AGRALE
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A Agrale iniciou suas atividades em outubro de 1965, quando Francisco Stedile, fundador e proprietário da indústria de lonas de freios Fras-le, adquiriu o controle acionário da Agrisa, fabricante de cultivadores mecânicos de Sapucaia do Sul (RS), que se encontrava insolvente. Em novembro do mesmo ano a linha de fabricação da Agrisa foi transferida para Caxias do Sul (RS), onde fica sediado o Grupo Stedile, assim dando início à história de sucesso do único fabricante atual de caminhões, tratores e motores de capital 100% nacional.
Os Primeiros Anos: Microtratores e Protótipo de Caminhão
Os motocultivadores e seus motores (a partir de 1967 fabricados pela Agrale, sob licença da alemã Hatz) permaneceram em linha por longos anos, com atualizações constantes. Desde cedo, porém, Stedile buscou a diversificação, lançando mão da disponibilidade potencial de sua linha de fabricação de motores. Assim, lança no VI Salão do Automóvel, em 1968, o microtrator T-415, com 950 kg, primeiro produto inteiramente desenvolvido pela nova empresa e categoria de veículo na qual é até hoje líder de mercado. Com quatro rodas, o pequeno trator era acionado por um motor diesel refrigerado a ar de um cilindro e 15 cv, acoplado a câmbio de sete marchas à frente e três a ré. Este modelo foi seguido do T-416, com o mesmo motor monocilíndrico e 16 cv. Sucesso imediato, em 1971 já eram produzidos na escala de 40 unidades mensais (desde 1968, exatos 1.311 cultivadores e microtratores foram fabricados pela Agrale).
Em outubro de 1972 surgiu o T-420, com o mesmo conjunto motor e versões agrícola e industrial, para operar como rebocador. T-440, o primeiro trator leve de fabricação nacional, foi lançado em 1975 em conjunto com um novo motor de dois cilindros e 1.272 cm3, refrigerado a ar e turboalimentado, com 36 cv. Também em 1975 foram inauguradas novas instalações industriais (seguidas em 1985 e 1990 de mais duas unidades), sempre em Caxias do Sul.
A essa altura os motores Hatz fabricados pela Agrale já alcançavam índices de nacionalização de quase 99% e produção mensal de 1.800 unidades. Quanto aos tratores (cerca de 400 unidades/mês – quase 10% do mercado interno), em 1977 a linha seria racionalizada e reduzida para dois modelos, com nova nomenclatura: 4100 (o antigo T-416) e 4200 (36 cv); a eles seria agregado o 4300 no início da década seguinte.
A segunda investida da Agrale no setor automotivo se deu em 1976, quando a produção de tratores já alcançara 400 unidades mensais: numa tentativa de compensar a instabilidade crônica do mercado de máquinas agrícolas, promoveu a apresentação pública do protótipo de seu primeiro caminhão. Tratava-se de um veículo leve, com rodado traseiro simples e capacidade de carga de uma tonelada – porte de picape, porém resistência de caminhão. Este filão “descoberto” pela empresa seria por ela explorado, quase que com exclusividade, até a chegada das vans coreanas (e de seus sucedâneos) importadas a partir dos anos 90. Acionado pelo motor bicilíndrico diesel de 36 cv da empresa, o caminhão tinha todos os elementos estruturais e mecânicos de fabricação própria (com exceção da caixa, originária da Kombi, e dos freios) e cabine de dois lugares (espartana, porém bem elaborada) fabricada em chapa de aço plana e soldada. Este não foi o primeiro protótipo do veículo; anteriormente foi construída pela Lavrale uma versão muito simplificada, quase uma carreta agrícola motorizada – que era, aliás, o objetivo de Stedile ao solicitar o projeto do veículo.
Em paralelo, a empresa procedeu a uma bateria de testes de aplicação de seu motor diesel (também refrigerado a ar) em automóveis, instalando-o em um sedã e uma Kombi Volkswagen. No primeiro caso a adaptação era simples, sendo necessária apenas a substituição dos coxins por outros mais resistentes e a utilização de bateria de maior capacidade. Na Kombi era ainda exigida a elevação do teto do compartimento do motor e a instalação de uma porta de visita para acesso ao comando de válvulas. Era objetivo da Agrale comercializar seu motor junto a operadores de carga leve e motoristas de táxi. A legislação em vigor, contudo, impediu-a de avançar com a proposta.
Ainda em 1976, através da associação com a francesa Renault, a Agrale tentou ingressar no mercado de tratores médios e pesados: através da compra de 15% do capital da empresa gaúcha, a Renault disponibilizaria tecnologia para a fabricação de tratores de 93, 110 e 126 cv de potência, com motores turbinados de quatro ou seis cilindros e tração em duas ou quatro rodas. Os planos previam a chegada dos primeiros protótipos para testes no ano seguinte e o início de fabricação em 1979. Mas aquele seria um período de crise para o país, que logo entraria numa recessão profunda, com impactos negativos diretos sobre a agricultura e a indústria. O projeto conjunto com a Renault seria abandonado, mas a Agrale persistiria na diversificação.
Consolidação da Marca: Motocicletas, Furgões e Tratores Médios e Pesados
Assim, no início de 1981, enquanto a produção de tratores caía verticalmente, era mostrado mais um protótipo de caminhão (seria terceiro e último), com nova cabine, ainda metálica, e capacidade aumentada para 1.100 kg. O caminhãozinho, que ganhava um nome – TX –, recebeu eixo traseiro Albarus e caixa Clark de quatro marchas, ao invés da Volkswagen anteriormente proposta; o motor permanecia o bicilíndrico turboalimentado refrigerado a ar de 1.270 cm3 e 36 cv de origem Hatz. Ainda em 1981, a empresa penetra em outro segmento do mercado, adquirindo a fábrica de ciclomotores Alpina, vindo a produzi-los a partir daí com a sua marca.
O TX 1100, que seria o primeiro minicaminhão e o primeiro caminhão leve com cabine avançada do país, foi finalmente lançado em janeiro de 1982, com expectativa de venda de 500 unidades no primeiro ano. Trazendo uma cabine em plástico reforçado com fibra de vidro de linhas agradáveis, fornecida pela Hidroplás, tinha estilo totalmente distante das superfícies planas e cantos vivos mostrados nos protótipos anteriores. O pequeno veículo, porém, teve aceitação limitada, em especial em função da pequena potência do motor e, conseqüentemente, das baixas velocidades obtidas. Isto fez com que, logo no ano seguinte, fossem oferecidos dois novos modelos (TX 1200 e TX 1600, respectivamente para 1,2 e 1,6 tonelada, com quatro e cinco marchas), equipados com novas motorizações, ambas refrigeradas a água: a primeira, uma unidade Chevrolet a álcool, com quatro cilindros, 2,5 litros e 90 cv; a segunda, um diesel de três cilindros, da MWM, com 3 litros e 63 cv de potência.
Em conjunto com as novas versões também foi disponibilizado um furgão integral, batizado Furgovan, excelente solução para entregas urbanas, inédita no Brasil. Todos os modelos chegaram com nova grade dianteira, na cor preta, diferenciando-os do “irmão” menor TX 1100; este, por sua vez, depois de produzidas 350 unidades, por razões fiscais teve sua produção suspensa em junho de 1984, pois as políticas vigentes oneravam desproporcionalmente veículos diesel com menor capacidade de carga.
Buscando compensar a queda de faturamento no seu principal ramo de negócios – os tratores – que teve as vendas reduzidas em 80% com relação ao início da década e só então começava a se recuperar, mais uma vez a Agrale recorreu à rota da diversificação: no final de 1984, em resultado de acordo de cooperação técnica com a italiana MV Augusta, deu início à fabricação de motocicletas cross de 125 cm3 da marca Cagiva. A aproximação com a Augusta, aliás, renderia no futuro grande número de excitantes modelos montados no Brasil, inclusive as esportivas italianas Ducati e as trial suecas Husqvarna, ambas as marcas de propriedade da Cagiva. A unidade de produção de motos e ciclomotores, inicialmente instalada em Caxias do Sul, em 1989 seria transferida para Manaus (AM). O acordo entre a Agrale e a MV Augusta durou 22 anos, até ser denunciado em 2006.
No final de 1985 ocorreu o lançamento da linha 86 do caminhão, que ganhou opção de rodado duplo traseiro e cabine totalmente nova, no desenho e na comodidade. Também moldada em plástico pela Hidroplas, com 15 cm a mais na largura, três lugares, área envidraçada 32% maior, ventilação e isolamento termo-acústico melhorados, a nova cabine vinha resolver algumas das deficiências apontadas pelos usuários no modelo anterior, tais como espaço reduzido e ruído e aquecimento interno excessivos. O novo caminhão passava a se chamar apenas Agrale 1600A (ou D, conforme o combustível fosse álcool ou diesel), abandonando o TX do nome. Com ele foram pela primeira vez oferecidas opções de cabine dupla e tração 4×4 (Engesa, com roda livre e freios dianteiros a disco), além de uma versão para passageiros – antecipando em anos a conquista do país, na década seguinte, por essa classe de veículos. O lançamento da linha 86 foi acompanhado do processo de abertura de capital da Agrale e o início de negociação das suas ações em Bolsa.
