km, dependendo da capacidade dos banco de baterias; segundo a empresa, não haveria planos de lançamento a curto prazo (05/23)
- VWC adequa o restante de sua linha de chassis de ônibus às normas Euro 6; são oito modelos, com cerca de 50 configurações para transporte rodoviário, urbano, escolar, rural e de fretamento, com piso baixo ou alto: 8.180, 9.180, 15.210, 17.260, 18.320 SL e 18.320 SH, que se juntam a 11.180 e 17.230, lançados em agosto de 2022 (04/23)
- VWC informa já ter vendido mais de 500 chassis com motor Euro 6, cerca de 60% deles para mini e microônibus (05/23)
- Meteor alcança 10.000 unidades vendidas em dois anos de lançado; é intenção da empresa utilizar o modelo como principal atração no esforço de internacionalização da marca (06/23)
- 50 caminhões Delivery e Constellation enviados para Benin e Togo, atingindo dois novos mercados na África (06/23)
- Delivery 11.180 dá partida à produção da recém inaugurada fábrica de Córdoba, Argentina; três modelos das linhas Delivery e Constellation e chassis de ônibus serão lá montados a partir de 2024 (06/23)
- novo Constellation 26.320 6×2, substituindo o 24.280 – líder de mercado no segmento de 24 t; equipado com motor de 7,0 l e 320 cv e transmissão automatizada de 12 marchas (ou manual opcional), apresenta torque 13% mais elevado e consumo 8% menor; a versão 30.320, por sua vez, ganhou opção de entre-eixos de 6,60 m (07/23)
- VWC chega a 10.000 veículos exportados para Angola, 1.500 dos quais chassis de ônibus; há 15 anos a marca conta com representante no país (07/23)
- na feira Concrete Show, lançamento da versão 8×4 do Constellation 27.260; o caminhão traz para-choque de aço com maior ângulo de ataque e assistente de partida em rampa (08/23)
- VWC realiza a maior venda de caminhões pela Medida Provisória 1.175/23, que concede descontos para troca de veículos com mais de 20 anos de idade (obrigatoriamente destinados à reciclagem antes de efetuada a compra); a operação envolveu 140 cavalos-mecânicos para a locadora Vamos (08/23)
- primeiro e-Delivery exportado para a Argentina (09/23)
- Constellation 18.260 4×2 e 26.260 passam a ter opção de câmbio manual de nova marchas (09/23)
- venda de cinco Constellation 17.280 para a distribuidora Pepsi da Jordânia (10/23)
- Meteor passa a ser exportado para o Paraguai; um 28.460 6×2 foi a primeira unidade vendida (10/23)
- processo de internacionalização da VWCO avança a ponto da rede de concessionárias no exterior ultrapassar a brasileira – mais de 200, em 35 países da América Latina, África, Ásia e Oriente Médio (11/23)
- e-Delivery passa a ser vendido no Chile – quinto país latino-americano a receber o modelo, também exportado para Argentina, Paraguai, México e Guatemala (11/23)
- VWCO vence concorrência do Governo Federal para fornecimento de 5.600 chassis para o programa Caminho da Escola; os ônibus receberão carrocerias Marcopolo (11/23)
- fábrica de Resende retoma o segundo turno para atender a encomenda de chassis para o programa Caminho da Escola (11/23)
- venda de 175 chassis para Tursan – Turismo Santo André, de Taubaté (SP), operadora de fretamento que presta serviços de transporte à VWCO (12/23)
- e-Delivery é introduzido no mercado do Uruguai (12/23)
- VWCO reafirma sua liderança no mercado de caminhões; a despeito da queda de 21,7% nos licenciamentos em 2023 (bastante acima da média de 14,53%), a marca se manteve na liderança, com exatos 25% das vendas e primeiro lugar nas categorias Médios, Semipesados e Pesados; em chassis de ônibus recuou 3,9% com relação a 2022, o que não colocou em risco a manutenção do segundo posto, com 21,97% do mercado, ainda assim distante da líder histórica Mercedes-Benz; foi a primeira na categoria Escolares, segunda em urbanos e rodoviários (incluindo fretamento) e terceira em microônibus (12/23)
2024
- exportação de mais 144 caminhões Delivery e Constellation para o fabricante peruano de Coca-Cola (01/24)
- VWCO informa que o projeto de seu elétrico e-Volksbus está sendo finalizado e a produção terá início no segundo semestre do ano, compartilhando componentes com o caminhão e-Delivery; com autonomia de até 250 km, o ônibus utilizará arquitetura modular, o que permitirá a construção desde microônibus de nove metros até biarticulados (03/24)
- em três anos e meio de lançado, extrapesado Meteor ultrapassa 20.000 unidades vendidas (03/24)