Em 1988, o XV Salão do Automóvel trouxe duas novidades: o caminhão 1800D, com novos motores diesel de quatro cilindros (MWM com 3.920 cm3 e 88 cv ou Perkins com 3.870 cm3 e 90 cv) e caixa de cinco marchas, e a UltraVan, novo furgão sobre os chassis 1600 e 1800 Esta trazia carroceria plástica reforçada com fibra de vidro construída pela Multivan (subsidiária da Hidroplás), com capacidade volumétrica de 12,8 m³, portas laterais deslizantes e comunicação interna entre cabine e compartimento de carga. A UltraVan foi oferecida em diversas versões, dentre as quais para transporte de passageiros, ambulância e serviços públicos.
Se nos últimos anos a Agrale vinha incidindo seus maiores esforços nos mercados de caminhões e motos, chegava a hora de retornar aos tratores, buscando reforçar sua presença no segmento dos médios e pesados (assinale-se que, frustrada a associação com a Renault, a Agrale se manteve limitada ao mercado de unidades de pequeno porte, com apenas três modelos em linha). Assim, em novembro de 1988, a empresa firmou acordo de cooperação com a Deutz argentina, segundo o qual a Agrale forneceria àquele país seus pequenos caminhões e motores e de lá receberia tecnologia para tratores e motores de maior porte, entre 70 e 140 cv, viabilizando sua entrada nas faixas superiores do mercado. Especificamente para a produção dos tratores médios e pesados – que levariam a marca Agrale-Deutz e o prefixo BX – foi construída nova fábrica em Caxias do Sul, inaugurada em 1990. Também foi criada uma unidade para a fabricação de componentes de fibra de vidro.
Foram inicialmente produzidos seis modelos, com opção de tração em duas ou quatro rodas, equipados com motores diesel MWM de 3,9 l e potências entre 90 e 130 cv. Eram eles: BX 90, 100 e 130, com tração 4×2 e, respectivamente 83, 90 (turbo) e 116 cv (este com seis cilindros), e os correspondentes com tração dianteira auxiliar BX 4.90, 4.110 e 4.130, com 83, 100 (turbo) e 116 cv. Todos possuíam câmbio sincronizado com 12 marchas à frente e quatro a ré, direção hidráulica e freios a disco com acionamento mecânico. Os tradicionais 4100, 4200 e 4300 permaneciam em linha. De extremo sucesso nas pequenas propriedades do sul do país, traziam motor de um cilindro com 18 cv e câmbio 7×3 (o modelo 4100) e dois cilindros, 36 cv e câmbio 6×2 (os demais). Modelos básicos (hoje diríamos “de entrada”), todos vinham apenas com tração 4×2, caixa não sincronizada, direção mecânica e freios a tambor.
Chassis de Ônibus, Modernização Administrativa e Mais Diversificação
O crescimento da empresa (que já contava, na altura, com cinco unidades fabris) levou, no início da década de 90, à reestruturação do Grupo, concedendo autonomia às suas quatro unidades de negócios – motores, motocicletas, tratores e caminhões. Ao mesmo tempo, foi implantado projeto de racionalização industrial, com a introdução de modernos métodos de administração da produção (tais como just-in-time e kanban). Também foram acentuados os esforços de exportação, iniciando-se a montagem de caminhões no Uruguai e na Argentina, para onde eram enviados sob a forma CKD – no último caso recebendo motores diesel Deutz fabricados naquele país, sendo então comercializado com a marca Deutz-Agrale.
No XVI Salão do Automóvel, em 1990, a concorrência mostraria suas primeiras reações ao sucesso da UltraVan (200 unidades vendidas, em dois anos), inclusive com produtos importados. A Agrale contra atacou apresentando o Junior, novo microônibus com carroceria projetada pela Marcopolo sobre um chassi especialmente construído para o transporte de passageiros. O micro vinha equipado com o motor MWM de 1,8 l e 88 cv, em posição mais avançada e menos saliente do que nos chassis do caminhão, e dispunha de câmbio de cinco marchas e freios a disco na frente. Com entre-eixos curto (3,10 m), 6,0 m de comprimento e capacidade para até 21 passageiros, ocuparia uma faixa imediatamente superior à da UltraVan, podendo ser fornecido nas versões urbana, escolar, turismo, executivo, ambulância, rural, transporte de tropas e carga.
O lançamento desse chassi de ônibus viria a se revelar, a médio prazo, a mais bem sucedida incursão da Agrale em nichos de mercado veicular e, sem o saber, com o novo produto antecipava-se ao enorme crescimento da demanda por mini e microônibus que anos depois viria a se verificar no transporte urbano do país.
No Salão do Automóvel seguinte, em 1992, a empresa ampliou mais uma vez a sua gama de caminhões, sempre a caminho das faixas superiores, apresentando um modelo para 3,5 t com cabine reestilizada (faróis maiores, com pisca-pisca integrado, novo desenho do conjunto grade/para-choques, novo painel, pedais suspensos, melhores acabamentos). Equipado com o já conhecido motor MWM de quatro litros, o novo veículo também se diferenciava dos “irmãos” menores por algumas características técnicas inéditas na categoria: molas parabólicas e barras estabilizadoras à frente, freios pneumáticos a tambor nas quatro rodas e freio de estacionamento tipo spring-brake acionado a ar. Quando oficialmente lançado em abril do ano seguinte, o caminhão recebeu o código 7000D, número referente ao seu peso bruto total; com isso, introduziu nova lógica na nomenclatura dos modelos, já que até então tais números se referiam à capacidade de carga do veículo (os dois outros modelos só seriam renomeados ano e meio depois – passando a chamar-se 4500 e 5000 – quando também ganharam as molas parabólicas e a nova cabine lançadas com o 7000). Em julho de 1994 a Agrale lançou o 7000 na versão turbo (MWM de 115 cv), nomeado 7500DT.
Apesar da aparente vitalidade, entretanto, a situação financeira do Grupo Stedile vinha se deteriorando desde o início da década em função dos planos econômicos do governo Collor e da conseqüente recessão no setor agrícola e drástica redução nas vendas de tratores. A crise exigiu uma solução radical – a venda, em janeiro de 1996, da “empresa-mãe” Fras-le à Randon; a decisão se mostrou acertada e acabou contribuindo para a volta do crescimento da Agrale, sobre a qual o Grupo passou a focar sua atuação.
Logo se fez notar o novo dinamismo da empresa: já em setembro eram lançados os modelos 7000DX e 7500TDX, com cabines basculantes, e anunciados dois novos chassis de ônibus. A cabine basculante, além de ter o design retocado, ganhou novo painel, alçapão de ventilação no teto, acessibilidade e isolamento acústico melhorados e novos bancos. Os motores foram substituídos, de forma a atender à legislação de controle de emissões: continuaram de origem MWM, porém com 4,3 litros e 95 ou 122 cv, respectivamente na versão aspirada ou turbo; os tanques de combustível passaram a ser de plástico. Quanto aos novos chassis de ônibus (MA 7,0T e 7,5T), foram disponibilizados com três distâncias entre-eixos: 3,5, 3,9 (posteriormente 3,7) e 4,2 m. Também vinham equipados com os novos motores, podendo opcionalmente receber câmbio automático (a partir de 2002, todos os chassis de ônibus passariam a contar com caixas automáticas Allison de série).
Por providencial coincidência, a agricultura começava a dar sinais de recuperação – e assim continuaria por alguns anos e a Agrale saberia se valer da oportunidade. Naquele período de retomada investiu em diversos novos acordos de cooperação: com a italiana Ruggerini (em 1996), para importação e fabricação de motores diesel de pequeno porte (já produzidos no país na década anterior, por alguns anos, pela Fábrica de Motores Tietê); com a tcheca Zetor (em 1997), para a montagem de seus tratores médios no Brasil (neste caso tratava-se de uma empresa conjunta, com meta de produção anual de 1.500 unidades, numa primeira fase; pelo acordo, os tratores utilizariam motores nacionais e caixas importadas da República Tcheca; os tratores Zetor terminaram por gerar a família Agrale 5000); e, naquele mesmo ano, com a Standard Motor, de Taiwan, para a fabricação de scooters.
Iniciativa mais ousada foi tomada em setembro de 1997, com a assinatura de contrato com a norte-americana Navistar, um dos maiores fabricantes de caminhões do mundo, para a montagem de médios e pesados International nas suas instalações. Finalmente, mais um acordo com a Marcopolo, firmado em 1998, deu o impulso final que faltava à Agrale para sua total recuperação: tratava-se de um contrato de fornecimento do chassi MA 6.0, de menor porte, para a construção das vans Volare, lançadas com estrondoso sucesso na tentativa de enfrentar a invasão do mercado brasileiro pelas vans asiáticas. Em conseqüência, já no ano seguinte a Agrale atingiria a liderança nacional no fornecimento de chassis leves, com mais de 60% do mercado. Em agosto de 2000 a Agrale forneceria o chassi nº 3.000 para a Volare; em novembro de 2006 seria o de número 20.000.
Sempre coerente com sua política de busca e preenchimento de nichos de mercado, permaneciam freqüentes os lançamentos da Agrale. Pouco a pouco a linha de caminhões foi completada, assegurando presença em toda a faixa dos médios; a nova cabine foi estendida a toda a linha, sob as modalidades basculante ou fixa (a versão cabine-dupla permanecia com o desenho antigo). Na Fenatran de 1997 foi lançado o 8500 DTX (5,2 t, com motor MWM 4,3 litros turbo de 135 cv, direção e embreagem hidráulicas de série), seguido do correspondente chassi de ônibus MA 8.5T. Em maio de 2000 mais um modelo leve seria lançado, o 6000 (3,4 t, motor MWM 2,8 litros turbo com aftercooler e 131 cv) em duas versões de cabine – simples e dupla. Nessa oportunidade, o motor turbo do modelo 8500 também recebeu aftercooler, elevando a potência para 140 cv.
A linha de tratores, por sua vez, foi objeto de completa reestilização naquele período, unificando o design das várias categorias. Em 1999, integrando a nova linha 4000, a empresa lançou seu primeiro trator leve com tração nas quatro rodas, o 4230.4, de 27 cv, que encontrou boa acolhida do mercado. Coincidentemente, naquele ano a Agrale conquistou o prêmio Gerdau Melhores da Terra, na categoria Destaque, em reconhecimento por seu papel na mecanização das pequenas propriedades agrícolas do país. No memorial justificativo da premiação o júri registrava: “O microtrator AGRALE 4100 constitui-se em marco nas pequenas propriedades agrícolas brasileiras (…). No Rio Grande do Sul, o trator AGRALE 4100, viabilizou a pequena propriedade das encostas basálticas, responsável por 75% da produção de uva do país, o que corresponde a 90% do vinho industrializado. Tem papel importante, também, nas culturas de maçã, pêssego, ameixa, na olericultura, na suinocultura e avicultura e na produção leiteira que, juntamente com a uva, sustentam a economia da região”. No final do ano seguinte a empresa conquistou o prêmio Destaque AutoData 2000 na categoria Veículo Ônibus pelo sucesso de seus chassis leves na conquista do mercado.
No Novo Século, o Primeiro Chassi Médio de Ônibus do País
Em 2001, no Agrishow, foi apresentado seu segundo microtrator com tração total, o 4100.4, com o tradicional motor monocilindro de 15 cv, o menor trator 4×4 nacional. A essa altura a linha 4000 já alcançara 34 mil unidades vendidas, em cinco versões (4100, 4100.4, 4118.4, 4230 e 4230.4), garantindo à Agrale a liderança nacional na classe de até 40 cv.
A linha 5000 de tratores médios (derivada dos tchecos Zetor) contava então com três modelos 5060, 5070 e 5080), todos com opção de tração 4×4, acionados por motores Zetor diesel importados, de três ou quatro cilindros (2,7 e 3,9 litros) e potência entre 60 e 85 cv. Composta de três modelos (BX 6110, 6150 e 6180), todos 4×4, a linha pesada BX 6000, de origem Deutz, recebia motores MWM de 105, 140 e 168 cv.
Coerentes com a política de produto adotada pela companhia – dedicar-se preferencialmente a propriedades de menor porte -, as três famílias de tratores da Agrale eram de concepção simples, sem eletrônica embarcada ou comandos e controles complexos, facilitando manutenção e operação, características que até hoje marcam as máquinas agrícolas da marca.
Na Expobus 2001 foi apresentado o chassi MA 8.5 Super, com motor Cummins de seis cilindros e 167 cv. Na Fenatran 2001, outro novo produto lançado: o furgão Furgovan 6000, encarroçado pela Marcopolo sobre o bem sucedido chassi MA 6.0 utilizado pela van Volare; com 3,7 m entre-eixos e porta lateral corrediça, tinha 2,4 t de capacidade de carga (PBT de 5,9 t) e capacidade volumétrica de 13,6 m³; o motor era o MWM de 131 cv (a maior potência da categoria) e a direção hidráulica regulável. O furgão Agrale tinha duas qualidades a mais, que o diferenciavam dos concorrentes: era montado sobre chassi, o que significava maior resistência e durabilidade nos serviços pesados (quase todos os concorrentes tinham carrocerias monobloco) e tinha índice de nacionalização próximo dos 100% (todos os outros traziam alto percentual de componentes importados). Naquela oportunidade a empresa ainda apresentou um de seus caminhões leves com suspensão pneumática e 3º eixo com acionamento a ar.
Após lenta penetração no mercado externo, as exportações da Agrale se consolidavam (com destaque para o Oriente Médio), fazendo com que 2001 terminasse com as vendas para o exterior em 58% superiores às de 2000, representando 15% da receita total. A Colômbia, um de seus melhores mercados, foi o país escolhido para sediar sua primeira unidade fora do Brasil; instalada em Bogotá, em associação com a empresa local Navitrans, a nova fábrica se destinava a montar caminhões e chassis sob regime SKD. Os resultados finais do ano foram excelentes para a empresa, com recorde histórico de faturamento, 30% superior ao do ano anterior; todas as linhas de produtos tiveram incremento das vendas, com relevo para os caminhões leves (43% maiores). O faturamento experimentaria novo salto no exercício seguinte, em 24% superior a 2002.
2003 foi um ano de importantes e ousadas novidades. A primeira delas foi mostrada numa Feira de Transporte no Chile: o primeiro chassi de ônibus de porte médio do país, primeiro com motor traseiro e com piso baixo da Agrale e o único, fora da categoria pesada, com entrada baixa e suspensão pneumática: era o MT 12.0 LE, com motor Cummins de gerenciamento eletrônico, quatro ou seis cilindros e 170 ou 185 cv, câmbio automático, suspensão dianteira e traseira a ar e direção hidráulica; o chassi tubular permitia construir carrocerias urbanas com até 66% de área plana e rebaixada no salão. Criava-se assim uma nova categoria, situada entre os microônibus e os ônibus convencionais – e mais: uma categoria que se iniciava com um chassi adequado para o transporte público, especialmente projetado para o transporte de pessoas e não um mero caminhão adaptado. A chamada linha Midibus, que viria a ser comercializada a partir do final do ano seguinte, compreendia mais dois modelos: MA 12.0 (com motor dianteiro) e MT 12.0 SB (com motor traseiro, suspensão pneumática e piso baixo – mais uma vez o primeiro do país na categoria). Antes do final do ano, à linha de chassis de ônibus (que não mais disporia de motores mecânicos) foi agregada uma versão com motor a GNV (Cummins de 192 cv) – o MA 9.2 Green. Dotado de reservatório com capacidade para 118 m³ de gás (autonomia de 350 km), o Green foi o primeiro chassi equipado de fábrica, na categoria, para uso de gás.
A segunda grande novidade de 2003, apresentada em outubro na Fenatran, envolveu o redesenho das cabines de toda a linha de caminhões e o lançamento do 9200, para 6,1 t, com motor MWM de 145 cv – até então o maior caminhão da história da companhia. Foram projetadas e simultaneamente lançadas uma cabine dupla (a única original de fábrica) e duas diferentes cabines simples, uma para os caminhões leves 6000, 7500 e 8500 e outra para os médios 9200. Ambas tinham um belo desenho, mas a do novo caminhão (com o maior espaço interno da categoria) recebeu atenção especial nos itens de conforto e ergonomia, com leito, porta-copos, vários porta-objetos e pontos de apoio para escrita (o volante podia servir de prancheta), instalação de computador e de aparelho de emissão de pedidos; segundo a empresa, o 9200 trazia as funções “escritório, dormitório e refeitório“, típicas dos caminhões pesados. 8500 e 9200 tinham opção de terceiro eixo, aumentando em 1,5 t a capacidade de carga. A Fenatran também mostrou mais uma opção de furgão, o Furgovan 8000, com capacidade para 3,7 t, motor MWM com 145 cv, freios a ar e caixa automática, podendo opcionalmente receber suspensão pneumática e caixa manual.
A terceira novidade – e a mais inesperada –, foi o anúncio, em dezembro, de que o Exército Brasileiro testava um jipe militar apresentado pela empresa, capacitando-a a participar de futuras concorrências para a renovação da frota das Forças Armadas: logo adiante se verificou tratar-se do Marruá, desenvolvido pelas firmas Ceppe e Columbus, de quem a Agrale recém adquirira o projeto.
Jipe Marruá e o Primeiro Chassi Brasileiro de Piso Baixo
No início de 2004 mais um chassi foi lançado, desta vez para microônibus – o MA 9.2. Quanto aos tratores, a linha de pesados 6000 atingia três modelos, com a apresentação do BX6110 (MWM aspirado de quatro cilindros e 105 cv), além do 6150, com 135 cv, e da versão mais pesada, 6180, com 168 cv – ambos com MWM seis cilindros 5,9 l turbo. Chassi com longarinas, tração nas quatro rodas, doze marchas sincronizadas à frente e quatro a ré e freios a disco em banho de óleo acoplados à transmissão traseira eram suas principais características; cabines fechadas eram opcionais.
Dado o sucesso encontrado pelo caminhão médio 9200, em agosto a linha de produtos foi realinhada, com a eliminação do 7500 e a adoção, pelo modelo 8500, da cabine estendida e da mecânica do 9200; este teve, por sua vez, a potência aumentada para 151 cv. Em atenção às normas da legislação ambiental (Conama V), o mês de outubro trouxe o anúncio de nova motorização dos veículos de carga; com isto, a Furgovan 6000 e os caminhões 8500 e 9200 passaram a contar com a opção de motores eletrônicos MWM de quatro cilindros (4,8 litros turbo common-rail e 150 cv, para os últimos; 2,8 litros e 140 cv, para o primeiro); à nomenclatura dessas versões passou a ser adicionada a expressão E-tronic. Segundo a empresa, testes revelaram até 10% de economia de combustível e maiores aceleração, retomada e velocidade máxima do que as versões com motores “mecânicos”. Os chassis para microônibus 7.5, 8.5 e 9.2 também passaram a contar com gerenciamento eletrônico. Na oportunidade foi iniciada a comercialização dos chassis Midibus.