- Volkswagen Caminhões se inscreve no programa federal Mover – Mobilidade Verde e Inovação, e é uma das primeiras 23 empresas habilitadas (04/24)
- efetuada a primeira exportação para o Suriname – sete caminhões dos modelos Delivery 11.170 e Constellation 17.250 e 19.320 (04/24)
- venda de 30 chassis 17.230 com carroceria Marcopolo para a Viação Atalaia, de Aracaju (SE); nos últimos anos a operadora adquiriu cem ônibus da marca, que hoje responde por 60% de sua frota (04/24)
- com foco no agronegócio, a empresa de locação LM Moblidade, controlada pela VWCO, aloca mais 1.300 cavalos-mecânicos à sua frota – 1.000 Meteor e 300 Constellation (04/24)
- visando melhorar o nível de segurança no trânsito, VWC) cria campanha piloto Truck Napp – Descanse e Ganhe, que propõe converter horas de sono do motorista em prêmios (05/24)
- exportação de mais seis e-Delivery de 14 t para o México (05/24)
- lançamento do chassi 22.260 S, com 15 metros e três eixos (os dois primeiros direcionais), apto a receber carrocerias para até 115 passageiros; equipado com motor de 260 cv, câmbio manual de seis marchas e suspensão pneumática em todos os eixos, teve o posto de comando redesenhado (novo quadro de instrumentos personalizável com mais de 70 funcionalidades, alavanca de mudanças transferida para o painel, volante multifuncional com coluna regulável e novo sistema de direção mais preciso e 30% mais leve) (05/24)
- exportação, para o Peru, de três carros-fortes com carrocerias fabricadas pela MGA Blindados, de Itaquaquecetuba (SP), dois em chassis 9.170 4×2 e um 11.180 4×4 (05/24)
- em conjunto com Toshiba (fornecedora de baterias) e CBMM (de Araxá, MG, líder mundial em produtos de nióbio), desde 2021 VWCO participa de projeto para utilização de óxido de nióbio em baterias para veículos elétricos, com ganhos de até 35% em densidade energética com relação às baterias de lítio mais avançadas e recargas completas muito mais rápidas, em até dez minutos; o projeto propõe o carregamento por meio de pantógrafo instalado no teto do ônibus, colocado em contato físico com um posto de recarga de uso compartilhado, solução que proporciona significativo ganho de escala e grande economia em infraestruturas (06/24)
- venda de 20 caminhões autônomos Agronomous Constellation 31.280 8×4 para a locadora Vamos (06/24)
- VWCO ultrapassa 25.000 veículos exportados para o Chile desde 1981; os dois modelos mais vendidos são Constellation 17.280 e Delivery 9.170 (06/24)
- agregada mais uma versão à linha Delivery: 13.180 6×2 com novo entre-eixos de 4,4 m de fábrica (07/24)
- exportação de dois caminhões elétricos e-Delivery de 14 t e dois Meteor 29.520 para a Costa Rica (07/24)
- venda de 40 Meteor 28.480 6×2 para a empresa Loc Construções, de São Cristóvão (SE) (07/24)
- VWCO alcança 12.500 caminhões vendidos para o Peru (07/24)
- nova versão 33.260 8×4 Constructor, com raio de giro mais reduzido, controle de tração e assistente de partida em rampa (08/24)
- pelo quarto ano consecutivo VWCO chega em primeiro lugar no ranking Melhores Empresas para Trabalhar no Rio, na categoria de grande porte (08/24)
- na Lat.Bus, lançamento oficial do chassi elétrico e-Volksbus 22L, que chega ao mercado após um ano de testes, pronto para entrar em produção; com pbt de 22 t, 13,2 m de comprimento e capacidade para até 82 passageiros, possui chassi de longarinas com entradas dianteira e central baixas, suspensão pneumática integral com “agachamento” no embarque-desembarque, frenagem regenerativa, motor elétrico de 280 kW (360 cv equivalentes), oito a doze baterias de íons de lítio-ferro-fosfato montadas no teto (já utilizadas no caminhão e-Delivery), autonomia de 250 a 350 km e até três horas de tempo de recarregamento; inicialmente motor e baterias serão importados; é objetivo da VWCO colocar em operação um mínimo de dez unidades no transporte público de São Paulo para legitimar o projeto junto ao poder gestor da cidade (08/24)
- o chassi elétrico 22L (com carroceria Caio) finaliza testes de homologação junto à paulistana SP Trans e inicia fase na URBS, em Curitiba (PR) (09/24)
- lançamento de três novas versões de caminhões extrapesados: Constellation 20.480 4×2, com PBTC de 56 t, motor de 13 litros (chassi e motor do Meteor), transmissão semiautomática de 12 marchas e suspensão 100% pneumática, Meteor 28.480 HD 6×2 e Meteor 29.530 HD 6×4, ambos com eixos reforçados, proporcionando aumento de 5% na capacidade de tração (PBTC de 58,5 t) e opção de freio auxiliar retarder (o último traz, de série, o novo pacote Highline, que inclui painel digital com tela de 10″ e 80 funções, central multimídia de 7″ com mais recursos de conectividade e novo aplicativo VWCOnnect, que controla funções do veículo pelo celular) (09/24)