A Agrale aproveitou os eventos de lançamento do Midibus e dos motores E-tronic para promover as primeiras apresentações públicas (civis) do Marruá, imponente utilitário para todo-terreno com linhas e concepção geral inspiradas no saudoso Engesa EE-12, excepcional utilitário nacional dos anos 80, porém em escala um pouco maior. O modelo mostrado era a versão militar, então em processo de homologação pelo Exército Brasileiro, com portas e capota de lona. O Marruá veio com chassi de perfil caixa fechada e carroceria de aço galvanizado fabricados pela própria Agrale; levava motor diesel MWM turbo aftercooler de 2,8 litros, 132 cv e 34 m.kgf de torque, câmbio de cinco marchas Eaton, caixa de transferência Agrale e, naturalmente, tração nas quatro rodas, acoplável com o carro em movimento, a velocidade de até 80 km/h. Foi mantida a suspensão Engesa por molas helicoidais, de elogiadíssimo desempenho. O Marruá militar foi equipado com tanque de combustível de 102 litros, que lhe permite autonomia de mais de 1.000 km. Apresentava capacidade de carga de 500 kg, em qualquer terreno, com potência suficiente para o acoplamento de um reboque de igual peso. A versão militar básica recebeu o código AM2 e estava apta, segundo as exigências do Exército, a transportar uma guarnição de quatro pessoas devidamente equipada e a rebocar canhões sem recuo e lançadores de mísseis anticarro. Em novembro de 2004 foi disponibilizada uma primeira série de 100 unidades para uso civil; a menos da alteração do sistema elétrico (passou de 24 para 12 V) e da eliminação dos faroletes auxiliares e do para-brisas dianteiro basculante, todas as demais características da versão militar foram mantidas.
O PRIMEIRO MARRUÁ: SUA FICHA TÉCNICA: chassi escada tubular, carroçaria de aço com duas portas, quatro lugares; 3,94 m de comprimento; vão livre de 26 cm; motor diesel MWM longitudinal dianteiro, turboalimentado, refrigerado a água, com quatro cilindros em linha e três válvulas por cilindro, 2.798 cm3 e 132 cv; tração 4×2 traseira ou 4×4; caixa manual de cinco marchas; direção hidráulica; suspensão por eixo rígido com molas helicoidais e braços oscilantes longitudinais nas quatro rodas; freios a disco na dianteira e a tambor na traseira; ângulo de ataque, 64°; ângulo de saída, 52°; inclinação lateral máxima, 30%; rampa máxima 60%; nível máximo de água, 60 cm.
Na LAAD 2005, feira de equipamentos para a Defesa, realizada em abril no Rio de Janeiro, a Agrale apresentou o Marruá Cargo AM100, na versão militar, com caçamba metálica, 4,73 m de comprimento (entre-eixos de 3,10 m) e capacidade de uma tonelada; no mês seguinte, na Interdefesa 2005, realizada na cidade de São Paulo, também foi exposto o protótipo militar do Marruá Longo (AM11), com quatro portas, entre-eixos de 2,9 m (60 cm a mais do que na versão normal) e capacidade de carga de 750 kg. Em agosto foi a vez de uma versão para combate a incêndios montada sobre o chassi curto e, pouco depois, do Cargo cabine dupla.
Coincidindo com seu 40º aniversário, a empresa apresentou na Fenatran alguns acréscimos à linha de caminhões: a nova versão 8500 VLC, para serviços de carga urbana, com MWM turbo de 120 cv, cabine menor (do 6000), 6,30 m de comprimento e 5.250 kg de capacidade; e a introdução de uma opção mais barata para o Furgovan 8000 e os demais modelos das linhas 6000 e 8500, chamada E-Mec, equipada com motor “mecânico” MWM de 115 cv, reprogramado para atender à fase V do Conama, porém com menor custo de aquisição que o E-tronic.
No mesmo ano, reagindo a (mais uma) crise no setor agrícola, sua paleta de tratores foi ampliada com mais alguns modelos especializados: versões do microtrator e do trator leve para transporte industrial, com rodado traseiro simples, duplo ou com pneus sólidos (o 4100.IND é o menor deles) e o transportador agrícola 4230.4 Cargo, em três modelos: Argento (completo, com carroceria basculante de madeira), Rosso (sem teto nem bancos “de carona” e com carroceria fixa) e Compactador (para serviços de coleta de lixo urbano em regiões de difícil acesso, com capacidade de compactador de 6 m³). A nova família tomou como base mecânica o trator 4230.4: tração integral e motor refrigerado a ar, com dois cilindros e 30 cv.

Desde seu lançamento, em 2004, o jipe Marruá deu origem a 15 diferentes versões, para uso civil e militar.
No início de 2006, pela primeira vez a empresa disponibilizou motores a biodiesel; a opção foi oferecida para alguns tratores leves, com potências entre 14,7 e 30 cv; o microtrator 4100 também ganhou uma versão a gás. Em março foram entregues as primeiras seis unidades do Marruá para o Exército. Como parte das comemorações do seu aniversário, a Agrale promoveu em março de 2006 a Expedição Marruá, reunindo seus utilitários numa caravana que percorreu 3.728 km, entre Caxias do Sul e Cuiabá; o raid durou 15 dias, de 5 a 20 de março, e dele participaram 15 carros. Além de realizar um evento festivo, foi também intenção da empresa aproveitar a viagem para testar seus carros; por isso todas as variantes disponíveis estiveram presentes: o Marruá básico com capota metálica, o Cargo cabine simples e o cabine-dupla (cabines e caçambas fabricadas pela Cioato). Jornalistas que acompanharam a aventura realçaram a resistência e valentia dos carros, mas criticaram o descuido da fábrica com o conforto e o acabamento interno.
Francisco Stedile, o fundador, sobreviveu ao aniversário da empresa que criou 40 anos antes. Pouco depois, porém, em 8 de maio 2006, faleceria aos 83 anos de idade.
Novos lançamentos ainda aconteceriam naquele ano. A linha de caminhões recebeu alguns ajustes de projeto (nova embreagem, filtro secador de ar e interior renovado) e passou a dispor da opção de motores para biodiesel. Também foram apresentados quatro chassis: foi relançado o Midibus MT 12.0 SB, com entrada dianteira baixa, menos caro que o low floor LE e igualmente apto a atender às novas normas federais de acessibilidade para portadores de necessidades especiais; e três outros, especialmente desenvolvidos em conjunto com a Autolife Blindagens, prontos para receber carrocerias de carros-fortes (entre-eixos de 2,95 ou 3,15 m e potências de 115 ou 150 cv); as principais alterações, com relação aos chassis originais 7.9, 8.5 e 9.2 dos quais derivaram, foram o reposicionamento do tanque de combustível e da plataforma do motorista e a redução do balaço traseiro.
Em 2007 a Agrale ampliou sua oferta de chassis de ônibus, apresentando mais dois modelos com motor dianteiro (MWM): o MA 10.0 (150 cv), com possibilidade de instalação da porta à frente do eixo dianteiro, para micros de até 9 metros e 33 passageiros, e o MA 15.0 (185 cv), de porte médio, com comprimento de 10,2 m. Também em 2007 – quando comemorava o 25º aniversário de sua entrada no segmento de caminhões – a Agrale finalmente ingressaria na categoria dos médios, com o lançamento do modelo 13000, com cabine estendida, motor MWM “mecânico” de 173 cv e seis marchas, nas versões 4×2 e 6×2 (respectivamente com 8,6 e 14,4 t de carga útil). A versão com três eixos foi lançada na 16ª Fenatran, na qual também foi apresentada a linha Marruá para uso civil, hoje compreendendo mais de uma dúzia de modelos: jipes com capota rígida ou de lona, chassi curto ou longo e duas ou quatro portas e picapes com cabine simples ou dupla, duas diferentes distâncias entre-eixos, com ou sem caçamba e PBT de 3,5 e 4,3 t.
A menor dentre as “grandes” empresas do setor no Brasil, a Agrale soube conquistar seu espaço explorando nichos de mercado geralmente desprezados (por menos lucrativos) pelos concorrentes. Tendo sua origem na fabricação de máquinas agrícolas e pequenos motores diesel, diversificou as atividades, tendo hoje mais de 60% das vendas nos segmentos de caminhões e utilitários. Mas a luta pela sobrevivência é árdua, já que seus oponentes são gigantescas corporações multinacionais. Um exemplo: em teste comparativo entre os caminhões leves Agrale 7500 e Mercedes-Benz 710 Plus, realizado pela revista Transporte Mundial (outubro-novembro de 2004), o primeiro teve pontuação quase 30% superior, com destaque para o motor e capacidades; entretanto, o peso da marca e da tradição Mercedes (e, evidentemente, também do seu poderio econômico) faz com que um venda quase cem vezes mais que o outro. Ainda assim, apesar das cifras de produção relativamente discretas, a Agrale há três décadas se mantém na liderança no segmento de tratores com até 40 cv e, pelo décimo ano consecutivo, no de chassis leves para ônibus (respectivamente com mais de 70 e 50% do mercado).
Ao final de 2007 a diversificada produção da Agrale compreendia as seguintes linhas de veículos: 18 tratores de pequeno, médio e grande porte (a diesel e GLP, incluindo versões para transporte industrial e modelos específicos para as culturas de arroz e café), três tratores transportadores agrícolas, caminhões leves e médios; dois modelos de furgão integral e sete de chassis de ônibus, além de motocicletas, scooters e uma grande linha de motores de um a quatro cilindros. A produção acumulada da empresa, nos seus pouco mais de 40 anos de vida, supera 70.000 tratores, 50.000 caminhões e chassis de ônibus, 350.000 motores e 100.000 motos. O ano terminou com a inauguração de planta própria na Argentina, destinada à fabricação de chassis e caminhões leves.
<agrale.com.br>
O que houve de novo a partir de 2008
- na Agrishow, melhoramentos na linha 5000 de tratores, dentre os quais novo câmbio Side Shift com 10 velocidades à frente (4ª e 5ª sincronizadas) e duas a ré, com opções de inversão (12 à frente e 12 a ré) e super-redução (20 à frente e quatro a ré) (04/08)
- na Movimat, lançado o trator rebocador 4100 movido a GLP, com motor Briggs & Stratton importado (08/08)
- entregue à Marinha Brasileira o primeiro lote de jipes Marruá (09/08)
- pela primeira vez na história, líder de vendas de chassis de ônibus no Brasil (10/08)
- primeiro fabricante brasileiro de tratores preparado para o uso do biodiesel B25 (na linha 4000) (10/08)
- atualização das linhas de chassis leves e caminhões: nova caixa de cinco velocidades (chassis leves), tacógrafo e ar condicionado opcional (caminhões leves), sistema elétrico de 24V, luzes de direção com leds e painel de instrumentos digital (ônibus e caminhões médios) (10/08)
- exército argentino adquire 18 utilitários Marruá para compor a missão de paz da ONU no Haiti (11/08)
- Agrale encerra 2008 como 2ª empresa que mais cresceu em vendas de caminhões (quase 33%) e a maior do país, pelo terceiro ano, em chassis leves (58,7% do mercado, com crescimento superior a 67% com relação ao ano anterior) (12/08)
2009
- chassis MA 10.0 e 15.0, Prêmio Autodata 2009, destaques na categoria Ônibus (01/09)
- exército do Equador adquire 18 Marruá (03/09)
- lançado na Expointer o trator 5065.4 Compact, com motor MWM de 65 cv, versão com bitola estreita (1,06 m) da linha 5000 (08/09)
- dois lançamentos na Fenatran: caminhão 8500 recebe novo motor eletrônico MWM de 3,0 l e 140 cv (em substituição ao antigo 4,3 l de 135 cv) e caminhão 13000 ganha versão basculante (4×2 e 6×2 e entre-eixos menores) (09/09)
- exército do Equador adquire mais 12 Marruá (10/09)
- iniciada a fabricação de caminhões na planta argentina (11/09)
- ônibus híbrido Agrale Hybridus em teste na cidade de Santiago, Chile: midibus low entry com motor Cummins de 170 cv, gerenciador eletrônico Siemens, dois motores elétricos de 85 kW (106 cv), ultracapacitores em lugar de baterias e carroceria Marcopolo (12/09)
- encerrada a produção dos furgões Furgovan 6000 e 8000 (12/09)
2010
- Prêmio Lótus 2010: Marca do Ano em Chassi Leve e (pela 7ª vez) Chassi Leve do Ano (03/10)
- ônibus Hybridus apresentado no evento internacional Challenge Bibendum 2010, na cidade do Rio de Janeiro (05/10)
- lançado na Expointer 2010 o trator 5075.4 Compact, com motor MWM de 75 cv e 24 marchas (08/10)
- lançamento do caminhão leve 8500 TR com 5ª roda para auto-escolas (12/10)
2011
- lançamento do caminhão 8500 CE, único leve do mercado com cabine estendida; recebeu novo motor MWM de 3,0 l e 140 cv e a cabine do modelo 9200 (01/11)
- nova cabine para os tratores da série BX 6000 com vedação e sistema de refrigeração aprimorados (02/11)
- AM 31, nova versão militar do Marruá para 1,5 t (mais 1,5 t rebocada), com motor Cummins de 150 cv, cinco marchas com reduzida e duplo rodado traseiro (03/11)
- motores dos chassis MA 8.7 (Cummins de 3,8 l) e MA 15.0 (MWM de 4,8 l) passam a atender às normas ambientais de 2012 (08/11)
- na Fenatran, caminhões com novas cabines, computador de bordo e motores mais potentes com tecnologia SCR, para atender à nova legislação ambiental; denominada LX, a linha passa a ser composta das versões 6500, 8700, 10000 e 14000 4×2 e 6×2 (10/11)
- motores Cummins 2.8 com 150 cv e tecnologia SCR para utilitários Marruá (10/11)
- novas cabines de caminhão ganham o Prêmio Design MCB, do Museu da Casa Brasileira e Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo (12/11)
- lançamento do primeiro chassi 4×4 para miniônibus do país; com motor MWM de 110 cv e tração integral do jipe Marruá, foi especialmente preparado para a Volare, para o transporte de estudantes em áreas rurais (12/11)
2012
- Prêmio Lótus 2012, na categoria Marca do Ano em Micro/Miniônibus (04/12)
- desenvolvimento de protótipo elétrico do Marruá, em colaboração com a Itaipu; o veículo, apresentado na Rio+20, mantém o mesmo desempenho fora de estrada da versão diesel (05/12)
- apresentada na feira Equipo Mining 2012 versão do jipe Marruá para o transporte de passageiros (08/12)
- Agrale lança na 9a FetransRio seu maior chassi de ônibus: MA 17.0 (MWM 7,1 l, 225 cv, câmbio manual de 6 marchas, suspensão por molas semi-elípticas); com duas opções de entre-eixos, aceita carrocerias de até 13,3 m de comprimento (09/12)
- alterações no chassi MA 10.0 (para carrocerias de até 9,3 m): eixo dianteiro recuado, alavanca de mudanças no painel e opção de molas parabólicas na dianteira e suspensão pneumática traseira (09/12)
- caminhões Agrale ganham medalha de ouro no IDEA/Brasil 2012 International Design Excellence Awards, na categoria Transportes (10/12)
- série especial de tratores 4000, 5000 e BX 6000, na cor ouro, em comemoração ao cinquentenário da empresa (10/12)
- pela primeira vez o faturamento anual da Agrale supera R$ 1 bilhão (12/12)
2013
- entrada no setor de movimentação de materiais com a marca Lintec, fornecendo empilhadeiras e rebocadores fabricados na China (03/13)
- apresentação do Marruá AM 41 na LAAD 2013, versão militarizada do caminhão Agrale (no jargão das Forças Armadas, VTNE 2 ½ toneladas 4×4), com motor MWM de 165 cv, tração nas quatro rodas e capacidade para 2,5 t de carga, mais 2,5 t rebocadas (04/13)
- na 20a feira Agrishow, lançamento do trator 5105.4 (4×4, motor MWM de quatro cilindros, 3.992 cm3 e 105 cv, câmbio manual de 5 marchas com redução e opção de 12 marchas com inversor ou 20×4 com super-redução; 3,9 t) e da nova Série 500, em três versões: 565 Compact, 575 e 575 Compact (MWM de 65 e 75 cv, 10 ou 15 marchas com inversor e opção de redução; a série trouxe capô com basculamento para trás e lanternas traseiras de led) (04/13)
- Agrale inicia produção de tratores em Mercedes, Argentina (05/13)
- produção do 100.000o veículo da marca (10/13)
- em 2013, faturamento de R$ 1,25 bilhão e venda de 7.317 veículos no mercado interno; a produção de chassis alcançou 5.400 unidades, assegurando a liderança da marca na categoria dos leves (12/13)
2014
- lançamento de dois novos tratores: 575.4 e 5105 Compact (MWM de 75 cv, câmbio de 10 ou 15 marchas com inversor), com novo design e capô basculante (01/14)
- assinatura de Protocolo de Intenções com o Governo do Espírito Santo para construção de fábrica de chassis de ônibus em São Mateus, com inauguração prevista para 2015 (06/14)
- na 38a Expointer, lançamento de mais um trator médio da série 500: 540.4, com motor de 4 cilindros, 2.190 cm3 e 40 cv e câmbio de oito marchas à frente e oito a ré, único da categoria com o recurso (08/14)
- exportação de 320 tratores 575.4 para o Zimbabue; mais 156 seriam enviados no final do ano seguinte (08/14)
- na 9a Expo Transporte, em Buenos Aires, lançamento do primeiro chassi articulado da marca, com 17,5 m de comprimento, comportando carrocerias para até 160 passageiros; fabricado apenas na Argentina, possui motor traseiro MWM de 330 cv, câmbio automático e suspensão pneumática (11/14)
- venda de 141 jipes Marruá para as Forças Armadas da Namíbia (12/14)
2015
- na LAAD 2015, coincidindo com o 10o aniversário da linha Marruá, lançamento da Nova Geração (chamada G2), com grandes alterações na carroceria (a versão apresentada foi a cabine-dupla AM200 CD): grade, para-choques, capô e guarnição dos para-lamas novos (incluindo degrau de acesso nos traseiros), quebra-matos tubular, caçamba com novo desenho, portas e para-brisa dianteiros maiores, interior totalmente reformulado; a capacidade de transpor alagados (sem snorkel) foi ampliada de 60 para 80 cm; a mecânica permaneceu a mesma (Cummins de 2,8 l e 150 cv) (04/15)