- apresentação da nova geração do e-Delivery, com motor elétrico mais potente (280 kW, equivalentes a 380 cv) e com 7% a mais de torque, permitindo que opere em altas altitudes; aliado à redução de peso dos componentes, o novo motor elevou a carga útil para 6,6 t (PBT de 11,4 t, PBTC de 15,0 t) – 16% a mais em relação à versão anterior; com cerca de 400 unidades em circulação no país, o modelo aceita mais de 30 de implementos, adequando-o para os mais variados tipos de uso; para o restante da linha Delivery foi disponibilizado o pacote Prime, que inclui volante multifuncional, coluna de direção ajustável em profundidade e altura, banco do motorista com suspensão pneumática, ar-condicionado, retrovisor, trava e janelas elétricos, carregador de celular por indução e para-choque na cor do veículo (09/24)
- VWCO anuncia acordo com a Vollta, subsidiária da empresa de energia Eneva, focada no mercado livre de eletricidade, segundo o qual as concessionárias da marca e os clientes de seus caminhões elétricos terão acesso à energia gerada por fontes renováveis com até 30% de desconto (10/24)
- VWCO chega à marca de 40.000 ônibus exportados para mais de trinta países; com duas mil unidades vendidas, Angola é seu maior mercado (10/24)
- na Fenatran, além de expor todas as novidades lançadas ao longo do ano (33.260 8×4 Constructor, cavalo-mecânico Constellation 20.480 4×2, Meteor 28.480 6×4, Meteor 29.530 6×2 e novo e-Delivery), a VWCO apresentou duas surpresas: para sondagem do mercado, a versão híbrida do extrapesado Meteor, com pacote aerodinâmico especial e eixo auxiliar elétrico Suspensys, que eleva em até 200 cv a potência e reduz até 20% o consumo de combustível; e, já disponível para encomendas e programado para testes em limpeza urbana em 2025, Constellation 26.280 a biometano, com motor Otto de 280 cv, transmissão automática e oito reservatórios de gás, com 240 m3 de volume total e até 300 km de autonomia (11/24)
- durante a Fenatran, a empresa anuncia que seus caminhões e ônibus passar a sair da fábrica abastecidos com 24% de combustível renovável fornecido pela Vibra (14% biodiesel e 10% HVO) (11/24)
- Roberto Cortes, presidente da Volkswagen Caminhões e Ônibus, conquista pela terceira vez o Prêmio AutoData como Personalidade do Ano (12/24)
Séries especiais: 7.110S série especial [50.000 veículos] (12/87), 7.110S Memphis (09/91), Constellation Prime (10/15, 08/16), Delivery 8.160 e Worker 13.190 Anos 80 (08/17)
Premiações e distinções: Volkswagen Caminhões (Prêmio Lótus 1994, categorias “Evolução de Vendas por Marca” e “Evolução de Vendas Caminhão Leve“; VWCO e caminhão 13-180 (Prêmio Lótus 2001, categorias “Marca do Ano em Caminhões Leves“, “Marca do Ano em Caminhões Médios” e “Caminhão Médio do Ano“; Titan Tractor 18-310 (Prêmio AutoData 2002, categoria “veículo comercial pesado“; AutoData); VWCO, chassi 9.150 OD e caminhões 13-180 e 18-130 (Prêmio Lótus 2004, categorias “Marca do Ano em Caminhões Leves“, “Marca do Ano em Caminhões Médios“, “Chassi Leve“, “Caminhão Médio do Ano” e “Caminhão Pesado do Ano“); VWCO e Constellation 19-320 (Prêmio AutoData 2006, categorias “Empreendedorismo” e “Melhor Caminhão“); VWCO e caminhão 13-180 (Prêmio Lótus 2006, categorias “Marca do Ano em Caminhões Leves“, “Marca do Ano em Caminhões Médios ” e “Caminhão Médio do Ano“); Campeão de Marcas da Fórmula Truck 2007; VWCO e caminhões 13-180 e Constellation 19-320 (Prêmio Lótus 2006, categorias “Marca do Ano em Caminhões Médios “, “Caminhão Médio do Ano” e “Caminhão Pesado do Ano“); VWCO, Delivery 8.150, Constellation 24-250 e 19-320 (Prêmio Lótus 2009, categorias “Marca do Ano em Caminhões Leves“, “Marca do Ano em Caminhões Médios“, “Marca do Ano em Caminhões Semipesados“, “Caminhão Leve do Ano“, “Caminhão Semipesado do Ano“, “Caminhão do Ano” e “Caminhão Pesado do Ano“); VWCO e Constellation 24-250 (Prêmio Lótus 2010, categorias “Marca do Ano em Caminhões“, “Marca do Ano em Caminhões Leves“, “Marca do Ano em Caminhões Médios“, “Marca do Ano em Caminhões Semipesados“, “Caminhão Semipesado do Ano” e “Caminhão do Ano“); VWCO, Constellation 24-250 e Roberto Cortes [presidente] (Prêmio