- adição do modelo 4233 à linha de tratores leves; equipado com motor de dois cilindros refrigerado a ar, 1.270 cm3, 30 cv, tração 4×4 com bloqueio de diferencial e câmbio 8×4, é o primeiro trator nacional de grande produção da categoria – articulado e dotado de todas as rodas de igual diâmetro (06/15)
- entrega, à Prefeitura de Curitiba (PR), da primeira unidade de mini-ônibus elétrico desenvolvido em conjunto com a Itaipu Binacional a partir do chassi MA 8.7; o veículo, que recebeu carroceria Mascarello, é equipado com sistema de propulsão Siemens (dois motores elétricos de 67 kW), uma caixa de engrenagens conectando-os a um eixo cardan, dois inversores de frequência e cinco baterias recicláveis (capacidade total de 105 kWh, tempo de recarga de oito horas), garantindo autonomia de até 150 km (06/15)
- lançamento do trator 7215, o mais potente da marca, com novo design, motor MWM de 215 cv (6 cilindros turboalimentado com intercooler), câmbio 12×4, direção hidrostática regulável em altura e inclinação, piloto automático (opcional), GPS e ar condicionado de série (08/15)
- início de operação da fábrica de São Mateus (ES), com a produção de chassis para a Volare, instalada no mesmo município (10/15)
- lançamento da família A, de caminhões leves, com cabine de aço estampado de modelo próprio, importada completa da China, montada e totalmente equipada; eram três as versões disponíveis: A7500, A8700 e A10000, a primeira inédita (7,5 t de PBT, motor Cummins de 3,8 l e 152 cv, câmbio manual de cinco marchas; as famílias S (básica) e LX se mantêm em linha, equipadas com cabines de fibra de vidro (12/15)
2016
- início da montagem de caminhões A8700 e A10000, na unidade de São Mateus, para suprimento dos mercados das regiões Sudeste e Nordeste (03/16)
- acordo de cooperação com a Foton, destinado à montagem dos caminhões leves da marca chinesa em suas instalações de Caxias do Sul (03/16)
- trator articulado 4233 recebe o Prêmio Gerdau Melhores da Terra 2016 na categoria Novidade Expointer Troféu Agricultura Familiar (09/16)
2017
- na feira internacional LAAD, apresentação de duas novas versões militares do jipe Marruá: AM 21 GLO (para atuação em situações de tumulto, a partir do modelo AM 21, de 3/4 t) e AM 31 Ambulância (04/17)
- na feira Agrishow 2017, lançamento do trator médio 575 Super (75 cv, 15 marchas à frente e à ré), com nova plataforma de trabalho, mais ergonômica e confortável (05/17)
- apresentação do Marruá AM200 MO de nova geração na versão para transporte escolar; com capacidade para 13 estudantes, além de motorista e auxiliar, pode ser equipado com cadeira móvel para embarque de pessoas com dificuldade de locomoção; equipado com motor Cummins de 150 cv e câmbio manual de cinco marchas, tem ângulo de ataque de 580, ângulo de saída de 200 e passagem a vau de até 80 cm (09/17)
- padronização das cores dos tratores Agrale: a partir de 2018 todas as famílias serão pintadas de prata metálico (opção inédita no Brasil) com rodas e detalhes em vermelho escuro (12/17)
2018
- no Agrishow, lançamento do trator pesado 6185, próprio para culturas de escala, como cana-de-açúcar, grãos e algodão; o modelo veio com motor MWM turbo de 175 cv, câmbio mecânico parcialmente sincronizado de 24 marchas à frente e 12 a ré e conjunto ótico com oito faróis de leds e quatro halógenos para operação noturna; piloto automático e GPS são opcionais (04/18)
- nenhum lançamento na Expointer além da apresentação, pela primeira vez, de toda a família de tratores agrícolas com a nova pintura prata metálica com rodados vermelhos (08/18)
2019
- no Agrishow, motor com gerenciamento eletrônico para o trator 540 (assim denominado 540 XT), com quatro cilindros, 2.417 cm3, 40 cv e câmbio 8×8 sincronizado); todos os modelos entre 75 e 100 cv passam a atender às exigências da legislação ambiental (04/19)
- exportado para a Argentina o primeiro chassi de ônibus MT 17.0 LE alimentado a gás natural; dotado de piso baixo, o modelo é equipado com motor traseiro, câmbio automático e suspensão pneumática; desde 2003 a Agrale disponibiliza chassis a GNV ou biogás (08/19)
2020
- pandemia do coronavírus leva Agrale a reduzir atividades em 23 de março e conceder férias coletivas de duas semanas a partir de 1 de abril (03/20)
- acordo com a startup Fábrica Nacional de Mobilidades para o desenvolvimento de protótipo e início de fabricação dos caminhões elétricos FNM (07/20)
2021
- Agrale encerra 2021 com crescimento de 76,6% na produção de chassis de ônibus, mantendo a terceira posição, com 20% do total; apenas 50 caminhões foram fabricados no período (12/21)
2022
- apresentação, na Argentina, do chassi MT 17.0 LEe, versão elétrica do MT 17.0 LE; desenvolvido em conjunto com o fabricante britânico de componentes elétricos Equipmake, recebeu carroceria argentina Todo Bus; equipado com motor de 400 kW (544 cv) e bateria de íon-lítio de 318 kWh com até 240 km autonomia, será testado por um ano no transporte urbano de Buenos Aires (10/22)
2023
- Agrale conquista o Prêmio Lótus Campeão de Vendas 2023 na categoria Marca de Chassi de Microônibus; com 2.876 chassis de ônibus licenciados em 2022, foi o terceiro maior fabricante do país e líder absoluto em microônibus (01/23)
- fornecimento de 400 unidades Marruá AM200 MO para o Governo Federal, atendendo à licitação para ônibus escolares categoria “Rural Pequeno 4×4” destinados ao programa Caminho da Escola (11/23)
2024
- Agrale conquista pela 18a vez o Prêmio Lótus Campeão de Vendas na categoria Marca de Chassi de Microônibus; com a marca de 2.910 chassis licenciados em 2023, se manteve o terceiro maior fabricante do país, com 15,78% do mercado, permanecendo líder absoluto em microônibus (51,59% do segmento); sua participação no mercado de caminhões, contudo, permanece marginal (88 unidades vendidas, versus 71 em 2022) (02/22)
- Agrale se inscreve e é habilitada no programa federal Mover – Mobilidade Verde e Inovação (06/24)
- exportação de 70 ônibus urbanos para o Chile; utilizando chassis MT 9000 LE de motor traseiro, transmissão automática e entrada baixa, foram encarroçados pela BepoBus (08/24)
- na Fenatran, câmbio automático de seis marchas passa a ser oferecido como opcional para caminhões A8700 e A10000 4×2 e 4×4 (11/24)
2025
- Exército do Uruguai adquire 89 viaturas Marruá (84 AM 11 e cinco ambulâncias) em resultado de concorrência pública lançada pelo governo do país, vencida pela Agrale em disputa final com a China; veículos da marca já equipam as forças armadas da Argentina, Paraguai, Peru, Equador, Namíbia, Uganda, Gana e Emirados Árabes (01/25)
- mais uma vez a Agrale recebe o Prêmio Lótus Campeão de Vendas na categoria Marca de Chassi de Microônibus; com 3.463 chassis licenciados em 2024 (15,78% do mercado e 20,93% de crescimento sobre o ano anterior), permanecendo líder absoluto em microônibus, com 44,83% do segmento; em contraste, apenas 91 caminhões foram produzidos no período (02/25)
- chassis Agrale MA 11 GNV passarão a ser equipados com motores FPT N60; com 200 cv, as unidades podem operar com gás natural ou biometano (02/25)
- Motocultivador Agrisa, logo após sua aquisição por Francisco Stedile.
- T-415, o primeiro trator da Agrale, lançado no Salão do Automóvel de 1968.
- Impresso em novembro de 1968, este foi o primeiro material publicitário do pequeno trator, de onde foi extraída a imagem anterior.
- Trator Agrale T-416, modelo de 1969 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Agrale T-416 em folder contemporâneo
- T-416 em publicidade de setembro de 1970.
- Microtrator Agrale T-420 em anúncio de jornal de 1974 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- 4100 - nova denominação do modelo T-416.
- Desde o início a Agrale buscou difundir as muitas possibilidades de aplicação de seu pequeno trator.
- Agrale 4200, com motor mais potente.
- Propaganda de 1977 dedicada ao lançamento do trator 4200.
- Outra propaganda para o modelo 4200.
- Agrale 4200 com duplo rodado traseiro.
- Microtrator 4100 e trator leve 4200.
- Agrale 4100, em 1978 operando como rebocador no almoxarifado do Metrô de São Paulo (fonte: Transporte Moderno).
- Trator Agrale 4300, lançamento de 1982.
- Primeiro protótipo do caminhão Agrale, ainda inspirado nas carretas agrícolas do Sul do país.
- 1976: segundo protótipo do caminhão Agrale (fonte: Jornal do Brasil).
- O segundo protótipo do pequeno caminhão Agrale (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Enquanto desenvolvia seu primeiro caminhão, a Agrale testava a utilização de seu motor diesel vertical refrigerado a ar em uma Kombi e um sedã Volkswagen (fonte: Douglas Antunes Pacheco / Oficina).
- 1981: terceiro protótipo do caminhão Agrale.
- Outro ângulo do mesmo protótipo da Agrale (fonte: Transporte Moderno).
- Alguns dos protótipos de caminhão leve desenvolvidos pela Agrale até 1980 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Agrale TX 1100, lançado em 1982.
- Primeira publicidade dos caminhões Agrale, de agosto de 1982, de onde foi retirada a imagem anterior.
- Em 1983 os caminhões Agrale passaram a utilizar motores mais potentes, fornecidos por terceiros.
- Furgovan - o furgão derivado do TX 1600, já com nova grade dianteira.
- Chassi do modelo TX 1600, com o motor engenhosamente recuado para trás do eixo dianteiro (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Caminhão Agrale TX 1600 1984 (fonte: João Luiz Knihs).
- Caminhão TX 1600 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Caminhões leves TX 1600 e 1200 (ao fundo) (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Agrale TX 1600 1985 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Agrale TX 1600 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Publicidade para a linha de caminhões Agrale quando de sua primeira grande atualização, em 1986.
- A Linha 86 trouxe nova cabine e duplo rodado traseiro.
- Esquema dimensional do novo caminhão Agrale 1600D; o centro de gravidade se alterava em função do rodado traseiro: x= 1060 ou 1300 mm e y= 930 ou 820 mm, respectivamente para rodado simples e duplo (fonte: João Luiz Knihs).
- Agrale 1600D na versão 4x4 sendo testado pela revista Carga&Transporte (fonte: João Luiz Knihs).
- Capa de folder preparado para o caminhão 1600D 4x4 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Com a Linha 86, pela primeira vez a Agrale ofereceu opção de cabine-dupla para seus pequenos caminhões.
- Primeira tentativa de van da Agrale, utilizando a cabine do novo caminhão. O exemplar da imagem ainda se encontrava em operação em 2010, em Bento Gonçalves (RS) (foto: Felipe Rodrigues).
- TX 1600D na versão van (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Antiga van TX 1600D, ainda operando em Confins (MG) em 2012 (foto: Bruno Santos / onibusbrasil).
- Microônibus Agrale de 1985, aqui com carroceria Marcopolo.
- Agrale 1800D, com novo motor de quatro cilindros, lançado no Salão do Automóvel de 1988.
- O modelo 1800D é ainda encontrado com freqüência nos estados do Sul e nos países do Prata; este, com matrícula de Maldonado, Uruguai, fotografado em fevereiro de 2019, permanece em operação diária no serviço de reformas prediais (foto: LEXICAR).
- Mais um 1800D uruguaio, fotografado no mesmo mês na feira de Villa Biarritz, em Montevidéu (foto: LEXICAR).
- Caminhão Agrale 1600 equipado com guincho; a imagem foi extraída de um anúncio de outubro de 1989 (fonte: João Luiz Knihs).
- 1600 com rodado simples em outra publicidade de 1989.
- UltraVan Agrale, furgão construído em conjunto com a empresa Multivan.
- Protótipo UltraVan na fase final de testes, em meados de 1988 (fonte: Transporte Moderno).
- O furgão Agrale fotografado em Juiz de Fora (MG) em 2015 (foto: Jorge A. Ferreira Jr.).
- UltraVan operando no Centro de São Paulo (SP) no início de 1990 (fonte: Transporte Moderno).
- UltraVan na versão micro-ônibus, mostrando quatro das disposições internas disponíveis, podendo comportar até 20 adultos ou 25 crianças (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Furgão UltraVan em publicidade de outubro de 1989.
- Propaganda de novembro de 1990 registrando a marca de 200 furgões vendidos desde o lançamento, pouco menos de dois anos antes.
- BX 90, um dos três tratores médios Agrale de origem Deutz (fonte: João Luiz Knihs).
- Agrale-Deutz BX 4.110, com tração 4x4 - primeiro trator pesado da marca.
- Trator Agrale BX 130 (fonte: João Luiz Knihs).
- BX 4.130, com tração 4x4, o trator mais pesado da Linha Agrale 1990 (fonte: João Luiz Knihs).
- Com a chegada dos modelos Deutz, a linha de tratores leves permaneceu em produção; na imagem o pequeno 4100 (fonte: João Luiz Knihs).
- Um Agrale 4100 de 1990 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Micro Agrale Junior, montado sobre seu novo chassi de ônibus.
- Agrale Junior na versão ubana (no Rio Grande do Sul conhecida como "lotação") (fonte: João Luiz Knihs).
- Agrale 5000, com a nova cabine apresentada com o modelo 7000 no Salão do Automóvel de 1992.
- Agrale 6000, com a cabine mais uma vez modificada em 1996.
- Agrale 6000 servindo a feirantes de Piriápolis, Uruguai, em março de 2020 (foto: LEXICAR).
- Caminhão 6000 com cabine dupla em peça publicitária de 2003.
- Propaganda de maio de 1993 para o lançamento do modelo 7000D.
- Agrale 7000 com cabine dupla (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Agrale 7000 cabine-dupla (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Agrale 7500 TD Turbo em folder de propaganda contemporâneo (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Agrale 7500 TD Turbo (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- O caminhão 7500 TD deu origem ao chassi MA 7.5 T (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Modelo 8500 ilustrando propaganda de abril de 2001 para a linha de caminhões.
- Agrale 8500 em ação em Portezuelo (Maldonado, Uruguai) em fevereiro de 2024 (foto: LEXICAR).
- Chassi 8.5T, com motor MWM de 140 cv, derivado do caminhão 8500 e também lançado em 1997.
- Chassi MA 8.5 Super, com motor Cummins de 160 cv (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Furgovan 6000, modelo de 2001, mais uma incursão da Agrale no segmento de furgões.
- Furgovan 6000 em publicidade de 2002.
- Outra propaganda para o furgão, esta de maio de 2003.
- Furgovan 6000 na frota da transportadora pernambucana Rapidão Cometa (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Furgovan 6000 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Furgovan 8000, lançamento de 2003 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Agrale MA 6.0: a partir deste modelo a empresa tornou-se o maior fabricante de chassis de ônibus do país (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- 4100 (com 15 cv) e 4240 (36,5 cv) - o menor e o maior dos quatro modelos da linha 4000.
- 4100.4, o menor trator 4x4 do país.
- Agrale 5040.
- Agrale 5040.4, com tração 4x4.
- Agrale 5070.4 cabinado.
- A linha de caminhões Agrale em 2003 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Agrale 6000 com a cabine reestilizada em 2003.
- Agrale 8500 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- 9200, então o maior caminhão da Agrale (fonte: Transporte Moderno).
- Agrale 9200 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Agrale 9200: fabricado em 2008, o exemplar da imagem foi fotografado em Juiz de Fora (MG), em 2015 (foto: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Publicidade de outubro de 2003 para lançamento do modelo 9200.
- A família de veículos comerciais Agrale foi reunida neste anúncio de novembro de 2003.
- Agrale 9200 em propaganda de novembrode 2004.
- Lançamento pioneiro da Agrale, o Midibus MT 12.0 SB foi o primeiro chassi médio com piso baixo fabricado no país.
- As três famílias de tratores agrícolas da Agrale - séries 4000, 5000 e BX 6000 - leves, médios e pesados, já sob o novo padrão de cores adotado na virada do século.
- Trator leve Agrale 4230.
- Trator industrial 4100, com motor Agrale de um cilindro e 14,7 cv, o menor modelo da linha industrial diesel da marca.
- Agrale 4230, equipado com motor Ruggerini.
- Modelo 4100 a GLP.
- Linha 5000: derivada de modelos tchecos Zetor, foi lançada em 2001 (a publicidade é de 2003) (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- 5085.4, uma das três versões da Série 5000.
- Trator 5085.4 equipado com roçadeira hidráulica Lavrale.
- Trator pesado BX 6180, fabricado pela Agrale sob licença da alemã Deutz.
- Agrale BX 6180 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Agrale BX 6150.
- Agrale BX 6110, também da família 6000 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Publicidade de lançamento do modelo BX 6110 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Propaganda do final de 2005 para a linha 2006 de caminhões.
- O imponente Agrale Marruá com as cores do Exército Brasileiro.
- Um jipe Marruá durante o raid Caxias do Sul-Cuiabá, expedição de 15 dias promovida pela Agrale em março de 2006.
- Agrale Marruá Cargo com teto de lona, na versão militarizada (posteriormente denominada AM 21).
- Viatura semelhante, incorporada ao 4o Grupo de Artilharia de Juiz de Fora (MG), exibido na Exposição de Material de Emprego Militar, na mesma cidade, em agosto de 2013 (foto: Jorge A. Ferreira Jr.)
- Marruá AM 23 (denominação do modelo de ¾ t com teto rígido).