AutoData 2010, categorias “Melhor Montadora“, “Melhor Caminhão” e “Personalidade do Ano“; AutoData); VWCO, 8.150 Delivery, Constellation 13.180 e Constellation 24.250 6×2 (Prêmio Lotus 2012, categorias “Marca do Ano em Caminhões“, “Marca do Ano em Caminhões Leves“, “Marca do Ano em Caminhões Médios“, “Marca do Ano em Caminhões Semipesados“, “Marca do Ano em Miniônibus“, “Caminhão Leve do Ano“, “Caminhão Médio do Ano“, “Caminhão Semipesado” e “Caminhão do Ano“); VWCO, 8.160 Delivery e Constellation 24.280 6×2 (Prêmio Lotus 2015, categorias “Marca do Ano em Caminhões Leves“, “Marca do Ano em Caminhões Médios“, “Marca do Ano em Caminhões Semipesados“, “Caminhão Leve do Ano“, “Caminhão Semipesado” e “Caminhão do Ano“); 5.150 Delivery (Best Truck 2018, categoria “Chassi Cabine“; Transporte Mundial); Delivery Express e Constellation 32.360 V-tronic (Prêmio REI – Reconhecimento à Excelência e Inovação 2018, categorias “Veículo Comercial Leve” e “Veículo Comercial Pesado“; Automotive Business); Volkswagen (Prêmio Lótus 2022 – Campeão de Vendas, categorias “Marca de Caminhão“, “Marca de Caminhão Médio” e “Marca de Caminhão Semipesado“; Frota & Cia); Delivery 9.170, Delivery 11.180, Constellation 24.280 6×2 e Constellation 26.280 6×4 (Prêmio Lótus 2022 – Campeão de Vendas, categorias “Caminhão Leve“, “Caminhão Médio“, “Caminhão Semipesado 6×2” e “Caminhão Semipesado 6×4; Frota & Cia); Delivery Express e Delivery 11.180 (Selo Maior Valor de Revenda 2022, categoria Caminhões; Agência AutoInforme); Delivery 6.160, Delivery 11.180, Constellation 17.230 e Constellation 26.280 6×4 (Prêmio Campeão de Revenda 2022, categorias Caminhão Semileve, Caminhão Médio, Caminhão Semipesado 4×2 e Caminhão Semipesado 6×4; Frota & Cia); Volkswagen (Prêmio Lótus 2023 – Campeão de Vendas, categorias “Marca de Caminhão“, “Marca de Caminhão Médio” e “Marca de Caminhão Semipesado“; Frota & Cia); Delivery 11.180, Constellation 17.190, Constellation 24.280 6×2 e Constellation 26.280 6×4 (Prêmio Lótus 2022 – Campeão de Vendas, categorias “Caminhão Médio“, “Caminhão Semipesado 4×2”, “Caminhão Semipesado 6×2” e “Caminhão Semipesado 6×4; Frota & Cia); Constellation 17.230 e 31.280 (Campeão de Revenda 2023, categorias Caminhão Semipesado 4×2 e Caminhão Semipesado 6×4; Frota & Cia); Constellation 24.280 6×2 e 30.330 8×2 (Selo Maior Valor de Revenda 2023, categorias Caminhões Semipesados e Caminhões Pesados até 400 cv; Agência Autoinforme); VWCO (Prêmio Automotive Business 2023, categoria Cidade Inteligente; Automotive Business); VWCO, Delivery 11.180, Constellation 24.280 e Constellation 26.280 (Prêmio Lótus 2024, categorias Marca de Caminhão, Marca de Caminhão Médio e Semipesado, Caminhão Médio, Caminhão Semipesado 6×2 e Caminhão Semipesado 6×4; Frota & Cia); Constellation 26.260 (Maior Valor de Revenda 2024 – Veículos Comerciais, categoria Caminhões Semipesados 6×4; Agência AutoInforme); Constellation 31.280 e 31.330 (Campeão de Revenda 2024, categorias Caminhão Semipesado 6×4 e Caminhão Pesado até 400 cv; Frota&Cia); Roberto Cortes [presidente da VWCO] (Prêmio AutoData 2024, categoria Personalidade do Ano)
- Propaganda de fevereiro de 1981 anunciando a criação da Volkswagen Caminhões.
- 13-130, um dos dois primeiros caminhões médios com a marca Volkswagen no mundo.
- Caminhões VW 11-130 na frota do Corpo de Bombeiros de São Paulo.
- 6.90, caminhão leve de 6 t, lançamento VW de 1982.
- 6.90 em fotografia retirada de propaganda dedicada ao "homem do campo".
- Um dos protótipos de 1983 do microônibus VW-Marcopolo (fonte: Transporte Moderno).
- A partir daqui, algumas das 12 peças publicitárias de 1984 seguindo o mote "quem faz a melhor propaganda dos caminhões Volkswagen é quem trabalha com eles": 13.130 no transporte de bebidas, ...
- ... de botijões de GLP...
- ... e como basculante na mineração, ...
- ... e o pequeno 6.90 na distribuição urbana de alimentos.
- Caminhão desconhecido de marca famosa: a VW divulga características e opções de seus modelos 11.130 e 13.130; a propaganda é de junho de 1985 (fonte: João Luiz Knihs).
- Nova campanha para "ouvir" a opinião dos clientes já conquistados foi lançada em 1985 - no caso, uma grande rede de supermercados fluminense (fonte: João Luiz Knihs).
- Em 1986 o leve 6.90 passou a ter duas opções de motor - Perkins e MWM (fonte: João Luiz Knihs).
- 13-210 – o caminhão Volkswagen brasileiro exportado para os EUA a partir de 1987.