- Marruá cabine-dupla na versão militar.
- Marruá AM 150 CD, cabine-dupla com 3,35 m de entre eixos, na versão civil.
- Propaganda Marruá de 2008 visando o mercado civil (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Transportador agrícola 4230.4 Cargo Argento (foto do autor).
- Agrale Cargo 4230.4 na versão compactadora de resíduos.
- Coletor de lixo Cargo 4230.4
- Chassi para veículos blindados para transporte de valores desenvolvido em 2006, em conjunto com a firma especializada Autolife.
- Primeiro caminão médio Agrale, o modelo 13000 foi lançado em outubro de 2007.
- Propaganda de setembro de 2007 para o novo Agrale 13000.
- Em 2009 o modelo 13000 ganhou versão basculante.
- Basculante Agrale 13000 operando em Porto Velho (RO) em julho de 2021 (foto: Marcos C. Filho).
- Publicidade de 2009 para a linha de caminhões Agrale evidenciando o modelo 13000 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Outra propaganda da mesma série, agora destacando o médio 9200 e os furgões Furgovan.
- Trator 5065.4 Compact, para culturas de café e laranja; lançado na Expointer 2009, tinha as menores largura e distância entre-eixos da categoria (foto: Cultivar)
- Ônibus híbrido Hybridus, midibus low entry com carroceria Marcopolo projetado em 2009.
- Marruá na versão motor-home, apresentado pela Agrale em 2010; a carroceria era de fabricação Vettura.
- Marruá AM 31, com capacidade para 1,5 t e duplo rodado traseiro; é lançamento de 2011.
- Marruá AM 31.
- Picape Marruá AM 200, para duas toneladas, na versão civil.
- Marruá VTNE AM 11 - 4x4 com chassi longo, quatro portas e cinco lugares (fonte: site military-vehicle-photos).
- Propaganda de 2010 divulgando o jipe Marruá em aplicações policiais.
- Agrale 8500 TR, de 2010, o menor cavalo-mecânico do mercado.
- Caminhão 8500 TR utilizado em auto-escola para profissionais (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Publicidade de abril de 2010 para a linha de caminhões Agrale.
- A linha de caminhões em propaganda de abril do ano seguinte.
- Em 2011 chegou o leve 8500 CE com cabine estendida, seguindo o estilo lançada em 2003.
- As três famílias de tratores Agrale em propaganda de setembro de 2011.
- A 18a Fenatran mostrou as novas cabines dos caminhões Agrale; na foto, o médio 14000 LX, modelo de maior capacidade da linha, na versão 4x2.
- Agrale 14000 LX (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Agrale 14000 LX (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Modelo 14000 LX na versão 6x2 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- A nova cabine logo chegou aos modelos leves 8700 LX (na foto) e 10000.
- Agrale 10000: com 6,26 t de carga útil e equipado com motor MWM de 165 cv e câmbio de cinco marchas, foi disponibilizado com duas opções de entre-eixos (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Agrale 10000 LX equipado com defletor sobre a cabine (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Propaganda Agrale de abril de 2012 para sua linha de caminhões.
- Publicidade institucional de outubro de 2012 pelos 50 anos da Agrale.
- Marruá AM 200 MO, projetado em 2012 para o transporte de passageiros em condições críticas de terreno.
- Marruá equipado como base móvel de sistema de controle de artilharia aérea, desenvolvido em conjunto com o Centro Tecnológico do Exército em 2012.
- MA 17.0, de 2012, o maior chassi de ônibus até então produzido pela Agrale (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Marruá AM 41, caminhão militar 4x4 de 2,5 t, oficialmente apresentado na edição 2013 da LAAD.
- Caminhão AM 41, equipado com proteção frontal e ainda sem carroceria (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Em 2013 a Agrale alcançou a marca de 100.000 veículos fabricados.
- Trator 575.4, um dos três modelos da nova Série 500, de 2013.
- Modelo 5105.4, também de 2013, com leves alterações estéticas no capô (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Agrale 5105.4, aqui na versão cabinada.
- Agrale 540.4.
- Nova geração do jipe Marruá, lançada em 2015, aqui na versão cabine-dupla (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Marruá AM200 G2 (de "geração 2").
- Marruá AM200 G2 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- O novo Marruá AM200, para 2 t, na versão com com cabine simples.
- Marruá AM300 - chassi-cabine com duplo rodado traseiro e capacidade de 3 t.
- Marruá AM300 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Marruá AM300 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Linha de fabricação do utilitário Marruá.
- Agrale 4233, primeiro trator isodiamétrico da categoria fabricado no país.
- Além das quatro rodas de mesmo diâmetro, o trator 4233 tem chassi articulado.
- Extremamente compacto, o 4233 é aqui comparado com o 4230.4, trator 4x4 convencional de potência equivalente.
- Maior trator Agrale até então, o modelo 7215 foi lançado em 2015.
- Equipado com duplo rodado traseiro e pneus para cultura de arroz o maior trator Agrale é testado pela revista Cultivar (foto: Cultivar).
- Trator Agrale 7215, exposto na Agrishow 2017 (foto: LEXICAR).
- Com 8,7 t e 152 cv, o MA 8.7 é o menor dos seis modelos de chassis Agrale em linha em 2015.
- Linha A, do final de 2015: os caminhões leves Agrale voltam a dispor de cabine de modelo próprio, agora importadas da China; na imagem, o modelo A10000.
- Agrale A8700 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- A8700 em matrial de divulgação do fabricante (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Propaganda de novembro de 2015 para a nova Linha A de caminhões.
- Com a chegada da nova geração Marruá, a versão básica AM2 também foi modernizada (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Marruá AM21 (¾ t, rodado simples, cabine com teto de lona) (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Marruá AM21 GLO ("garantia da lei e da ordem"), nas cores das Nações Unidas, versão apresentada na LAAD 2017 (foto: LEXICAR).
- Marruá AM31 Ambulância, também lançado na LAAD 2017.
- Marruá ambulância na versão mais leve AM23 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Marruá AM200 G2 blindado, para uso por forças policiais, exposto no stand da Agrale na LAAD 2017 (foto: LEXICAR).
- A linha de versões militarizadas Marruá em publicidades de 2014 (no alto) e 2017.
- Marruá AM equipado como bombeiro, ilustrando folder de propaganda da Agrale (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- 575 Super, nova versão do trator médio Agrale com plataforma de trabalho redesenhada, lançamento de 2017 (foto: LEXICAR).
- Agrale 575 Super (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Agrale Marruá AM200 MO (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Um AM200 MO de 2017, dois anos depois fotografado em Porto Velho (RO) (foto: Marcos Cabral Filho).
- Marruá AM200 MO na versão Escolar (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Marruá AM200 MO Escolar exposto na feira agricola Expointer 2018 (foto: LEXICAR).
- Marruá Escolar fornecido para a Prefeitura Municipal de Paiva (MG) em 2022; a imagem foi tomada em Juiz de Fora (foto: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Trator 6185, de 2018, já trazendo as novas cores prata metálico e vermelho, lançadas no final do ano anterior.
- Na Expointer 2018 pela primeira vez a Agrale mostrou toda sua família de tratores agrícolas com novo padrão visual; na imagem os modelos leves 4233 (articulado) e 4100 (foto: LEXICAR).
- Agrale 4100 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Agrale 4230.4 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Os modelos Agrale 7215, 5105 e 575 na Expointer 2018: toda a linha foi unificada sob a nova cor prata com rodados vermelhos (foto: LEXICAR).
- Isodiamétrico Agrale 4233 nas novas cores da marca (fonte: Cultivar).
- Agrale 4233 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- A nova identificação visual dos tratores Agrale foi o objeto desta publicidade de 2018 (a partir da esquerda, o médio 575, o pesado 7215 e o pequenino 540 cabinado).
- O pesado Agrale 7215 na Expointer 2018 (foto: LEXICAR).
- Marruá AM 200 blindado pela paulistana Splendore, mostrado na LAAD 2019 (foto: LEXICAR).
- AM200 blindado em material publicitário da Agrale; note, no selo, a legenda "Empresa Estratégica de Defesa" (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Trator industrial 4100 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Trator industrial 4100 na versão a GLP, exposto no Agrishow 2019 (foto: LEXICAR).
- Agrale 7215 com grade de proteção dianteira, no Agrishow 2019 (foto: LEXICAR).
- 540 XT: o pequeno 540 recebeu motor "eletrônico" em 2019 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- 540 XT na versão cabinada.
- 540 XT operando na pulverização de parreiral.
- Chassi Agrale com suspensão pneumática traseira, especialmente desenvolvido para equipar motorhomes (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Material publicitário para o chassi Agrale destinado a motorhomes (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Em julho de 2022, um Marruá na versão Escolar aguarda teste de inclinação lateral na Tecnopolo - subsidiária de serviços de engenharia da Marcopolo -, como etapa para homologação do modelo junto aos órgãos oficiais de trânsito e normatização.
- Protótipo do ônibus elétrico com chassi Agrale MT 17.0 LEe, fotografado diante da fábrica da Equipmake em Norfolk, Inglaterra.
- Publicidade Agrale de agosto de 2024 homenageando os 75 anos da Marcopolo, sua maior cliente em chassis.
- Marruá AM 11: 84 unidades foram exportadas em 2025 para o Exército do Uruguai.