- Kenworth K300, um dos caminhões Volkswagen brasileiros que receberam a marca norte-americana, em foto recente (fonte: site rigsofrods).
- Peterbilt 200, também exportado do Brasil, participando do filme "The Chase" ("Rotação Máxima", de 1994) (fonte: site imcdb).
- 22-160 1986, com motor V8 a álcool, o maior e mais potente caminhão VW da época.
- VW 16-210 6x2 de 1986: pertencente à Usina São Martinho, de Pradópolis (SP), em 2017 o caminhão completou 1,5 milhão de quilômetros rodados (fonte: Transporte Mundial).
- Chassi 6.90 preparado para ser encarroçado por terceiros.
- 14-140 1987, com para-choque carenado, para-sol e defletores laterais.
- Caminhão leve 7.90, trazendo novos faróis retangulares, em publicidade de junho de 1987.
- Lançado em 1987, o VW 7.110S foi o primeiro caminhão leve brasileiro com motor turbo; o anúncio é de novembro do mesmo ano.
- VW 7.110S.
- 7.110S em propaganda de setembro de 1989 (fonte: João Luiz Knihs).
- Capa de material promocional da Volkswagen Caminhões para o leve turbinado 7.90S (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Em 1989 a Volkswagen passou a oferecer caminhões sem a suspensão traseira, já preparados para receber terceiro-eixo, versão denominada Transformer (fonte: João Luiz Knihs).
- 16.210H - versão Transformer em material técnico de 1989 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Propaganda de março de 1988 para o modelo 22.140 com tração 6x4.
- 24.220 6x4, versão lançada em 1990 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- 35-300: de 1991 foi o primeiro caminhão pesado da Volkswagen (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Pesado 35-300 com cabine-leito Marcopolo, acompanhada de spoiler e anteparo sobre a grade.
- Conservador como o mercado: chassi para ônibus urbano Volksbus 16.180 CO.
- Chassi Volkswagen 16.180 CO (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- 35-300, o modelo pesado da VWC com a nova cabine de 1994.
- Volkswagen 16-220 1995 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Leve 7.100, após a reestilização de 1994.
- Volkswagen 8.140.
- Chassi 8.140, para microônibus e aplicações especiais.
- Chassi Volksbus 9.150 OD, com 145 cv e 3,9 m de entre-eixos.
- L80, o caminhão leve da Volkswagen exportado para a Europa a partir de 1995 (foto: Wietze Koopmans / buzzybeeforum.nl).
- Volkswagen 14.150.
- VW 14.220.
- Basculante 16.170.
- VW 24.250 6x4, versão de 1995 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Cavalo-mecânico 35.300.
- Médio 16.200, apresentado em 1997.
- 13.150, um dos médios mais vendidos da Volkswagen, com a nova cabine da Série 2000.
- Volkswagen 17.210 da Série 2000, substituto do anterior 16.210.
- Leve 8.120 Série 2000; o exemplar da imagem é de 2005, equipado com motor "mecânico" MWM Euro 3.
- 17.240 OT, de 2001, primeiro chassi com motor traseiro da VWC.
- Chassi 17.260 EOT, versão com entrada baixa oferecida em 2007.
- Caminhão Volkswagen Titan Tractor 26.310 6x4, modelo introduzido em 2001 (fonte: site grupoterraforte).
- Chassi rodoviário bipartido 18.310 OT, do tipo buggy, em desenho ilustrando a forma de montagem.
- Caminhão semileve Delivery 5-140, lançado em 2005.
- 8-120, o menor modelo da nova linha Worker, de 2006.
- 13-180 - um dos 17 modelos da família Worker.
- Worker 15-180 4x4.
- Worker 17-220.
- Cavalo-mecânico Worker 17-220 Tractor.
- Worker 31-260.
- Em 2006 os caminhões Constallation também receberam versões com cabine normal; na imagem o modelo 13-180, equipado com cobertura protetora dos degraus.
- Tractor Constellation 19-320; note o para-choque mais largo e a fileira tripla de faróis.
- 24-250, um dos modelos pesados da família Constellation.
- Constellation 24-250 com teto baixo, versão disponibilizada em 2006, um ano após o lançamento da linha (fonte: portal transportemundial).
- A curiosidade despertada pelo Constellation no stand da Volkswagen na IAA 2006, na Alemanha (foto: LEXICAR).
- Publicidade de fevereiro de 2007 enumerando as principais conquistas da VWCO no ano anterior.
- Constellation 25-370 6x2 Tractor, apresentado em 2007 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Onze dos 150 caminhões Worker 15.210 4x4 encomendados à VWCO pelo Exército Brasileiro, em setembro de 2007, foram pintados com a cor branca da ONU e enviados ao Haiti em missão de paz; transformados pelo BMB Mode Center, receberam caixa de transferência e eixo dianteiro Marmon-Herrington, importados dos EUA.
- Anúncio de abril de 2009 participando a incorporação da VWCO à alemã MAN.
- Propaganda institucional de dezembro de 2010 fortalecendo o vínculo entre os produtos VWC e a MAN.
- Também de dezembro de 2010 foi esta propaganda de sete páginas para divulgar a linha de chassis da marca; note que o maior destaque foi dado aos modelos de motor dianteiro - para micros (aqui na versão Escolar),...
- ... ônibus urbanos...
- ... e rodoviários.
- Somente na página final da sequência foram discretamente mostrados dois chassis com motor traseiro.
- Constellation Compactor 17.250 E, um dos modelos "vocacionais" lançados pela VWCO em 2007; o veículo da imagem é de 2015.
- Buscando maior penetração no segmento de ônibus pesados, a Volkswagen preparou com a BMB Mode Center protótipos de chassis articulados e de piso baixo; este, com carroceria Caio, foi pela primeira vez mostrado na feira Transpúblico, em julho de 2010 (foto: LEXICAR).
- O protótipo do chassi articulado foi apresentado em novembro de 2010, no Rio de Janeiro.
- Delivery 9.150, nova versão introduzida em 2009.
- Delivery 5.150, o menor caminhão da linha Volkswagen em 2011, ano em que a linha ganhou grade e para-choque novos.
- Delivery 10.160 Plus, lançamento de 2013.
- Constellation 24.330 8x2 com dois eixos direcionais, preparado pela BMB Modecenter e lançado pela MAN na 19a Fenatran.
- Delivery 10.160 Plus, aqui com terceiro eixo de fábrica, oferecendo a maior capacidade de tração do segmento, também apresentado na Fenatran de 2013.
- Constellation 26.420 com tração 6x4 e câmbio automatizado V-Tronic, modelo de 2013.
- Constellation 31.390 6x4 para operações fora de estrada (lançado em 2007 como 31.370), aqui na versão 2015.
- Com mais de 4.000 viaturas incorporadas às Forças Armadas brasileiras, a VWCO já é a segunda maios frota militar do país; o veículo da foto foi desenvolvido para ser aerotransportado (fonte: site defesanet).
- Worker 15.210 4x4 militarizado alocado a batalhão do Exército Brasileiro em Rondônia; a foto foi tomada em Porto velho (foto: Marcos C. Filho).
- Chassi 9.160 OD com suspensão pneumática.
- O moderno chassi 15.230 OT LE (de "low entry"), lançado na FetransRio de 2014.
- Na mesma Feira a VWC apresentou o chassi 9.160 OD em versão com piso baixo e câmbio automático - o primeiro da categoria no país; o chassi foi mostrado com carroceria Marcopolo Senior (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Chassi 18.280 OT.LE, de 2015, mais potente e equipado, preparado para o sistema integrado paulistano.
- Constellation 31.390 10x4, preparado pela BMB e equipado com bomba de concreto Schwing; o veículo tem o primeiro, o segundo e o último eixo direcionais.
- Constellation 26.280 customizado pela BMB (chassi alongado, 8x4 com segundo eixo direcional) e equipado com cesta aérea telescópica importada para atendimento à rede aérea da concessionária de energia de Rondônia; a imagem foi tomada em Porto Velho em junho de 2021 (foto: Marcos C. Filho).
- Em 2015, quando preparado para coleta de resíduos, o Constellation (aqui na versão 17.280) passou a ter a altura do para-choque reduzida e o ângulo de ataque aumentado.
- Constellation 17.260 no serviço de coleta de resíduos de Porto Velho (RO), em outubro de 2021 (foto: Marcos Cabral Filho).
- Constellation 24.280, anunciado como "o caminhão mais vendido do Brasil", em propaganda de março de 2015.
- Cavalo-mecânico Constellation 25.420 em publicidade de agosto de 2017.
- Delivery Express, VUC lançado quando da reestilização da linha, em 2017.
- Daily Express com carroceria aberta.
- Delivery 4.150, de 4,0 t, também modelo inédito de 2017.
- Delivery 6.150.
- 13.180 - o Delivery de três eixos.
- Uma das muitas peças publicitárias de 2017 preparadas para o lançamento da nova família Delivery.
- Caminhão elétrico e-Delivery, quando de sua apresentação na Alemanha.
- Esquema constitutivo do caminhão elétrico e-Delivery (fonte: 4 Rodas).
- Novo Delivery 13.180 e 11.180 (ao fundo), grandes atrações da Fenatran 2017 (foto: LEXICAR).
- Protótipo 33.440 Tractor - chassi MAN e cabine Constellation.
- Constellation 25.420 6x2, com suspensão pneumática na traseira.
- Constellation 17.230 Distributor na nova versão Robust, lançada na Fenatran 2017 (foto: LEXICAR).
- Constellation 24.260 Robust.
- No stand da Volkswagen Caminhões na Expo Transporte, no México: ônibus com chassi 14.190 SCD e carroceria mexicana e protótipo elétrico e-Delivery (fonte: site chicodaboleia).
- Chassi 14.190 SCD em outra versão de carroceria; em julho de 2018 a VWC iniciou um programa itinerante de três meses pelo México para divulgação do chassi e da linha de caminhões leves Delivery.
- Constellation 31.330 em versão canavieira, novidade de 2018 (fonte: Automotive Business).
- Constellation 17.260 8x2 para coleta de lixo (fonte: Automotive Business).
- Constellation 31.390 8x4, desenvolvido em 2018 para a Breda, empresa florestal do Vale do Paraíba (RJ).
- 5.150 OD, com 150 cv e 5,9 t de PBT - o menor chassi da linha VW 2018.
- e-Delivery 6x2, segundo caminhão elétrico testado pela Ambev.
- e-Delivery 4x2.
- e-Delivery 4x2.
- Constellation 15.190 4x4 para uso civil, lançado em 2019.
- Protótipo da versão canaviera do Consellation 31.280 8x4, mostrado no Agrishow 2019.
- Vocacionais Robust 24.260 (à esquerda) e 17.260, a partir de 2019 disponibilizados para qualquer tipo de uso.
- Protótipo de chassi de 15 metros para ônibus urbanos apresentado pela VWC, em 2019, em evento nacional da NTU; a carroceria é Caio e o motor dianteiro; com o código 22.280 ODS, o modelo seria lançado dois anos depois (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Caminhão e ônibus híbridos VWC apresentados à imprensa, na Suécia, quando de encontro mundial do Grupo Traton, em 2019.
- Delivery 11.180 4x4, novidade mostrada na Fenatran 2019 (foto: LEXICAR).
- Demonstração da flexibilidade do chassi do Delivery 4x4 (foto: LEXICAR).
- Um exemplar 0 km semelhante, à venda em Porto Velho (RO) no final de 2021 (foto: Marcos Cabral Filho).
- Delivery 13.180 6x2 (foto: LEXICAR).
- A VWC continua dando destaque ao semileve Delivery Express, versão que pode ser fornecida, de fábrica, com baú Randon (foto: LEXICAR).
- Novo vocacional Constructor 26.260 8x4, 1.200 kg mais leve do que a versão anterior (foto: LEXICAR).
- Equipado com balão de aço inoxidável, o Constructor 26.260 8x4 tornou-se o caminhão-betoneira mais leve do país.
- E-Delivery: a Volkswagen aproveitou o Salão para divulgar seus projetos especiais (foto: LEXICAR).
- Também o Constellation canavieiro 31.280 8x4, lançado meses antes no Agrishow, foi exposto na Fenatran (foto: LEXICAR).
- Publicidade do caminhão leve Delivery Express, agora apelidado DLX, na revista 4 Rodas de maio de 2020.
- 29.520 6x4, mais potente caminhão VW e um dos dois cavalos-mecânicos da nova família Meteor, lançada em 2020.
- Meteor 29.520 6x4 operando em Porto Velho (RO) em dezembro de 2021 (foto: Marcos Cabral Filho).
- Também de 2020 é o Constellation 33.460 6x4, com capacidade de tração de 125 toneladas.
- Publicidade de outubro de 2021 para o cavalo Constellation 33.460 6x4.
- Constellation 33.340 6x4.
- Publicidade para o lançamento do extrapesado Meteor, em setembro de 2020.
- Outra propaganda Meteor do final de 2020.
- Publicidade Meteor, de maio de 2022, dedicada ao agronegócio.
- Volkswagen Meteor.
- Volkswagen Meteor.
- Meteor 28.460 fotografado em 2021 em Vassouras (RJ) (foto: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Propaganda de página inteira de jornal, de julho de 2021, registrando o início de produção do caminhão elétrico e-Delivery.
- Delivery elétrico em publicidade de abril de 2022.
- Chassi 22.280 ODS, oficialmente lançado em setembro de 2021.
- Basculante Constellation 26.220 6x4, com PBT de 26,3 t, motor de 6,9 l e 256 cv e câmbio manual de 9 marchas.
- Caminhão-betoneira Constellation 26.280 (PBT de 23 t e 277 cv).
- Constellation 30.330 8x2 (PBT de 29 t, motor Cummins de 334 cv e câmbio automatizado).
- Constellation 31.330 com carroceria para transbordo de cana-de-açúcar (PBT de 23 t e 334 cv).
- Betoneira 31.390 6x4 (PBT de 31,3 t, motor Cummins de 405 cv e câmbio manual de 16 marchas).
- Transformação BMB do final de 2021, o modelo 41.460 8x4, com capacidade máxima de tração de 125 t, foi um dos dois primeiros Constellation a receber o motor MAN de 460 cv.
- O 6x2 25.460, com PBT de 70 t, foi o segundo Constellation de 2021 equipado com o motor de 460 cv.
- Publicidade para o novo caminhão-trator 25.460 6x2.
- Peça publicitária de janeiro de 2022 comemorando a liderança nacional da VWC em quatro categorias de caminhões em 2021: leves, semileves e semipesados 6x2 e 6x4.
- Outra peça do início de 2022 registrando a vitória do Delivery entre os leves e semileves.
- Delivery Express em propaganda de junho de 2022.
- Propaganda de janeiro de 2022 para o semileve Delivery 11.180 4x4 - único na categoria com tração total.
- Novos chassis 11.180 S (para micros, à esquerda) e 17.230 S, lançados em agosto de 2022 - os primeiros da marca a atenderem às novas normas ambientais.
- Com a chegada da linha 2023 com motores Euro 6, a família Constellation teve o nome deslocado do quebra-sol para baixo, entre grade e para-brisa.
- Primeiro caminhão autônomo da Volkswagen sendo testado em campo em 2022.
- As três famílias da VWCO, destacando Costellation e o novo grafismo de seu nome; a publicidade é de novembro de 2022.
- Meteor 29.520 6x4 - um dos modelo Euro 6 lançados em 2022.
- O mesmo caminhão visto sob outro ângulo.
- Publicidade de julho de 2023 para o leve Delivery 11.180, também com motor Euro 6.
- Meteor 29.530 na versão conceitual Optimus, mostrada na Fenatran 2022.
- Elétrico e-Delivery, a partir do final de 2022 utilizado no abastecimento de aeronaves no Aeroporto Internacional de Manaus (AM) (fonte: portal frotacia).
- Worker alimentado a óleo vegetal hidrogenado (HVO) em dezembro de 2022 colocado em operação no Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro (RJ).
- Caminhão e-Delivery 17: nova versão para 17 t, teve os testes operacionais iniciados em dezembro de 2022.
- Publicidade do início de 2023 comemorando a liderança de mercado da VWC, em 2022, em quatro categorias de caminhões - uma com Delivery e três com Constellation (mas nenhuma com o novo Meteor, mero figurante no anúncio).
- Propaganda de fevereiro de 2023 dedicada à linha Delivery equipada com motores atendendo ao padrão Euro 6.
- Publicidade do mesmo mês dedicada à linha Constellation Euro 6.
- Constellation 26.260 6x2.
- Considerado o primeiro caminhão elétrico do mundo preparado para o transporte de GLP, este e-Delivery equipado com tanque de 9 m3, agregado à frota da Supergasbras em janeiro de 2023, operará na Região Metropolitana do Rio de Janeiro (RJ).
- Volksbus Yabantu, ônibus sul-africano sobre chassi Volkswagen brasileiro montado localmente (fonte: portal autotrader.co.za).
- Toda a linha de caminhões Volkswagen chegou a 2023 com motores Euro 6; a publicidade é de abril.
- Constellation 31.280 8x4 autônomo, lançado no Agrishow 2023.
- Equipado com carroceria Caio camuflada, a VWC apresentou seu protótipo de chassi 100% elétrico em maio de 2023.
- Constellation 26.420 exportado para Angola: maior cliente africano da VWC, o país já recebeu 10.000 caminhões e ônibus brasileiros da marca (fonte: portal autodata).
- Constellation 26.320 6x2, nova versão de 2023.
- Publicidade de agosto de 2023 registrando o prêmio Maior Valor de Revenda conferido a dois modelos Volkswagen.
- Meteor 28.460 6x2 ilustrando propaganda de outubro de 2023.
- Meteor 29.520 6x4 tracionando reboques para transporte de minérios.
- Publicidade de fevereiro de 2024 festejando a liderança de mercado da marca em 2023.
- Propaganda para o pesado Meteor 29.530 6x4 publicada em abril de 2024.
- Chassi 22.260 S, 6x2 lançado em 2024.
- Um chassi 22.260 S encarroçado pela Caio, em 2024, para uma operadora do sistema integrado de Goiânia (GO); 50 carros como este foram adquiridos por duas empresas da cidade.
- Dois dos três blindados MGA em chassi Volkswagen exportados para o Peru em 2024.
- Outra propaganda para o cavalo Meteor, esta de junho de 2024.
- Protótipo de ônibus 100% elétrico VW com baterias a óxido de nióbio em fase de recarga, realizada através de pantógrafo retrátil; a carroceria é Comil Invictus.
- Delivery 13.180 6x2 com 4,4 m de entre-eixos - nova versão lançada em 2024.
- Constellation 33.260 6x4 Constructor, lançado em agosto de 2024.
- Chassi elétrico e-Volksbus 22L; na foto disposto sobre o chassi, o banco de baterias será instalado no teto da carroceria.
- O chassi elétrico da Volkswagen exposto na Lat.Bus 2024 (foto: LEXICAR).
- Um chassi elétrico VW com carroceria Caio.
- Publicidade de agosto de 2024 para a linha de chassis Volkswagen.
- Propaganda do mesmo mês registrando a conquista do prêmio Campeão de Revenda 2024 por dois modelos Constellation.
- Propaganda de outubro de 2024 para o elétrico e-Delivery.
- A seguir, cinco das diversas novidades apresentadas pela VWCO na Fenatran 2024; aqui o cavalo-mecânico Constellation 20.480 4x2 com motor de 13 litros do Meteor.
- Meteor 28.480 HD (foto: LEXICAR).
- A nova geração do elétrico e-Delivery.
- O novo e-Delivery em vista ¾ traseira; logo adiante um Constellation 30.320 8x2 (foto: LEXICAR)
- Constellation 26.280 a biometano, ainda em testes, porém já disponível para compra.
- Constellation a biometano; ao fundo o protótipo Meteor híbrido (foto: LEXICAR)
- Modelo conceitual Meteor Hybrid - a maior surpresa da marca na Fenatran (foto: Igor Veiga / otempo).
- Dois dos modelos já em linha também expostos na feira: Constellation 31.320 6x4 Off-Road ...
- ... e Constellation 30.320 8x2 (fotos: LEXICAR).